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	<title>Arquivo para produto interno bruto (PIB) - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>O “boom das commodities” não explica o crescimento da economia brasileira</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-boom-das-commodities-nao-explica-o-crescimento-da-economia-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Emerson Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 13:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia Herética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um discurso recorrente de que o sucesso e o fracasso dos governos petistas (2003/2015) são decorrências diretas das variações dos volumes de exportações brasileiras de produtos primários, fenômeno batizado de “Boom das commodities”. A ideia que sustenta esse argumento é a de que essas administrações apenas puderam manter os gastos e os investimentos então &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Há um discurso recorrente de que o sucesso e o fracasso dos governos petistas (2003/2015) são decorrências diretas das variações dos volumes de exportações brasileiras de produtos primários, fenômeno batizado de “B<em>oom das commodities</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia que sustenta esse argumento é a de que essas administrações apenas puderam manter os gastos e os investimentos então promovidos – e, consequentemente, sedimentar uma série de avanços sociais –  porque esse excedente comercial lhes deu condição para tanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, não há base factual que ampare essa proposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque os níveis das exportações brasileiras da era petista, quando dimensionados em dólares estadunidenses, são similares aos atualmente existentes. Em verdade, para ser mais preciso, são até inferiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2003 e 2015, o Brasil exportou uma média de US$ 174.9 bilhões ao ano, cobrindo algo em torno de 10,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em dólar ianque.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, desde 2016, quando foi dado o Golpe Parlamentar, até o ano de 2019, o país vendera uma média de US$ 213.8 bilhões anuais, perfazendo também uma média de 11,2% do PIB.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que dados ainda não consolidados do Ministério da Economia já apontam para um total de exportações superior à marca de US$ 190 bilhões em 2020, apesar da crise sanitária causada pelo Sars CoV-2.</p>
<p style="text-align: justify;">Se esse número se confirmar, em apenas dois anos, o mandato do Sr. Bolsonaro vai se aproximar do total de exportações realizadas nos quatro primeiros anos de governo do presidente Lula (2003/2006), também superando o montante dos dois últimos anos da presidenta Dilma (2014/2015).</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, a marca do interregno petista foi a paulatina redução da importância das exportações na composição do PIB brasileiro. Se do ano 2000 até 2004, essa proporção saiu de 8,3% e saltou para 14,4%, de 2005 a 2014, foi de 13,2% para 9% do produto interno. Voltando a crescer de modo consistente somente após o Golpe de 2016.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PARTICIPAÇÃO RELATIVA DAS EXPORTAÇÕES NO PIB BRASILEIRO</strong></p>
<figure id="attachment_35876" aria-describedby="caption-attachment-35876" style="width: 1040px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-35876 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson.png" alt="" width="1040" height="520" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson.png 1040w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson-300x150.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson-1024x512.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson-768x384.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ImagemTextoEmerson-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1040px) 100vw, 1040px" /></a><figcaption id="caption-attachment-35876" class="wp-caption-text">Fonte: Elaboração da autoria a partir de dados do Ministério da Fazenda e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O saldo comercial, diferença entre exportações e importações de mercadorias, nos quinze anos de governo petista cobriu uma média de 2% do produto apenas (algo como a economia do Espírito Santo) e foi decaindo de 4,2%, em 2003, para 0,61%, em 2012, passando a ficar negativo daí em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, como algo que perde progressiva relevância na constituição do produto pode ser a causa principal do desempenho econômico? Não faz sentido!</p>
<p style="text-align: justify;">Ademais, os preços praticados nos dias atuais não são muito diferentes dos enfrentados pelos dois mandatários do Partido dos Trabalhadores (PT), principalmente no que se refere aos tempos do presidente Lula.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seus dois períodos de governo, conforme dados do Fundo Monetário Nacional (FMI), a tonelada do grão de soja foi negociada a uma média de US$ 310.52 e a do ferro a US$ 52.08 a tonelada, ao passo em que o barril do petróleo cru era cotado em US$ 61.65.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nesses dois anos do Sr. Bolsonaro, esses itens têm sido negociados a um preço médio de US$ 333.87, US$ 98.58 e US$ 51.45, respectivamente, ainda conforme o FMI.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PARTICIPAÇÃO RELATIVA DO SALDO DA BALANÇA COMERCIAL NO PIB BRASIL</strong></p>
<figure id="attachment_35878" aria-describedby="caption-attachment-35878" style="width: 1016px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson.png"><img decoding="async" class="wp-image-35878 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson.png" alt="" width="1016" height="671" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson.png 1016w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson-300x198.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson-768x507.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Imagem2TextoEmerson-310x205.png 310w" sizes="(max-width: 1016px) 100vw, 1016px" /></a><figcaption id="caption-attachment-35878" class="wp-caption-text">Fonte: Elaboração da autoria a partir de dados do Ministério da Fazenda e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a comparação se dá por meio de preços corrigidos por índices específicos do comércio internacional vê-se que as principais commodities negociadas pelo Brasil (café, minério de ferro, petróleo cru e grãos de soja) estão mais valorizadas do que nos anos Lula e similares ao interregno Dilma.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sinal, quando da elaboração de uma cesta hipotética, formada por esses quatro itens de exportação, e se promove uma comparação entre o mandato Bolsonaro e os dois governos petistas, se percebe que a média dos preços mensais de toda a atual administração é superior aos preços praticados em 83 dos 160 meses de vigência da gestão do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, tais números reforçam a percepção de que não está na exportação de commodities a explicação para a performance da economia brasileira no decorrer dos governos petistas. Não que elas não tenham contribuído, mas que apenas não foram determinantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os preços dos bens primários vendidos pelo Brasil no mercado internacional tivessem sido, mesmo, a verdadeira razão pelo aumento da renda, geração de emprego e diminuição das desigualdades visto entre 2003 e 2013, era para esse evento estar novamente ocorrendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Coisa que não está!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*) Emerson Sousa</strong> é Mestre em Economia e Doutor em Administração</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe</em></p>
<p style="text-align: justify;">o</p>
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		<title>O QUE FIZERAM DA AGROPECUÁRIA SERGIPANA?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-que-fizeram-da-agropecuaria-sergipana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 04:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor agropecuário adicionou à economia sergipana um total aproximado de R$ 1,73 bilhões no ano de 2016. Corrigido pelo deflator implícito do Produto Interno Bruto (PIB), um indicador que mede a variação média dos preços de um período em relação aos preços do ano anterior, isso representa uma queda de quase 8% em comparação &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Dessa forma, Sergipe voltou a ser a menor economia agropecuária do Nordeste. Algo que não acontecia desde 2005. Com o agravante de que, em 2010, o estado chegou a alcançar a marca de 6º maior produto agropecuário da região, superando Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso aconteceu porque, nesses últimos seis anos, enquanto o produto agrícola nordestino decaiu a uma taxa de 1,1% ao ano, o sergipano regrediu, em média, a um nível de 6% anuais, sendo esse o pior desempenho regional. Com o agravante de que, internamente à realidade sergipana, tal desempenho foi desigual.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os cinco maiores produtores agropecuários do estado – Lagarto, Itabaiana, Estância, Riachão do Dantas e Santa Luzia do Itanhy – a proporção média de variação foi de -3,1% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos outros nove municípios que, em conjunto com esses cinco, concentram metade do agregado agrícola sergipano a taxa anual média de crescimento foi de 4,2% negativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, no aglomerado das demais localidades sergipanas, ficou claro que essa queda foi bem maior, uma vez que essas 61 cidades viram o valor agregado pela agropecuária decrescer a uma média de -7,8% a cada ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse contexto expressa uma lógica perversa onde os municípios de menor peso econômico, onde a atividade agrícola tem mais importância relativa, são justamente aqueles mais afetados pela retração da agropecuária sergipana.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, de 2010 a 2016, a agricultura de Sergipe perdeu força. No somatório das culturas permanentes e temporárias, foram reduzidas em 16,4% a área plantada ou destinada à plantação e a área colhida decaiu algo em torno de 38,8%. Com efeito, o valor total da produção também diminui 7,1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Registre-se que o estado possuía, em 2016, 3,2% do valor da produção agrícola do Nordeste. Esse patamar é semelhante ao apresentado em 2002, mas inferior ao alcançado em 2009, quando atingiu o ápice de 4,9% desse mesmo total.</p>
<p style="text-align: justify;">Torna-se claro que, neste início de século, o desempenho da agricultura sergipana divide-se em duas fases: antes e depois de 2010. Nessa primeira fase, tendo como referencia o Brasil e o Nordeste, a tônica foi de ampliação relativa das áreas plantada e colhida bem como do valor da produção. Na segunda, a trajetória é de redução.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2016, a área plantada era 5/6 e a área colhida apenas 3/5 do nível apresentado em 2010. Por sua vez, o valor total da produção agrícola foi reduzido em quase 7% nesse mesmo período. Esse último número, por sinal, aponta para um drama vivido pelo produtor agrícola sergipano.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://br.advfn.com/indicadores/ipa">IPA-DI (Índice de Preços ao Produtor Amplo &#8211; Disponibilidade Interna)</a>,</span> indicador que calcula a evolução dos preços de produtos agrícolas e industriais no setor de atacado entre o primeiro e o último dia do mês de referência e é medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), sofreu uma variação de 45,9% entre 2010 e 2016, intui-se que os rendimentos do setor, em Sergipe, não acompanharam nem mesmo a os preços do próprio segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um quadro nem um pouco auspicioso e, muito embora nada em termos de desenvolvimento econômico seja imutável, é óbvio que o problema requer ações urgentes e vontade política para ser solucionada.</p>
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