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	<title>Arquivo para origens - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>A península que virou ilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 13:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Por Tarso Vilela Ferreira (*) &#160; A cidade de Barra dos Coqueiros, na qual decidi morar com minha família, é rica em sua história. Desde que me mudei para cá, depois de quase duas décadas residindo na também bela cidade de Campina Grande/PB, sinto-me curioso acerca das origens do município, das suas tradições e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-peninsula-que-virou-ilha%2F&amp;linkname=A%20pen%C3%ADnsula%20que%20virou%20ilha" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-peninsula-que-virou-ilha%2F&amp;linkname=A%20pen%C3%ADnsula%20que%20virou%20ilha" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-peninsula-que-virou-ilha%2F&amp;linkname=A%20pen%C3%ADnsula%20que%20virou%20ilha" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-peninsula-que-virou-ilha%2F&amp;linkname=A%20pen%C3%ADnsula%20que%20virou%20ilha" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-peninsula-que-virou-ilha%2F&#038;title=A%20pen%C3%ADnsula%20que%20virou%20ilha" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-peninsula-que-virou-ilha/" data-a2a-title="A península que virou ilha"></a></p><p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">Por Tarso Vilela Ferreira (*)</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><span class="dropcap ">A</span> cidade de <strong>Barra dos Coqueiros</strong>, na qual decidi morar com minha família, é rica em sua história. Desde que me mudei para cá, depois de quase duas décadas residindo na também bela cidade de Campina Grande/PB, sinto-me curioso acerca das origens do município, das suas tradições e dos relatos do passado que ouço dos concidadãos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, não se restringem ao presente minhas andanças pela Barra, como o município é chamado carinhosamente pelos sergipanos. Mesmo enquanto residia na Paraíba, sempre vinha durante as férias visitar meu saudoso avô Luiz Tarcísio, que morou aqui boa parte da vida com sua segunda esposa Conceição Moura, nascida nesse lugar. Ouvi deles e de outras pessoas daqui histórias maravilhosas, como a “da noite em que Dom Pedro II, em visita à capitania de Sergipe d’El-Rei e hospedado em Aracaju, ao perceber o batuque e as fogueiras do outro lado do rio Sergipe, foi informado de que se tratava de uma festa. Pegou carona às escondidas em uma canoa e veio ver com os próprios olhos que gente festeira e animada era aquela”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A curiosidade despertada por histórias populares como essa somou-se a uma questão que, de vez em quando, ouço em rodas de conversas com os amigos: a Barra dos Coqueiros é, de fato, uma ilha? Espremida entre o Rio Sergipe e o Oceano Atlântico, de frente para a Capital Sergipana, a Barra dos Coqueiros foi, no passado, chamada “Ilha de Santa Luzia”. Se não é uma ilha, mas sim uma península, porque há ainda quem a chame de ilha? É comum o uso do termo em conversas e também na linguagem escrita, conforme visto em </span><a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/114/col_mono_b_n42_barradoscoqueiros.pdf"><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #008000;">apanhados históricos realizados por órgãos oficiais, como o IBGE (1963)</span>,</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou no próprio </span><i><span style="font-weight: 400;">site </span></i><span style="font-weight: 400;">da </span><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://barradoscoqueiros.se.gov.br/sites/barradoscoqueiros.se.gov.br/files/Relat%C3%B3rio%20de%20Gest%C3%A3o%202019%20-%20PM.pdf"><span style="font-weight: 400;">Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros (2020)</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na dúvida, no mesmo dia que me mudei para cá passei, bem humoradamente, a me autodeclarar “ilhéu” e falar “ir ao continente” em vez de “ir a Aracaju”. Paralelamente, comecei a pesquisar e procurar meios de compreender melhor a questão. A primeira ideia que tive para tirar a dúvida foi talvez a mais objetiva que qualquer um teria, na atual era da informação: vamos olhar em imagens de satélite na internet. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na figura abaixo vê-se o município da Barra dos Coqueiros com seus limites realçados em vermelho.</span></p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144414.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-90549 aligncenter" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144414-300x193.png" alt="" width="769" height="495" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144414-300x193.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144414-768x495.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144414.png 827w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></a></p>

			</div></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme relatado em documento na </span><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/114/col_mono_b_n42_barradoscoqueiros.pdf"><span style="font-weight: 400;">Biblioteca do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</span></a> <a style="color: #008000;" href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/114/col_mono_b_n42_barradoscoqueiros.pdf"><span style="font-weight: 400;">(1963)</span></a><span style="font-weight: 400;">:</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">O Município estende-se em direção SE-NO, ao longo do litoral atlântico. Vários rios descrevem-lhe a fronteira com os Municípios vizinhos: o Sergipe (navegável), com o de Aracaju, a leste; o Pomonga e o canal do mesmo nome, na direção SE-NO, com o de Santo Amaro das Brotas; e o Japaratuba, ao norte, com o do mesmo nome</span></i><span style="font-weight: 400;">.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, acompanhando o contorno vermelho apresentado no mapa, percebe-se que a fronteira noroeste do Município é composta pelo Rio Pomonga e seu canal, que em conjunto fazem a conexão entre o Rio Sergipe e o Rio Japaratuba. Desta análise já se percebe que a Barra é limitada, em todo seu perímetro e por todos os lados, por rios, canais, ou pelo Oceano Atlântico. Para compor o convencimento, basta-nos relembrar o que está no dicionário (neste caso específico, embasei-me no </span><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&amp;f=0&amp;t=0&amp;palavra=ilha"><span style="font-weight: 400;">Michaelis</span></a></span><span style="font-weight: 400;">): “ilha” é uma “porção de terra com área não tão grande quanto um continente e cercada de água por todos os lados”. Outra evidência clara desta condição é que, para deixar a Barra dos Coqueiros e ir para um município vizinho, é preciso passar por uma das três pontes que cruzam os rios Pomonga (sentido Santo Amaro das Brotas), Japaratuba (sentido Pirambu) ou Sergipe (rumo à capital do estado).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não exatamente surpreso com a informação da existência de um “canal”, dado que tinha conhecimento que existe na região norte da Barra o “Povoado Canal”, resolvi analisar melhor o mapa. Percebi que em alguns trechos o curso do Rio Pomonga aproxima-se muito de uma reta, coisa muito rara em um rio de calha natural. Observei ainda que o rio Pomonga (e seu canal), em determinadas regiões do mapa, parecem não ter largura superior a uma dezena de metros. Este detalhe pode ser observado na figura abaixo, fotografia de satélite do Povoado Touro, que margeia o Pomonga.</span></p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<figure id="attachment_90550" aria-describedby="caption-attachment-90550" style="width: 711px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144551.png"><img decoding="async" class="wp-image-90550" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144551-300x168.png" alt="" width="711" height="398" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144551-300x168.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144551-768x429.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-05-144551.png 846w" sizes="(max-width: 711px) 100vw, 711px" /></a><figcaption id="caption-attachment-90550" class="wp-caption-text">Imagem capturada no Google Maps</figcaption></figure>

			</div></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprofundando-me nas referências disponíveis, pude compreender melhor as razões destas particularidades. Conforme coloca </span><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/5501/1/ACACIA_MARIA_BARROS_SOUZA.pdf"><span style="font-weight: 400;">Acacia M. B. Souza em sua dissertação de mestrado</span></a></span><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #008000;">,</span> publicada em 2015:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“&#8230;o Pomonga, possui um significado histórico de notável importância para o Estado de Sergipe, uma vez que foi palco de um trabalho de engenharia – a construção do canal artificial para interligar a bacia hidrográfica do rio Sergipe à bacia do rio Japaratuba para o escoamento da produção de cana-de-açúcar – na época do Brasil Império, sendo inclusive visitado pelo Imperador Dom Pedro II.” </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como se trata de uma intervenção humana, pode-se perceber as razões pelas quais o Canal do Pomonga parece estreito e pouco sinuoso, comparativamente a um rio natural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No artigo “</span><a href="https://gepease.com.br/anais4/wp-content/uploads/2021/02/A-IMPORTANCIA-SOCIO-ECONOMICA-DO-CANAL-DO-POMONGA.pdf"><span style="font-weight: 400;"><span style="color: #008000;">A importância sócio-econômica do Canal do Pomonga</span></span></a><span style="font-weight: 400;">” publicado por Claudomir T. da Silva e Carina T. Bispo  em 2013 no “IV Encontro Sergipano de Educação Ambiental” pude ainda descobrir mais: o canal de 32 km de extensão foi fruto de uma lei provincial datada de 16 de março de 1835, que autorizava o Presidente da Província a abrir um canal através do Pomonga, ligando o rio Sergipe ao rio Japaratuba. Ao longo dos anos serviu também para o transporte de passageiros e outros produtos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem ainda documentos da época do Brasil Império, como os “</span><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="http://memoria.bn.gov.br/DocReader/402630/30950"><span style="font-weight: 400;">Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro 1881-1882, Volume IX</span></a></span><span style="font-weight: 400;">”, nos quais relata-se que o canal foi construído durante a administração de Manoel da Cunha Galvão, Presidente da então Província de Sergipe, e projetado pelo engenheiro civil Eusèbe Stevaux.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para minha surpresa, não apenas me convenci de que a Barra é de fato uma ilha, como também uma ilha “artificial”, dada a intervenção humana necessária para colocá-la nessa condição, e que, provavelmente, foi a maior obra de engenharia em Sergipe durante o Império.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Barra dos Coqueiros foi esculpida pela natureza como uma península. Mais tarde, pela mão do homem, foi transformada em ilha. As suas lindas praias e outras belezas naturais, bem como a hospitalidade de seu povo, no entanto, são constantes e disponíveis até os dias de hoje, para quem desejar conhecer e se encantar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">IBGE. </span><b>Barra dos Coqueiros &#8211; Sergipe.</b><span style="font-weight: 400;"> Coleção de Monografias, Série B, nº 42. Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/114/col_mono_b_n42_barradoscoqueiros.pdf</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">SAI Notícias, Prefeitura Municipal da Barra dos Coqueiros, Secretaria de Comunicação Social. </span><b>Ambientalistas fazem expedição e relembram a passagem de D. Pedro</b><span style="font-weight: 400;">. Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: https://www.barradoscoqueiros.se.gov.br/site/CategoriaNoticias/11</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dicionário Michaelis </span><i><span style="font-weight: 400;">on-line</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Ilha</b><span style="font-weight: 400;">. Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&amp;f=0&amp;t=0&amp;palavra=ilha</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GOOGLE MAPS. </span><b>Barra dos Coqueiros, Sergipe.</b><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 05 de julho de 2021a. Disponível em: https://www.google.com.br/maps/place/Barra+dos+Coqueiros+-+SE/@-10.847646,-37.0192866,27520m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x71ab49986aaf03b:0xcbb7885a85064383!8m2!3d-10.9078896!4d-37.026904?hl=pt-BR. Acesso em: 21 jul. 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GOOGLE MAPS. </span><b>Barra dos Coqueiros, Sergipe.</b><span style="font-weight: 400;"> [S. l.], Acesso em 05 de julho de 2021b. Disponível em: https://www.google.com.br/maps/place/Barra+dos+Coqueiros+-+SE/@-10.7605726,-36.8916636,391m/data=!3m1!1e3!4m5!3m4!1s0x71ab49986aaf03b:0xcbb7885a85064383!8m2!3d-10.9078896!4d-37.026904?hl=pt-BR. Acesso em: 21 jul. 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Souza, A. M. B. </span><b>Análise geoambiental da sub-bacia do Rio Pomonga em Sergipe</b><span style="font-weight: 400;">. Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2015. Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/5501/1/ACACIA_MARIA_BARROS_SOUZA.pdf</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">da Silva, C. T.; Bispo, C. T., </span><b>A importância sócio-econômica do Canal do Pomonga</b><span style="font-weight: 400;">. Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: https://tribunadapraiaonline.webnode.com.br/news/artigo%3A-a-import%C3%A2ncia-socio-economicca-do-canal-do-pomonga/</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bibliotheca Nacional. </span><b>Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro 1881-1882, Volume IX.</b><span style="font-weight: 400;"> Acesso em 05 de julho de 2021. Disponível em: http://memoria.bn.gov.br/DocReader/402630/30950</span></p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h4><span style="font-weight: 400;">Biografia do Autor </span></h4>
<p><b><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-20.png"><img decoding="async" class=" wp-image-90583 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-20-240x300.png" alt="" width="99" height="124" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-20-240x300.png 240w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-20.png 400w" sizes="(max-width: 99px) 100vw, 99px" /></a>* Tarso Vilela Ferreira</b><span style="font-weight: 400;"> é professor no Departamento de Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Natural de Aracaju, Sergipe, nasceu em 1980 e estudou no Colégio de Aplicação da UFS e na Escola Técnica Federal de Sergipe (ETFSE, atualmente IFS). Seu bacharelado, mestrado e doutorado, todos em engenharia elétrica, foram obtidos no Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Campina Grande, onde foi professor por 9 anos. Apesar da formação em engenharia, sempre se afeiçoou pelo jornalismo, pela história e pela contação de causos.</span></p>

			</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Origem, Natureza e Prato: Sobre &#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária”</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/origem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Apr 2024 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “A gastronomia é o conhecimento racional de tudo           que respeito ao homem quando se alimenta” Jean Anthelme Brillat-Savarin &#160; &#160; Este livro, de quase mil páginas, nasceu após despretensioso questionamento durante um jantar. Segundo o autor, &#8220;certo amigo, de Nova Orleans&#8221;, perguntou, em tom de conjectura, por que &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/origem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria/">Origem, Natureza e Prato: Sobre &#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Forigem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria%2F&amp;linkname=Origem%2C%20Natureza%20e%20Prato%3A%20Sobre%20%E2%80%9CComida%20e%20Cozinha%20%E2%80%94%20Ci%C3%AAncia%20e%20Cultura%20da%20Culin%C3%A1ria%E2%80%9D" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Forigem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria%2F&amp;linkname=Origem%2C%20Natureza%20e%20Prato%3A%20Sobre%20%E2%80%9CComida%20e%20Cozinha%20%E2%80%94%20Ci%C3%AAncia%20e%20Cultura%20da%20Culin%C3%A1ria%E2%80%9D" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Forigem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria%2F&amp;linkname=Origem%2C%20Natureza%20e%20Prato%3A%20Sobre%20%E2%80%9CComida%20e%20Cozinha%20%E2%80%94%20Ci%C3%AAncia%20e%20Cultura%20da%20Culin%C3%A1ria%E2%80%9D" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Forigem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria%2F&amp;linkname=Origem%2C%20Natureza%20e%20Prato%3A%20Sobre%20%E2%80%9CComida%20e%20Cozinha%20%E2%80%94%20Ci%C3%AAncia%20e%20Cultura%20da%20Culin%C3%A1ria%E2%80%9D" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Forigem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria%2F&#038;title=Origem%2C%20Natureza%20e%20Prato%3A%20Sobre%20%E2%80%9CComida%20e%20Cozinha%20%E2%80%94%20Ci%C3%AAncia%20e%20Cultura%20da%20Culin%C3%A1ria%E2%80%9D" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/origem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria/" data-a2a-title="Origem, Natureza e Prato: Sobre “Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária”"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“A gastronomia é o conhecimento racional de tudo</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>          que respeito ao homem quando se alimenta”</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Jean Anthelme Brillat-Savarin</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>ste livro, de quase mil páginas, nasceu após despretensioso questionamento durante um jantar. Segundo o autor, &#8220;certo amigo, de Nova Orleans&#8221;, perguntou, em tom de conjectura, por que o feijão era uma comida tão problemática e por que o ato de comer feijão-roxo com arroz nos custava algumas horas de desconforto e, às vezes, nos fazia passar vergonha&#8221;.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-76445 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51-201x300.jpeg" alt="" width="201" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51-201x300.jpeg 201w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51.jpeg 335w" sizes="auto, (max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a>Harold McGee considerou a questão deveras interessante e curiosa. Dias depois, quando se encontrava numa biblioteca, decidiu por buscar a resposta sobre a indagação gastronômica do amigo. Ao consultar livros e mais livros, passou a saber de muita coisa sobre alimentação. Quanto ao feijão e a incômoda produção de gases no nosso organismo, percebeu que havia alguma informação, porém, havia espaço para ampliá-la. O mais interessante é que McGee não se limitou ao feijão. Seu livro, elaborado com base nos seus sérios e profundos estudos, aos quais deu prosseguimento, se tornaria o mais importante guia sobre &#8220;Ciência e Cultura da Culinária&#8221; em todo o mundo. A primeira edição foi publicada em 1984. Meu artigo crítico comenta a segunda edição, de 2014.</p>
<p>A obra oferece ao leitor uma viagem alimentícia (mas, também, filosófica, geográfica, estética e histórica) desde leite e lacticínios até as quatro moléculas básicas dos alimentos.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A questão básica que sustenta todo o trabalho de McGee é: o que há na comida e na bebida que nos dá esse prazer e como o vivenciamos?</span></p>
<p>O autor, mesmo que não de maneira radical, absoluta, leva em consideração, também, as suas experiências com alimentos que se deram durante a infância. A manga madura e o sorvete de café que saboreou pela primeira vez. E o momento em que se viu numa cozinha. Desde cedo, então, as inquietações culinárias o acompanharam: como se dão estes processos?</p>
<p>Há no fazer, no servir e no comer, a transcendental subjetividade com a qual nos relacionamos com a comida, reconhecendo nesta o status de grande arte, levando em consideração a estética que define a montagem do prato que vai à mesa e as harmonizações entre o prato e vinhos. Some-se os molhos, as especiarias e a sobremesas.</p>
<p>Para além das referências poéticas, o alimento, desde sua condição in natura até a transformação por que passa na cozinha, são, de acordo com o autor, &#8220;misturas de diferentes substâncias químicas, e as qualidades que buscamos influenciar quando cozinhamos — gosto, aroma, textura, cor, valor nutritivo — são todas manifestações de propriedades químicas&#8221;.</p>
<p>Ainda que seja, então, um ato de amor, de pura satisfação, cozinhar se mantém como um diálogo constante entre a cultura e a natureza. Entretanto, tomar ciência disso não se configura em demérito algum. Pelo contrário, saber, em maior detalhe, como se dá o processo, empresta maior capital ao mesmo e a nós.</p>
<p>Humanos e mamíferos que somos, temos, na origem da nossa alimentação, o leite e seus derivados. McGee soube muito bem valorizar esse fato: o primeiro capítulo é rico em história e informações técnicas sobre a secreção nutritiva de cor esbranquiçada e opaca produzida pelas glândulas mamárias das fêmeas.</p>
<p>O autor aborda o leite, bebida tão comum, de maneira a nos reapresentá-la. Ao lê-lo, passamos a ter, pelo menos, a impressão de que a bebida diária tem muito mais a nos dizer. Concedamos palavra a McGee: &#8220;O leite é alimento para o ser que está começando a comer, uma essência deglutível sintetizada pela mãe a partir de sua dieta mais variada e difícil de digerir&#8221;.</p>
<p>Mais adiante, é o ovo que se destaca. E o autor nos fornece dados, sobre esta célula reprodutiva (em geral nas aves) madura e não fecundada usada na alimentação, mais do que importantes, pois, alguns nos afiguram como pitorescos, estranhos, fascinantes.</p>
<p>O capítulo nos toma pela mão e percorremos gustativa linha do tempo, desde a evolução do ovo até técnicas chinesas de se produzir ovos em conserva.</p>
<p>E mais: inclui receitas medievais com ovos para omelete e creme inglês.</p>
<p>McGee não tem a menor intenção de se pôr contra o glamour, contra certa mística que cercam a culinária. Apenas (e, neste caso, apenas significa muito) diz de forma, ao mesmo tempo técnica e elegante, que o amar cozinhar pode ganhar muito se a este agregarmos &#8220;o como e o porquê&#8221; os fenômenos que resultam em delícias irresistíveis acontecem.</p>
<p>E se ovo e leite protagonizam, em largo aspecto, a cultura culinária, a carne não fica, de modo algum, para trás. Afinal somos seres carnívoros. O autor nos lembra de que: &#8221; A carne tornou-se elemento previsível da dieta humana há cerca de nove mil anos, quando os povos do Oriente Médio conseguiram domesticar um punhado de animais selvagens — primeiro os cães, depois cabras e ovelhas e, por fim, porcos, bovinos e cavalos — e criá-los junto de si&#8221;.</p>
<p>Entre os pontos que constituem o capítulo do livro dedicada à carne, McGee inclui uma indagação ao leitor: &#8220;Por que as pessoas adoram comer carne?&#8221;. E ele mesmo responde em parte: &#8220;a satisfação mais profunda em comer carne vem do instinto e da biologia&#8221;.</p>
<p>O autor é generoso. E o leitor, caso se mostre grato a isso, prosseguirá, chegando aos peixes e frutos do mar.</p>
<p>McGee, fiel ao propósito de aprofundar nosso conhecimento, discorre sobre &#8220;A vida aquática e a natureza particular dos peixes&#8221;. E, também, sobre os frutos do mar.</p>
<p>Li, maravilhado. Aprendi, e muito, ao adotar uma atitude humilde e manter o entendimento de que estava (e estou) com um tesouro nas mãos. E se sempre amei cozinhar, principalmente, para minha muito amada imperatriz, após a leitura desta obra monumental, esta paixão, este amor, fortaleceram-se, consolidaram-se. E a isto agradeçamos, e a isto comamos, e a isto bebamos. Evoé!</p>
<p><strong>&#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária&#8221;</strong> impõe sua importância tão somente pelo conteúdo direto, detalhado e rico. Sem nenhum apelo a mais. E é assim que grandes produções literárias devem ser.</p>
<p>&nbsp;</p>
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