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	<title>Arquivo para palavra - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 25 Jan 2026 02:34:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Uma breve história do idealismo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/uma-breve-historia-do-idealismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[ancestral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Gosto de dizer, com a ternura reservada a um ancestral íntimo, que fui um jovem de um idealismo quase arquitetônico. Minha mente era uma cidadela de postulados, murada por axiomas e governada por uma visão de mundo de uma geometria dolorosamente rígida. Esta era a minha arquitetura cognitiva: uma fortaleza erguida &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fuma-breve-historia-do-idealismo%2F&amp;linkname=Uma%20breve%20hist%C3%B3ria%20do%20idealismo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fuma-breve-historia-do-idealismo%2F&amp;linkname=Uma%20breve%20hist%C3%B3ria%20do%20idealismo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fuma-breve-historia-do-idealismo%2F&amp;linkname=Uma%20breve%20hist%C3%B3ria%20do%20idealismo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fuma-breve-historia-do-idealismo%2F&amp;linkname=Uma%20breve%20hist%C3%B3ria%20do%20idealismo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fuma-breve-historia-do-idealismo%2F&#038;title=Uma%20breve%20hist%C3%B3ria%20do%20idealismo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/uma-breve-historia-do-idealismo/" data-a2a-title="Uma breve história do idealismo"></a></p><blockquote>
<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="cd5e" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">G</span>osto de dizer, com a ternura reservada a um ancestral íntimo, que fui um jovem de um idealismo quase arquitetônico. Minha mente era uma cidadela de postulados, murada por axiomas e governada por uma visão de mundo de uma geometria dolorosamente rígida. Esta era a minha arquitetura cognitiva: uma fortaleza erguida não como monumento à coragem, mas como uma elaborada defesa contra o caos. Cada crença inflexível era uma muralha contra a vertigem da incerteza; cada ideal de perfeição, um escudo contra o eco constante que me assombrava, o sussurro da Síndrome do Impostor:</p>
<blockquote>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">“Você é uma fraude. A qualquer momento, eles irão descobrir.”</p>
</blockquote>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">Viver naquela fortaleza era um exercício de vigilância perpétua. O mundo, para mim, era um texto pré-escrito, um Codex cujas regras eu precisava decifrar e seguir à risca para ser digno. O maniqueísmo (a crença em heróis e vilões, salvadores e destruidores) não era uma filosofia, mas um mecanismo de simplificação. Se eu pudesse classificar tudo em caixas de “bom” ou “mau”, talvez conseguisse controlar a ansiedade de ser, eu mesmo, classificado como “insuficiente”. Era um idealismo nascido do medo, um esforço exaustivo para ludibriar meu eu mais autêntico, aprisionando-o em nome de uma segurança que jamais foi real.</p>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">Até que a vida, com sua indiferença sísmica, decidiu testar as fundações da minha cidadela. E não o fez com um único golpe, mas com um maremoto avassalador. Problemas na família, pressões no trabalho, fissuras nas relações. A realidade se infiltrava pelas rachaduras da minha construção perfeita, e as crenças centrais que a sustentavam (“Se eu for perfeito, estarei seguro”; “Errar é prova de que sou uma farsa”) começaram a ruir. A estrutura não suportou o peso da própria rigidez.</p>
<p id="4964" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij ng nh im nj nk nl nn no np nr ns nt nv nw tq nx he bl" data-selectable-paragraph="">O colapso foi ensurdecedor e solitário. Lembro-me de estar sentado metaforicamente no chão, entre os escombros das minhas certezas, o pó das minhas antigas leis cobrindo tudo. E foi ali, na vulnerabilidade absoluta, que a verdadeira transformação começou, não como um ato autorealizado, mas como um milagre de conexão.</p>
<p id="eb27" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Foram mãos que se estenderam na penumbra. Amigos que se tornaram ferreiros da minha alma. Eles não tentaram reconstruir minhas muralhas; eles se sentaram comigo no pó, oferecendo o mais raro dos presentes: espaços de segurança. Nesses refúgios, eu pude finalmente desempacotar os destroços das minhas crenças. Mas o amor deles não era passivo. Eles eram um paradoxo de ternura e força. Quando eu desabava, seus braços eram o acolhimento para meus sentimentos. Contudo, quando minhas antigas máscaras e fantasmas se reerguiam por hábito, eles se tornavam guerreiros. Batalhavam contra minhas distorções cognitivas, não com a brutalidade da crítica, mas com a precisão cuidadosa de um cirurgião, me forçando a confrontar as inverdades que eu contava a mim mesmo. Eram eles que me lembravam: <em class="nd"><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/sic-mundus-creatus-est/" target="_blank" rel="noopener">Sic Mundus Creatus Est</a></span>,</em> o mundo é criado pela palavra. E as palavras que eu usava para me definir estavam me envenenando.</p>
<figure id="attachment_96431" aria-describedby="caption-attachment-96431" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-96431 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp" alt="Amigos" width="1024" height="1024" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-300x300.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-150x150.webp 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-768x768.webp 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96431" class="wp-caption-text">Mãos que se estenderam na penumbra. Amigos que se tornaram ferreiros da minha alma.</figcaption></figure>
<p id="83e0" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Esse broquel, essa aliança entre cuidado e confronto, me deu a permissão para iniciar a minha alquimia pessoal. Com o apoio dessas testemunhas compassivas, comecei a examinar cada pedaço quebrado do meu antigo idealismo, não para lamentá-lo, mas para entendê-lo como o que realmente era: a armadura de uma criança assustada.</p>
<p id="f220" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">E então, o <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/o-axioma-da-apoteose/" target="_blank" rel="noopener">Axioma da Apoteose</a></span> se manifestou de uma nova forma. Não na epifania solitária do conhecimento intelectual, mas na compreensão avassaladora da conexão humana. Meu antigo eu, imenso e inflado por ideais, implodiu sob a própria gravidade. Foi um colapso estelar, um processo de pressão inimaginável no qual a destruição não gerou o nada, mas forjou algo novo. Naquele forno, a matéria leve da certeza simplista e do medo foi fundida em elementos mais pesados e complexos: a flexibilidade, a autocompaixão, a sabedoria de que a identidade não é uma estátua, mas um rio.</p>
<p id="4f61" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Hoje, compreendo que não é preciso estar sozinho para ser forte; a verdadeira resiliência floresce na conexão autêntica, com pessoas dispostas a lutar <em class="nd">por</em> você e, quando necessário, <em class="nd">com</em> você. A jornada ainda continua. O sussurro do Impostor não desapareceu por completo, mas sua voz não mais me governa. Aprendi que posso reescrever meu próprio <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/codex-vitae/" target="_blank" rel="noopener"><em class="nd">Codex Vitae</em></a></span>, que posso observar a vida através de inúmeros prismas sem que isso me fragilize. Meu eixo não está mais em uma ideia externa, mas na confiança interna de que sou capaz de fluir. Minha história não é a de um idealista que fracassou, mas a de um ser humano que aprendeu, graças àqueles que seguraram a luz, que a verdadeira fortaleza não tem muros, mas pontes. E a maior de todas as minhas criações não é uma teoria ou um texto, mas <strong class="ne hm">a própria liberdade de ser, a cada dia, o autor de mim mesmo</strong>.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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			</item>
		<item>
		<title>O Poder da Palavra de Deus</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-poder-da-palavra-de-deus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação Assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[aplicação]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Diego da Costa (*) &#160; A Bíblia, nosso livro sagrado, é um verdadeiro manual de comunicação assertiva. Suas escrituras carregam mensagens claras, profundas e transformadoras que conectam o homem ao caminho de Deus. Mais do que um registro histórico ou religioso, a palavra divina é uma fonte inesgotável de ensinamentos que nos orientam a &#8230;</p>
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<blockquote><p>Diego da Costa (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> Bíblia, nosso livro sagrado, é um verdadeiro manual de comunicação assertiva. Suas escrituras carregam mensagens claras, profundas e transformadoras que conectam o homem ao caminho de Deus. Mais do que um registro histórico ou religioso, a palavra divina é uma fonte inesgotável de ensinamentos que nos orientam a viver com sabedoria, amor e propósito.</p>
<p>A comunicação assertiva, que é clara, respeitosa e eficaz, é um princípio presente em toda a Bíblia. Jesus Cristo, em seu ministério, demonstrou como comunicar com verdade e amor. Ele falava diretamente ao coração das pessoas, sem impor ou agredir, mas com autoridade e empatia. Um exemplo disso está em Mateus 5:37 é um versículo da Bíblia que diz: <span class="sigijh_hlt">&#8220;Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim. Não, não, porque o que passa disto é de procedência maligna&#8221;</span>. Essa orientação nos lembra da importância de sermos claros e honestos em nossas palavras, eliminando ambiguidades e confusões.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-83594 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2-300x194.png" alt="" width="300" height="194" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2-300x194.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2-1024x664.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2-768x498.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A teologia também nos convida a refletir sobre o poder transformador da palavra. Em Provérbios 18:21, lemos: <span class="sigijh_hlt">&#8220;A morte e a vida estão no poder da língua&#8221;</span>. Esse versículo reforça a responsabilidade que temos ao falar. Nossas palavras podem construir pontes ou destruir relações, trazer paz ou gerar conflitos. Comunicar de forma assertiva significa escolher palavras que edifiquem, curem e inspirem, refletindo os valores do Reino de Deus.</p>
<p>Além disso, as escrituras nos ensinam a ouvir com atenção, uma habilidade essencial para a comunicação. Tiago 1:19 aconselha: <span class="sigijh_hlt">&#8220;Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se irar&#8221;</span>. Essa postura nos ajuda a compreender melhor os outros, a evitar julgamentos precipitados e a responder com sabedoria.</p>
<p>A Bíblia nos mostra que a comunicação não é apenas um ato, mas um reflexo de quem somos em Deus. Quando nos comunicamos com clareza, amor e propósito, nos tornamos instrumentos da graça divina, levando paz e esperança ao próximo.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-83593 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1-300x194.png" alt="" width="300" height="194" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1-300x194.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1-1024x664.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1-768x498.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/A-morte-e-a-vida-estao-no-poder-da-lingua-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Por isso, ao ler as escrituras, busquemos não apenas entender suas palavras, mas aplicá-las em nosso dia a dia. Seja na família, no trabalho ou na comunidade, que possamos ser portadores de uma comunicação que transforma, ilumina e guia os outros ao caminho de Deus. Afinal, <span class="sigijh_hlt">comunicar assertivamente é mais do que uma técnica: é uma expressão da fé que habita em nós</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sic Mundus Creatus Est</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sic-mundus-creatus-est/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Tácio Brito (*) &#160; Palavras: a alma cambiante da comunicação humana, seu átomo fundamental. Com elas insuflamos sentimentos, expressamos a vontade, erguermos impérios, amamos e odiamos, criamos e destruímos com igual velocidade. E ainda assim, é estranha a forma como elas nos parecem tão simples, frágeis, dignas de serem ignoradas. É fato conhecido &#8230;</p>
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<p>Por Tácio Brito (*)</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">P</span>alavras: a alma cambiante da comunicação humana, seu átomo fundamental. Com elas insuflamos sentimentos, expressamos a vontade, erguermos impérios, amamos e odiamos, criamos e destruímos com igual velocidade. E ainda assim, é estranha a forma como elas nos parecem tão simples, frágeis, dignas de serem ignoradas.</p>
<p>É fato conhecido que as palavras se incorporam na mais importante tecnologia evolutiva da humanidade: <strong><em>a comunicação</em></strong>. Sem elas, certamente não teríamos sido capazes de complexibilizar nossos conhecimentos, não teríamos criado a noção do tempo e do espaço. <em>Elas criaram o Sol e as estrelas que salpicam nossa abóbada celeste</em> e, em metalinguagem, o criar e o destruir. Elas nos permitiram pregar a pedra angular para desenvolver as sociedades, nossos sistemas, cultura, nas ideologias, dos credos de vida e morte, a abstrata matemática e permitiu a concretização dos “milagres” da inventividade humana.</p>
<blockquote><p><span class="sigijh_hlt">“Elas criaram o Sol e as estrelas que salpicam nossa abóbada celeste.”</span></p></blockquote>
<p>Esses pequenos amontoados de letras, transformaram a compreensão da existência, sejam nos escritos dos grandes pensadores ou na sublimação pura da pintura intensa de Van Gogh, na complexibilidade emocional de Pollock e na técnica intensa de Caravaggio. Nas sinfonias melodiosas de Bach e na paixão desenfreada de Paganini. Pois nada disso teria sido possível, se elas não pulsassem nos corações dos seres. Enfim, transcendem sua existência simplória em uma miríade de significados apenas alcançáveis pelos corações mais ávidos pela experiência de recebê-las.</p>
<figure id="attachment_79628" aria-describedby="caption-attachment-79628" style="width: 378px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-50.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79628" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-50-300x200.png" alt="" width="378" height="252" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-50-300x200.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-50.png 600w" sizes="auto, (max-width: 378px) 100vw, 378px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79628" class="wp-caption-text">Van Gogh/Noite Estrelada Imagem: Pixabay</figcaption></figure>
<p><em>São nas palavras que os líderes de nossa espécie maquinaram as transformações</em>, expandindo suas ideias para além de suas línguas, alcançando as amplitudes de nossas mentes, remexendo em nossas crenças, alterando-as, somando-se, reforçando ou pondo em xeque. Nelas vimos Martin Luther King apelar pela igualdade e lutar contra o preconceito ao mesmo tempo que vimos as massas nazistas serem encorajadas em seu propósito nefasto.</p>
<p>Diante do poder bruto que há nas palavras, percebo a importância que há na capacidade de lapidar essa energia: <strong><em>a retórica</em></strong>. Meio sobre o qual é possível dominá-las, analisá-las. <em>Quantas vezes nos deparamos ignorando palavras ditas pelos outros que dizem muito mais do que aparentam?</em> Dependendo de sua configuração, <strong>a retórica pode destruir</strong> a vida de uma pessoa, um grupo, uma população, um país, física ou psicologicamente. <strong>Assim como pode igualmente salvar</strong>.</p>
<p><em>Percebe? Então por que insistimos em nos privar de aprender o domínio da retórica? De compreender as palavras? De ao menos sermos capazes de dosar seu peso? De <strong>saber quando usar até da ironia de deixar o silêncio falar quando necessário</strong>? </em>Nada nasceu em nosso mundo sem elas. Mesmo nas religiões, os deuses criaram o mundo através da palavra!</p>
<blockquote><p><span class="sigijh_hlt">(…) por que insistimos em nos privar de aprender o domínio da retórica?</span></p></blockquote>
<p>Enquanto evitamos enfrentá-las somos acorrentados pelo poder dos outros. Essa autoridade, que é mais que apenas um contraponto, é cerne da emancipação da vida de um ser humano. Uma emancipação que descubro à medida que experimento a expansão da minha habilidade retórica.</p>
<p><strong>Pense:</strong> <em>Se o domínio da palavra não fosse tão importante, por que nossos dominadores se esforçariam tanto em desenvolvê-lo e em torná-lo inacessível à grande maioria da população? Por que crescemos aprendendo que ficar calado é sempre melhor? Que o medo de falar é aceitável a um ser humano, cuja uma das grandes capacidades é a habilidade de falar de diversas maneiras? </em></p>
<p>Sem conhecer as palavras, não é possível se expressar. É privado-lhe o entendimento e o moldar a realidade, a construção narrativa, a abertura de caminhos e a construção do futuro. <strong><em>Não importa o idioma, a linguagem.</em></strong> <strong><em>Cada segundo que você passa longe dos amores e horrores das palavras ocorre um choque entre a existência e o propósito da humanidade</em>.</strong></p>
<p>Descubra, explore, sinta, chore, sorria. Expresse emoções em palavras, diversifique seus limites retóricos e narrativos com elas e você nunca mais viverá da mesma maneira, nunca mais enxergará da mesma forma. E assim, após um longo texto recheado de palavras, uso meu poder retórico e recomendo que se quiser descobrir a vida, peço que comece nas palavras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nossos desacontecimentos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/nossos-desacontecimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 13:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[desacontecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Brum]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[leitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nesses anos todos testemunhei muita gente se alienar da própria escrita para não sofrer. É uma alternativa. Bem cara. Para mim essa escolha nunca foi nem desejo nem possibilidade. Eu era o que escrevia. Sou.” (Eliane Brum) &#160; Nascemos e morremos várias vezes durante nossas vidas. Eis uma grande verdade cuja escapatória o homem ainda não soube descobrir. A &#8230;</p>
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<p style="text-align: right;"><strong><em>para não sofrer. É uma alternativa. Bem cara. Para mim essa escolha</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>nunca foi nem desejo nem possibilidade. Eu era o que escrevia. Sou.”</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Eliane Brum)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_25901" aria-describedby="caption-attachment-25901" style="width: 219px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-25901" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg" alt="literatura" width="219" height="214" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg 409w" sizes="auto, (max-width: 219px) 100vw, 219px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25901" class="wp-caption-text">Germano Viana Xavier (*)</figcaption></figure>
<p>Nascemos e morremos várias vezes durante nossas vidas. Eis uma grande verdade cuja escapatória o homem ainda não soube descobrir. A vida assim é constituída, de ressurreições e falecimentos diários, cotidianos. A memória se serve de algumas porções de história e guarda o que é mais urgente. Mas nem tudo sobrevive às intempéries do tempo, que tritura e dilacera.</p>
<p>Nascer, como podemos suspeitar de antemão, não é uma tarefa das mais fáceis. Morrer dói. Renascer pode doer mais ainda. Desta forma, em pedaços, nossos corpos e corações são feitos para durar até o limite da dor que não podemos suportar. A fronteira entre o que podemos e o que não podemos aguentar está diante do que parece simples, como uma página em branco pousada sob um lápis ou um mero olhar sobre o comum.</p>
<p>Escrever pode ser a salvação quando os nossos nascimentos passam a se confundir com nossas mortes. É sobre a invenção da vida a partir da palavra que trata o livro “Meus desacontecimentos” a história da minha vida com as palavras, da renomada jornalista Eliane Brum. Um livro nada singelo &#8211; e até rude &#8211; sobre a menina quebrada ou o menino quebrado que pode existir dentro de cada um de nós.</p>
<p>Nossos desacontecimentos podem imperar a qualquer momento, podem nos sufocar, mas também são a partir deles que podemos retirar a maior parcela dos aprendizados que nos conduzirão por toda a nossa jornada vital. Nossos desacontecimentos acontecem todos os dias, ininterruptamente. Enxergá-los com serenidade pode significar a condenação brutal ou o fértil arremate em prol de um futuro melhor, mais digno e justo.</p>
<p>E a palavra, onde entra em tudo isso?</p>
<p>A palavra, como ser-de-fazer-ser, sacrifica-se para produzir a vida que nos falta. Escrevendo somos mais do que sabemos ser. A palavra nos ponteia, transporta-nos para além do que somos ou pensamos ser. A palavra ajuda a fazer travessias. Mas, cuidado: a palavra fere, macula e pode matar. O mundo sem palavras é escuridão, como nos diz Brum. Para sair de local tão funesto, saber ler o banal que nos transforma é talvez a provável saída mais inteligente.</p>
<p>Autobiográfico por excelência, “Meus desacontecimentos” não fica só na área da crônica acerca da infância da autora. É mais um apanhado sobre paixão e amor pela palavra escrita e/ou oralizada/contada do que qualquer outra coisa e merece a atenção do cuidadoso leitor. Brum encanta e desencanta nos encantando, coisa que só os bons escritores conseguem fazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<p>__________</p>
</div>
</div>
<div>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux); e em 2022 , Esplanada do Tempo, que compreende a segunda parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</div>
<div></div>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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		<title>Verdades vazias, cegueiras e mortes: as conflagrações retalhadas em Mosaico de Rancores, de Márcia Barbieri</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/verdades-vazias-cegueiras-e-mortes-as-conflagracoes-retalhadas-em-mosaico-de-rancores-de-marcia-barbieri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 10:47:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>                                                                                               “Tento mergulhar, os olhos me impedem”.     &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;"><em>                                                                                               “Tento mergulhar, os olhos me impedem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>                                                                                                              (Malu, em Mosaico de Rancores)</em></p>
<p style="text-align: justify;">A literatura é uma espécie de ferida, cuja dor é sentida na pele pelo sujeito-leitor, um dos principais elementos de ativação dos sentidos das palavras. Chagas invadem os olhos de quem ousa ler as páginas de um bom livro. É assim, simplesmente. Do bem e do mal, para aquém ou para além, uma força nada qualquer. Para sempre, nódoas ficarão. Na alma, nos olhos. Literatura. Arrebol de sangue e pulso. Víveres. E a literatura de Márcia Barbieri, mais especificamente em seu MOSAICO DE RANCORES (Terracota, 2013), é mais uma boa demonstração viva do que venho a tratar aqui nestas minhas impressões. A obra é um bruto recorte metafórico em prosa acerca de sentimentos bastante humanos, obtido prioritariamente a partir das visões da personagem Malu, que, cega de ciúmes por Lúcio, altera toda uma órbita existencial em prol de um alucinante arremate de ódio e amor ao convívio interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ultimamente é para isso que me servem as palavras, para estancar meu sangue pisado”, fraseia Malu em uma das passagens do livro, personagem que na obra em si funciona como um <em>narrador não confiável</em>, termo cunhado em meados do século XX pelo crítico literário estadunidense Wayne C. Booth para designar a presença de um narrador &#8211; no caso de Mosaico de Rancores, uma personagem-narradora &#8211; sem credibilidade ou com sua legitimidade argumentativa comprometida. Como manda o figurino para tal efetivação de recurso, o elemento literário que narra apresenta-se em primeira pessoa. Ao contrário do que possa parecer, não há uma maior aproximação do leitor perante a obra por conta disso, mas sim um brando afastamento. Este tipo de narrador torna tudo questionável. A verdade torna-se uma calamidade, quase uma imposição. Chega-se ao ponto de não acreditar em nenhuma das personagens que transpassam o livro. E tudo se mostra inquieto.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo fato de toda a realidade exposta na obra de Barbieri caber-se isolada em vários pontos e entender-se distorcida em essência e até propositalmente, à semelhança do que acontece em Dom Casmurro, de Machado de Assis e, também, em Lolita, de Vladimir Nabokov, o leitor, pois, vê-se automaticamente inserido num vasto e vago e largo mistério em minúcias. E mistérios não são fáceis de desvendar. Com uma prosa muito poética, que é, antes de tudo, uma extensão de diálogo com o que há de mais primitivo no ser humano, Barbieri supera a mera escrita formal para expor o que quase sempre fica retido nas campânulas do Homem. E que, por tanto escondermos, dores, angústias, máculas, infernos, enxergamos romper daí várias formas de cegueira, até aquela que insistimos em não querer ver, como em moldes de ditado popular, a dizer de um rio a brotar “incoerente nas veias de um cardíaco”. Um mosaico de situações que corroboram alusões à <em>menipeia</em>, já que há no livro um jogo que enovela o cômico e o trágico, o livre linguajar e o conceito filosófico, o sagrado e o universal, misturados à loucura, à impressão da morte e ao sonho. <em>Prosimetrum</em> em monólogos: diálogos internos com a própria imagem. Narciso bem presente.</p>
<figure id="attachment_34732" aria-describedby="caption-attachment-34732" style="width: 206px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-34732" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-200x300.jpg" alt="" width="206" height="309" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-200x300.jpg 200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-681x1024.jpg 681w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-768x1154.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-1022x1536.jpg 1022w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores.jpg 1105w" sizes="auto, (max-width: 206px) 100vw, 206px" /></a><figcaption id="caption-attachment-34732" class="wp-caption-text">Capa de Mosaico de Rancores</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“O amor é assim, arrumação de camas, ruas sem saída, novelos de uma Ariadne perdida no labirinto”. A primeira parte do livro MOSAICO DE RANORES, intitulada de OLHOS DE CÃO, é uma espécie de introdução ao desconhecido – ou aos desconhecidos da alma da personagem Malu, aparentemente uma mulher sem controle sobre seus próprios sentimentos e sentidos. Uma mulher cujo alfabeto é lido e pronunciado através do olhar e da visão. “Tenho centenas de olhos cobrindo meu corpo e nenhum deles é capaz de prever a verdade”, expira Malu. Uma mulher que, aparentemente, espelha seus parcos momentos de felicidade e gozo na figura de Lúcio, seu par, fotógrafo e amante dos jardins de delícias da vida. Malu é Sísifo, condenada ao absurdo de viver a tarefa sem sentido da vida. A pedra parece sempre rolar sobre seus ombros. A pedra Lúcio? Lúcio não é também a própria Malu? Para Malu, “o desconhecido é uma puta oferecida” e ela crê “apenas na condição do poço”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal qual Tirésias, em vaticínio edipiano, Malu parece somente encontrar a felicidade nos instantes em que não enxerga absolutamente nada. Então, abrir os olhos já significaria sofrer. Correndo “em disparada em direção ao descaminho”, a jovem Malu amargura-se ao ser presenteada por Deus não com um, mas com dois buracos negros em si. É o que ela pensa. Castigo? Por qual motivo? Querer a presença de Lúcio seria a razão legal de tanto sofrimento? Mas sentir que agora os “desejos rastejam feito cobras mansas, sem veneno”, não seria aporte para as suas mais recentes e apoteóticas condutas? Quem pode falar por Malu a não ser ela mesma? Quem é Lúcio aos olhos cegos de Malu? Por estar só, ou aparentar estar assim, Malu sente a morte, que “não sente o cheiro das flores nem vê a empáfia dos urubus”. A morte é um ser dissonante e “mil órbitas me observam”, pensa. “A morte avança em progressão geométrica”. Malu está cercada. Por quem?</p>
<p style="text-align: justify;">Caronte e sua barca, o morto e sua moeda na boca, Cérbero, Estige, o estranho da foice, todos presentes. Malu parece narrar, ao longo de toda a primeira parte de Mosaico de Rancores, o ritual de sua própria morte, mesmo quando vida. “A morte dói, mas a vida são agulhas torturando as pontas dos dedos”, retruca. E nisso tudo, o leitor a ver navios fica, também perseguido pela suposta loucura de Malu. Tudo cinde. Malu é Mnemósine, mas não quer ser memória, não deseja tê-la. Memória é pavor, agrura, memória é morte, é dor. Malu, para quem até os fantasmas são providos de carne e para quem a dor é inerente à carne&#8230; A carne que é mais símbolo de morte do que de vida, propriamente. E para quem Lúcio é muitas vezes a encarnação viva da morte, da sua morte. Diária ou eventual, mas a sua morte em particular. O leitor também se encarna. E vive a sandice metafórica da jovem. De novo, a dualidade vida X morte. A vida parece ser menor, pois “a morte é mais excitante, são cavalos vermelhos e selvagens”. A morte, assim como a vida, escondida por debaixo de panos coloridos. Enfim, Malu cria Nepente, a bebida do esquecer. Consegue?</p>
<p style="text-align: justify;">MOSAICO DE RANCORES é mais que simplesmente um título que versa sobre o ciúme, tão bruscamente retratado por Malu, que vocifera aos brados que “a dor dos ciúmes que eu esmago todas as noites entre meus dedos” é a sua diária oração, “uma queda brusca de estrelas”. Ao mesmo tempo em que se mostra indiferente ao mundo que a cerca, Malu representa a desobediência, o desordenamento. A desobediência de quem é deveras coerente com aquilo que pensa, apesar de tudo. “Tudo está enquadrado em uma foto que não posso ver”. E lembrar se torna insuportável. Mas o que faz com que Malu se sinta tão cega, a ponto de enxergar que seus fantasmas são assim, tão palpáveis, concretos e reais? Estar cego é ver demais? O que explica tão avessa disparidade?</p>
<p style="text-align: justify;">“Olhos parados, sem expressão, olhos de pouco ver”. Seria Lúcio a des-visão de Malu, o ver-pouco e/ou o excesso? Lúcio, “o fotógrafo de mil poses”, é um sujeito até certo ponto maltratado pela mente “diabólica” de Malu, que despeja todos os seus ranços na provável conduta promíscua de seu parceiro. Lúcio é um alguém sem sangue se comparado a Malu, corpo distante e alma de incertezas. Na primeira parte do livro, Lúcio é também boa parcela da memória de Malu, cuja vida se dá numa explosão de inquéritos. Um elemento que não está sempre presente, que some, que volta, que é impermanente e que quando volta é pego pelos braços-aranha de Malu. “Lúcio pensa que sou idiota, que não percebo suas estratégias de fuga. Poderia voltar correndo, entrar naquele estúdio e picar todas aquelas fotos indecentes”, verbaliza Malu. “O que posso fazer? Me fingir de idiota como a maioria? Fingir que sou cega?”, complementa num capítulo adiante. Lúcio parece sempre estar fugindo, apesar de sempre estar por perto. “Eu tinha certeza do seu sumiço e agora ele aparece dono de mim e eu procuro os pedaços que me roubaram”. Malu convive com as fugas de Lúcio, no sempre, pois “há vários labirintos entre o Gênesis e o Apocalipse”. Malu não aceita. Malu não aceita?</p>
<p style="text-align: justify;">“E cada pedaço de mim cavalga em tigres selvagens”. E a cada regresso de Lúcio, uma pausa. Uma Malu que também retorna. Malu o ama, não há dúvidas. Não. Há dúvidas! <em>Dubito, ergo cogito, ergo sum</em>. “Amá-lo é mergulhar com os bolsos cheios de pedras num rio verde e calmo, onde descansam libélulas e fantasmas de Virginia Woolf”. Por tudo o que lhe acomete, Malu diz cometer vários suicídios todos os dias. Seu corpo está enferrujado, não consegue mais “mastigar com ternura a singularidade das coisas”. O tempo a massacra. O ciúme, em determinado ponto, parece-lhe inútil. A tristeza, até ela!, parece se ausentar. Joga-se ao alcance de todos e não há quem a agarre. Uma queda eterna. Malu cai diante de si mesma, várias, incontáveis vezes, em luta incessante contra o amor, entidade que “traz restos de outras carnes, gosto de outras almas, salivas espessas de outras bocas, cascos galopantes de outras mãos”. Por isso, traiçoeiro. Malu é também o retrato de quem ama.</p>
<p style="text-align: justify;">“A cegueira me fez forte, me fez perversa. Tateio os seios da multidão. Retiro as vísceras do dia, nada sobra”. O amor de Lúcio a machuca. Malu é somente abismos. Olhos sempre abertos. Olhos de peixe. Luiz surge. Uma pequena redenção. Malu-Capitu? Quem trai quem? Big Bang. Malu se perde? Quem se perde? Há humanidade no amor, e na paixão? Um estrangeiro no leito. Vingança? Malu arrefece? Malu incendeia? Malu duvida. Malu testa a si mesma. Malu sofre com a conclusão de René Descartes. Cogito, cogito, cogito&#8230; Quem é Malu, afinal? A que ama Lúcio, a que não ama ninguém? A que ama a todos? Malu finge. Malu pode ser o disfarce perfeito. Trafica-se. Traficante de amor. Uma luta contra Deus. Renasce. “Erva daninha”. Malu é a imagem do pai. Seio de mais-morte. Um ponto de interrogação. Aliás, “tudo que pulsa presume a dor da existência”. Quando Malu gesta sua morte?</p>
<p style="text-align: justify;">“Malu precisa aprender a lidar com a realidade, está tão acostumada a manipular seus fantasmas que se esqueceu da consistência porosa da carne humana. Das dentadas que deixam marcas sobre a pele. Dos tombos, dos joelhos ralados, dos tapas no meio da cara. Dessa loucura cotidiana que arromba nosso esfíncter”. Na segunda parte do livro, intitulada de CLAREIRAS, Lúcio provoca: “Malu nunca será feliz. Precisamos ser medianos pra conseguir a felicidade e ela tem dificuldade em simplificar as coisas. Épica. Começa as narrativas pelo fim, percorre as entrelinhas e se perde. Nunca sabemos o início de suas histórias”. Lúcio é a morte. Malu é a vida, contorcida, imprevisível. Não se pode domar a vida, este mosaico. De rancores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Cinco perguntas sobre o MOSAICO DE RANCORES:</strong></p>
<figure id="attachment_34733" aria-describedby="caption-attachment-34733" style="width: 218px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-34733" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri-162x300.jpg" alt="" width="218" height="404" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri-162x300.jpg 162w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri.jpg 517w" sizes="auto, (max-width: 218px) 100vw, 218px" /></a><figcaption id="caption-attachment-34733" class="wp-caption-text">Márcia Barbieri e sua cria</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>Germano Xavier &#8211;</strong> Em seu livro Mosaico de Rancores, os passos da narrativa são marcados de dois modos diferentes, ora como uma construção de metáforas nada brandas sobre a vida ora como a voz irascível e tempestuosa das personagens Malu e Lúcio sobre a inaptidão perante a possibilidade do convívio. De que modo a cegueira dos dois, em seus tons passionais e demasiado humanos, ultrapassa o enredo e desemboca no leitor como sendo uma ferida de todos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Márcia Barbieri &#8211;</strong> <em>De certo modo, a narrativa foi escrita pensando na inaptidão dos homens viverem em comunhão, da monstruosidade dos relacionamentos&#8230; é extremamente difícil conviver com alguém, cada indivíduo é uma singularidade, um cosmos. Além disso, o outro me parece um espelho mórbido, sempre reflete nossos piores defeitos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> A impressão é a de que todos os personagens no livro são cegos, por motivos díspares e semelhantes ao mesmo tempo. O amor é grosseiro, o ciúme é delator, o sexo é artifício, a dor é mansidão. Ao final, é a morte quem amamenta a vida ou é o contrário?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB – </strong><em>Imagino que seja a morte que amamenta a vida porque sempre nos pautamos e contabilizamos a vida a partir da ideia que temos da morte.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Curiosidade vaga. Como surgiu a ideia do livro? E como se deu o seu processo de escrita?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Não posso negar que a ideia inicial se deu pela minha própria inadequação em relação aos relacionamentos amorosos, assim como minha inaptidão para entender o sentimento de posse. O livro foi escrito de forma bem lenta, porque eu estava mais acostumada às narrativas curtas, quase desisti de terminá-lo, depois de um tempo voltei a ele e finalizei.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> “Tudo que pulsa presume a dor da existência”, frase presente no “rancor” número 92 do livro. Dizem que toda experiência humana fornece subsídios literários, Barbieri. Você concorda? O inverso é também verdadeiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Concordo plenamente, a vida serve de subsídio para a arte, assim como a arte serve de inspiração à vida.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Referências inúmeras a poetas, escritores, pintores, cineastas e artistas em geral estão expostas nas páginas de Mosaico de Rancores. Parece-me que tal recurso ajuda a engrossar o caldo de contemporaneidade da obra em questão, Márcia. Isso se justifica? Qual a sua visão sobre este ponto?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Não acredito em ideia genuína, somos o tempo inteiro influenciados por outros artistas, tanto clássicos quanto contemporâneos. No “Mosaico de Rancores” queria mostrar com quais artistas dialogava.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Muito além de Malu, Lúcio e Luiz, Elenir e o pai de Malu muito me intrigaram. Qual a importância destes personagens para o todo do Mosaico?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Elenir é um papel bem secundário, Luiz era importante para mostrar as fraquezas do relacionamento de Malu e Lúcio, e o pai de Malu era importante para evidenciar o quanto nos equivocamos ao longo do tempo&#8230; Temos olhos viciados.</em></p>
<p><strong>
			</div></div></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Germano Viana Xavier</strong> é mestre em Letras e jornalista profissional (DRT BA 3647). Desenvolve estudos e pesquisas sobre Literatura e Direitos Humanos – Comunicação e Cultura – Literatura e Letramentos – Língua Portuguesa – Linguística – Cinema – Educação e Educomunicação. Idealizador/Coordenador Geral do Jornal de Literatura e Arte O EQUADOR DAS COISAS (ISSN 2357 8025), periódico fundado em março de 2012 e que circula no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Irlanda. Escreve desde 2007 o blog <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://oequadordascoisas.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O EQUADOR DAS COISAS</a>,</span> cujo arquivo conta hoje com aproximadamente 2.000 textos de sua autoria. Em 2016, seu livro de contos SOMBRAS ADENTRO foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura. Possui publicações em livros, jornais e revistas literárias diversas. Baiano desterrado, natural da Chapada Diamantina, tem 35 anos e atualmente habita o agreste meridional pernambucano. Canal no YouTube: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/oequadordascoisas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.youtube.com/oequadordascoisas</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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		<title>&#8220;Que as pessoas sejam mais humanitárias&#8221;, ensina morador de rua</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/que-as-pessoas-sejam-mais-humanitarias-ensina-morador-de-rua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 03:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Embora as autoridades médicas e sanitárias insistam em dizer que para conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19)  é importante que todos fiquem em casa, muitas pessoas em Aracaju não têm como atendê-las porque &#8220;moram&#8221; na rua. Uma delas é Washington Bispo dos Santos, 52 anos, que há um ano e dois meses vive embaixo &#8230;</p>
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<figure id="attachment_26876" aria-describedby="caption-attachment-26876" style="width: 230px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/washinton-e-a-bília-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-26876 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/washinton-e-a-bília-1-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/washinton-e-a-bília-1-230x300.jpg 230w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/washinton-e-a-bília-1.jpg 532w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /></a><figcaption id="caption-attachment-26876" class="wp-caption-text">Washington e a Bíblia</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Washington passa o dia e a noite sob a marquise e ocupa o tempo lendo livros &#8211; entre eles a Bíblia &#8211; que recebeu de presente de um dos moradores do bairro. Além de fazer essas  leituras, ele diz que está atento às notícias sobre coronavírus, sabe como se dá o contágio e da necessidade de manter as mãos limpas, principalmente porque não tem onde morar.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira, ele passou álcool em gel nas mãos, pois ganhou de uma pessoa. Um comerciante o ajuda, permitindo que ele fique sob a marquise, no passeio de sua loja, e também use o banheiro. Ele estava barbeado, com roupas limpas, quando conversou com o <strong>Só Sergipe</strong>, na tarde da sexta-feira. Tinha acabado de ler Provérbios e Salmos, dois dos 66  livros que mais gosta na Bíblia.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Histórico familiar</h3>
<p style="text-align: justify;">Washington começou a consumir álcool quando completou 18 anos e algum tempo depois tornou-se um alcoólatra. Deixou o emprego, a casa da família, e foi morar na rua. Ajudado por algumas pessoas, ele entrou numa instituição filantrópica para se livrar do vício e até conseguiu ficar uns “três a quatro anos longe do álcool”, mas teve uma recaída.</p>
<p style="text-align: justify;">“E aí, em um dia eu bebi o que consumiria numa semana”, disse. O tempo que “mora” no bairro Luzia – um ano e dois meses – é o mesmo tempo que não coloca uma gota de álcool na boca. “Acho que meu organismo não aguenta mais”, acredita. Por uma estranha ironia, ele “mora” ao lado de um bar. “É uma provação”, reconhece.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter familiares em Aracaju – a mãe Luzinalva dos Santos e outros cinco irmãos – por enquanto, ele continua na rua. Isso porque Luzinalva ainda não o quer em casa e os outros irmãos não falam como ele há muito tempo.  “Um dia eu estive com minha mãe. Ela não quis deixar eu morar com ela, mas percebi uma lágrima no seu olho quando ela dizia não&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O alcoolismo de Washington tem histórico familiar. O pai, Vivaldo Bispo dos Santos, era alcoólatra e “agredia minha mãe sempre que estava embriagado”, conta. Vivaldo morreu há 10 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diariamente, Washington recebe ajuda de alguns moradores do bairro Luzia. “Um casal vem sempre trazer alimentação, dinheiro, alguma coisa”. Ele diz que “sente” que um dia vai sair da situação de rua. “Não sei como, não sei quando, mas algo dentro de mim diz que eu vou sair dessa”, acredita.</p>
<div class="box note  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3>Posso ajudar!</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-26887 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427-300x300.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427-1024x1024.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427-150x150.jpg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427-768x768.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/c01c7344-c7ee-4f7d-b1b1-88ed00d2c427.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Washington é um dos muitos sem teto de Aracaju que sempre precisou de ajuda, mas que neste momento atípico que o mundo atravessa com a pandemia do coronavírus precisa de mais atenção. O <strong>Portal Só Sergipe,</strong> com o apoio do <strong>Movimento É de Sergipe,</strong> sugere que você ajude, da maneira que puder, aquela pessoa da sua rua,  do seu bairro, sempre tomando todas as precauções recomendadas pelas autoridades de saúde.  E diga, sim  <strong>&#8220;Posso ajudar&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mande seu relato, se possível com foto, para o<strong> e-mail: jornalismo@sosergipe.com.br </strong>para estimular outras pessoas a fazerem o bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal de contas, o amor é contagioso.</p>
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