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	<title>Arquivo para ordem - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 08 Mar 2026 14:04:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>À sombra de sua própria grandeza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[cidadãos]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[especulativa]]></category>
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		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jorge Antônio Vieira Gonçalves (*) A Maçonaria é um sistema de formação moral, ilustrado por símbolos e velado por alegorias, destinado a transformar o homem para que este, por sua vez, transforme a sociedade. Durante mais de três séculos, essa escola iniciática formou estadistas, cientistas, líderes mundiais e cidadãos comprometidos com a ética pública. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-sombra-de-sua-propria-grandeza%2F&amp;linkname=%C3%80%20sombra%20de%20sua%20pr%C3%B3pria%20grandeza" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-sombra-de-sua-propria-grandeza%2F&amp;linkname=%C3%80%20sombra%20de%20sua%20pr%C3%B3pria%20grandeza" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-sombra-de-sua-propria-grandeza%2F&amp;linkname=%C3%80%20sombra%20de%20sua%20pr%C3%B3pria%20grandeza" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-sombra-de-sua-propria-grandeza%2F&amp;linkname=%C3%80%20sombra%20de%20sua%20pr%C3%B3pria%20grandeza" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-sombra-de-sua-propria-grandeza%2F&#038;title=%C3%80%20sombra%20de%20sua%20pr%C3%B3pria%20grandeza" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-sombra-de-sua-propria-grandeza/" data-a2a-title="À sombra de sua própria grandeza"></a></p><div data-breakout="normal">
<blockquote>
<p dir="auto">Por Jorge Antônio Vieira Gonçalves (*)</p>
<p dir="auto">
</blockquote>
<p id="viewer-jnx931438" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8"><span class="dropcap ">A</span> Maçonaria é um sistema de formação moral, ilustrado por símbolos e velado por alegorias, destinado a transformar o homem para que este, por sua vez, transforme a sociedade. Durante mais de três séculos, essa escola iniciática formou estadistas, cientistas, líderes mundiais e cidadãos comprometidos com a ética pública.</span></p>
</div>
<div data-hook="rcv-block8">Ao ingressar no século XXI, a Ordem enfrenta um dos maiores desafios de sua história moderna: o envelhecimento de seus membros, a queda no número de obreiros e, sobretudo, a perda da função iniciática das Lojas. Em muitas jurisdições, a Maçonaria deixou de ser uma escola viva de virtude e transformou-se em uma associação administrativa marcada por reuniões protocolares, rotinas burocráticas, leitura de atas e formalidades que preservam a forma, mas já não transmitem o conteúdo simbólico e transformador que sempre definiu a experiência maçônica.</div>
<div data-hook="rcv-block8"></div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-g4cf7432" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">As novas gerações, em busca de sentido, profundidade e autenticidade, não se satisfazem com encontros vazios de vivência simbólica. Quando encontram uma Ordem burocratizada, com ritual mecanizado, leituras mal conduzidas e educação superficial, afastam-se naturalmente.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-47mpr436" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">Paradoxalmente, a sociedade moderna precisa exatamente daquilo que a Maçonaria possui em sua essência: comunidade real, ética prática, formação do caráter e transcendência simbólica. O declínio não decorre da irrelevância da missão da Ordem, mas da ausência de um método organizado que traduza seus princípios imutáveis em práticas sistemáticas, mensuráveis e fiéis à tradição.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-xi10h440" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">O exemplo da Maçonaria norte-americana é claro e incontornável. Em 1959, a Ordem possuía cerca de 4 milhões de membros. Em 2023, restavam menos de 870 mil, o que representa uma redução aproximada de 80% em pouco mais de seis décadas. Essa queda acompanha o envelhecimento institucional, a baixa renovação geracional e, sobretudo, o enfraquecimento da formação simbólica profunda.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-nr5en444" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">O ritual tornou-se formalidade, a educação perdeu sua função pedagógica e a iniciação deixou de cumprir plenamente seu papel transformador.</span></p>
<p class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto">Ao mesmo tempo, o mundo moderno vive o colapso das comunidades tradicionais. Os vínculos sociais baseados na convivência no mundo real, na confiança mútua e na participação cívica enfraqueceram diante do mundo virtual, do individualismo digital, do uso excessivo das telas, da privatização da vida social e da fragmentação das relações humanas. Esse processo atingiu todas as instituições, não apenas a Maçonaria.</p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-8kecf452" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">Curiosamente, a Maçonaria foi criada exatamente para formar comunidade, virtude e sentido. O fracasso contemporâneo, portanto, não é de missão, mas de método.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-0pbxr456" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">Historicamente, sempre que a Ordem atravessou períodos de declínio, sua renovação ocorreu sem ruptura doutrinária, por meio do retorno disciplinado às suas fundações. A transição da Maçonaria operativa para a especulativa converteu ferramentas físicas em instrumentos morais. Em momentos críticos, a fidelidade ao ritual, a integridade ética e a caridade sustentaram a sobrevivência da instituição.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-4bv8c460" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">No período pós-guerra, a integração familiar e comunitária promoveu o maior crescimento da história moderna da Maçonaria. Em todos esses ciclos, o renascimento resultou da organização consciente das boas práticas.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-0e8xg464" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">O processo de revitalização começa individualmente no maçom, por meio de formação simbólica sólida e contínua, educação estruturada e mentoria ativa, transformando símbolos em práticas.</span></p>
<p dir="auto"><div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-cuo26468" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">A inclusão da família é fundamental. Ela não pode ocupar papel periférico, devendo tornar-se parte ativa da vida maçônica, fortalecendo o pertencimento, a permanência dos membros e a continuidade geracional.</span></p>
<p dir="auto">
			</div></div>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-rjc2h472" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">Nossas Lojas devem buscar incansavelmente esses pilares fundamentais: ritual executado com excelência simbólica, educação presente em todas as reuniões, mentoria ativa e caridade comunitária. Assim, a Loja deixa de ser meramente administrativa, não sendo um clube de serviços, e retoma sua vocação de centro de formação moral.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-4cyu3474" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8">O futuro da Ordem não depende exclusivamente do número de iniciados, mas da qualidade da formação e da permanência consciente dos irmãos. Campanhas de filiação em massa e reformas superficiais não resolvem o problema.</span></p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-us8ku476" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto">O renascimento depende da qualidade da formação iniciática, da vivência simbólica autêntica, da integração familiar e da coerência ética praticada no cotidiano.</p>
</div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-fuvpg480" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto">A Maçonaria sobreviverá não por quantos entram, mas por quão bem forma seus membros. Ou retorna às suas origens com método, profundidade e fidelidade histórica, ou continuará seu lento esvaziamento institucional, tornando-se sombra de sua própria grandeza.</p>
</div>
<div data-hook="rcv-block37"></div>
<div data-breakout="normal">
<p id="viewer-1ztxf486" class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8"><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			</span></p>
<p class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto"><span class="akGp8"><strong>Bibliografia </strong></span></p>
<p class="DFnp0 WloJR _52NHI _6qLM3" dir="auto">O presente texto constitui um resumo interpretativo do estudo de:</p>
</div>
<div data-hook="rcv-block39">KASI, Arbab Naseebullah. Revitalizing Freemasonry in the Twenty First Century: The Universal Masonic Revival Model (UMRM) as a Lawful, Systematic, and Measurable Framework for Renewal. Academy of Masonic Knowledge, Grand Lodge of Pennsylvania, 2025.</div>
<div data-hook="rcv-block39"></div>
<div data-hook="rcv-block39"><span class="akGp8">
			</div></div></span></div>
<div data-hook="rcv-block39"></div>
<div data-hook="rcv-block39"></div>
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		<item>
		<title>O Mago-General: uma viagem ao coração esotérico do Rito Melissino</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 09:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[legado]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[ordem]]></category>
		<category><![CDATA[Pyotr Ivanovich Melissino]]></category>
		<category><![CDATA[racionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rito Melissino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Na vasta e multifacetada tapeçaria da Maçonaria, existem fios de ouro que traçam linhagens de racionalismo, ética e filantropia. São os fios que tecem a narrativa que muitos de nós conhecemos e praticamos. E existem outros, mais sombrios e iridescentes, que nos conduzem a um labirinto de alquimia, teurgia e mistérios &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-mago-general-uma-viagem-ao-coracao-esoterico-do-rito-melissino/">O Mago-General: uma viagem ao coração esotérico do Rito Melissino</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="a99e" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">N</span>a vasta e multifacetada tapeçaria da Maçonaria, existem fios de ouro que traçam linhagens de racionalismo, ética e filantropia. São os fios que tecem a narrativa que muitos de nós conhecemos e praticamos. E existem outros, mais sombrios e iridescentes, que nos conduzem a um labirinto de alquimia, teurgia e mistérios arcanos. Poucos desses fios brilham com uma luz tão estranha e fascinante quanto o do <strong class="mc gn">Rito Melissino</strong>, um sistema maçônico que floresceu e morreu na Rússia do século XVIII, deixando para trás um legado que desafia muitas de nossas concepções modernas sobre a Ordem.</p>
<figure id="attachment_95527" aria-describedby="caption-attachment-95527" style="width: 205px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-95527" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II-239x300.webp" alt="Rainha Catarina II" width="205" height="257" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II-239x300.webp 239w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/rainha-Catarina-II.webp 500w" sizes="(max-width: 205px) 100vw, 205px" /></a><figcaption id="caption-attachment-95527" class="wp-caption-text">Rainha Catarina II em trajes de coroação por Vigilius Eriksen, 1778–1779 (Wikimedia Commons)</figcaption></figure>
<p id="6b8b" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Para um maçom contemporâneo, habituado a uma prática que, em grande parte, sublimou suas origens operativas <em class="nn">em um sistema de moralidade velado em alegorias</em>, mergulhar no Rito Melissino é como descobrir um capítulo perdido e curioso na história de nossa família. É uma jornada à “Era de Ouro da Rússia”, o reinado da Imperatriz Catarina II, um tempo de tensões e paradoxos extraordinários. A corte russa, por um lado, importava avidamente o Racionalismo Iluminista da França, mantendo correspondência com Voltaire e Diderot. Por outro, cultivava um profundo interesse pelo Misticismo Teosófico, influenciado pelo pietismo alemão e pelo rosacrucianismo. Como aponta o historiador Robert Collis em <em class="nn">The Petrine Instauration</em>, “a elite russa daquela época não via a ciência e o esoterismo como forças opostas. A busca pelo conhecimento empírico e a busca pela iluminação divina eram percebidas como caminhos complementares para a <em class="nn">verdadeira sabedoria</em>”. Foi neste solo culturalmente fértil, nesta confluência de razão e mistério, que um homem ousou propor uma “terceira via” para a Maçonaria.</p>
<h3 id="03d0" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">O Vazio Espiritual e a “Terceira Via” de Melissino</h3>
<p id="0c56" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Na década de 1770, a Maçonaria russa era um campo de batalha ideológico. De um lado, o <strong class="mc gn"><em class="nn">Sistema Sueco</em></strong>, de caráter aristocrático e fortemente cristão, enfatizava a lealdade política e a caridade. Do outro, a <strong class="mc gn"><em class="nn">Estrita Observância Templária</em></strong>, um sistema alemão liderado pelo Barão von Hund, eletrizava a nobreza europeia com sua reivindicação de ser a herdeira direta dos Cavaleiros Templários históricos. Seu foco, contudo, tendia a ser administrativo e hierárquico, com uma forte ênfase na restauração de títulos e privilégios de cavalaria.</p>
<p id="6dd4" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Em meio a esses sistemas, um general de artilhara do Império Russo, <strong class="mc gn"><em class="nn">Pyotr Ivanovich Melissino</em></strong>, percebeu uma lacuna, um vazio espiritual. Ele via uma Maçonaria que oferecia ou uma moralidade piedosa ou uma glória genealógica, mas que parecia ter esquecido algo de sua alma antiga. Enquanto a Estrita Observância sonhava com uma restauração militar e política da Ordem do Templo, Melissino propôs algo muito mais radical: <strong class="mc gn">uma restauração sacerdotal e mágica</strong>.</p>
<p id="c819" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Sua <strong class="mc gn"><em class="nn">Loja do Silêncio (Молчаливости)</em></strong>, fundada em São Petersburgo por volta de 1765, não era um dos muitos clubes sociais onde a elite de Catarina se reunia para discutir política e filosofia. Era um verdadeiro laboratório esotérico. Como detalha o historiador David Harrison em sua obra seminal, <strong class="mc gn"><em class="nn">The Lost Rites and Rituals of Freemasonry</em></strong>, “o Rito Melissino se tornou uma ponte crucial e evolutiva. Ele resgatou e preservou elementos da alquimia operativa, prática, que estavam sendo cada vez mais descartados como superstição na Europa Ocidental, e, com isso, preparou o terreno teológico e ritualístico para o surgimento dos místicos “Ritos Egípcios” de figuras como Cagliostro, que viriam a dominar o cenário ocultista no final do século”.</p>
<h3 id="03ca" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">O Fundador: Um Perfil do “Mago-General”</h3>
<p id="e12f" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Para compreender a audácia e a credibilidade do rito, é imprescindível dissecar a figura de seu criador. Pyotr Melissino não era um aventureiro místico sem raízes, como Cagliostro ou Saint-Germain, cujas origens eram nebulosas e cujas reivindicações eram frequentemente vistas com desconfiança. Melissino era um pilar do Estado Russo.</p>
<p id="adf7" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Nascido na ilha grega de Cefalônia, então sob domínio veneziano, ele era filho de um médico que servira na corte imperial russa. Essa linhagem, por si só, já era significativa: ele personificava uma conexão viva com a “sabedoria antiga” da Grécia e do Oriente, um conceito de imenso valor nos círculos esotéricos. Chegou à Rússia jovem e recebeu uma educação de elite, tornando-se um verdadeiro poliglota, fluente em russo, francês, alemão, italiano e grego, com conhecimentos de latim, turco e inglês. Essa capacidade linguística notável lhe deu acesso direto a textos alquímicos e rituais de toda a Europa, sem depender de traduções, muitas vezes defeituosas ou incompletas.</p>
<p id="45e4" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Sua carreira militar foi igualmente estelar. Ascendeu ao posto de General de Artilharia, destacando-se em conflitos como a Guerra dos Sete Anos e as Guerras Russo-Turcas, sendo condecorado com as mais altas honrarias imperiais. Em 1783, foi nomeado Diretor do prestigioso Corpo de Cadetes de Artilharia e Engenharia, onde implementou reformas educacionais radicais, como a abolição de castigos corporais e a introdução de teatro e história natural. Historiadores sugerem que ele usou essa posição para cultivar uma nova geração de oficiais com uma mentalidade “iluminada”, uma espécie de “Maçonaria de Estufa” que prepararia futuros membros para suas lojas.</p>
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<div class="i l">Essa dualidade era a fonte de sua imensa autoridade. Ele era o arquétipo do “Homem Universal” do século XVIII: um general de disciplina férrea que, segundo relatos de contemporâneos, mantinha em sua residência na Ilha Kamenny um laboratório químico totalmente equipado, onde se dedicava à busca prática da pedra filosofal. Para a elite russa, se um homem da estatura, erudição e seriedade de Melissino afirmava que a alquimia e a teurgia eram reais, então o assunto transcendia a mera superstição e se elevava ao patamar de estudo sério.</div>
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<h3 id="5373" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">A Arquitetura do Rito</h3>
<p id="3c95" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O Rito Melissino foi estruturado como uma pirâmide de sete graus, uma jornada progressiva que, enquanto a base seguia o padrão europeu, o topo constituía uma inovação radical.</p>
<p id="e63e" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">1. A Maçonaria Simbólica (Graus 1–3)</strong>: Os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre seguiam a estrutura tradicional. No entanto, Melissino inseriu catecismos específicos que continham “pistas” herméticas e serviam como um filtro.</p>
<p id="95a1" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">2. O Capítulo Invisível (Graus 4–7):</strong> É aqui que reside a originalidade do sistema, descrito por Harrison como uma “fusão de cavalaria templária e misticismo clerical”:</p>
<p id="c882" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">4º Grau: O Cofre Escuro.</strong> A jornada se aprofundava em um simbolismo sombrio e introspectivo. O templo simulava uma tumba ou catacumba. O iniciado não apenas lamentava a morte do Mestre Hiram, mas era guiado a vivenciar sua própria “morte mística”, um conceito retirado diretamente da alquimia, a <strong class="mc gn">Nigredo</strong> (a fase de putrefação ou escurecimento), onde o ego deve morrer para que o espírito renasça.</p>
<p id="c454" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">5º Grau: Mestre Escocês.</strong> O termo “Escocês”, frequentemente usado na época para denotar prestígio, foi reapropriado por Melissino para introduzir a historiografia templária. Os cavaleiros eram apresentados não como meros guerreiros, mas como guardiões de um conhecimento antigo, descoberto nas ruínas do Templo de Salomão. O maçom era transformado de um “construtor” em um “guardião” da sabedoria perdida.</p>
<p id="8b64" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">6º Grau: O Filósofo. </strong>Um grau puramente intelectual e teórico, focado no estudo de hieróglifos, símbolos cabalísticos e a natureza da alma humana. Segundo os rituais, o objetivo era “restaurar o homem ao seu estado primitivo de inocência”, o estado Adâmico antes da Queda. O “Filósofo” deveria compreender intelectualmente as leis do universo antes de tentar manipulá-las no grau seguinte.</p>
<p id="62bb" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">7º Grau: O Cavaleiro Espiritual.</strong> Com o título latino de <em class="nn">Magnus Sacerdos Templariorum</em> (Grande Sacerdote dos Templários), este era o ápice do sistema. Aqui, o segredo final era revelado: a verdadeira vocação dos Templários não era política ou militar, mas a de um <strong class="mc gn">Sacerdócio Mágico</strong>. O Cavaleiro perfeito não era aquele que empunhava a espada, mas aquele que sabia orar e operar a natureza. O grau envolvia instruções sobre teurgia (magia divina) e alquimia prática, consagrando o iniciado como um “Sacerdote-Rei”, apto a realizar a obra de regeneração da matéria e do espírito.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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<h3 id="0ffe" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">A Doutrina da Alquimia Operativa e Teurgia</h3>
<p id="6593" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O que tornava o Rito Melissino verdadeiramente singular era sua insistência na prática<em class="nn"> efetiva </em>das ciências ocultas. A alquimia, no rito, tinha dois objetivos inseparáveis: a <strong class="mc gn">Pedra Física</strong>, para a transmutação de metais e a criação do “Elixir da Vida”, e a <strong class="mc gn">Pedra Espiritual</strong>, um estado de consciência purificado, a busca pela “Matéria Prima” dentro do próprio homem.</p>
<p id="3286" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Um detalhe fascinante, resgatado por Harrison, é o uso peculiar da <strong class="mc gn">Acácia</strong>. No rito, havia referências à extração de “sais” da planta e ao seu uso em fumigações para induzir estados alterados de consciência, uma prática de <strong class="mc gn">Espagiria</strong> (alquimia vegetal) que antecipa a “Quarentena” mística que Cagliostro proporia anos mais tarde.</p>
<p id="0a07" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Alinhando-se com as teorias dos “Clérigos da Estrita Observância”, Melissino ensinava que os verdadeiros segredos dos Templários eram conhecimentos mágicos e gnósticos. Portanto, o iniciado no Rito Melissino não se tornava um soldado, mas um <strong class="mc gn">Teurgo</strong>: um sacerdote capaz de invocar a presença divina. Esta fusão de cristianismo ortodoxo, gnosticismo e magia cerimonial criou uma atmosfera de “Igreja Interior” que atraiu profundamente a intelectualidade russa.</p>
<p data-selectable-paragraph=""><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3 id="5c30" class="no np gm bg nq nr ns nt nu nv nw nx ny mj nz oa ob mn oc od oe mr of og oh oi bl" data-selectable-paragraph="">Legado de Melissino</h3>
<p id="a0dc" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk oj me mf hn ok mh mi mj ol ml mm mn om mp mq mr on mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">O Rito Melissino foi uma estrela cadente. O Congresso de Wilhelmsbad em 1782, que buscou moralizar e padronizar a maçonaria europeia, decidiu pelo abandono das lendas templárias, isolando o sistema de Melissino. Anos depois, o medo da Revolução Francesa levou Catarina, a Grande, a suprimir todas as sociedades secretas. Sendo um general leal, Melissino obedeceu e encerrou suas lojas. Parte de seus arquivos foi perdida ou destruída para evitar perseguições, o que explica a escassez de rituais completos hoje.</p>
<p id="901a" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph="">Embora formalmente dissolvido, sua “alma” sobreviveu. Seus membros mais dedicados migraram para os influentes círculos Rosacruzes de Moscou, e suas ideias sobre a união entre sacerdócio e cavalaria impregnaram o misticismo russo por gerações. O Rito Melissino permanece como o testemunho de uma maçonaria que, em um momento fugaz da história, ousou prometer não apenas a fraternidade, mas a imortalidade. Para nós, hoje, é um lembrete da incrível diversidade de respostas que a humanidade já deu à busca por luz, seja ela encontrada na razão, na moralidade ou, como ousou o Mago-General, na própria magia.</p>
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<p data-selectable-paragraph="">____________________</p>
<h4 id="f852" class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl">Fontes Principais:</h4>
<p class="pw-post-body-paragraph ma mb gm mc b hk md me mf hn mg mh mi mj mk ml mm mn mo mp mq mr ms mt mu mv gf bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="mc gn">Collis, Robert.</strong> <em class="nn">The Petrine Instauration: Religion, Esotericism and Science at the Court of Peter the Great</em>. Brill, 2011.<br />
<strong class="mc gn">Harrison, David.</strong> <em class="nn">The Lost Rites and Rituals of Freemasonry</em>. Lewis Masonic, 2017.<br />
<strong class="mc gn">Madariaga, Isabel de.</strong> <em class="nn">Russia in the Age of Catherine the Great</em>. Yale University Press, 1981.<br />
<strong class="mc gn">McIntosh, Christopher.</strong> <em class="nn">The Rose Cross and the Age of Reason</em>. Brill, 1992.<br />
<strong class="mc gn">Waite, A.E. </strong><em class="nn">A New Encyclopedia of Freemasonry</em>. Cosimo Classics, 2007.<br />
<strong class="mc gn">RussianMasonry.ru </strong><em class="nn">(Arquivo Histórico da Maçonaria Russa)</em>.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando a lei se torna sombra: reflexões para o Brasil e para a Maçonaria</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/quando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jader Abrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[ausência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[inversão]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[ordem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jader Frederico Abrão (*) &#160; Há momentos na história dos povos em que a própria linguagem parece perder o rumo. Termos como justiça, direitos e proteção social passam a ser reinterpretados segundo agendas que, muitas vezes, afastam-se do sentido original de equilíbrio, dever e responsabilidade. Nesse vácuo conceitual, instala-se uma perigosa miopia moral: &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fquando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria%2F&amp;linkname=Quando%20a%20lei%20se%20torna%20sombra%3A%20reflex%C3%B5es%20para%20o%20Brasil%20e%20para%20a%20Ma%C3%A7onaria" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fquando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria%2F&amp;linkname=Quando%20a%20lei%20se%20torna%20sombra%3A%20reflex%C3%B5es%20para%20o%20Brasil%20e%20para%20a%20Ma%C3%A7onaria" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fquando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria%2F&amp;linkname=Quando%20a%20lei%20se%20torna%20sombra%3A%20reflex%C3%B5es%20para%20o%20Brasil%20e%20para%20a%20Ma%C3%A7onaria" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fquando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria%2F&amp;linkname=Quando%20a%20lei%20se%20torna%20sombra%3A%20reflex%C3%B5es%20para%20o%20Brasil%20e%20para%20a%20Ma%C3%A7onaria" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fquando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria%2F&#038;title=Quando%20a%20lei%20se%20torna%20sombra%3A%20reflex%C3%B5es%20para%20o%20Brasil%20e%20para%20a%20Ma%C3%A7onaria" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/quando-a-lei-se-torna-aombra-reflexoes-para-o-brasil-e-para-a-maconaria/" data-a2a-title="Quando a lei se torna sombra: reflexões para o Brasil e para a Maçonaria"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Jader Frederico Abrão (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">H</span>á momentos na história dos povos em que a própria linguagem parece perder o rumo. Termos como justiça, direitos e proteção social passam a ser reinterpretados segundo agendas que, muitas vezes, afastam-se do sentido original de equilíbrio, dever e responsabilidade. Nesse vácuo conceitual, instala-se uma perigosa miopia moral: a lei deixa de ser farol e passa a ser sombra — aplicada de forma desigual, hesitante e, por vezes, subordinada a interesses ideológicos. É nesse cenário que o sentimento de impunidade se alastra e a sociedade passa a desconfiar das instituições encarregadas de protegê-la.</p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil tem testemunhado uma preocupante inversão de prioridades que desafia o próprio Estado de Direito. Enquanto organizações criminosas se fortalecem, ampliam territórios e impõem normas paralelas, parte das políticas públicas insiste em acenos conciliatórios que, embora válidos em determinados contextos, revelam-se insuficientes diante de facções estruturadas como verdadeiros exércitos do crime. A grande operação de outubro de 2025 no Rio de Janeiro — a mais letal da década — expôs essa encruzilhada: de um lado, um Estado que reage com força para retomar o controle; de outro, setores que enxergam na ação uma afronta, preferindo questionar a firmeza estatal em vez de enfrentar o inimigo real que sequestra vidas, comunidades e liberdades.</p>
<p>A ausência de uma estratégia clara e vigorosa por parte do governo federal agravou a percepção de que há hesitação no combate ao crime organizado. A ênfase de parte da esquerda em modelos exclusivamente sociais, acompanhada de críticas constantes às operações policiais, acabou interpretada por muitos brasileiros como permissividade. Não se trata de retórica partidária — trata-se de constatar que um Estado enfraquecido convida ao avanço de poderes paralelos. Quando a aplicação da lei passa a oscilar conforme conveniências políticas ou pressões militantes, abre-se a porta para um perigoso método: a exceção travestida de normalidade. É neste ponto que a desordem pública deixa de ser apenas um problema administrativo e se torna uma ameaça ao pacto civilizatório.</p>
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<p><strong>Para a Maçonaria</strong> — Ordem que desde suas origens defende a harmonia, a responsabilidade individual e o respeito incondicional às leis legítimas — este quadro impõe reflexão. A perda da autoridade moral do Estado não é apenas um risco institucional, mas um risco moral. Uma nação não se constrói com relativismos, mas com a firmeza dos princípios. A sociedade brasileira, conservadora em sua essência e profundamente patriótica, não pede violência indiscriminada; pede justiça verdadeira, aplicada com rigor, transparência e coragem. É apenas assim que se protege o cidadão honesto, que se restaura a confiança e que se evita a substituição da lei pela vontade arbitrária dos poderosos — sejam eles criminosos ou governantes.</p>
<p>O Brasil vive um ponto decisivo: ou reafirmamos o compromisso com um Estado de Direito forte, equânime e orgânico, ou continuaremos oscilando entre a hesitação e o espetáculo, enquanto o crime organizado avança nas brechas da omissão. A pergunta que fica aos líderes públicos, às instituições e à cidadania — e que ecoa também nos templos maçônicos — é simples e urgente: queremos um país governado pela lei, ou um país governado pela exceção? A resposta definirá não apenas o presente, mas o futuro moral de toda a Nação.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280.png"><img decoding="async" class=" wp-image-95186 aligncenter" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280-300x274.png" alt="" width="103" height="94" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280-300x274.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280-1024x935.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280-768x701.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/brother-2022486_1280.png 1280w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" /></a></p>

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<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A inteligência da reunião maçônica</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-inteligencia-da-reuniao-maconica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jader Abrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2024 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[egrégora]]></category>
		<category><![CDATA[justo]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jader Frederico Abrão (*) &#160; Outro dia, conversando com um grupo de Irmãos da “Ordem”, deparei com algumas críticas em ataque ao desenvolvimento programático das reuniões ritualísticas desenvolvidas sob o REAA. Disse um deles: “Enquanto não encerrada uma reunião, todos os assuntos devem ser discutidos e deliberados, pois assuntos podem surgir inesperadamente a &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Jader Frederico Abrão (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span>utro dia, conversando com um grupo de Irmãos da “Ordem”, deparei com algumas críticas em ataque ao desenvolvimento programático das reuniões ritualísticas desenvolvidas sob o REAA. Disse um deles: “Enquanto não encerrada uma reunião, todos os assuntos devem ser discutidos e deliberados, pois assuntos podem surgir inesperadamente a cada momento, e como maçons, devemos resolver os problemas e não os postergar”. Outro Irmão assim protestou: “As reuniões devem caminhar com maior objetividade, pois no salão social nos aguardam os familiares”.</p>
<p>De estalo, percebi que tais protestos ferem de morte os principais objetivos da Ordem maçônica, sempre realizados durante o desenvolvimento inteligente das nossas reuniões ritualísticas, sendo estas as únicas responsáveis por cumprir diversas funções institucionais, incluindo o aperfeiçoamento do maçom — o mais importante objetivo da Ordem maçônica.</p>
<p>Lembrei que há quase 25 anos, ingressei nas fileiras da Loja Vale do Pirapitinga — 3094, do Oriente de Cumari-Goiás, com a promessa única de passar por uma iniciação. À parte das orientações e das informações previamente recebidas dos membros daquela importante Oficina, dentre eles o meu pai, busquei entender melhor o significado da palavra Iniciação e entendi que significava o ato de começar, ingressar em algo ou em circunstância, e, também, significava o ato de ser elevado de uma condição para outra, de um nível para outro nível superior. Então, após iniciado, fez total sentido o compromisso em polir a própria pedra bruta conforme os ensinamentos ritualísticos simbólicos e espirituais, encontrados nas dinâmicas das reuniões maçônicas, ordinárias ou extraordinárias, que sempre oportunizam a cada maçom um caminho mais rápido para a construção do Templo individual, justo e perfeito, orientado sob constante ligação ao Grande Arquiteto do Universo.</p>
<p>Na obra literária intitulada “Grau do Aprendiz e seus Mistérios”, de autoria de Jorge Adoum, Editora Pensamento, pag. 13/14, temos que <em><i>“O grande objetivo da Maçonaria é o despertar do poder latente que se acha em cada ser, e converter o homem em Deus, consciente de sua divindade sem limitações e dúvidas. O Maçom tem que trabalhar inteligentemente para o bem dos demais. Seu esforço tem que ser dedicado ao progresso universal. Deve ajudar o Grande Arquiteto do Universo em sua Obra. O Maçom deve construir e aprender por suas próprias experiências, sem apoiar-se nos demais; ele tem que dar sempre sem esperar recompensa. O Aprendiz tem o Mestre externo por guia na Senda até encontrar seu próprio Mestre Interno e ver sua própria luz em seu mundo interior. Conhecer a Verdade e praticar a Verdade é o caminho do Maçom e de todos os homens.”</i></em></p>
<p>Com o passar dos anos, ficou claro que o objetivo principal da maçonaria não está nas deliberações da Ordem do Dia, nem mesmo nos jantares ou confraternizações, mas sim no magistério, servindo de escola da virtude e da perfeição. Por esta máxima comecei a perceber o grandioso zelo e a iluminada sabedoria existentes em tudo que envolve as atividades oferecidas pela maçonaria ao iniciado, pois nada é ao acaso ou impensado. Inteligentemente, o magistério tem destaque na programação cronológica das reuniões maçônicas e, sobre estas, passaremos à reflexão.</p>
<p>Nós, maçons, devemos dedicar com zelo e amor, na condução de nossas rotinas diárias, amenizando as ansiedades, prevenindo os embates, iluminando os caminhos com parcimônia e calmaria, o que não é simples de alcançar, sobretudo no mundo moderno. Podemos até dizer que as ansiedades morais e as atribulações emocionais não são patrimônio exclusivo do homem contemporâneo, já que a composição predial atual de uma Loja Maçônica segue a mesma arquitetura adotada há muito tempo, inclusive com a presença do Átrio e de suas mesmas atribuições de purificar os pensamentos e as energias. As vicissitudes da vida, portanto, caminham ao nosso lado até a Sala dos Passos Perdidos, onde se colocam ardentes e desejosas em transpor o Átrio. Avaliando este contexto, percebemos que a Ordem maçônica desenvolveu o Átrio como mecanismo de auxílio à melhor preparação do bem-estar psicológico do maçom.</p>
<p>A dinâmica das reuniões maçônicas foi estabelecida por nossos antepassados, que iluminados estabeleceram foco, em <em><i>prima facie</i></em>, na estabilidade moral, espiritual e emocional do ser humano, inserindo o Átrio como espaço precedente ao Templo, onde ocupamos sob condição de relaxamento mental, de introspecção profunda e de total silêncio, proporcionando um ingresso ao ambiente sagrado, livre de pensamentos mundanos e de ansiedades parasitárias das nossas boas energias, oferecendo ao autoaperfeiçoamento uma mente translúcida e um coração sensível ao bem.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-24.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-83966 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-24-200x300.png" alt="" width="228" height="342" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-24-200x300.png 200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-24.png 400w" sizes="auto, (max-width: 228px) 100vw, 228px" /></a>Já no interior do Templo, abrindo ritualisticamente os trabalhos através da entrega espiritual de crença no Grande Arquiteto do Universo, todas as atenções imediatamente se voltam para o exercício mental de transcendência de uma condição existencial profana e material para maçônica e espiritual, em ligação plena à Luz da Virtude Suprema, nos possibilitando alcançar o Sagrado, de modo a construir uma egrégora no Templo sob as energias do verdadeiro amor, estabelecendo em corolário e de fato, a “abertura de uma Loja no Céu”. Neste momento buscamos o Livro da Lei como referência, que a tudo iluminará até o encerramento dos trabalhos. Somente assim conseguimos iniciar uma reunião maçônica, caso contrário, teremos somente uma reunião de profanos ocupando um Templo maçônico.</p>
<p>Seguindo, após este momento de transcendência em ligação plena ao Grande Arquiteto do Universo, nos dedicaremos a resolver os registros de notas relativos à última reunião, tendo como função a revisão e a chancela do próprio registro realizado em ata; também, a recordação dos assuntos recentemente tratados e a sua ciência por aqueles Irmãos, por acaso, faltosos; e, por último, a representação no subconsciente de todos, de um ato formal que passa a estabelecer o foco no presente, por estarem resolvidos os assuntos do passado.</p>
<p>Os trabalhos tomam força e vigor com o início de uma fase administrativa que busca conhecer os assuntos que deverão ser colocados sob a apreciação e a deliberação dos presentes, ocorrendo através da verificação de correspondências de expedientes administrativos, recebidas e enviadas, inclusive, daquelas recolhidas durante os trabalhos pelo Mestre de Cerimônia, com o fito de amealhar propostas e informações. Após, finalizando a fase de levantamento de assuntos a serem tratados, dá-se início às manifestações e deliberações, que ocorrem através da Ordem do Dia, salvo prévio Escrutínio, se porventura, houver sindicâncias pendentes de deliberação.</p>
<p>A Ordem do Dia é também um importantíssimo momento em que somos experimentados como ferramentas a operar na Obra do Divino e sob a Sua vontade. As nossas manifestações e deliberações, devem ser guiadas por influência do Grande Arquiteto do Universo. De regra, todos os presentes apreciarão os assuntos pendentes de deliberação, tendo direito de expressar e votar, sendo em muitas oportunidades tratados temas urgentes, sensíveis e importantes, às vezes exigindo uma abordagem pragmática, o que poderá até gerar efeito sísmico na linha de espiritualidade comum e necessária à reunião maçônica. Portanto, esta fase que se inicia com o levantamento dos assuntos pendentes é finalizada mediante suas apreciações e deliberações, que de forma inteligente e proposital, foi incluída no início dos trabalhos, devendo ocupar a reunião maçônica apenas neste momento.</p>
<p>Com o encerramento da Ordem do Dia, os trabalhos se voltam à última fase da reunião e a partir desse momento a dinâmica dos trabalhos passa a desenvolver atos e comportamentos que a todo momento estimulam o aperfeiçoamento individual e a fraternidade entre os Irmãos, sendo em muitos ritos o momento apropriado para receber os visitantes e as Autoridades Maçônicas.</p>
<p>Dá-se, então, continuidade à reunião após o ingresso de visitantes — se for o caso —, passando ao novo momento que será abrilhantado pelo estudo. O Tempo de Estudos, que de regra é realizado dentro do período de ¼ de hora, autoriza a reflexão sobre qualquer tema, desde que não fira a individualidade dos pensamentos e das ideias, fazendo-nos imergir em conhecimentos diversos que deveras agigantam a nossa bagagem cultural, social, científica, moral, emocional, espiritual, ritualística. Desta forma, a reunião dá o primeiro passo rumo ao seu encerramento, trabalhando a garantia da plena estabilidade e conforto, moral e espiritual, dos presentes, proporcionando crescimento e fraternidade.</p>
<p>Tomados pela maravilhosa energia dessa nova fase, a seguir nos é oportunizado o momento de doação através do Tronco de Solidariedade, de Benevolência ou de qualquer outra denominação correlata adotada por cada instituição maçônica, através do qual, mais importante que a doação, é submeter frequentemente e didaticamente o maçom à experiência existencial do ato de doar, de desapego, de beneficência. É um momento no qual além do magnífico resultado próprio da “doação”, conseguiremos também — na reunião que se desenvolve — experimentar o resultado espiritual de “viver em doação,” podendo ser mais gratificante ao doador que ao socorrido. Portanto, temos que perceber que a dinâmica da Sessão Maçônica, não foi idealizada somente para deliberação, mas principalmente para o aperfeiçoamento do ser humano.</p>
<p>Satisfeito o momento do Tronco é chegada a oportunidade de apresentarmos palavras ao engrandecimento e a bem da Ordem Maçônica e ao engrandecimento e a bem de todos os Irmãos. Aquele de nós que pede permissão para falar e levantando profere palavras ásperas, ofensivas, deletérias, dentre outras possíveis negatividades, é um obreiro que apesar de iniciado demonstra dificuldade em ver a Luz. Podendo ser um Irmão que não se dedicou a transcender da matéria em ligação plena ao Grande Arquiteto do Universo, por isso, não conseguindo amar e respeitar a Ordem Maçônica, bem como, os seus Irmãos. Podendo ser talvez, ainda, um IGNORANTE que não foi instruído, que não estudou, que não estuda e que talvez nunca estudará, e, por isso, amealhando conhecimentos superficiais, desconhece totalmente o que este meio espera e pode proporcionar ao mesmo, não compreendendo a nobreza e a espiritualidade latente no ambiente em que está inserido e na reunião ritualística que exige uma compostura nobre, discreta e elevada.</p>
<p>O momento de expressarmos a bem da Ordem em Geral e do quadro em particular, é um momento de dizermos palavras iluminadas, para tudo e para todos, é o momento de engrandecermos o ambiente através da elevação energética alavancada por iluminadas manifestações, inclusive, engrandecendo nós mesmos pelo poder do amor que praticamos através do amor falado que deve saltar dos nossos corações em direção ao mundo. Por esta capacidade de sermos amor pelas palavras, acabamos por efetivamente praticar o amor, assim, abraçando todos e sendo abraçados por todos, envolvidos pelo poder da virtude emanada pelo Grande Arquiteto do Universo. Desta maneira, a palavra sempre será AO BEM DA ORDEM EM GERAL E AO BEM DO QUADRO EM PARTICULAR.</p>
<p>Neste momento a ritualística nos faz seres iluminados, quando nos oportuniza experimentar a explicitude do amor ao próximo através das manifestações dos nossos reconhecimentos, das nossas gratidões e das nossas intenções, e o resultado disto em nós, não tem preço.</p>
<p>Não esqueço dos discursos de outrora, numa época em que encharcados de amor, de espiritualidade e de força, homens cultos e homens simples, iniciados, faziam ressoar com todas as forças dos pulmões e dos corações, verdadeiras arpas sagradas aos corações sensíveis ao bem. Temos que devolver à Maçonaria mundial, aos Obreiros e a nós mesmos, a consciência de que uma Sessão Maçônica é palco para líderes benfazejos, que espiritualizados e energizados, declaram e trabalham na Terra sob uma Loja “aberta no céu”.</p>
<p>Por fim, após as conclusões por quem de direito, ocorre a finalização de uma homilia na qual tudo é consagrado ao Grande Arquiteto do Universo, realizando sob o olhar atendo do Pavilhão Nacional, com extremo respeito, o fechamento do Livro da Lei que representa uma grande Luz para todos nós iniciados. Após, declarando encerrados os trabalhos, a saída do ambiente interno do Templo ocorre de maneira respeitosa e orientada, tendo os corações repletos de amor e de paz.</p>
<p>A reunião ritualística é muito mais que apenas um momento para deliberação de assuntos pendentes, sobretudo, é a única oportunidade ofertada pela instituição para compartilharmos o alimento salutar e sagrado que enobrece a alma e possibilita o autoaperfeiçoamento, e por isto, todos devemos mergulhar nos estudos da ritualística que nos conduz com firmeza ao sucesso das nossas aspirações maçônicas, para tanto, é imprescindível que defendamos com todas as nossas forças a realização de nossas reuniões através da serenidade, do compromisso e da entrega à ritualística.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As lágrimas de Eufrosina</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/as-lagrimas-de-eufrosina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Aug 2024 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Tácio Brito (*) &#160; Nas minhas últimas semanas, minha vida tem orbitado um universo de trabalho e correria. São muitas as cobranças, as responsabilidades que tenho carregado em meus ombros. Em outras épocas, certamente eu estaria uma pilha de nervos e estaria acusando as estrelas, céus e mares por criarem algum estratagema para &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Tácio Brito (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>as minhas últimas semanas, minha vida tem orbitado um universo de trabalho e correria. São muitas as cobranças, as responsabilidades que tenho carregado em meus ombros. Em outras épocas, certamente eu estaria uma pilha de nervos e estaria acusando as estrelas, céus e mares por criarem algum estratagema para me fazer sofrer, me condicionar a uma existência sem sentido. Mas no meu hoje, diante da perspectiva que tenho adotado e da sorte que tive ao ter alcançado meandros novos para velejar na vida, tenho encontrado prazer no que faço, alegria e, também, pessoas com quem gosto de estar.</p>
<p>A perspectiva que adotei nos últimos tempos — a de buscar sabedoria ao invés de títulos e posições, de buscar prazer no momento em que vivo o tiquetaquear do relógio, ao invés de viver em função dos ganhos ou das promessas de doces auroras — revelou-se numa completa mudança de compreensão do valor da vida e da existência, de suas dores, seus horrores, amores e sorrisos.</p>
<p>Vivemos nossas vidas buscando o direito de ser feliz, o direito de poder viver. Quantas vezes nos deparamos com esta frase “agora vou viver minha vida” ditas por pessoas com idades bem avançadas? Essas pessoas movidas pela noção que reina em nossa sociedade de que a felicidade é um <em>archievement* </em>social só alcançável por um grupo seleto de pessoas quase intocáveis, protegidas por suas muralhas de carros, casas, roupas caras e apetrechos, ou ainda por aqueles que dão à educação o seu protagonismo, mas a desvirtuam pela mesma visão de mundo, valorizando os doutorados, currículos desmanchados em calhamaços de folhas, acima do bem, do mal e do próprio valor do conhecimento e da educação. Essas duas aristocracias (monetária e doutoral) apresentam-se diante de nós como quase deuses e, portanto, merecedores de viver e ser felizes, sendo exemplos a serem emulados sem questionamentos, afinal, <span class="sigijh_hlt">“por que eu não deveria seguir os passos do bilionário/PhD para ser feliz como eles?”</span></p>
<p>Todavia, meu caro leitor, com igual regularidade que os vemos, descobrimos pelos noticiários ou em suas salas de aula o que se esconde debaixo de suas máscaras divinas: a dor, o cansaço, a amargura, a ansiedade, a agonia e a depressão. Diante desses fatos, nós, bitolados pela meritocracia dos ímpios, dizemos que é fraqueza, dizemos que é frescura de <em>riquinho/doutorzinho</em> e simplesmente, após um julgamento inquisitório para defender a perspectiva perversa, continuamos a seguir os tantos outros deuses que surgem nas páginas dos livros.</p>
<p>Ignoramos completamente o fato de que eles são tão vítimas quanto nós. De que eles, apesar de terem chegado no patamar tão sonhado, descobriram que gastaram anos de vida, abriram mão de sua capacidade de sentir o sabor da vida em prol de um status quo que, quando sentido por algum tempo, não lhes dera nada além da dura e fria realidade de que, tendo aberto mão de viver, apenas esgotaram anos de suas vidas ao abismo sem sentido.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Não viveram porque queriam merecer viver e, quando mereceram, descobriram que nunca viveram de fato.</span></p>
<p>Eu já fui uma dessas pessoas, por muito tempo eu sacrifiquei saúde, tempo e felicidade preso atrás de uma mesa, incógnito e maltratado. Naqueles tempos, eu acreditava que eu não me dedicava o suficiente, que eu não era bom o bastante, que era tudo culpa minha e que minha desgraça era merecida, mesmo dormindo apenas 3h por dia ligado a 15 xícaras de café diárias, trabalhando, estudando e fazendo bicos. Tudo isso para comprar a felicidade. No trabalho eu buscava a aceitação, o reconhecimento, a valorização, promessas que não eram cumpridas. E eu me punia internamente por isso. Na faculdade, acumulava informações, lia freneticamente quase como um gado obediente, sem questionar os deuses doutores diante de mim, sem observar o macro assim como eu olhava o microcosmo. Não muito tarde parei em um hospital com crise de estresse. Não recomendo.</p>
<p>Hoje, depois de muitas páginas passadas nos capítulos desde aquele tempo, olho pra aquele jovem e percebo a tamanha infelicidade e horror que eu me condicionava a viver ainda tão jovem, a perversidade do que eu me causava por conta da visão de mundo que me vendiam. Vejo a imensa transformação de propósito que me permiti ter, a expansão de observação sobre a existência, a descoberta da felicidade, de fato.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Minha avó me disse certa vez que quando jovem era extremamente feliz, mesmo passando muitas necessidades. Ela passou por muita coisa, várias perdas, algumas que poderiam ter sido evitadas se fosse hoje, pelos confortos da modernidade, mas mesmo assim, ela me disse que era feliz no sítio sem luz, nem água encanada, sem tv, sem internet, onde a vida era a luta para sobreviver cada dia. Pobre, analfabeta, sem os grossos livros da intelectualidade doutoral, ela alcançara a busca primordial da humanidade. Ela era feliz. Feliz.</p>

			</div></div>
<figure id="attachment_80145" aria-describedby="caption-attachment-80145" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-80145" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-300x232.jpg" alt="" width="580" height="449" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1-300x232.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem1.jpg 425w" sizes="auto, (max-width: 580px) 100vw, 580px" /></a><figcaption id="caption-attachment-80145" class="wp-caption-text">Stephen Strange, homem que tinha poder, riqueza e intelecto é revelado à verdadeira sabedoria – Cena do filme Doutor Estranho</figcaption></figure>
<p>Tal qual Stephen Strange, fui empurrado para o espaço repleto de galáxias que eu nunca tinha enxergado, isso me despertou a noção de que felicidade é, essencialmente, uma perspectiva. Um resultado analítico do produto de todas as pequenas alegrias que temos na vida. Se alegria é a causa, a felicidade é a compreensão da causa. Você pode me dizer que felicidade é igualmente a uma ilusão e que ela era feliz justamente por não saber e que quanto mais se acumula conhecimento, mais a tristeza avassala. E de fato concordo, se seu propósito for apenas acumular informações e se afogar cada vez mais nisso, certamente sim. <span class="sigijh_hlt">O conhecimento é poder, mas a sabedoria é a autoridade sobre ele.</span> Se você considera que aprender e se esclarecer é ser cada vez mais infeliz, então que busca paradoxal é essa a sua? Quero ter felicidade, mas o caminho que trilho me levará a mais tristeza. Qual o sentido disso, então?</p>
<p><span class="sigijh_hlt">O Et Bilu está categoricamente correto ao dizer “Busque sabedoria”.</span></p>
<p><span class="sigijh_hlt">A sabedoria é refletir sobre cada coisa, “buscar a essência da anima humana”, como dizia Aristóteles.</span> Conhecer o valor, na sua e na perspectiva contrária, é escolher o que lhe vale na vida. E então, a partir da sabedoria você pode optar por ser feliz diante da observação do todo. O intelecto avantajado, o dinheiro, a fama e a riqueza nunca terão valor por si, e fundamentando-se neles você só se encontrará mais e mais fundo no abismo da dor.</p>
<p>Na minha busca, eu tenho percebido o que é justo e devido. Eu estou vivo, minha existência é prova cabal do triunfo da vida num universo feito de caos. Meu corpo tem a capacidade de criar e destruir, de sentir emoções e por sua natureza, sentir alegria. Neste corpo minha mente se coloca em mil perspectivas, olha por ângulos diversos, fundamenta e reformula as minhas crenças. As substâncias que me formam, em seus picos frenéticos, me permitem ser impactado pela arte, expressar-me através dela e viver mil vidas além da minha. Minha busca tem permitido me livrar das amarras, me permitido viver por escolha consciente e tenho sentido uma profunda mudança a partir disso.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">“Não desampares a sabedoria, e ela te guardará; ama-a, e ela te protegerá.” &#8211; Salomão</span></p>
<p>Esta semana, deitado, pronto para dormir, eu refleti sobre meu caminho até aqui. Passei por todas as dificuldades, as dores mais profundas, os medos mais aterrorizantes, os amores, as paixões, as gargalhadas, os amigos que tive e tenho, as coisas das quais não me orgulho e minhas conquistas mais cintilantes. Nesta noite as lágrimas caíram, transbordando sentimentos poderosos, alegria de estar vivo, contemplando a beleza de existir, as inúmeras possibilidades, a transformação do caos em ordem e da ordem em caos. Eu espero, do fundo do meu coração que um dia você tenha uma noite dessa. Momento em que eu contemplei o poder da busca por sapiência acima das coisas materiais e, pela primeira vez, na minha vida ainda tão jovem, senti escorrerem as Lágrimas de Eufrosina.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Ordem nasce no Caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jul 2024 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[caos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Hoje em uma conversa com uma amiga, eu a disse que “A ordem sempre nasce do caos”. Expliquei para ela que esse conceito, normalmente encontrado em correntes esotéricas, fala sobre como o caos é um estado primitivo das coisas e sobre como a ordem é um desdobramento de sua existência. Eu &#8230;</p>
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<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="9c46" class="pw-post-body-paragraph mk ml gt mm b mn mo mp mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh gm bj" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">H</span>oje em uma conversa com uma amiga, eu a disse que “A ordem sempre nasce do caos”. Expliquei para ela que esse conceito, normalmente encontrado em correntes esotéricas, fala sobre como o caos é um estado primitivo das coisas e sobre como a ordem é um desdobramento de sua existência.</p>
<p id="f7d6" class="pw-post-body-paragraph mk ml gt mm b mn mo mp mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh gm bj" data-selectable-paragraph="">Eu acabei refletindo sobre isso. Observando como as coisas na nossa própria vida se reorganizam após um período de crise e incerteza. Nesses momentos nos encontramos perdidos, ficamos órfãos da nossa necessidade de estar em equilíbrio em um sistema ordenado. Uma necessidade inconsciente de estabilidade, segurança.</p>
<p id="8e79" class="pw-post-body-paragraph mk ml gt mm b mn mo mp mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh gm bj" data-selectable-paragraph="">Entretanto, após diversas situações e muita reflexão, eu acabei me dando conta que não fazia sentido lutar contra a existência de uma força primordial e reconhecer que ela não é má. Apenas é. Tal qual a própria ordem, que não necessariamente é boa. Ela faz parte da minha existência, é parte importante no meu processo de crescimento enquanto ser humano. Pra ser sincero, a ordem nunca foi o paragono sobre o qual construí minha evolução. Foram justamente as crises que me deixaram mais forte.</p>
<p data-selectable-paragraph=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://i.giphy.com/media/v1.Y2lkPTc5MGI3NjExMmd2cW9ocjVhMDAyanVyYmx1bTJjcTZzY3Fmd2ZleWEzcDcxMXpmdyZlcD12MV9pbnRlcm5hbF9naWZfYnlfaWQmY3Q9Zw/4TbivGhf5P7xpufbHW/giphy.gif" width="1016" height="1016" /></p>
<p data-selectable-paragraph="">Há um conceito em teoria de sistemas que fala que “todo sistema tende a desordem e ao caos”. Ele explica que um sistema, para que seja capaz de resistir a esses pontos de crise, precisa essencialmente ser capaz de readaptar, romper com a estrutura ordenada anterior, ser capaz de explorar novas formas de analisar e atuar nas crises. Ainda que seja uma teoria de sistemas, algo abstrato em termos gerais, o quanto isso nos diz sobre viver?</p>
<p data-selectable-paragraph="">Ironicamente pessoas ligadas demais a uma necessidade de ordem tendem a sofrer muito mais em situações de entropia. Tão presas ao status quo de suas vidas, sofrem para se adaptarem e permitirem que as mudanças venham. E não há nada que elas possam fazer, pois as mudanças vêm, se instalam, se alastram em todos os campos da nossa vida. Pois viver é mudar.</p>
<p data-selectable-paragraph="">Diante do pressuposto, aceitar o caos é justamente aceitar mudanças. É preparar-se para passar por provações doloridas, cimentar uma estabilidade sobre um oceano incontrolável. Afinal, a única coisa que podemos fazer diante dele é abraça-lo e ser, por algum tempo, caos também.</p>
<p data-selectable-paragraph="">Permitir-se aprender para compreender também é parte importante do processo. Quando se compreende, você torna-se capaz de começar a realizar ajustes ali e aqui para que a sua ordem, nova e diferente nasça.</p>
<blockquote>
<p data-selectable-paragraph="">Não se pode ser um ferreiro se você teme o calor do fogo.</p>
</blockquote>
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		<title>São João, padroeiro da Maçonaria, e seus ensinamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 11:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[bons costumes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Antônio Carlos Garcia (*) &#160; O mês de junho, que hoje chega ao seu final, é dedicado a Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo, santos bastante populares em todo o Brasil. Na comunidade maçônica, São João é o padroeiro. Sob as bênçãos dele e do Grande Arquiteto do Universo rogamos, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos%2F&amp;linkname=S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%2C%20padroeiro%20da%20Ma%C3%A7onaria%2C%20e%20seus%20ensinamentos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos%2F&amp;linkname=S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%2C%20padroeiro%20da%20Ma%C3%A7onaria%2C%20e%20seus%20ensinamentos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos%2F&amp;linkname=S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%2C%20padroeiro%20da%20Ma%C3%A7onaria%2C%20e%20seus%20ensinamentos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos%2F&amp;linkname=S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%2C%20padroeiro%20da%20Ma%C3%A7onaria%2C%20e%20seus%20ensinamentos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos%2F&#038;title=S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%2C%20padroeiro%20da%20Ma%C3%A7onaria%2C%20e%20seus%20ensinamentos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/sao-joao-padroeiro-da-maconaria-e-seus-ensinamentos/" data-a2a-title="São João, padroeiro da Maçonaria, e seus ensinamentos"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Antônio Carlos Garcia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> mês de junho, que hoje chega ao seu final, é dedicado a Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo, santos bastante populares em todo o Brasil. Na comunidade maçônica, São João é o padroeiro. Sob as bênçãos dele e do Grande Arquiteto do Universo rogamos, em todas as sessões, que tenhamos uma egrégora maravilhosa e que saiamos dali melhores do que entramos. E mais ainda: que nos dê sabedoria, paciência e resiliência para cumprirmos os 25 landmarks que norteiam nossa caminhada e que saibamos, como padrinhos, escolhermos um homem para ingressar nos segredos maçônicos e que tenhamos orgulho do nosso afilhado.</p>
<figure id="attachment_78759" aria-describedby="caption-attachment-78759" style="width: 294px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/monumento-maconaria.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-78759 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/monumento-maconaria-294x300.png" alt="" width="294" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/monumento-maconaria-294x300.png 294w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/monumento-maconaria.png 331w" sizes="auto, (max-width: 294px) 100vw, 294px" /></a><figcaption id="caption-attachment-78759" class="wp-caption-text">Monumento da Maçonaria, na Atalaia, em Aracaju</figcaption></figure>
<p>Esta não é a primeira vez que venho a este espaço discorrer sobre <a href="https://www.sosergipe.com.br/a-importancia-do-padrinho-na-escolha-do-candidato-que-deseja-ingressar-na-maconaria/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span style="color: #339966;">o convite para que novas pessoas adentrem nos nossos sagrados mistérios</span></strong></a>. Faço isso, porque é deveras importante termos qualidade, ao invés de quantidade. E buscando a sabedoria de “São João, nosso patrono”, que foi o precursor de Jesus e anunciou a vinda e a salvação que o Messias traria para todos,  que devemos nos espelhar nele na hora de apresentarmos alguém para bater a nossa porta.</p>
<p>O exemplo de João Batista deve ser seguido por nós. Quando ele ficou adulto, percebeu que chegara sua hora de  ter uma vida mais introspectiva, de ter aquele momento de morar no interior do seu interior, e foi para o deserto rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem dos seus pecados. Tal qual João, devemos tirar um momento para nos recolhermos, fazermos uma autoavaliação e possamos fazer progressos na Maçonaria. Quando a Maçonaria entra em nós, esse progresso, que tanto almejamos, nos chega.</p>
<p>Essa alegria, o progresso, o reconhecimento são visíveis de várias formas. Mas há uma, em especial, que nos eleva a alma: Quando acertamos no afilhado, cuja conduta é ilibada, honra pai e mãe e, se casado, vive em harmonia com sua mulher e filhos.</p>
<p>Ao exaltarmos a figura de João Batista, vale lembrar que a Maçonaria nunca foi uma organização religiosa, mas sempre esteve e estará aberta a homens de todos os credos e  religiões.  No entanto, na época do Iluminismo a Europa era em grande parte cristã. Muitos dos símbolos da Maçonaria refletem a iconografia cristã, incluindo a conexão com São João.</p>
<p>Aliás, “dois Joãos”. O Batista e o Evangelista, juntos, representam dois lados de uma moeda: o zelo apaixonado do batista e o conhecimento da fé do apóstolo. “Uma loja maçônica dedicada aos dois santos padroeiros da Maçonaria pode ser vista como um espaço para refletir e canalizar nossa paixão. Tomados como uma compilação abstrata de símbolos, eles representam um caminho equilibrado para a iluminação. Ainda mais, seus dias de festa estão intimamente associados ao solstício de verão e inverno – ressaltando a dualidade simbólica das duas figuras”, diz<strong> <em> </em></strong>John L. Cooper, no site California Freemason.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O alquímico simbolismo do tríplice Yin-Yang</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-alquimico-simbolismo-do-triplice-yin-yang/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor Yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2024 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[alquimia]]></category>
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		<category><![CDATA[dualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Victor Yuri (*) &#160; O yin-yang é um símbolo antigo que representa a dualidade fundamental do universo. Na filosofia taoísta, o yin (preto) e o yang (branco) são opostos complementares. O yin simboliza passividade, escuridão e o feminino, enquanto o yang representa atividade, luz e o masculino. Adicionar a cor vermelha a esse símbolo &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> yin-yang é um símbolo antigo que representa a dualidade fundamental do universo. Na filosofia taoísta, o yin (preto) e o yang (branco) são opostos complementares. O yin simboliza passividade, escuridão e o feminino, enquanto o yang representa atividade, luz e o masculino. Adicionar a cor vermelha a esse símbolo tradicional não só traz uma nova dimensão estética, mas também acrescenta um significado esotérico adicional. Este artigo explora essa complexidade extra, examinando a simbologia do vermelho através da alquimia, das tradições herméticas, das ordens iniciáticas ocidentais e dos sistemas de energia orientais.</p>
<figure id="attachment_77855" aria-describedby="caption-attachment-77855" style="width: 202px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-77855" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280-300x298.png" alt="" width="202" height="201" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280-300x298.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280-1024x1018.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280-768x763.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/yin-yang-2024615_1280.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 202px) 100vw, 202px" /></a><figcaption id="caption-attachment-77855" class="wp-caption-text">Símbolo tradicional</figcaption></figure>
<p>No centro da filosofia taoísta, o yin-yang representa a interdependência e a harmonia dos opostos. O equilíbrio dinâmico entre yin e yang sugere que dentro de cada extremo há uma semente de seu oposto, simbolizada pelos pequenos círculos de cor contrária em cada metade. Esse conceito se expande para incluir a noção de caos e ordem, onde cada um contém elementos do outro. Assim, mesmo no caos há uma estrutura latente e na ordem há um potencial de caos.</p>
<p>A inclusão do vermelho no símbolo altera essa dinâmica, adicionando um elemento de transformação. Na alquimia ocidental, o vermelho está associado ao fogo, ao sangue e à energia vital. Esse simbolismo é evidente na fase rubedo, a etapa final do processo alquímico, na qual a matéria atinge a perfeição e a totalidade. A rubedo representa a união final dos opostos em um novo estado de ser, um processo de transmutação no qual o espírito e a matéria se tornam um.</p>
<p>Os princípios herméticos também enriquecem nossa compreensão deste símbolo. Conforme descrito na Tábua de Esmeralda, os processos de transmutação e um equilíbrio entre os opostos são centrais. O vermelho, nesse contexto, pode ser visto como a força catalisadora que une o yin e o yang, promovendo um novo nível de consciência. Essa força transformadora é essencial para a evolução espiritual, transcendendo a simples dualidade e criando uma nova unidade harmoniosa.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-77854 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280-300x269.png" alt="" width="270" height="242" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280-300x269.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280-1024x919.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280-768x689.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/silhouette-1325334_1280.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></a>Em ordens iniciáticas ocidentais, como a Maçonaria e as Rosacrucianas, a simbologia das cores é usada para transmitir profundas verdades espirituais. Na Maçonaria, os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre refletem diferentes estágios de crescimento e aprendizado. Assim como não existe mestre perfeito que não possa aprender com um aprendiz, também não há caos sem um grão de ordem e nem ordem sem um grão de caos. A tríade de cores (preto, branco e vermelho) no símbolo pode ser vista como uma representação desses graus, onde o vermelho simboliza a transformação e a integração dos conhecimentos adquiridos nos estágios anteriores. O preto e o branco representam as fases iniciais de aprendizado e polaridades, enquanto o vermelho sugere a culminação desse processo em um mestre que continua aprendendo e evoluindo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas tradições orientais, como o budismo e o hinduísmo, o vermelho está associado ao chakra raiz, o centro de energia responsável pela conexão com a terra, segurança e vitalidade. Quando integrado ao yin-yang, o vermelho representa a necessidade de ancorar as dualidades espirituais em uma base sólida e terrena, criando um equilíbrio entre o espiritual e o material.</p>
<p>O símbolo triplo do yin-yang, transcende a simples dualidade e nos conduz a uma compreensão mais profunda da natureza da existência e da transformação espiritual. Ele sugere que o verdadeiro equilíbrio espiritual não é apenas a mediação entre opostos, mas inclui uma terceira força que promove evolução e transformação. Esse símbolo é, portanto, um emblema da integração completa do ser humano: a união das energias passivas, ativas e transformadoras em um todo harmonioso.</p>
<p>A filosofia de que sempre há um elemento de ordem no caos e caos na ordem reflete a interdependência entre yin e yang. Esse símbolo nos convida a abraçar todas as facetas da experiência e da existência para alcançar uma totalidade 2 espiritual, oferecendo um poderoso lembrete da complexidade e da beleza do caminho místico para a totalidade e a iluminação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Citações sobre o tempo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/citacoes-sobre-o-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2024 09:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por LuizThadeu Nunes (*) &#160; Dias corridos, excesso de afazeres, espiral de compromissos. Todos apressados, eu no meio. Na semana passada, para compromissos profissionais estive quatro dias em Brasília. Uma sucessão de reuniões, inclusive com ministro de Estado e chefes de autarquias. Fui para um curso de capacitação, e para a Marcha de Secretários de &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">D</span>ias corridos, excesso de afazeres, espiral de compromissos. Todos apressados, eu no meio. Na semana passada, para compromissos profissionais estive quatro dias em Brasília. Uma sucessão de reuniões, inclusive com ministro de Estado e chefes de autarquias. Fui para um curso de capacitação, e para a Marcha de Secretários de Turismo. A Marcha é um encontro anual. Retorno para a Ilha do Amor, com agenda cheia. Reuniões, encontros, simpósios; tudo para ontem. Fecho o dia e já tenho dificuldade em lembrar do que foi tratado nos encontros do dia anterior. Tenho respeito e admiração por quem guarda na memória: nomes, datas, locais e pautas. Desconfio que minha memória está gasta.</p>
<p>Para quem, como eu, que sempre se gabou de ter tempo para tudo, a coisa mudou.</p>
<p>Bastava me programar, que tinha tempo para o que gostava. Grande engano.</p>
<p>Tudo corrido, parece que o tempo acelerou, quando na verdade quem acelerou fui eu. O tempo é o mesmo. O tempo é imutável.</p>
<p>“Viver é algo tão espantoso que sobra pouco tempo para qualquer outra coisa”, escreveu Emily Dickinson.</p>
<p>Ouvi de um amigo sábio: “Você pode ter todo o dinheiro do mundo, mas nunca vai conseguir comprar o tempo. Cada instante vale muito”. Verdade!</p>
<p>Por causa dos compromissos assumidos pelo trabalho, adio o que me dá prazer. Não tenho lido os livros que se avolumam na estante. Não abro a garrafa de vinho que recebo, via Correios, com a assinatura, e que me garante meia dúzia de garrafas/mês.</p>
<p>Não visitei mais amigos queridos e familiares próximos. Semana corrida, chega o final de semana, o corpo pede para ficar em casa, de preferência de bobeira. Roupa gasta, pé no chão, uma rede por perto. Única coisa que não abro mão é de ouvir música, através da Alexa, que está rouca, e segue obediente tocando o que lhe ordeno.</p>
<p>Com as redes sociais ditando nosso dia, vejo mensagem chegando como disparo de metralhadora AK-47.</p>
<p>Não se tem mais sossego. A cada segundo chegam “demandas”, jargão dos novos tempos. Com o smartphone em mãos, fiquei refém de urgências, dos outros.</p>
<p>O tempo ensina que é preciso seguir, amadurecer e se fortalecer. É prudente usar o tempo com sabedoria. Valorizar os momentos, dos mais simples aos mais especiais, em busca de um propósito em tudo o que faz. O tempo não volta! O tempo mostra que as escolhas de hoje agem no futuro e podem mudar toda uma vida. Não despreze o tempo, não deixe para depois. O hoje é tudo o que você tem.</p>
<p>O tempo e a maré não esperam por ninguém. “Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo”, ensinou José Saramago.</p>
<p>O tempo não para nem volta atrás justamente para que sempre sigamos em frente!</p>
<p>“O tempo é um rato roedor das coisas, que as diminui ou altera no sentido de lhes dar outro aspecto”, cito Machado de Assis.</p>
<p>“Não procures esconder nada; o tempo vê, escuta e revela tudo”,  na antiguidade disse Sófocles.</p>
<p>“Chegou um tempo que a vida é uma ordem”, Carlos Drummond de Andrade.</p>
<p>“O Tempo só anda de ida. A gente nasce, cresce, envelhece e morre. É só amarrar o Tempo no Poste”, fico com a singeleza do poeta Manoel de Barros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O  nascimento da urbe sergipana por Magno Francisco</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-nascimento-da-urbe-sergipana-por-magno-francisco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 18:15:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) Mesmo estando radicado desde 2016 na cidade de Natal, atuando como docente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o historiador sergipano Magno Francisco de Jesus Santos, em seu fazer historiográfico, recorrentemente, revisita a seara da História de Sergipe e nos brinda com importantes, bem escritos, originais e &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">M</span>esmo estando radicado desde 2016 na cidade de Natal, atuando como docente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o historiador sergipano Magno Francisco de Jesus Santos, em seu fazer historiográfico, recorrentemente, revisita a seara da História de Sergipe e nos brinda com importantes, bem escritos, originais e fundamentos estudos.</p>
<p>“Limites e redes urbanas em Sergipe oitocentista (1802-1855)”, de sua autoria, é um dos 19 capítulos que compõem o livro “Urbanizações brasileiras (1800-1850)”, organizado por Fania Fridman e Carlos H. C. Ferreira, publicado pela editora Letra Capital (RJ), em 2023. A obra é um desdobramento de um projeto, intitulado “Urbanizações brasileiras no século XIX”, iniciado com 12 docentes e pesquisadores e chegando ao seu final com cerca de 30 deles. Todos eles imbuídos da missão de recuperar e entender a formação e desenvolvimento do quadro urbano das províncias brasileiras, tendo como fonte principal o “Dicionário Geográfico, Histórico e Descritivo do Império do Brasil” (1845), de J.C.R. Milliet de Saint-Adolphe.</p>
<p>Em “Urbanizações brasileiras (1800-1850)”, além de Sergipe, são objeto da pesquisa lugares como Grão-Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e a antiga região da Cisplatina, hoje Uruguai. Textos que visaram “(&#8230;) estabelecer as bases da urbanização como um processo inerente à concentração de população, à organização interna e à repartição no território dos centros de atividades econômicas, políticas e culturais” (p. 7).</p>
<p>No caso específico de Sergipe, Magno Francisco, Licenciado e Bacharel em História pela Universidade Federal de Sergipe, com Mestrado em Educação pela mesma instituição, apresenta o que ele chama de escopo do processo de urbanização em Sergipe, tendo como ponto de partida a primeira metade do século XIX, à luz do processo de fragmentação dos municípios e da criação de novas vilas, que a exemplo do que ocorreu no Brasil não foi homogêneo.</p>
<p>Entre as primeiras questões postas pelo Prof. Dr. Magno Francisco, a escassez de estudos referentes ao assunto, em que pesem trabalhos importantes como os de autoria de José Silvério Leite Fontes (1974), Beatriz Góis Dantas (1975), Maria Thétis Nunes (1978), Maria Nele dos Santos (1984) e Ibarê Dantas (2009). Com relação à contribuição de Thétis, ressalta o autor: “(&#8230;) o mais completo quando da vida urbana sergipana no século XIX” (p. 149).</p>
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<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-75030 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1-225x300.webp" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1-225x300.webp 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1.webp 555w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>Tendo como marco temporal o período que vai de 1802 a 1855, Magno Francisco estabelece sua análise a partir de três situações históricas de Sergipe, a saber: dependente da Bahia (1802-1820), capitania independente (1820-1822) e província (1822-1855). Afora o fato de o fazer nas seguintes instâncias e circunscrições: judiciária, administrativa ou civil e eclesiástica. Elementos que colaboraram sobremaneira para definir o tipo de movimento e características que determinaram o nascimento da urbe sergipana, em lugares como (toponímia e nomenclatura de época): São Cristóvão, Itabaiana, Lagarto, Santa Luzia do Rio Real, Santo Amaro das Brotas, Vila Nova do Rio São Francisco, Tomar do Gerú, Propriá, Capela, Campos do Rio Real, Itabaianinha, Nossa Senhora do Socorro, Divina Pastora, Rosário, Espírito Santo, Estância, Laranjeiras, Simão Dias, Itaporanga, Porto da Folha, Vila Nova e Maruim.</p>

			</div></div>
<p>Entre as assertivas apresentadas pelo autor, destaco: a importância da Emancipação Política de Sergipe no reordenamento e maturação do processo de urbanização da Província nascente  e a importância e influência do clero secular e regular, neste último caso, das ordens franciscana, capuchinha e carmelitas. No que diz respeito a Lagarto, meu torrão amado, o trabalho de Magno fundamenta ainda mais a tese de que o lugar nunca fora dependente de outro, tendo feições emancipadas desde o seu nascedouro em 1669, enquanto Freguesia, e em 1679, como paróquia. Sem falar em seus condicionantes históricos de ordem jurídica, administrativa e econômica.</p>
<p>Obrigado, professor Magno Francisco por mais uma pérola historiográfica que não deixa a desejar aos melhores historiadores sergipanos de ontem e do tempo presente. Em tempo, quero dizer que sentimos inveja dos potiguares, que certamente estão lhe tratando bem, não somente a você, mas também `a sua esposa, à professora e historiadora Ane Luíse Silva Mecenas Santos.</p>
<p>Saudações sergipanas!</p>
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