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	<title>Arquivo para racionalismo - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Dec 2025 09:33:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O Mago-General: uma viagem ao coração esotérico do Rito Melissino</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 09:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[legado]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Pyotr Ivanovich Melissino]]></category>
		<category><![CDATA[racionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rito Melissino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Na vasta e multifacetada tapeçaria da Maçonaria, existem fios de ouro que traçam linhagens de racionalismo, ética e filantropia. São os fios que tecem a narrativa que muitos de nós conhecemos e praticamos. E existem outros, mais sombrios e iridescentes, que nos conduzem a um labirinto de alquimia, teurgia e mistérios &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino%2F&amp;linkname=O%20Mago-General%3A%20uma%20viagem%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o%20esot%C3%A9rico%20do%20Rito%20Melissino" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino%2F&amp;linkname=O%20Mago-General%3A%20uma%20viagem%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o%20esot%C3%A9rico%20do%20Rito%20Melissino" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino%2F&amp;linkname=O%20Mago-General%3A%20uma%20viagem%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o%20esot%C3%A9rico%20do%20Rito%20Melissino" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino%2F&amp;linkname=O%20Mago-General%3A%20uma%20viagem%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o%20esot%C3%A9rico%20do%20Rito%20Melissino" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino%2F&#038;title=O%20Mago-General%3A%20uma%20viagem%20ao%20cora%C3%A7%C3%A3o%20esot%C3%A9rico%20do%20Rito%20Melissino" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino/" data-a2a-title="O Mago-General: uma viagem ao coração esotérico do Rito Melissino"></a></p><blockquote>
<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="a99e" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">N</span>a vasta e multifacetada tapeçaria da Maçonaria, existem fios de ouro que traçam linhagens de racionalismo, ética e filantropia. São os fios que tecem a narrativa que muitos de nós conhecemos e praticamos. E existem outros, mais sombrios e iridescentes, que nos conduzem a um labirinto de alquimia, teurgia e mistérios arcanos. Poucos desses fios brilham com uma luz tão estranha e fascinante quanto o do <strong class="mc gn">Rito Melissino</strong>, um sistema maçônico que floresceu e morreu na Rússia do século XVIII, deixando para trás um legado que desafia muitas de nossas concepções modernas sobre a Ordem.</p>
<figure id="attachment_95527" aria-describedby="caption-attachment-95527" style="width: 205px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-95527" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II-239x300.webp" alt="Rainha Catarina II" width="205" height="257" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II-239x300.webp 239w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II.webp 500w" sizes="(max-width: 205px) 100vw, 205px" /></a><figcaption id="caption-attachment-95527" class="wp-caption-text">Rainha Catarina II em trajes de coroação por Vigilius Eriksen, 1778–1779 (Wikimedia Commons)</figcaption></figure>
<p id="6b8b" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Para um maçom contemporâneo, habituado a uma prática que, em grande parte, sublimou suas origens operativas <em class="nn">em um sistema de moralidade velado em alegorias</em>, mergulhar no Rito Melissino é como descobrir um capítulo perdido e curioso na história de nossa família. É uma jornada à “Era de Ouro da Rússia”, o reinado da Imperatriz Catarina II, um tempo de tensões e paradoxos extraordinários. A corte russa, por um lado, importava avidamente o Racionalismo Iluminista da França, mantendo correspondência com Voltaire e Diderot. Por outro, cultivava um profundo interesse pelo Misticismo Teosófico, influenciado pelo pietismo alemão e pelo rosacrucianismo. Como aponta o historiador Robert Collis em <em class="nn">The Petrine Instauration</em>, “a elite russa daquela época não via a ciência e o esoterismo como forças opostas. A busca pelo conhecimento empírico e a busca pela iluminação divina eram percebidas como caminhos complementares para a <em class="nn">verdadeira sabedoria</em>”. Foi neste solo culturalmente fértil, nesta confluência de razão e mistério, que um homem ousou propor uma “terceira via” para a Maçonaria.</p>
<h3 id="03d0" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">O Vazio Espiritual e a “Terceira Via” de Melissino</h3>
<p id="0c56" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Na década de 1770, a Maçonaria russa era um campo de batalha ideológico. De um lado, o <strong class="mc gn"><em class="nn">Sistema Sueco</em></strong>, de caráter aristocrático e fortemente cristão, enfatizava a lealdade política e a caridade. Do outro, a <strong class="mc gn"><em class="nn">Estrita Observância Templária</em></strong>, um sistema alemão liderado pelo Barão von Hund, eletrizava a nobreza europeia com sua reivindicação de ser a herdeira direta dos Cavaleiros Templários históricos. Seu foco, contudo, tendia a ser administrativo e hierárquico, com uma forte ênfase na restauração de títulos e privilégios de cavalaria.</p>
<p id="6dd4" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Em meio a esses sistemas, um general de artilhara do Império Russo, <strong class="mc gn"><em class="nn">Pyotr Ivanovich Melissino</em></strong>, percebeu uma lacuna, um vazio espiritual. Ele via uma Maçonaria que oferecia ou uma moralidade piedosa ou uma glória genealógica, mas que parecia ter esquecido algo de sua alma antiga. Enquanto a Estrita Observância sonhava com uma restauração militar e política da Ordem do Templo, Melissino propôs algo muito mais radical: <strong class="mc gn">uma restauração sacerdotal e mágica</strong>.</p>
<p id="c819" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Sua <strong class="mc gn"><em class="nn">Loja do Silêncio (Молчаливости)</em></strong>, fundada em São Petersburgo por volta de 1765, não era um dos muitos clubes sociais onde a elite de Catarina se reunia para discutir política e filosofia. Era um verdadeiro laboratório esotérico. Como detalha o historiador David Harrison em sua obra seminal, <strong class="mc gn"><em class="nn">The Lost Rites and Rituals of Freemasonry</em></strong>, “o Rito Melissino se tornou uma ponte crucial e evolutiva. Ele resgatou e preservou elementos da alquimia operativa, prática, que estavam sendo cada vez mais descartados como superstição na Europa Ocidental, e, com isso, preparou o terreno teológico e ritualístico para o surgimento dos místicos “Ritos Egípcios” de figuras como Cagliostro, que viriam a dominar o cenário ocultista no final do século”.</p>
<h3 id="03ca" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">O Fundador: Um Perfil do “Mago-General”</h3>
<p id="e12f" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Para compreender a audácia e a credibilidade do rito, é imprescindível dissecar a figura de seu criador. Pyotr Melissino não era um aventureiro místico sem raízes, como Cagliostro ou Saint-Germain, cujas origens eram nebulosas e cujas reivindicações eram frequentemente vistas com desconfiança. Melissino era um pilar do Estado Russo.</p>
<p id="adf7" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Nascido na ilha grega de Cefalônia, então sob domínio veneziano, ele era filho de um médico que servira na corte imperial russa. Essa linhagem, por si só, já era significativa: ele personificava uma conexão viva com a “sabedoria antiga” da Grécia e do Oriente, um conceito de imenso valor nos círculos esotéricos. Chegou à Rússia jovem e recebeu uma educação de elite, tornando-se um verdadeiro poliglota, fluente em russo, francês, alemão, italiano e grego, com conhecimentos de latim, turco e inglês. Essa capacidade linguística notável lhe deu acesso direto a textos alquímicos e rituais de toda a Europa, sem depender de traduções, muitas vezes defeituosas ou incompletas.</p>
<p id="45e4" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Sua carreira militar foi igualmente estelar. Ascendeu ao posto de General de Artilharia, destacando-se em conflitos como a Guerra dos Sete Anos e as Guerras Russo-Turcas, sendo condecorado com as mais altas honrarias imperiais. Em 1783, foi nomeado Diretor do prestigioso Corpo de Cadetes de Artilharia e Engenharia, onde implementou reformas educacionais radicais, como a abolição de castigos corporais e a introdução de teatro e história natural. Historiadores sugerem que ele usou essa posição para cultivar uma nova geração de oficiais com uma mentalidade “iluminada”, uma espécie de “Maçonaria de Estufa” que prepararia futuros membros para suas lojas.</p>
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<div class="i l">Essa dualidade era a fonte de sua imensa autoridade. Ele era o arquétipo do “Homem Universal” do século XVIII: um general de disciplina férrea que, segundo relatos de contemporâneos, mantinha em sua residência na Ilha Kamenny um laboratório químico totalmente equipado, onde se dedicava à busca prática da pedra filosofal. Para a elite russa, se um homem da estatura, erudição e seriedade de Melissino afirmava que a alquimia e a teurgia eram reais, então o assunto transcendia a mera superstição e se elevava ao patamar de estudo sério.</div>
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<h3 id="5373" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">A Arquitetura do Rito</h3>
<p id="3c95" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O Rito Melissino foi estruturado como uma pirâmide de sete graus, uma jornada progressiva que, enquanto a base seguia o padrão europeu, o topo constituía uma inovação radical.</p>
<p id="e63e" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">1. A Maçonaria Simbólica (Graus 1–3)</strong>: Os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre seguiam a estrutura tradicional. No entanto, Melissino inseriu catecismos específicos que continham “pistas” herméticas e serviam como um filtro.</p>
<p id="95a1" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">2. O Capítulo Invisível (Graus 4–7):</strong> É aqui que reside a originalidade do sistema, descrito por Harrison como uma “fusão de cavalaria templária e misticismo clerical”:</p>
<p id="c882" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">4º Grau: O Cofre Escuro.</strong> A jornada se aprofundava em um simbolismo sombrio e introspectivo. O templo simulava uma tumba ou catacumba. O iniciado não apenas lamentava a morte do Mestre Hiram, mas era guiado a vivenciar sua própria “morte mística”, um conceito retirado diretamente da alquimia, a <strong class="mc gn">Nigredo</strong> (a fase de putrefação ou escurecimento), onde o ego deve morrer para que o espírito renasça.</p>
<p id="c454" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">5º Grau: Mestre Escocês.</strong> O termo “Escocês”, frequentemente usado na época para denotar prestígio, foi reapropriado por Melissino para introduzir a historiografia templária. Os cavaleiros eram apresentados não como meros guerreiros, mas como guardiões de um conhecimento antigo, descoberto nas ruínas do Templo de Salomão. O maçom era transformado de um “construtor” em um “guardião” da sabedoria perdida.</p>
<p id="8b64" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">6º Grau: O Filósofo. </strong>Um grau puramente intelectual e teórico, focado no estudo de hieróglifos, símbolos cabalísticos e a natureza da alma humana. Segundo os rituais, o objetivo era “restaurar o homem ao seu estado primitivo de inocência”, o estado Adâmico antes da Queda. O “Filósofo” deveria compreender intelectualmente as leis do universo antes de tentar manipulá-las no grau seguinte.</p>
<p id="62bb" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">7º Grau: O Cavaleiro Espiritual.</strong> Com o título latino de <em class="nn">Magnus Sacerdos Templariorum</em> (Grande Sacerdote dos Templários), este era o ápice do sistema. Aqui, o segredo final era revelado: a verdadeira vocação dos Templários não era política ou militar, mas a de um <strong class="mc gn">Sacerdócio Mágico</strong>. O Cavaleiro perfeito não era aquele que empunhava a espada, mas aquele que sabia orar e operar a natureza. O grau envolvia instruções sobre teurgia (magia divina) e alquimia prática, consagrando o iniciado como um “Sacerdote-Rei”, apto a realizar a obra de regeneração da matéria e do espírito.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
			</div></div>
<h3 id="0ffe" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">A Doutrina da Alquimia Operativa e Teurgia</h3>
<p id="6593" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O que tornava o Rito Melissino verdadeiramente singular era sua insistência na prática<em class="nn"> efetiva </em>das ciências ocultas. A alquimia, no rito, tinha dois objetivos inseparáveis: a <strong class="mc gn">Pedra Física</strong>, para a transmutação de metais e a criação do “Elixir da Vida”, e a <strong class="mc gn">Pedra Espiritual</strong>, um estado de consciência purificado, a busca pela “Matéria Prima” dentro do próprio homem.</p>
<p id="3286" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Um detalhe fascinante, resgatado por Harrison, é o uso peculiar da <strong class="mc gn">Acácia</strong>. No rito, havia referências à extração de “sais” da planta e ao seu uso em fumigações para induzir estados alterados de consciência, uma prática de <strong class="mc gn">Espagiria</strong> (alquimia vegetal) que antecipa a “Quarentena” mística que Cagliostro proporia anos mais tarde.</p>
<p id="0a07" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Alinhando-se com as teorias dos “Clérigos da Estrita Observância”, Melissino ensinava que os verdadeiros segredos dos Templários eram conhecimentos mágicos e gnósticos. Portanto, o iniciado no Rito Melissino não se tornava um soldado, mas um <strong class="mc gn">Teurgo</strong>: um sacerdote capaz de invocar a presença divina. Esta fusão de cristianismo ortodoxo, gnosticismo e magia cerimonial criou uma atmosfera de “Igreja Interior” que atraiu profundamente a intelectualidade russa.</p>
<p data-selectable-paragraph=""><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3 id="5c30" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">Legado de Melissino</h3>
<p id="a0dc" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O Rito Melissino foi uma estrela cadente. O Congresso de Wilhelmsbad em 1782, que buscou moralizar e padronizar a maçonaria europeia, decidiu pelo abandono das lendas templárias, isolando o sistema de Melissino. Anos depois, o medo da Revolução Francesa levou Catarina, a Grande, a suprimir todas as sociedades secretas. Sendo um general leal, Melissino obedeceu e encerrou suas lojas. Parte de seus arquivos foi perdida ou destruída para evitar perseguições, o que explica a escassez de rituais completos hoje.</p>
<p id="901a" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Embora formalmente dissolvido, sua “alma” sobreviveu. Seus membros mais dedicados migraram para os influentes círculos Rosacruzes de Moscou, e suas ideias sobre a união entre sacerdócio e cavalaria impregnaram o misticismo russo por gerações. O Rito Melissino permanece como o testemunho de uma maçonaria que, em um momento fugaz da história, ousou prometer não apenas a fraternidade, mas a imortalidade. Para nós, hoje, é um lembrete da incrível diversidade de respostas que a humanidade já deu à busca por luz, seja ela encontrada na razão, na moralidade ou, como ousou o Mago-General, na própria magia.</p>
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<p data-selectable-paragraph="">____________________</p>
<h4 id="f852" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl">Fontes Principais:</h4>
<p class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">Collis, Robert.</strong> <em class="nn">The Petrine Instauration: Religion, Esotericism and Science at the Court of Peter the Great</em>. Brill, 2011.<br />
<strong class="mc gn">Harrison, David.</strong> <em class="nn">The Lost Rites and Rituals of Freemasonry</em>. Lewis Masonic, 2017.<br />
<strong class="mc gn">Madariaga, Isabel de.</strong> <em class="nn">Russia in the Age of Catherine the Great</em>. Yale University Press, 1981.<br />
<strong class="mc gn">McIntosh, Christopher.</strong> <em class="nn">The Rose Cross and the Age of Reason</em>. Brill, 1992.<br />
<strong class="mc gn">Waite, A.E. </strong><em class="nn">A New Encyclopedia of Freemasonry</em>. Cosimo Classics, 2007.<br />
<strong class="mc gn">RussianMasonry.ru </strong><em class="nn">(Arquivo Histórico da Maçonaria Russa)</em>.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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		<item>
		<title>Uma ignorância pedagógica no magistério</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/uma-ignorancia-pedagogica-no-magisterio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 13:08:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Valtênio Paes de Oliveira (*) &#160; Na escola do século passado existiram palmatória, ficar em pé de costas por longo tempo, ficar de joelhos e tantos outros castigos. Pior ainda, o conceito do que era certo ou errado dependia do rigor da opção cognitiva do professor(a). Na avaliação, o considerado como certo pelos profissionais do &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">N</span>a escola do século passado existiram palmatória, ficar em pé de costas por longo tempo, ficar de joelhos e tantos outros castigos. Pior ainda, o conceito do que era certo ou errado dependia do rigor da opção cognitiva do professor(a). Na avaliação, o considerado como certo pelos profissionais do magistério dependia da preferência pelo formato da resposta da autoridade escolar.</p>
<p>O poder de quem ensinava era supremo. A ação era verticalizada. Hoje, a relação mestre x discípulo, passou a ser horizontalizada. Respeito, tolerância e harmonia entre mestres e estudantes de todos os níveis é a prevalência.  Assim, se estudantes respondessem certo de maneiras diferentes, a nota ou conceito se apresentava como reprovação. Ao que parece, hoje, inclusive em alguns cursos superiores, existem profissionais do magistério que assim continuam procedendo.</p>
<p>Depoimentos de estudantes confirmam: ainda existem professores e professoras, no exercício da avaliação da aprendizagem assim procedendo. Já no século passado e acentuado nas últimas décadas, mudanças sociais, tecnológicas, econômicas exigiram nova postura da escola e de professores(as) e pedagogos(as). Pena que tanto na escola de educação básica como no ensino superior, existem “educadores(as)” que são apegados ao “só aceito como antigamente”.</p>
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<p>Exemplifica-se: o estudante desenvolve todo o raciocínio lógico corretamente e por não concluir o último cálculo recebe nota zero; estudante que responde tudo certo, chega à resposta certa seguindo trilha diversa da exigida pelo examinador, recebe nota zero.  Tais condutas, inibem a criatividade estudantil em detrimento do ego avaliativo de professores(as) com ação bloqueadora, transferindo para estudantes a impotência criativa.</p>

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<p>Ao longo da história muito se refletiu sobre aprendizagem escolar. Empirismo, behaviorismo, conexionismo, racionalismo, inatismo, interacionismo, cognitivismo, sóciointercionismo e tantas outras correntes de pensamento. Não vamos adentrar nos meandros de cada uma, apenas para lembrar que apesar de tantas, ainda existem profissionais do magistério que se amarram ao passado para gerar dependência contrariando a autonomia da criatividade. Afinal qual o papel atual dos educadores(as) no exercício da avaliação? Possibilitar criatividade, reflexão, correlacionar teoria e prática ou reproduzir formulas?</p>
<p>Dentre tantos estudiosos,  Paulo Freire, como muita atualidade, disse: “o ato de aprender envolve a construção e a reconstrução constante do objeto de conhecimento, num movimento que considera a experiência, a autonomia, a reflexão, o diálogo, a construção coletiva, a criatividade e a abertura ao novo”. Para tanto, profissionais do magisterio não devem estar preocupados com o “quero que respondam avaliação somente pela forma e/ou conceito que ensinei” mas com a estudantada venha descobrir e criar caminhos aprendendo. É Importante as habilidades no ato de responder. Jeremy Rifkin põe um profissional do magistério como mediador.</p>
<p>O físico Paulo Nussenzveig através da Radio USP, num belo exemplo,  cita Richard Feynmam:</p>
<p style="text-align: right;"><em> “Num de seus livros autobiográficos, o físico Richard Feynman conta sobre a influência que seu pai exerceu em sua educação. Eles passeavam juntos no bosque, o pai apontava um pássaro e dizia o nome da ave (que ele inventava) em várias línguas. Aí, perguntava ao filho o que ele tinha aprendido. A resposta é que ele aprendeu sobre seres humanos em diferentes locais e como eles nomeavam o pássaro. Em seguida, Feynman e seu pai observavam o pássaro para ver o que ele fazia”, relata Nussenzveig. “Isso, sim, permite aprender algo sobre o pássaro, sobre seus hábitos e os motivos para seu comportamento. É claro que o nome do pássaro permite identificá-lo e estabelecer a comunicação entre humanos que o estudam. Mas o conhecimento não está em memorizar o nome; mesmo sem saber o nome, é possível aprender muito sobre o pássaro.”</em></p>
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<p>Limitar caminhos na buscar do saber não é ponte segura para aprendizagem.  A infinita gama de Informação nos dias atuais não significa dados processados ​​sobre alguém ou alguma coisa. Importante separar sabedoria, conhecimento, informação e dados na aprendizagem escolar. Contextualizar, refletir, analisar e sintetizar são decisivos na produção do conhecimento. Se o profissional limita, provoca prejuízo na aprendizagem face à restrição de alternativas. Esquece que a única imutabilidade no saber é a certeza de que existe sempre a antítese na espreita.</p>
<p>Se os dados forem estruturados, organizados, processados, contextualizados ou interpretados, há a geração de informação. Quando a informação inclui contexto, reflexão, síntese ou análise, ela pode se tornar conhecimento, razão de ser, de uma pedagogia plena. O conhecimento é decorrente da interpretação da informação e de sua utilização para gerar novas ideias, resolver problemas ou tomar decisões; e existe quando uma informação é explicada e suficientemente compreendida por alguém.</p>
<p>Fundamentar argumentos dentro da lógica científica evitando o “só aceito como eu ensinei” é um bom caminho para a avaliação escolar. O mundo do saber não gira uniformemente em função do que quer o profissional do magistério. Gira pelo saber científico, que diverso e de amplitude ilimitada, permite a cada momento, que conceitos e ideias sejam refeitos. Melhor do que rejeitar a resposta é ouvir do estudante as razões do respectivo raciocínio. Eis um bom caminho para a avaliação na escola atual.</p>
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