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	<title>Arquivo para população brasileira - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Centro-Oeste</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Emerson Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 13:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Herética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 5 março de 2020, foi registrado o caso inaugural da Covid-19 da região Centro-Oeste. Tratava-se de uma mulher, de 52 anos, residente na capital federal, que se contaminou após uma viagem ao Reino Unido e à Suíça. Depois dessa data, até o dia 6 de março de 2020, a região Centro-Oeste contabilizou um montante &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste/">Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Centro-Oeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fum-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste%2F&amp;linkname=Um%20ano%20de%20Covid-19%20no%20Brasil%3A%20a%20regi%C3%A3o%20Centro-Oeste" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fum-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste%2F&amp;linkname=Um%20ano%20de%20Covid-19%20no%20Brasil%3A%20a%20regi%C3%A3o%20Centro-Oeste" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fum-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste%2F&amp;linkname=Um%20ano%20de%20Covid-19%20no%20Brasil%3A%20a%20regi%C3%A3o%20Centro-Oeste" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fum-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste%2F&amp;linkname=Um%20ano%20de%20Covid-19%20no%20Brasil%3A%20a%20regi%C3%A3o%20Centro-Oeste" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fum-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste%2F&#038;title=Um%20ano%20de%20Covid-19%20no%20Brasil%3A%20a%20regi%C3%A3o%20Centro-Oeste" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-centro-oeste/" data-a2a-title="Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Centro-Oeste"></a></p><figure id="attachment_18874" aria-describedby="caption-attachment-18874" style="width: 325px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img decoding="async" class=" wp-image-18874" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="325" height="143" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18874" class="wp-caption-text">Economia Herética/ Emerson Sousa</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2020/06/16/apos-105-dias-primeira-paciente-diagnosticada-com-covid-19-no-df-recebe-alta-e-vai-para-casa.ghtml">5 março de 2020</a></span>, foi registrado o caso inaugural da Covid-19 da região Centro-Oeste. Tratava-se de uma mulher, de 52 anos, residente na capital federal, que se contaminou após uma viagem ao Reino Unido e à Suíça.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois dessa data, até o dia 6 de março de 2020, a região Centro-Oeste contabilizou um montante de infecção de 2.072.712 dos seus moradores e a morte de 33.608 dos seus conterrâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://covid.saude.gov.br/">Centro-Oeste</a></span> apresenta uma taxa de 71.398 infectados por 1 milhão de moradores e 1.420 mortes por 1 milhão de habitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Se ele fosse um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.worldometers.info/coronavirus/">país</a>,</span> o Centro-Oeste assumiria a 15ª posição dentre as maiores proporções de contaminados – à frente da Bélgica, Liechtenstein e Suécia – e a 20ª colocação de óbitos relativos, deixando para trás a Colômbia, França e Suíça.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-centro-oeste.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-38104 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-centro-oeste-300x183.jpg" alt="" width="367" height="224" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-centro-oeste-300x183.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-centro-oeste.jpg 489w" sizes="(max-width: 367px) 100vw, 367px" /></a>Apenas para fins comparativos, por esse mesmo tempo, o Brasil guardava consigo indicadores da ordem de 52.053 casos por 1 milhão de pessoas e 1.258 mortes por 1 milhão de moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Abrangendo de 7,8% da população brasileira, o Centro-Oeste concentra 18,9% das notificações de Covid-19 no Brasil e 8,8% dos óbitos daí decorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma proporção de 1,99% de mortos em relação ao total de infectados, em 6 de março de 2021, ele registra um percentual inferior à média internacional (2,22%).</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo, na prática, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://veja.abril.com.br/saude/covid-19-por-que-o-centro-oeste-foi-a-ultima-regiao-afetada-pelo-virus/">última região</a> </span>a ser afetada pelo novo coronavírus, em média, o Centro-Oeste vem contabilizando 3.188 contaminações diárias e apontando a morte de 63 pessoas diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a perspectiva da ocorrência de infecções, o pior dia já observado foi 28 de agosto de 2020, quando se notificou 9,7 mil casos da doença e, mais recentemente, 03 de março de 2021, data na qual se anotou a morte de 234 pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito disso, agora em 6 de março de 2021, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/07/27/entenda-como-e-calculada-a-media-movel-e-a-variacao-dos-casos-e-mortes-por-covid-19.ghtml">média móvel de 14 dias</a> </span>dessas duas dimensões está em 5,7 mil infectados e de 100,29 mortes, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">À sombra das taxas de confirmações de casos e óbitos ocorridos relativos à razão de 1 milhão de habitantes, os estados do Centro-Oeste, aí incluso o Distrito Federal, são assim descritos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Distrito Federal – 101.277 casos por 1 milhão de habitantes e 1.642 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>Mato Grosso – 74.310 casos por 1 milhão de habitantes e 1.689 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>Mato Grosso do Sul – 67.317 casos por 1 milhão de habitantes e 1.235 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>Goiás – 58.732 casos por 1 milhão de habitantes e 1.265 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
			</div></div>
<p style="text-align: justify;">Como efeito, os resultados mostram que a situação do centro-oeste, a despeito de essa ser a região de maior produto per capita do país, consegue ser mais dramática do que a do resto do país.</p>
<div class="box note  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Leia outros textos desta série:</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-norte/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span style="color: #0000ff;">Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Norte</span></strong></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-nordeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Nordeste</strong></a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-a-regiao-sudeste/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Sudeste</strong></a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-no-brasil-a-regiao-sul/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Um ano de Covid-19 no Brasil: a região Sul</strong></a></span></p>

			</div></div>
<p><strong>(*) Emerson Sousa</strong> é Mestre em Economia e Doutor em Administração</p>
<p><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um ano de Covid-19: a região sudeste</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-a-regiao-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Emerson Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 12:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 26 fevereiro de 2020, foi confirmado o primeiro caso de Covid-19 da região sudeste e, também, do Brasil. Era um homem de 61 anos, residente da capital paulista, que tinha feito uma viagem para a Itália entre 9 e 21 de fevereiro. Desde então, até o dia 6 de março de 2020, o sudeste &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/um-ano-de-covid-19-a-regiao-sudeste/">Um ano de Covid-19: a região sudeste</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/08/26/primeiro-caso-confirmado-de-covid-19-no-brasil-ocorreu-em-sp-e-completa-seis-meses-nesta-quarta.ghtml">26 fevereiro de 2020</a></span>, foi confirmado o primeiro caso de Covid-19 da região sudeste e, também, do Brasil. Era um homem de 61 anos, residente da capital paulista, que tinha feito uma viagem para a Itália entre 9 e 21 de fevereiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde então, até o dia 6 de março de 2020, o sudeste assistiu à infecção de 3.950.522 dos seus habitantes e a morte de 121.025 dos seus conterrâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://covid.saude.gov.br/">sudeste</a> </span>apresenta uma taxa de 44.704 infectados por 1 milhão de moradores e 1.370 óbitos por 1 milhão de habitantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-sudeste.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-38093 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-sudeste-300x186.jpg" alt="" width="400" height="248" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-sudeste-300x186.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/03/covid-heretica-sudeste.jpg 494w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Se fosse um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.worldometers.info/coronavirus/">país</a>,</span> ele estaria 49ª posição dentre as maiores proporções de contaminados – superando a Colômbia e o Chile – e 21ª colocação de óbitos relativos, deixando para trás a França e a Suécia.</p>
<p style="text-align: justify;">Não olvidando que o Brasil guarda consigo indicadores da ordem de 52.053 casos por 1 milhão de pessoas e 1.258 mortes por 1 milhão de moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo proprietária de 42,1% da população brasileira, a região sudeste possui 36,1% das notificações de Covid-19 no Brasil e 45,8% dos seus vitimados.</p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo uma proporção de 3,06% de mortos em relação ao total de infectados, em 6 de março de 2021, se a região convergisse para o perfil internacional, que está em 2,22%, teria sido possível evitar o falecimento de 33.324 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, esse quadro é devido, em grande parte, ao estado do Rio de Janeiro, onde pouco menos de 5,7% dos acometidos foram a óbito nesse período.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o advento do novo coronavírus, em média, o sudeste vem comunicando 10.507 infecções diárias e testemunhando o falecimento de 322 pessoas contagiadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o dia de maior impacto foi 29 de julho de 2020, quando se notificou 32,4 mil casos da doença ao mesmo tempo em que se registrou a morte de 958 infectados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outrossim, agora em 6 de março de 2021, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/07/27/entenda-como-e-calculada-a-media-movel-e-a-variacao-dos-casos-e-mortes-por-covid-19.ghtml">média móvel de 14 dias</a> </span>dessas duas dimensões está no patamar diário de 18,2 mil infectados e de 518,4 óbitos.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">No que tange às taxas de confirmações de casos e óbitos ocorridos relativos à razão de 1 milhão de habitantes, os estados da região aparecem da seguinte forma:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Espírito Santo – 83.144 casos por 1 milhão de habitantes e 1.627 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>Minas Gerais – 43.281 casos por 1 milhão de habitantes e 915 mortes por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>Rio de Janeiro – 34.318 casos por 1 milhão de habitantes e 1.953 por 1 milhão de habitantes;</li>
<li>São Paulo – 45.900 casos por 1 milhão de habitantes e 1.338 por 1 milhão de habitantes.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
			</div></div>
<p style="text-align: justify;">A trama daí decorrente mostra o estado de São Paulo numa posição intermediária, Minas Gerais, mesmo com suspeitas de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/08/20/interna_gerais,1177700/descompasso-de-dados-sugere-ampla-subnotificacao-da-covid-19-em-minas.shtml">subnotificação</a>,</span> numa situação menos precárias que seus pares e Rio de Janeiro e Espírito Santos em pontos extremos de mortalidade e contágio, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem deixar de lembrar que essa última unidade federativa é a única desse recorte espacial que está em pior condição do que o país nesses dois indicadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, o quadro no qual o sudeste está inserido é relativamente menos precário do que aquele experimentado pelo centro-oeste, pelo norte e pelo sul do país.</p>
<div class="box note  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Leia amanhã: <strong>Um ano de Covid-19 no Brasil:  a região Sul</strong></p>

			</div></div>
<p><strong>(*) Emerson Sousa</strong> é Mestre em Economia e Doutor em Administração</p>
<p><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe</em></p>
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		<title>IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/ibge-informalidade-atinge-416-dos-trabalhadores-no-pais-em-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 13:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[analista]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos trabalhadores do país em 2019, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas com ensino superior completo. As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais, &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">A população preta ou parda (47,4%) estava mais inserida em ocupações informais em todas as unidades da Federação, quando comparada à população branca (34,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades que mais concentraram pessoas em ocupações informais, no ano passado, foram serviços domésticos (72,5%), agropecuária (67,2%) e construção (64,5%). Segundo o IBGE, desde 2014, em decorrência do desaquecimento do mercado de trabalho, houve ampliação relativa das ocupações informais, com destaque para transporte, armazenagem e correio, alojamento e alimentação e construção.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a proporção de trabalhadores em ocupações informais alcançou 61,6% na Região Norte e 56,9% no Nordeste. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul, apresentaram proporções de, respectivamente, 34,9% e 29,1%.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Força de trabalho</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre 2018 e 2019, a taxa de desocupação caiu de 12% para 11,7%. A pesquisa mostra, porém, que a proporção dos desocupados há pelo menos dois anos subiu de 23,5% em 2017 para 27,5% em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desocupação da população preta ou parda (13,6%) era maior do que a da população branca (9,2%), ainda que tivessem o mesmo nível escolar: entre aqueles com ensino fundamental completo ou médio incompleto, essa taxa era de 13,7% para brancos e de 18,4% para pretos e pardos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a população ocupada de cor ou raça branca ganhava, em média, 69,3% mais do que a preta ou parda, e o rendimento dos homens era 12,7% maior que o das mulheres, considerando-se o mesmo número de horas trabalhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, a população subocupada alcançou a maior proporção na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, chegando a 7,6% da população ocupada. Entre as pessoas ocupadas, aquelas que trabalham menos que 40 horas semanais, querem e estão disponíveis para trabalhar mais horas são denominadas subocupadas por insuficiência de hora.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Trabalho intermitente</h2>
<p style="text-align: justify;">A reforma trabalhista regulamentada pela Lei n. 13.467 de 2017 introduziu a modalidade de contratação intermitente, formalizando um tipo de ocupação em que o trabalhador é contratado com carteira assinada, mas sem a garantia de um mínimo de horas de trabalho, sendo chamado para o desempenho da atividade laboral de acordo com a necessidade do empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2018, mais de 71 mil contratações ocorreram pela forma intermitente no país, representando 0,5% das admissões com carteira assinada. Em 2019, foram mais de 155 mil contratações dessa forma intermitente, ou 1% das admissões com carteira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em todas as grandes regiões, houve aumento no número de admissões por contrato intermitente nesse período. Assim, apesar de representarem números relativamente pequenos sobre o total das admissões, o crescimento apresentado em apenas um ano é digno de atenção e monitoramento”, diz o IBGE.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desigualdade de renda</h2>
<p style="text-align: justify;">O índice de Gini (0,543) caiu em relação a 2018 (0,545), mas ficou superior a 2015, ano que teve o indicador mais baixo da série, com 0,524. O país é o nono mais desigual do mundo segundo o Banco Mundial. O índice é usado para medir a desigualdade social , em que zero corresponde a uma completa igualdade na renda e 1 corresponde a uma completa desigualdade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Região Sul é a que tem a menor desigualdade de renda, com 0,467. O Nordeste teve a maior desigualdade, com 0,559, e aumentou em relação a 2018, enquanto as outras regiões tiveram queda em comparação ao ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a parcela de 10% de pessoas com menores rendimentos domiciliares <em>per capita</em> recebia 0,8% do total da renda do país. À metade da população brasileira correspondiam 15,6% dos rendimentos observados, cabendo aos 10% com maiores rendimentos 42,9% do total da renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Os 10% com maiores rendimentos são compostos por 70,6% da população branca. Os 10% com menores rendimentos são compostos por 77% da população preta ou parda.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os 10% com menores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio em 2019 foi de R$ 112. Entre os 10% com maiores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio no ano passado foi de R$ 3.443.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pobreza</h2>
<p style="text-align: justify;">De 2018 para 2019, a pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 436) caiu de 25,3% para 24,7% das pessoas. Já a extrema pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 151) se manteve em 6,5% da população, em 2018 e em 2019, afetando mais da metade dos nordestinos e 39,8% das mulheres pretas ou pardas. Entre 2012 e 2019, houve aumento de 13,5% na extrema pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a analista do IBGE Barbara Soares, o país tem bolsões de extrema pobreza que não conseguem acessar as instituições para solicitar benefícios sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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