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	<title>Arquivo para omissas - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Reclamos de recém-nascido</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/reclamos-de-recem-nascido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 20:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Valtênio Paes de Oliveira (*) &#160; Muitas pessoas exclamam: “Que linda criança!”. Logo nos tomam nos braços, beijam e afagam, sem pudor e sem qualquer precaução higiênica. Aproveitam para levar bactérias e congêneres ao nosso corpo indefeso. Ai dos pais que rejeitem o gesto afetuoso — tornar-se-iam indelicados com os visitantes.Outras pessoas postam nossas &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Freclamos-de-recem-nascido%2F&amp;linkname=Reclamos%20de%20rec%C3%A9m-nascido" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Freclamos-de-recem-nascido%2F&amp;linkname=Reclamos%20de%20rec%C3%A9m-nascido" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Freclamos-de-recem-nascido%2F&amp;linkname=Reclamos%20de%20rec%C3%A9m-nascido" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Freclamos-de-recem-nascido%2F&amp;linkname=Reclamos%20de%20rec%C3%A9m-nascido" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Freclamos-de-recem-nascido%2F&#038;title=Reclamos%20de%20rec%C3%A9m-nascido" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/reclamos-de-recem-nascido/" data-a2a-title="Reclamos de recém-nascido"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Valtênio Paes de Oliveira (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">M</span>uitas pessoas exclamam: “Que linda criança!”. Logo nos tomam nos braços, beijam e afagam, sem pudor e sem qualquer precaução higiênica. Aproveitam para levar bactérias e congêneres ao nosso corpo indefeso. Ai dos pais que rejeitem o gesto afetuoso — tornar-se-iam indelicados com os visitantes.<br data-start="485" data-end="488" />Outras pessoas postam nossas imagens nas redes sociais, interferem na relação dos genitores, opinam e tomam atitudes em relação ao recém-nascido que contrariam seus valores e propostas educativas.<br data-start="684" data-end="687" />Geralmente, agem assim pelo simples “prazer” de interferir. Esquecem-se de que quem visita deve se adequar aos costumes e necessidades de quem é visitado.</p>
<p>&#8220;Quando chegarmos à idade adulta não se sabe como serão nossas reações jurídicas e emocionais ao tomarmos conhecimento do uso de nossas imagens enquanto indefesos recém-nascidos.&#8221; Crianças não são troféus de campeonatos que os ídolos exibem à distância, aos torcedores. Criança deve ser fruto de uma relação amorosa, e por conseguinte, pertence à unidade familiar, quer seja homem x mulher, homem x homem, mulher x mulher. A ninguém é dado o direito de exibi-la em redes sociais, por se tratar de direito de personalidade.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><strong>Na sociedade atual aparecem com frequência pessoas visitantes com várias características. Eis algumas:</strong></p>
<p><strong>1-fantasiosas:</strong> fazem “festas” com comidas, bebidas e músicas de adultos para homenagear um ser sem discernimento. Comemora-se aniversários mensalmente. Depois que a criança cresce, esquecem a existência. &#8220;Torram elogios graciosos, postam imagens nas redes sociais sem autorização, nos expõem, por proximidades, às radiações de celulares e congêneres. Esquecem que nossos cérebros estão formação, e doenças neurológicas futuras, poderão nos atacar.&#8221; Não se encorajam de ter filhos, nem tão pouco, colaboram com crianças necessitadas. Pior ainda, esquecem de preservar o período puerpério da genitora.</p>
<p><strong>2-indiferentes:</strong> crianças suas ou de outras pessoas não lhes sensibilizam. Algumas rejeitam, preferem até “humanizar” pets. Degeneram o lado humano, encastelam-se em justificativas individualistas por comodidade social ou instinto pessoal. &#8220;Outras justificam pelo &#8216;não tenho tempo&#8217; e nos põem em &#8216;hotelzinho 24 horas&#8217;. Quando ficarmos adultos vão nos cobrar amor e apoio para suas velhices.&#8221; Será possível viver sem conhecer amor e carinho e depois praticá-lo?</p>
<p><strong>3-omissas:</strong> têm o dever social, moral e legal de cuidar da criança, porém abandonam. Fogem, sem justo motivo, da responsabilidade. &#8220;Deixam em instituições de caridade, praticam atos violentos, até nos deixam em lixeiras.&#8221;</p>
<p><strong>4-interferentes</strong>: não deixam a mãe repousar do parto e já aparecem. Não dão sossego nem à mãe nem à criança recém-nascida pois se acham no direito de adentrarem no seio dos costumes familiares e agem como se a criança fosse sua. Trazem objetos, praticam atos que contrariam pais e o humor e saúde da criança. Depois se vão. Tempos depois, voltam e nova saraivada de ações inconvenientes. Têm ciúmes do ciúme protetivo dos pais, mas não querem filhos. São interferentes e inconvenientes.</p>
<p><strong>5-colaborativas: </strong>prestativas, disponibilizam tempo, ensinam, ajudam quando solicitadas, protegem a saúde do recém-nascido, somando-se aos atos educacionais da família. Praticam pedagogia materna e paterna com respeito e desejo de servir. &#8220;São importantes tanto para nós como para as mães, pais ou responsáveis, pela transferência de saber e carinho colaborativos.&#8221;</p>

			</div></div>
<figure id="attachment_73925" aria-describedby="caption-attachment-73925" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-25.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-73925 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-25-300x185.png" alt="" width="300" height="185" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-25-300x185.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Design-sem-nome-25.png 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73925" class="wp-caption-text">&#8220;Somos indefesos&#8221;</figcaption></figure>
<p>A beleza do nascimento é indescritível. &#8220;Fomos gerados sem pedir, vivemos nove meses num mundo que ficou pequeno. Adentremos noutro, só nos comunicamos com choros e resmungos. Tudo é novo: da ignorância à sabedoria, do ódio ao amor. Poucas pessoas nos entendem, somos carentes e dependentes de amor pleno, precisamos de pedagogia da paciência civilizatória. Verdade seja dita, mesmo assim, gesticulamos, choramos, rimos, cagamos e peidamos a hora que queremos, sem pedir licença e em qualquer lugar.  Muitos acham graça da nossa suposta liberdade. Aprender com adultos é complicado, pensam que agimos conforme os valores deles. Cada um traz lição diferente.&#8221;</p>
<p>Somem-se a tudo isso a necessidade de recheios de tempo, paciência, dedicação, aprendizado e amor. &#8220;É uma opção com responsabilidades nos trazer ao mundo.&#8221; Renúncia que muita gente não se propõe, e vez por outra, inferniza o recém-nascido e seus pais ou responsáveis. Profissionais da saúde e magistério que digam. Algo além do ato da procriação, de trazer outro humano para este planeta. &#8220;Somos indefesos que se comunicam através do choro e do resmungo, não podemos ficar aos caprichos de curiosos momentâneos. Precisamos de ambiente sereno, acolhimento e carinhoso para aprender, conviver e evoluir.&#8221;</p>
<p>&#8220;Talvez sejamos o animal de maior dependência alimentar para sobreviver.&#8221; Tem adulto que molha chupeta na cerveja e coloca na boca de criança; em plena pandemia, adulto bebendo, beijou mão de criança. Fala-se que no Brasil já existem mais pets do que crianças por família. Triste para quem está chegando. Não conhecemos suas linguagens, seus sons ou movimentos. &#8220;Conhecemos apenas nossas mães. Por favor parem! Deixem-nos acostumar com este planeta para fazermos nossas escolhas. Ainda teremos muita conversa e convivência com nossos pais. Quem gosta ou ama, cuida, protege e preserva, não conflita!&#8221;</p>
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