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	<title>Arquivo para próximo - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>O gato do reino da imaginação</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-gato-do-reino-da-imaginacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel Luiz Figueiroa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Manuel Luiz Figueiroa (*) &#160; Um conto simbólico sobre Luz, Ponte e Fraternidade &#160; No Reino da Imaginação havia muitos reis, e cada um governava segundo o grau de luz que conseguira conquistar em sua própria jornada. Alguns conduziam seus reinos pela força, outros pela prudência, e poucos pelo equilíbrio entre ambas. Eram &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-gato-do-reino-da-imaginacao%2F&amp;linkname=O%20gato%20do%20reino%20da%20imagina%C3%A7%C3%A3o" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-gato-do-reino-da-imaginacao%2F&amp;linkname=O%20gato%20do%20reino%20da%20imagina%C3%A7%C3%A3o" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-gato-do-reino-da-imaginacao%2F&amp;linkname=O%20gato%20do%20reino%20da%20imagina%C3%A7%C3%A3o" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-gato-do-reino-da-imaginacao%2F&amp;linkname=O%20gato%20do%20reino%20da%20imagina%C3%A7%C3%A3o" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-gato-do-reino-da-imaginacao%2F&#038;title=O%20gato%20do%20reino%20da%20imagina%C3%A7%C3%A3o" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-gato-do-reino-da-imaginacao/" data-a2a-title="O gato do reino da imaginação"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Manuel Luiz Figueiroa (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><em>Um conto simbólico sobre Luz, Ponte e Fraternidade</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>o Reino da Imaginação havia muitos reis, e cada um governava segundo o grau de luz que conseguira conquistar em sua própria jornada. Alguns conduziam seus reinos pela força, outros pela prudência, e poucos pelo equilíbrio entre ambas. Eram homens moldados pelo trabalho e pela responsabilidade, conscientes de que todo poder é, antes de tudo, um encargo.</p>
<p>Ao lado deles caminhavam rainhas que compreendiam uma verdade essencial: a de que <strong>não há reino sólido onde não exista cuidado com o próximo</strong>. Delas emanava uma luz serena, discreta, mas constante — aquela que não ofusca, apenas ilumina.</p>
<p>Os príncipes aprendiam cedo a sustentar o peso da espada e da palavra. As princesas, educadas junto às rainhas-mães, aprendiam a ciência mais elevada: a da Fraternidade, que se expressa no acolhimento, na escuta e no serviço silencioso.</p>
<p>Certo dia, uma princesa encontrou, fora dos muros do palácio, um pequeno gato abandonado. Frágil e faminto, caminhava à margem do caminho, como tantas verdades esquecidas à beira do mundo. A princesa o tomou nos braços e, ao fazê-lo, praticou um dos atos mais antigos da tradição humana: reconhecer no outro a centelha da mesma Luz.</p>
<p>Levou-o ao palácio, alimentou-o, purificou-o com água e cuidado, e o envolveu em gestos de dignidade. Ali, aquele ser frágil deixou de ser errante para tornar-se iniciado em um novo espaço de proteção e sentido.</p>
<p>Quando o rei retornou de suas tarefas, o gato aproximou-se e roçou-lhe os pés. Era um gesto simples, mas carregado de significado: o reconhecimento silencioso da autoridade legítima. Contudo, o rei, ainda envolto na rigidez do mundo profano, recusou aquele contato e ordenou que o animal fosse afastado.</p>
<p>A princesa, obediente à forma, mas fiel à essência, conduziu o gato para além dos muros, atravessando os limites do próprio reino. Levou-o a um reino vizinho, unido ao seu por antigos laços de respeito. Assim, sem perceber, ela lançou a primeira ponte.</p>
<p>O tempo, que lapida todas as pedras, seguiu seu curso. O pequeno gato tornou-se forte, belo e harmonioso. Sua presença passou a ser notada não por imposição, mas por atração natural. Onde ele estava, havia convivência, equilíbrio e encontro.</p>
<p>Anos depois, a princesa retornou para buscá-lo. Mas naquele reino o gato já não era apenas hóspede: tornara-se símbolo vivo de união. O rei daquele lugar, após ouvir sua corte, recusou devolvê-lo — não por apego, mas por compreensão de seu valor coletivo.</p>
<p>Instalou-se então um silêncio entre os dois reinos. Não houve ruptura, pois entre eles já existia uma ponte invisível. Decidiram reunir-se para um jantar festivo, ocasião em que ao som de clarins e trombetas foi servido um ágape à altura dos convivas.</p>
<p>No encontro dos reis, das rainhas e das princesas, com as suas respectivas cortes, o gato caminhou até o centro do salão. Ali, sob a luz que atravessava uma grande abertura no alto, deitou-se tranquilamente e fechou os olhos. Nenhuma palavra foi dita, pois a lição já estava dada.</p>
<p>Compreenderam, então, que a Luz não pertence a um único templo, nem a Fraternidade a um único reino. <strong>A verdadeira obra é aquela que une, não a que separa.</strong></p>
<p>Decidiu-se que o gato seria livre para transitar entre os dois reinos, tornando-se ponte viva entre mundos distintos, lembrando a todos que <strong>a Fraternidade só se sustenta quando há confiança, liberdade e respeito mútuo</strong>.</p>
<p>Desde então, entre colunas invisíveis, portas abertas e uma fresta permanente de Luz ligando os dois palácios, os reinos prosperaram em harmonia.</p>
<p>E assim, sob o símbolo silencioso de um gato, aprenderam que a maior iniciação não é a que se recebe em palavras, mas a que se vive em atos — e que a verdadeira Fraternidade é a obra que jamais se encerra.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A prancheta em Romanos 15</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-prancheta-em-romanos-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jader Abrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 08:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jader Frederico Abrão (*) &#160; É de conhecimento maçônico comum a importância da Prancheta como instrumento simbólico do magistério, tarefa essencial do Mestre Maçom, por meio da qual se deve oportunizar aos menos experientes instruções iluminadas que contribuirão para o aperfeiçoamento do ser humano. Este aperfeiçoamento se dá pela consciência sobre a importância &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Jader Frederico Abrão (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">É</span> de conhecimento maçônico comum a importância da <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pedro-juk.blogspot.com/2019/10/prancheta-do-mestre-uma-das-joias-fixas.html" target="_blank" rel="noopener">Prancheta</a></span> como instrumento simbólico do magistério, tarefa essencial do Mestre Maçom, por meio da qual se deve oportunizar aos menos experientes instruções iluminadas que contribuirão para o aperfeiçoamento do ser humano. Este aperfeiçoamento se dá pela consciência sobre a importância do trabalho constante em subjugar as próprias paixões e os próprios vícios, pelas virtudes. Daí, a justificativa para a inclusão das duas conhecidas figuras geométricas no espaço central da prancheta.</p>
<p>A relação entre este instrumento simbólico maçônico – Prancheta – e a Epístola aos Romanos, Capítulo 15, reside na atitude do amor fraternal que deve ser manifestada no ato de ensinar ao próximo, especialmente no exercício do magistério pelo Mestre Maçom.</p>
<p>Vejamos o que diz o Capítulo 15, da Epístola do Apóstolo Paulo aos Romanos, escrita em forma de carta para a comunidade cristã localizada em Roma, isto, nos anos aproximados de 56 d.C.</p>
<div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Romanos 15: <sup>1</sup> Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. <sup>2</sup> Cada um de nós deve agradar ao seu próximo para o bem dele, a fim de edificá-lo. <sup>3</sup> Pois também Cristo não agradou a si próprio, mas, como está escrito: &#8220;Os insultos daqueles que te insultam caíram sobre mim&#8221;. <sup>4</sup> Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança. <sup>5</sup> O Deus que concede perseverança e ânimo dê-lhes um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, <sup>6</sup> para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. <sup>7</sup> Portanto, aceitem-se uns aos outros, da mesma forma como Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus.</p>

			</div></div>
<p>Do Maçom espera-se uma constante ligação ao Grande Arquiteto do Universo, pois é inseparável de sua própria condição de iniciado o respeito aos ensinamentos contidos no Livro da Lei.</p>
<p>Do Mestre Maçom espera-se maturidade e equilíbrio em todos os seus atos. Enquanto instrutor, deve ter como “leitura de cabeceira” os ensinamentos apresentados pelo Grande Arquiteto do Universo, no Capítulo 15, da Epístola do Aposto Paulo aos Romanos.</p>
<p><strong>Através da utilização da Prancheta, espera-se que o Mestre Maçom apresente excelente comportamento moral e emocional, sendo capaz de suportar as fraquezas dos menos experientes, deixando de pensar em si, para agradar ao seu próximo, com o propósito de edificá-lo.</strong> Esse ensinamento, acima de tudo, ocorre pelo exemplo.</p>
<p>Devemos seguir os passos de Cristo, que não buscou agradar a si próprio. Por analogia, percebemos que não exigimos de um recém-nascido que realize qualquer tarefa, pois ele sequer consegue andar. Portanto, devemos tratá-lo com amor, cuidado, dedicação e paciência, conservando a esperança de que ele se fortaleça e aprenda as diversas habilidades humanas. Se o Mestre Maçom não consegue acolher com amor os menos experientes em suas falhas, é porque apesar de ter visto a luz, tal instrutor não conseguiu ainda compreendê-la.</p>
<p>Assim, enquanto Mestres Maçons, devemos compreender o neófito e os menos experientes como recém-nascidos ou como jovens aprendizes, que trazem corações abertos aos grandiosos ensinamentos que lhes foram prometidos desde o processo de admissão. Cabe ao Mestre Maçom guiá-los, proporcionando-lhes as condições necessárias para que se tornem fortes e libertos das masmorras do vício, conservando-os ligados ao Grande Arquiteto do Universo. Isto exigirá uma didática repleta de acolhimento e de doação.</p>
<p>Os ensinamentos maçônicos vindos do passado têm o múnus de instruir a todos nós iniciados, o que se dá de maneira mais eficiente por meio da perseverança e do bom ânimo, sob o sentimento de esperança, que deve ser semeado e cultivado no coração daqueles que buscam o auxílio e a instrução do Mestre Maçom.</p>
<p>Fazer florescer o espírito de unidade entre os Irmãos, possibilita que todos recebam as bênçãos do Grande Arquiteto do Universo. Isso se manifesta no comportamento humano, por meio do aperfeiçoamento, do equilíbrio e do amadurecimento, intelectual, social, moral, emocional e espiritual. A união entre os Irmãos, praticada através do amor compartilhado em qualquer momento ou circunstância, inclusive na prática do magistério, será Óleo Sagrado que unge e Água benfazeja que garante a plenitude da vida, como bem nos orienta o <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.salmoonline.com.br/salmo-133" target="_blank" rel="noopener">Salmo 133</a></span>.</p>
<p><strong>Devemos refletir profundamente sobre a pequenez daqueles que não toleram atitudes desajeitadas ou desastrosas dos menos experientes, já que todos nós somos imperfeitos e eternos aprendizes.</strong> As críticas deveriam ser substituídas pelo ensino competente, ministrado no momento adequado, que muitas vezes não é no exato instante do erro. A Oficina tem gigantesca responsabilidade pela possível ignorância dos Aprendizes e dos Companheiros, que serão futuros Mestres Maçons portadores de consideráveis limitações. Mas, em todas as situações de falhas caberão os espíritos de união e de unidade, evidenciados através da perseverança e do bom ânimo que acolhe, ilumina e cura todos os corações. <em>“O Deus que concede perseverança e ânimo dê-lhes um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Romanos 14, nos ensina a acolher o próximo sem julgamentos precipitados, reconhecendo que cada um tem seu próprio caminho de aprendizado. Da mesma forma, o Mestre Maçom deve entender que os menos experientes possuem diferentes níveis de compreensão e desenvolvimento, e cabe a ele guiá-los com paciência e sabedoria. Em Romanos 14,10: <em>“Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo”.</em></p>
<p>Acolhamos uns aos outros, sendo o esteio que oferece apoio incondicional ao próximo, como também nos ensina a <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.bibliaon.com/versiculo/lucas_10_25-37/" target="_blank" rel="noopener">Parábola do Bom Samaritano</a></span>. Sejamos Mestres Maçons fortes na Lei do Amor como ensinado no Livro da Lei.</p>
<p><strong>A Prancheta não é apenas um instrumento de instrução, mas, sobretudo, um meio para prática da união e do amor fraternal.</strong> A perseverança e o bom ânimo, encontraremos na união, segundo Cristo que é a nossa Esperança. (Romanos 15, 5)</p>
<p>Portanto, aceitem-se uns aos outros, da mesma forma como Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus. (Romanos 15, 7)</p>
<p>&nbsp;</p>
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