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	<title>Arquivo para memória - Só Sergipe</title>
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		<title>Patrimônio histórico: Eduardo Amorim reverencia a Catedral Metropolitana de Aracaju pelos 150 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:48:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ao completar 150 anos, a Catedral Metropolitana de Aracaju se estabelece como um ponto fundamental de religiosidade, memória, patrimônio, cultura e arquitetura. Hoje, a capital sergipana celebra esse templo que surgiu quando Aracaju tinha apenas 20 anos de fundação, e, desde então, acompanha o crescimento da cidade. Para este dia especial, a Arquidiocese Metropolitana &#8230;</p>
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<p>Ao completar 150 anos, a Catedral Metropolitana de Aracaju se estabelece como um ponto fundamental de religiosidade, memória, patrimônio, cultura e arquitetura. Hoje, a capital sergipana celebra esse templo que surgiu quando Aracaju tinha apenas 20 anos de fundação, e, desde então, acompanha o crescimento da cidade. Para este dia especial, a Arquidiocese Metropolitana preparou uma missa em ação de graças que marca a abertura do Ano Jubilar Sesquicentenário.</p>
<p>“Hoje é dia de saudar a nossa Catedral Metropolitana de Aracaju, que começou a ser construída no ano de 1862, mas só foi inaugurada em 22 de dezembro de 1875. São 150 anos de história, resistência e bênçãos para o povo aracajuano, sobretudo para os fiéis da Igreja Católica. Como gosto muito de história, ressalto que este ano a Catedral também completou 40 anos desde que sua arquitetura foi tombada como patrimônio do nosso povo&#8221;, saudou Eduardo Amorim.</p>
<p>O processo de preservação do templo, entretanto, enfrentou desafios significativos ao longo da última década. Após anos de portas fechadas para intervenções estruturais complexas, a reabertura e o início das novas fases de restauro artístico simbolizam não apenas a recuperação física de um edifício, mas o resgate da identidade visual e afetiva do centro histórico da capital sergipana.</p>
<p>A Catedral Metropolitana faz parte do imaginário da população de Aracaju. Sendo uma construção com traços da arquitetura neogótica e eclética, sempre chamou a atenção por conta das suas atividades religiosas e pela sua estrutura imponente, atraindo fiéis e turistas. Ademais, faz dois anos que as celebrações voltaram a ocorrer no próprio templo, que passou cerca de uma década em processo de reforma. Eduardo Amorim, durante seu mandato como senador, destinou cerca de R$ 1,5 milhão em emendas para o restauro da catedral, assumindo seu compromisso com a cultura e o patrimônio histórico.</p>
<p>“Durante meu mandato de senador por Sergipe, fiz questão de destinar emendas parlamentares para a reforma da catedral. Há 10 anos, no mês de junho, reuni-me com o então Arcebispo Metropolitano, Dom José Palmeira Lessa, e anunciei que a bancada de Sergipe iria destinar R$ 1,8 milhão, dos quais sempre tive o compromisso para com esse marco católico, arquitetônico e cultural do Nordeste”, lembrou Eduardo.</p>
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		<title>Dia Nacional do Forró reforça tradição e fortalece políticas culturais em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 09:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Comemorado hoje, 13 de dezembro, o Dia Nacional do Forró celebra muito mais que um ritmo musical: representa a identidade, a memória e a força cultural do Nordeste. Além disso, a data marca o nascimento de Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião, que completaria 113 anos, e cuja obra se mantém viva como &#8230;</p>
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<p>Comemorado hoje, <strong>13 de dezembro, o Dia Nacional do Forró</strong> celebra muito mais que um ritmo musical: representa a identidade, a memória e a força cultural do Nordeste. Além disso, a data marca o <strong>nascimento de Luiz Gonzaga</strong>, o eterno Rei do Baião, que completaria <strong>113 anos</strong>, e cuja obra se mantém viva como símbolo da resistência e da alegria do povo nordestino.</p>
<div id="attachment_182420" class="wp-caption alignright" style="width: 431px;">
<p><img decoding="async" class="wp-image-182420 " src="https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-12.11.49-300x300.jpeg" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-12.11.49-300x300.jpeg 300w, https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-12.11.49-150x150.jpeg 150w, https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-12.11.49-550x550.jpeg 550w, https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-12.11.49.jpeg 640w" alt="" width="431" height="431" aria-describedby="caption-attachment-182420" /></p>
<p id="caption-attachment-182420" class="wp-caption-text">Educador musical, sanfoneiro e compositor Lucas Campelo Foto: Diego Marques</p>
</div>
<p>De acordo com o educador musical, sanfoneiro e compositor, Lucas Campelo, em Sergipe, intitulado por muitos o “País do Forró”, as celebrações ganham dimensão especial e têm se consolidado, nos últimos anos, por meio de diversas ações de fortalecimento da cultura sanfoneira. Terra da emblemática Orquestra Sanfônica de Aracaju, o estado tem inspirado o surgimento de novos grupos, mestres e jovens aprendizes que fazem da sanfona um instrumento de expressão e identidade.</p>
<p>Para o educador musical, o Dia Nacional do Forró possui significado profundo, sobretudo para quem carrega a música como missão. “Para o povo do Nordeste, o dia 13 de dezembro celebra o nascimento de um ser humano que dedicou sua vida à cultura do Brasil por meio da música e da sanfona que usou durante sua trajetória. Fazer parte dessa cultura e do cenário sergipano como sanfoneiro e educador, no Conservatório de Música e no projeto ‘As Sanfoneiras de Sergipe’, uma iniciativa desenvolvida pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM) e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), muito me orgulha. Isso mostra como Sergipe tem construído novos cenários para o forró e suas atmosferas”.</p>
<p>Lucas Campelo também destacou ‘As Sanfoneiras de Sergipe’ como um “projeto que tem desenvolvido e fomentado a presença das mulheres sanfoneiras nesse ambiente ainda tão machista. O fato de ter recebido mais de 360 inscrições de mulheres interessadas em participar reflete a busca de uma sociedade compromissada em manter a tradição do ensino e da aprendizagem dessa cultura. Quando observamos tantas ações e tantas crianças em busca de aprender a tocar e apreciar a música do Nordeste, vemos inúmeras conquistas e lutas de muitos e muitas que levantaram a bandeira do forró e têm construído o país do forró”, pontuou o educador.</p>
<p>Campelo reforça que iniciativas como essa e o fortalecimento de grupos culturais revelam a transformação social proporcionada pelo ensino musical: “Quando vemos tantas crianças querendo aprender sanfona e tantas mulheres conquistando espaços em um ambiente ainda tão machista, percebemos o resultado de lutas e conquistas de quem sempre levantou a bandeira do forró. Sergipe tem ajudado a construir o verdadeiro ‘país do forró’ ”, concluiu o educador musical, sanfoneiro e compositor.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3>O legado do Rei do Baião</h3>
<div id="attachment_182422" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px;">
<p><img decoding="async" class="wp-image-182422 " src="https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/fotompbcomp16-1024x705-1-300x207.jpeg" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/fotompbcomp16-1024x705-1-300x207.jpeg 300w, https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/fotompbcomp16-1024x705-1-768x529.jpeg 768w, https://al.se.leg.br/wp-content/uploads/2025/12/fotompbcomp16-1024x705-1.jpeg 1024w" alt="" width="330" height="228" aria-describedby="caption-attachment-182422" /></p>
<p id="caption-attachment-182422" class="wp-caption-text">Foto: luizluagonzaga.com.br</p>
</div>
<p>Luiz Gonzaga nasceu em 13 de dezembro de 1912, no município de Exu, Pernambuco. Sua música transformou a realidade social e artística do Nordeste. Com canções como “Asa Branca”, “Assum Preto”, “Qui Nem Jiló” e “Respeita Januário”, Gonzaga apresentou ao Brasil a vida sertaneja, suas dores, sua poesia e sua resistência. Sua influência atravessa gerações e fronteiras. Grandes nomes do forró foram seus discípulos, como Dominguinhos, Anastácia, Genival Lacerda e tantos outros. Seu sobrinho, o sanfoneiro Joquinha Gonzaga, também iniciado por ele ainda jovem, hoje carrega essa herança nos palcos do país. Apesar de ter falecido em 1989, aos 77 anos, Luiz Gonzaga permanece sendo o símbolo maior do gênero e a principal referência para músicos, pesquisadores e artistas populares.</p>

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		<title>Quando o amor vira saudade</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/quando-o-amor-vira-saudade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 17:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[carência]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[morrer]]></category>
		<category><![CDATA[partida]]></category>
		<category><![CDATA[poeta]]></category>
		<category><![CDATA[saudade]]></category>
		<category><![CDATA[triste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes (*) &#160; Silêncio, uma mãe partiu. Quando uma mãe parte, o mundo fica mais triste. Disse um poeta que “as mães não deveriam morrer nunca, poderiam ser eternas”. Infelizmente, não é assim. Perdi minha mãe quando tinha 17 anos. Faz 49 anos que ela partiu, dormindo, de um infarto fulminante. &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">S</span>ilêncio, uma mãe partiu. Quando uma mãe parte, o mundo fica mais triste. Disse um poeta que “as mães não deveriam morrer nunca, poderiam ser eternas”. Infelizmente, não é assim.</p>
<p>Perdi minha mãe quando tinha 17 anos. Faz 49 anos que ela partiu, dormindo, de um infarto fulminante. O coração de minha mãe não aguentou. O tempo passou, e a saudade só aumenta. No outono da vida, velho, sou órfão de mãe. Carente do seu amor, de seu zelo, de seu cuidar, de seu olhar. O tempo, esse senhor impiedoso, que nunca para, levando tudo para frente, tenta me afastar de minha mãe. Minha memória, todos os dias, a traz de volta. Até hoje, quando algo não dá certo, quando tudo fica turvo, era no colo de minha mãe que gostaria de me abrigar. Ali estaria seguro.</p>
<p>Não há no mundo amor maior do que o de mãe. São elas que nos geram em seus ventres, são elas que nos protegem de todos os males. Dizem que o tempo arrefece a saudade; não é verdade. O tempo apenas nos ensina a seguir em frente, mutilado, sem sua presença, no caminhar necessário para o continuar da vida.</p>
<p>São as mães que colocam na mesa o prato favorito dos filhos quando regressam. São elas que guardam as fotografias de quando somos pequenos, sempre lembrando que nunca deixamos de ser criança para elas. Elas conhecem todos os nossos gostos. Somente as mães rezam todas as noites por suas crias, como se a oração pudesse protegê-los do mundo. Porque, no fundo do coração, uma mãe nunca deixa de se preocupar. Os filhos já adultos, elas aprendem a fazê-lo a partir da sombra. Do canto. Da oração em silêncio. É uma forma de amor invisível, mas que sustenta tudo.</p>
<p>Ser mãe de um filho adulto é aceitar que já não é o centro da vida dele…. e, mesmo assim, amá-lo como se ainda fosse. Porque existe um amor que nunca desaparece — apenas aprende a esperar pacientemente. Esse é o amor de mãe. Em silêncio.</p>
<p>Há presenças que não precisam de palavras para fazerem sentido. Basta saber que estão ali, mesmo em silêncio, mesmo à distância, para que o peso dos dias difíceis se torne mais leve. As pessoas que amamos, e que nos amam, funcionam como âncoras silenciosas: não evitam a tempestade, mas impedem que nos percamos no meio dela. A mera existência delas na nossa vida suaviza os impactos, dá novo fôlego à esperança e devolve-nos a certeza de que não estamos sós, mesmo quando tudo parece desabar. É no afeto partilhado que encontramos refúgio. É na presença sentida que renascemos.</p>
<p>A verdade é que a vida tem uma habilidade invejável de desmentir nossas convicções. A certeza, essa senhora elegante que costuma nos acompanhar com ar de sabedoria, vira e mexe nos abandona na beira da estrada. Às vezes, ela até muda de lado e passa a ser exatamente a certeza que a gente mais temia, a que não queria, a que preferia nunca ter sabido. E quando ela chega, com a força cruel das constatações inevitáveis, tem o gosto amargo das palavras que evitamos, dos sinais que ignoramos, das intuições que sufocamos.</p>
<p>A verdade é que ninguém nos prepara para o silêncio que açoita quando uma mãe parte, deixando respostas nunca respondidas para trás&#8230;</p>
<p>Não é só o silêncio do quarto vazio, do lugar à mesa… mas aquele que se instala suavemente no coração. Quando já não temos a quem pedir um conselho, a quem perguntar o que fazer…</p>
<div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Nesta hora em que o amor atende pelo nome de saudade… quero deixar meu abraço para Renato, Lereno e Rinaldo — meu poeta amigo —, e dizer que vocês tiveram o privilégio, a honra e a dádiva de terem a melhor mãe do mundo, presente de DEUS.  Dona Gercina partiu, deixando de viver entre nós para viver em nós. E em todos aqueles que desfrutaram de sua companhia mansa, serena e sábia.</p>

			</div></div>
<p>Parafraseando Santo Agostinho, digo: “A tristeza de perdê-la não diminui a alegria de tê-la”.  Que DEUS console vossos corações: Renato, Lereno e Rinaldo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Da emulsão de ser criança</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/da-emulsao-de-ser-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 11:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[adultização infantil]]></category>
		<category><![CDATA[adulto]]></category>
		<category><![CDATA[afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Felca]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[perspectiva]]></category>
		<category><![CDATA[plano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Por ocasião de meus estudos de Mestrado em Educação pela UFS, pude, por conta de meu objeto de pesquisa (produção de livros didáticos na primeira metade do século XX), ter acesso a leituras sobre a concepção de infância daquele tempo e sobre como as crianças eram tratadas, &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">P</span>or ocasião de meus estudos de Mestrado em Educação pela UFS, pude, por conta de meu objeto de pesquisa (produção de livros didáticos na primeira metade do século XX), ter acesso a leituras sobre a concepção de infância daquele tempo e sobre como as crianças eram tratadas, seja na fase de desenvolvimento da vida, seja na vida escolar. Para tanto, destaco trabalhos como os de Philippe Ariès (1914-1984). O historiador francês discutia a ideia de uma criança tratada como se fosse um “adulto em miniatura”. Com o avanço dos estudos no campo da psicologia e da psiquiatria, pôde-se perceber os males que isso causou às crianças, em particular, nos planos emocional e cognitivo.</p>
<p>Em tempos de um justo debate em torno da adultização infantil em nosso tempo (intensificado pelas denúncias de Felca) e da urgente regulamentação disso, principalmente no que diz respeito ao combate a crimes de agressão ao natural desenvolvimento da criança, sem que sua infância seja explorada e roubada, recorro às minhas memórias para pensar sobre a importância da criança viver saudavelmente a sua infância e ter de volta o seu direito de ser e vivê-la em sua plenitude, protegida de criminosos na vida real e também nas redes sociais.</p>
<figure id="attachment_92852" aria-describedby="caption-attachment-92852" style="width: 144px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090430.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-92852 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090430-144x300.png" alt="Emulsão Scott" width="144" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090430-144x300.png 144w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090430.png 212w" sizes="auto, (max-width: 144px) 100vw, 144px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92852" class="wp-caption-text">Emulsão Scott</figcaption></figure>
<p>Na perspectiva da memória afetiva, no que diz respeito aos sentidos, o carro-chefe do presente texto é o <em><i>Emulsão Scott</i></em>, uma espécie de xarope cremoso, indicado para tratamento de carência de vitaminas A e D. Hoje, tem até sabor morango. Há quem discorde, mas acho uma delícia, em particular, o cheiro de peixe que exala pelas narinas ao ingeri-lo. Trata-se de um produto norte-americano (espero que Trump não resolva taxá-lo), feito do fígado do bacalhau, criado em 1876 por <em><i>Scott and Bowne</i></em>, em Nova Iorque, e implantado no Brasil em 1885. Voltei a consumir recentemente, uma colher de sopa, após o almoço. Coincidência ou não, logo após uma virose, que não se curava com remédio algum, e de cujo consumo não me resta mais sequer aquele pigarro persistente. Efeito psicológico ou não, ando até com mais disposição e enxergando melhor (<em><i>risos</i></em>).</p>
<p>Ora, que tem o Emulsão a ver com a infância e com a boa infância? Tudo (<em><i>risos outra vez</i></em>). Quem, da minha geração (anos 70), não precisou, a fórceps, de nossos pais, fazer uso dele? Seja para recuperar as vitaminas acima citadas, seja para tomá-lo misturado com <em><i>Biotônico Fontoura</i></em> (criado em 1910). Quanto a este, tem uma tese circulando por aí, que o seu alto teor alcoólico teria sido responsável por nossa geração ser muito chegada a consumo de uma boa cerveja gelada ou a um excelente vinho, ainda que de menor categoria. Seja como for, sobrevivemos, e estamos aqui para contar história.</p>
<p>Aquela criançada não tinha celular, videogame, TV era em preto e branco — e só depois em cores — brincava na rua sem medo, e não ficava horas e mais horas numa total inanição na frente de uma tela, ocupando a mente para a alegria da oficina do diabo. Não, a gente vivia mesmo a infância! Não só estudava, mas brincávamos e muito! Os riscos aos quais nós estávamos expostos, eram combativos ou curados não somente por Emulsão e Biotônico Fontoura, mas também por uma série de outras coisas, às quais passarei a listar, correndo o risco de alguma coisa ter ficado de fora. Mas aí, você leitor de minha faixa etária (cinquenta e pouquinho) vai completando.</p>
<figure id="attachment_92854" aria-describedby="caption-attachment-92854" style="width: 238px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090805.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-92854 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090805-238x300.png" alt="" width="238" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090805-238x300.png 238w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-28-090805.png 356w" sizes="auto, (max-width: 238px) 100vw, 238px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92854" class="wp-caption-text">Imagem: Redes sociais</figcaption></figure>
<p>Se “trupicasse” na rua e chegasse em casa com algum ferimento, nada melhor do que água oxigenada, mertiolate ou até mesmo violeta. Era uma delícia de dor (só para amenizar o drama). Quem não lembra daquela espuminha que se criava quando a água oxigenada era colocada sobre a ferida? Ou daquele ardor “maravilhoso” (que conduzia a gente no outro mundo e voltava, junto com a alma”), quando a pazinha de mertiolate tocava na “pereba” ou no pedaço de pele “estrupiado”? Passado tudo, ou gazes com esparadrapo/Ban-Aid;  e se não pudesse cobrir, a boa e velha violeta, “enfeitando” a pele para delírio da turma que gostava de pôr apelido na gente ou mangar mesmo da desgraça alheia. Em último caso, a depender da infecção, a boa e velha injeção de benzetacil, que eu insistia em tomar no braço (doideira, né?). Ainda bem que os testes de alergia a benzetacil não demoraram a chegar, pois perdi um tio materno (Adelson), por conta disso.</p>
<p>Ainda nesse patamar de ferimentos de pele ou algo do tipo, quem nunca usou iodo para destruir as intermináveis verrugas? Eu usei muitas vezes, com direito a algumas cicatrizes que foram sumindo com o tempo. E as populares “frieiras”, que eram tratadas com alho ou vinagre de maçã. Ou o impopular chulé, para o qual usava-se cebola vermelha ou talco. O piolho era combativo com neocide. A sovaqueira, com Minâncora. Água inglesa para má digestão. Oléo de rícino para hidratar a pele. Sem falar nos benefícios milagrosos da alfavaca e do chá de limão, com cebola, alho e cravo. E claro, mastruz com leite para de tudo um pouco: intestino, matar parasitas, dores musculares, problemas respiratórios. Só não me recordo se servia também para espinhela caída.</p>
<p>A bem da verdade, caríssimos(as) leitores(as) nós erámos e fomos crianças. Criança de rua, criança da praça, criança na chuva, criança com ou sem brinquedo, criança no parque, criança na escola, criança de verdade; também sob alguns riscos, mas protegidas pelos pais, como deve ser, e pelos adultos de boa índole, por instituições sérias; pela lei, só muito tempo depois (Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990). E que hoje, precisam, com urgência urgentíssima, terem direito à infância, longe, muito longe, de pedófilos, exploradores de menores e criminosos que agem abertamente nas redes sociais, sem punição. Malditos sejam estes e que prevaleça a promessa de Cristo quando disse:</p>
<blockquote><p>“Qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e se afogasse na profundeza do mar&#8221; (Mt 18,6).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você tem um pé-de-cerejas?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/voce-tem-um-pe-de-cerejas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andre Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 09:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Desses]]></category>
		<category><![CDATA[cerejas]]></category>
		<category><![CDATA[cerejeira]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[irmão]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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		<category><![CDATA[pé de cereja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por André Brito (*) &#160; Dia desses eu estava lembrando do tempo em que morava na casa 1288 da avenida Rio de janeiro. Era um mundo de sonhos, vivendo com minha mãe, irmãos e irmãs. A brisa constante nem permitia que porta da frente ficasse aberta o tempo inteiro. A casa não era uma &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por André Brito (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">D</span>ia desses eu estava lembrando do tempo em que morava na casa 1288 da avenida Rio de janeiro. Era um mundo de sonhos, vivendo com minha mãe, irmãos e irmãs. A brisa constante nem permitia que porta da frente ficasse aberta o tempo inteiro. A casa não era uma mansão. Tinha a felicidade suficiente para gerar sorriso o tempo inteiro no rosto de uma criança. O quintal era grande, com várias fruteiras: abacateiro, mamoeiro, goiabeira, coqueiro, bananeira. Mas havia uma que era a minha preferida: a cerejeira.</p>
<p>Não era uma árvore daquelas que a gente encontra nas paisagens do Japão. Era a cerejeira nordestina, que brotava uma fruta bem vermelha quando madura, com uma polpa macia e muito doce. Tinha um formato bonito, parecendo um coração. Doçura, rubor, maciez. É muito metafórico. É uma frutinha para se guardar na lembrança e nos suspiros da infância.</p>
<p>Mas havia um algo a mais no pé de cereja. Eu e meu irmão Tote (apelido para Aristóteles, hoje o chamamos de Ari) disputávamos, sadiamente, pelo controle da árvore arbustiva. Em tempos de frutinhas maduras, a briga era grande pelo domínio do território arbóreo. Foi aí que decidimos que o controle da cerejeira seria daquele que acordasse mais cedo.</p>
<p>Pronto, um propósito havia sido colocado. Agora tínhamos um motivo democrático para dormir logo e acordar ligeiro. Eu quase sempre perdia. Contudo tentava acordar. Tentei, tentei até que consegui alguns dias seguidos de glória e de desfrute das cerejas. Havia então entendido que ali estava um motivo para me fazer levantar com o sol ainda tímido. E eu fui entendendo, ainda criança, que precisávamos sempre de motivação.</p>
<p>Quantas pessoas levantam todos os dias e não sabem por que estão acordando? A vida está repleta de cerejeiras e muitos ainda se prendem ao cimento da calçada. Falta o olhar para o lado, para o alto. Olhar para o chão evita topada, mas não permite vislumbrar o que nos cerca. Olhe pro lado, vai que você acha uma cerejeira linda e repleta de frutos maduros. Farte-se, viva, busque propósito.</p>
<p>Ah, para não deixar a impressão de que comíamos tudo sem dividirmos, um sempre deixava para o outro cerejas maduras suficientes para saciar o apetite pelo dulçor das frutinhas.</p>
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		<title>Para Tia Nazaré — memórias afetivas da TV sergipana</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/para-tia-nazare-memorias-afetivas-da-tv-sergipana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 09:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
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		<category><![CDATA[Nazaré Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Em sua coluna “Radiolândia — Tudo sobre rádio”, do dia 15 de junho de 1968 (Lagarto-SE, p. 5), Paulo Lacerda assim se referiu a ela: “(&#8230;) é uma das mais competentes locutoras do Estado, e possui inclusive uma excelente voz que agrada ao mais exigente ouvinte. Você &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>m sua coluna “<em><i>Radiolândia — Tudo sobre rádio</i></em>”, do dia 15 de junho de 1968 (Lagarto-SE, p. 5), Paulo Lacerda assim se referiu a ela: “(&#8230;) <em><i>é uma das mais competentes locutoras do Estado, e possui inclusive uma excelente voz que agrada ao mais exigente ouvinte. Você está bem, Nazaré</i></em>”. Anos mais tarde, entre 1971 e 1979, ela esteve à frente de dois dos maiores sucessos da televisão local, liderando expressivos índices de audiência, apresentando os programas infantis “Clube Júnior” (TV Sergipe) e “Nosso Mundo Infantil” (TV Atalaia). Entre seus milhares de fãs mirins, este que vos escreve.</p>
<p>Em duas oportunidades, em tempos diferentes, eu pude estar com dela e não escondi, nem um pouquinho, a minha gratidão e tietagem. Na primeira, como um de seus entrevistados no Programa “<em><i>Acontece</i></em>”, da TV Caju, em agosto de 2009. E mais recentemente, por ocasião das celebrações do aniversário de 177 anos da Biblioteca Pública Estadual Epifânio Dória, em junho do corrente ano. Aliás, nesta última, ela fazia as vezes de cerimonialista e eu, de um dos palestrantes. Quando a vi no púlpito, foi primeiro a voz que disparou o gatilho das minhas melhores memórias afetivas. Voz inconfundível e toda singular, como destacou Paulo Lacerda. Em seguida, apurei os olhos e fiquei naquela dúvida: será ela mesma? Ao se aproximar de mim, já no palco, para me oferecer água <em><i>—  </i></em>enquanto outro palestrante falava <em><i>—</i></em>, não perdi tempo e lhe perguntei ao ouvido: “Tia Nazaré?”; e ela, sorrindo, confirmou, para minha alegria. Só lamento não ter tido tempo de fazer um registro fotográfico em razão do corre-corre de retornar para Lagarto, por conta de outro compromisso.</p>
<figure id="attachment_91794" aria-describedby="caption-attachment-91794" style="width: 867px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-17-132529.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-91794 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-17-132529.png" alt="Tia Nazaré" width="867" height="592" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-17-132529.png 507w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-17-132529-300x205.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-17-132529-110x75.png 110w" sizes="auto, (max-width: 867px) 100vw, 867px" /></a><figcaption id="caption-attachment-91794" class="wp-caption-text">Nazaré Carvalho (Tia Nazaré), em meados dos anos 70, no programa &#8220;Nosso Mundo Infantil&#8221; (TV Atalaia)  Foto reproduzida do Facebook/Linha do Tempo/Nazaré Carvalho</figcaption></figure>
<p>Tanto na primeira oportunidade, quanto na segunda, ficou em mim aquele desejo e compromisso de um dia escrever algo a seu respeito e externar todo o meu carinho e gratidão, dado que um de seus programas foi importante para a minha formação inicial, tanto cognitiva quanto lúdica. E nesse sentido, destaco e recomento o belíssimo trabalho de Rísia Rodrigues Silva Monteiro: “<em><i>Nazaré Carvalho e a circulação de práticas educativas na TV Sergipana (1971-1979</i></em>”. Trata-se de uma dissertação do Mestrado em Educação da Universidade Federal de Sergipe, sob a orientação do Prof. Dr. Joaquim Tavares da Conceição (São Cristóvão, 2016), disponível em <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://ri.ufs.br/handle/riufs/4807"><u>https://ri.ufs.br/handle/riufs/4807</u></a></span></p>
<p>Hoje com 75 anos de idade, Maria Nazaré de Carvalho é natural da cidade de Nossa Senhora das Dores (25 de agosto de 1949). É filha de policial militar e de professora pública, migrando para Aracaju em tenra idade. No final dos anos 60, após uma experiência como caixa de supermercado, estreou na Rádio Cultura, antes mesmo de completar a maior idade, apresentando o programa “<em><i>Boa tarde, madame</i></em>”, de segunda a sexta, entre 16h30 e 17h. Dali, não saiu mais da área da comunicação, com uma carreira brilhante, sobretudo conservando e imprimindo características salientadas a seguir por Rísia Monteiro:</p>
<p style="text-align: right;"><em>Além da presteza, simpatia e disposição para o trabalho atribuídas pelos entrevistados à Nazaré, outra particularidade da radialista chamava a atenção das pessoas: a voz. Um timbre grave e aveludado e a dicção perfeita impressionavam (p. 86)</em></p>
<p>No auge de seus programas infantis, eu estava naquela primeira fase da infância, até os cinco anos de idade. Portanto, sou dá época do programa “<em><i>Nosso mundo infantil</i></em>”, que ia ao ar, de segunda a sexta, entre 15 e 17h, pela TV Atalaia. Na época, eu ainda não frequentava escola e, dessa forma, para além da alfabetização inicial em casa, Tia Nazaré supria as minhas necessidades iniciais de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Sempre muito alegre e animada a tia Nazaré abria o programa cumprimentando a todos do estúdio e de casa. Anunciava as atrações da tarde, a presença das escolas participantes, aniversariantes do dia, cantava com as crianças, mostrava algumas fotos e desenhos recebidos (Rísia Monteiro, 2016, p. 112)</em></p>
<p>Além da beleza, chamava a minha atenção a forma divertida e leve de apresentar e de conduzir o programa, entretendo, animando, brincando e ensinando. Anos depois, já com a consciência do mundo e das coisas, pude perceber que “<em><i>Nosso mundo infantil</i></em>” não deixava em nada a desejar para o que veio depois, em nível nacional, a exemplo de Show da Xuxa ou programas do gênero. Não tinha a produção deste, é bem verdade, mas sendo um produto cultural sergipano, em muito nos enchia de orgulho.</p>
<figure id="attachment_33005" aria-describedby="caption-attachment-33005" style="width: 330px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/10/nazare-caravalho.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-33005 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/10/nazare-caravalho.jpg" alt="Nazaré Carvalho" width="330" height="185" /></a><figcaption id="caption-attachment-33005" class="wp-caption-text">Nazaré Carvalho</figcaption></figure>
<p>Embora Nazaré Carvalho tenha se destacado em outros campos da comunicação e até mesmo da vida pública ao longo de sua vida, em meu imaginário <em><i>—</i></em> mesmo agora que estou com mais de cinco décadas <em><i>— </i></em>ela sempre será para mim a <strong><b>Tia Nazaré</b></strong>, a quem rendo todas as homenagens possíveis, com este humilde tributo de uma criança que deu certo, graças, de modo particular às práticas educativas que ela desenvolvia com muita habilidade, destreza e doação naqueles anos 70 da vida cultural e televisiva sergipana.</p>
<p>Obrigado, Tia!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais uma guerra em um mundo caótico</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/mais-uma-guerra-em-um-mundo-caotico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2025 20:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[caótico]]></category>
		<category><![CDATA[contraátaque]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; Em andanças pelo mundo, desembarquei no aeroporto internacional Tehran-Iman, em Teerã, em uma madrugada de abril de 2017. O aeroporto fica a 50 km do centro da cidade, onde era localizado o hotel. Para minha surpresa, encontrei uma cidade pulsante, fascinante e surpreendente. Durante cinco dias &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_91032" aria-describedby="caption-attachment-91032" style="width: 169px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-15.54.50.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-91032 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-15.54.50-169x300.jpeg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-15.54.50-169x300.jpeg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-15.54.50-576x1024.jpeg 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-15.54.50.jpeg 608w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /></a><figcaption id="caption-attachment-91032" class="wp-caption-text">Mais um ponto turístico de Teerã</figcaption></figure>
<span class="dropcap ">E</span>m andanças pelo mundo, desembarquei no aeroporto internacional Tehran-Iman, em Teerã, em uma madrugada de abril de 2017. O aeroporto fica a 50 km do centro da cidade, onde era localizado o hotel. Para minha surpresa, encontrei uma cidade pulsante, fascinante e surpreendente. Durante cinco dias visitei os pontos históricos e turísticos da capital do antigo império persa. Com 10 milhões de habitantes, Teerã tem a mesma população de toda a Israel. Com um povo acolhedor, é governada pelos sanguinários Aiatolás, tendo Israel como seu maior inimigo.</p>
<p>Noite de quinta-feira, 12 de junho. Dia dos Namorados. Após jantar, cheguei em casa e os canais de TV mostravam, ao vivo, o bombardeio de mísseis israelenses sobre Teerã, capital do Irã, em mais um episódio de ira entre os dois países do Oriente Médio. A memória me fez voltar no tempo.</p>
<p>Em um histórico belicoso, Israel e Irã protagonizaram por quatro décadas um conflito latente, com momentos de maior tensão abafados pelos Estados Unidos a fim de evitar uma guerra com consequências imprevistas no Oriente Médio. Mas, com o vigoroso ataque de Tel Aviv em solo persa, as camadas de contenção se esfacelaram.</p>
<p>A decisão do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu de deflagrar &#8220;ataques preventivos&#8221; contra o Irã configura, pela legislação internacional, crime de agressão. Ao Conselho de Segurança da ONU, Teerã os classificou como &#8220;declaração de guerra&#8221; — exatamente o que o restante do mundo e até mesmo ambos os inimigos cáusticos tratavam de evitar. Se estamos perto de uma guerra de proporções desconhecidas, ainda é cedo para afirmar, mas o mundo está cada vez mais inseguro. Israel, com seu poderio militar e precisão logística, durante dias seguidos de ofensiva, destruíram alvos precisos e reduziram a capacidade de contra-ataque persa. A instalação nuclear de Natanz foi bombardeada, bases de lançamento de mísseis terra-terra foram atingidas e parte considerável do comando militar iraniana foi morta. A resposta do Irã com drones — a maioria deles abatida antes de atingir os alvos — e cerca de cem mísseis provavelmente não encerra a retaliação.</p>
<p>O Irã inevitavelmente sofreria consequências pelo brutal ataque do Hamas a Israel em outubro de 2023, agravado por sua retórica de destruição do Estado judeu e seu insistente avanço no programa nuclear com fins militares, sem contar os cerca de 200 mísseis lançados contra o inimigo em outubro do ano passado.</p>
<p>Antes, porém, Tel Aviv concentrou-se na destruição do Hamas, na Faixa de Gaza, do Hezbollah, no Líbano, e dos houthis, no Iêmen — grupos terroristas financiados pela teocracia persa.</p>
<p>Quem vê Israel e Irã trocando ataques em uma guerra com alto potencial destrutivo não imagina que os dois países já foram aliados próximos. E não faz tanto tempo assim. O Irã apoiou a criação de Israel, em 1948, e foi um dos primeiros países a reconhecer sua existência, na direção contrária de seus vizinhos árabes. Além disso, nos anos 1960, Irã e Israel viraram parceiros comerciais, exportando petróleo pelo oleoduto de Eilat Ashkelon, com gestão e lucros divididos entre ambos.</p>
<p>Israel e Irã foram aliados até 1979. A queda do xá da Pérsia, após anos de insatisfação popular, intensificados por protestos e greves, levou Reza Pahlavi a fugir do país, abrindo caminho para a liderança de Khomeini.</p>
<p>O Irã se tornou uma república islâmica teocrática, revogando regras internas consideradas ocidentais demais e dando um cavalo de pau na política externa. Estados Unidos e Israel viraram os inimigos. Abraçando a causa palestina como forma de ganhar proeminência entre os países do Oriente Médio, o regime dos aiatolás, em um ato que simbolizava a mudança de postura, tomou a embaixada do estado judeu em Teerã e entregou para a Organização para a Libertação da Palestina (<span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_para_a_Liberta%C3%A7%C3%A3o_da_Palestina" target="_blank" rel="noopener">OLP</a></span>).</p>
<p>A partir de então, o Irã deixou de reconhecer a legalidade de Israel e passou a pregar seu extermínio, financiando grupos acusados de terrorismo como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Palestina.</p>
<p>É São João na Ilha do Amor, tempo de alegria, de arraial, de celebrar os festejos juninos. Tempo de brincadeiras, manifestações folclóricas, muita comida boa. Bomba e fogos por aqui, só de artifícios. Quão bom é estar longe das guerras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquidiocese de Aracaju celebra missa, às 16h30, em memória do Papa Francisco</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/arquidiocese-de-aracaju-celebra-missa-as-16h30-em-memoria-do-papa-francisco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 17:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[Arquidiocese]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco I]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Arquidiocese de Aracaju realiza, nesta segunda-feira, 21, uma missa em sufrágio da alma do Papa Francisco, falecido na manhã de hoje, no Vaticano. A celebração está agendada para as 16h30, na Catedral Metropolitana de Aracaju, sob a presidência do arcebispo metropolitano, Dom Josafá Menezes da Silva. Em nota oficial, Dom Josafá manifestou profundo pesar &#8230;</p>
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<p class="" data-start="0" data-end="290">A Arquidiocese de Aracaju realiza, nesta segunda-feira, 21, uma missa em sufrágio da alma do Papa Francisco, falecido na manhã de hoje, no<span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vaticano" target="_blank" rel="noopener"> Vaticano</a></span>. <strong>A celebração está agendada para as 16h30, na Catedral Metropolitana de Aracaju, sob a presidência do arcebispo metropolitano, Dom Josafá Menezes da Silva.</strong></p>
<p data-start="292" data-end="584">Em nota oficial, Dom Josafá manifestou profundo pesar pelo falecimento do pontífice e conclamou os fiéis a se unirem em oração. Como expressão de luto e comunhão com a Igreja em todo o mundo, ele solicitou que os sinos das igrejas da Arquidiocese repiquem ao meio-dia, no horário de Brasília.</p>
<p class="" data-start="586" data-end="877">A celebração será realizada com paramentos litúrgicos na cor roxa, tradicionalmente associada ao luto na Igreja Católica. O arcebispo ressaltou que este é também um momento de esperança, ao se referir à morte do Papa como sua “páscoa” — expressão que simboliza a passagem para a vida eterna.</p>
<h3>Nota da Arquidiocese de Aracaju</h3>
<p>O arcebispo metropolitano de Aracaju, Dom Josafá Menezes da Silva, divulgou uma nota lamentando a morte do papa Francisco. Na mensagem, dirigida ao clero e aos fiéis leigos da Arquidiocese, ele afirma ter recebido com pesar, mas também com esperança, a notícia da “páscoa do Santo Padre”. Em sinal de luto e comunhão com a Igreja em todo o mundo, o arcebispo solicitou que os sinos das igrejas da arquidiocese repiquem ao meio-dia, no horário de Brasília.</p>
<p>A data da morte do papa coincide com a chamada “Segunda-feira do Anjo”, celebrada na tradição litúrgica como extensão do tempo pascal. O arcebispo destacou esse simbolismo ao afirmar que “o fulgor da Páscoa do Ressuscitado também abraça o mui caro Papa Francisco”.</p>
<p>Francisco liderou a Igreja Católica por doze anos, sendo o primeiro pontífice da América Latina. <strong>Ao encerrar a nota, Dom Josafá exortou os fiéis a oferecerem orações e boas obras pelo descanso eterno daquele que, segundo ele, exerceu com dedicação o papel de Vigário de Cristo.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sem Anistia</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sem-anistia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 16:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro de 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Gabriel Barros (*) &#160; Anistia é um instituto jurídico que consiste no perdão coletivo concedido pelo Estado a indivíduos que cometeram determinados atos ilícitos, geralmente de natureza penal ou política. Ela tem como principal efeito extinguir a punibilidade das infrações cometidas, ou seja, elimina a possibilidade de aplicação de penas aos envolvidos, mesmo &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Gabriel Barros (*)</p></blockquote>
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<span class="dropcap ">A</span>nistia é um instituto jurídico que consiste no perdão coletivo concedido pelo Estado a indivíduos que cometeram determinados atos ilícitos, geralmente de natureza penal ou política. Ela tem como principal efeito extinguir a punibilidade das infrações cometidas, ou seja, elimina a possibilidade de aplicação de penas aos envolvidos, mesmo que o ato em si continue sendo considerado ilegal.</p>
<p>Acontece, entretanto, que seu uso indiscriminado pode ser questionado quando favorece a impunidade, especialmente em casos de ataques ao Estado Democrático de Direito. É nesse sentido que no caso dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023, qualquer tentativa de conceder anistia aos envolvidos viola preceitos constitucionais fundamentais e compromete a nossa democracia.</p>
<p>Permitir que ações golpistas sejam perdoadas é abrir precedente para a legitimação de futuras investidas contra a ordem constitucional, o que é fundamentalmente proibido, haja vista a evidente violação ao princípio da vedação ao retrocesso social. A anistia aos envolvidos fragilizaria não só o judiciário como a sociedade como um todo, o que não pode ser tolerado.</p>
<p>Importante pontuar que esses atos não podem ser vistos apenas como infrações penais comuns, mas sim como agressões ao sistema democrático, o que exige um tratamento mais rígido por parte do ordenamento jurídico, conforme previsto na Lei nº 14.197/2021, que atualizou os crimes contra a segurança nacional.</p>
<p>Ademais, memória histórica é fundamental para evitar a repetição dos erros do passado. Ela desempenha um papel crucial na construção de sociedades mais justas. Quando uma nação preserva sua história, especialmente os momentos de crise e injustiça, ela cria as bases para o aprendizado coletivo e para a prevenção de retrocessos. Eis uma tarefa de politização fundamental para o Brasil.</p>
<p>A anistia aos golpistas do 8 de janeiro de 2023 seria uma afronta à sociedade brasileira, e à impunidade, nesse caso, não só violaria princípios fundamentais, como também abriria espaço para novas ameaças à democracia. A ordem constitucional exige que os responsáveis sejam julgados e responsabilizados, garantindo que a democracia brasileira se fortaleça diante das adversidades. SEM ANISTIA!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rosinaldo Fontes, meu querido Papai Noel</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/rosinaldo-fontes-meu-querido-papai-noel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:36:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Lagarto-SE, Natal de 1984. Recordo-me que foi a primeira vez que recebi o presente de Papai Noel sem maiores traumas. Haja vista que antes disso, a maioria das crianças, incluindo eu, tinha medo do “Bom Velhinho”. Naquele ano, meus tios maternos, Jacob e Maria do Carmo, com seus &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
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<span class="dropcap ">L</span>agarto-SE, Natal de 1984. Recordo-me que foi a primeira vez que recebi o presente de Papai Noel sem maiores traumas. Haja vista que antes disso, a maioria das crianças, incluindo eu, tinha medo do “Bom Velhinho”. Naquele ano, meus tios maternos, Jacob e Maria do Carmo, com seus familiares de Fortaleza, nos visitavam por ocasião das Festas Natalinas. Todos nós, eu e meus irmãos, fomos agraciados com brinquedos e lembranças da Casa Oriente (referência à famosa marca de relógio Oriente), localizada na Praça Filomeno Hora, do casal de comerciantes dona Conceição e seu Ursulino Loiola, Seu Nozinho, como era popularmente conhecido. Antes desse exitoso negócio, eram proprietários de uma fábrica de bebidas que sofreu um incêndio, na Rua Jackson de Figueredo (Rua da Jaqueira).</p>
<p>Durante anos fiquei sem saber quem era a pessoa naquela fantasia de Papai Noel. Àquela altura dos meus dez anos de idade, sabia eu que não se tratava de um sujeito que vinha do Polo Norte, em seu trenó e renas, para fazer a alegria da meninada. O Papai Noel da Casa Oriente esteve entre os mais tradicionais da cidade de Lagarto, por anos, além de ter sido o pioneiro. Somaram-se a ele o de Maninho de Zilá, o de Tonho da Casa do Alumínio e do Armarinho Júnior.</p>
<p>Eis que passadas quase três décadas, descubro que um dos sujeitos por trás daquela alegoria de Noel era alguém com quem tive a oportunidade de me encontrar algumas vezes, notadamente por ocasião da apresentação de um programa de rádio na Juventude FM, que coordenei entre os anos 2011 e 2013: o “Relicário Cultural”. Como o segredo de quem era o Papai Noel da Casa Oriente era um segredo de milhões, jamais pude saber quem fora meu Papai Noel da infância, até fazer memória daqueles tempos numa das edições da programação — numa revista de circulação local, quando publiquei a foto daquele dezembro de 1984. Finalmente o mistério foi revelado. Tratava-se do radialista Rosinaldo Fontes.</p>
<p>Doravante, até a presente data, sempre que nos encontramos assim nos cumprimentamos: eu, “Meu Papai Noel”; e ele, “Meu professor”. Nessa coisa de é hoje, é amanhã, o corre-corre do dia-a-dia e os contratempos naturais da vida, o desejo de conhecer um pouco mais de sua trajetória de vida e compartilhá-la com o máximo de pessoas, particularmente de sua experiência como uma das pessoas que fizeram a alegria das crianças daquele longínquo anos 80, com a marca do Papai Noel da Casa Oriente, permaneceu. E a ocasião não poderia ter sido melhor. No último dia 24 de dezembro deste ano, ele me recebeu em sua casa para uma entrevista, na tradicional Rua da Caridade, número 67.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-84168 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-46-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p><strong><b>Rosinaldo Santana Fontes</b></strong> nasceu na Rua Josias Machado, em Lagarto, no dia 15 de novembro de 1964. É filho de José da Silva Fontes (pintor, conhecido como Fontes do Pastel) e Adecy Jardelina de Santana (bordadeira). É o segundo dos cinco filhos do casal: Rosivaldo, Rosevânio, Viviane e Gilvan. Ele teve uma infância intensa, diversificada e feliz, com a maior parte do tempo a brincar de futebol, em campos improvisados de terra batida, em praças como a Felinto Fontes e Gomes, no oitão do armazém de fumo de seu Bruno (depois, segunda sede da Rádio Progresso) e ao lado da Rodoviária, ou, ainda, na antiga quadra da Praça Dr. Evandro Mendes e no campo de seu Pedro, da Igreja Evangélica do Sétimo Dia. Afora isso, também de diversões típicas daqueles da época, a exemplo de “esconde-esconde”, “cabana”, “furão” e “bola de marraia” (bola de gude), na Praça Filomeno Hora; “carrinho de rolimã”, descendo em alta velocidade na antiga rua do vapor; e “Faroeste”, sob a influência do gênero cinematográfico. Era comum a venda de revolveres de brinquedo com espoleta. Até hoje, Rosinaldo guarda, com esmero, miniaturas de forte Apache.</p>
<figure id="attachment_84171" aria-describedby="caption-attachment-84171" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-84171 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48.png" alt="Bonecos do Forte Apache" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Publico-podera-se-divertir-na-pista-de-patinacao-e-na-montanha-russa-48-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-84171" class="wp-caption-text">Bonecos do Forte Apache (acervo de Rosinaldo Fontes)</figcaption></figure>
<p>Entre alguns dos amigos com quem vivia estes momentos, destaque para Márcio (filho de Mário Filho, do Crioulo), Osmel Andrade (irmão de João da Farmácia), Marcos de Ernesto, Leostênisson Mesquita, Luiz Eduardo Mesquita, Marcelo Mesquita, Risonaldo, Joãozinho do Banese, Tavares, Levi, Davi, Juraci (conhecido como Cobra de Óculos) e Marquinhos de Xui (Marco Antônio de Menezes, assassinado em setembro de 2015, filho o ex-prefeito de Lagarto, Antônio Martins de Menezes). Entre os meses de agosto e setembro, ficava na expectativa de ganhar das avós uma calça de fazenda para ir para as festas da Padroeira Nossa Senhora da Piedade ou ainda das inesquecíveis feiras de Natal.</p>
<p>A renda dos pais de Rosinaldo não era suficiente para suprir a família. Desse modo, sobretudo os mais velhos, começaram a trabalhar logo cedo. No seu caso, aos nove anos. Inicialmente, vendendo picolé, da Sorveteria de Seu Gilson. E depois, com o casal Ana e Pedro, pastel. Na famosa Pastelaria do Pedro, fundada em 1968, tradição mantida pela família até a presente data, em estabelecimento localizado na Avenida Zacarias Júnior, 170.</p>
<p>Diversão, trabalho e estudos. Tripés fundantes da vida de Rosinaldo Fontes. Sua mãe foi a principal estimuladora no que se refere à necessidade de ir à escola. Embora não fosse dado à vida de estudante, ele desenvolveu uma exímia capacidade de gravar e aprender, seja pela experiência, seja pela oralidade. Até hoje, ele é fascinado pela História de Lagarto e por tudo que remeta à memória de Sergipe e do Brasil. Está sempre atento aos acontecimentos do tempo presente, buscando explicações no passado. Assim, com muito esforço, foi inicialmente alfabetizado pelas professoras Arlene e Zezita, que ofereciam escolarização particular em suas próprias residências: as chamadas “tias”. Até hoje, ele guarda de cor a lição da sua primeira cartilha: “<em><i>Renato – Eu sou Renato. Gosto muito de estudar. Todos os dias, eu vou à escola aprender a escrever e contar</i></em>”.</p>
<p>Também foi aluno do Educandário Dom Frei Vital, da professora Piedade Hora, onde fez a primeira, a segunda e a terceira séries. A partir da quarta até a oitava, passou a estudar no então Ginásio de Escola Normal Nossa Senhora da Piedade, de onde traz a memória das Irmãs Nazaré, Aparecida, Anunciação e Zélia. Ali, conseguiu freguesia para a venda dos pastéis de sua mãe, ajudando as religiosas na cantina. Concluiu o antigo Primeiro Grau no Colégio Estadual Sílvio Romero e foi para o Colégio Cenecista Laudelino Freire para cursar o Segundo Grau e no recém-fundado Colégio Abelardo Romero Dantas, quando revolveu abandonar os estudos. Por intermédio do programa Educação de Jovens e Adultos (no Laudelino Freire), concluiu, anos depois, o que passou a se chamar de Ensino Médio, com Aderaldo Prata.</p>
<p>Foi nos tempos de estudante que conheceu a sua esposa, a professora e assistente social, Vera Lúcia (que atua na APAE de Lagarto). Ambos foram colegas dos tempos de dona Zezita. No colégio Sílvio Romero, com dezesseis anos, passaram a namorar. Do casamento, em 1986, nasceram Rívia Mara (mãe das netas Ana Luísa e Ana Laura), Keize Mara e Rony Max.</p>
<figure id="attachment_84133" aria-describedby="caption-attachment-84133" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-84133" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-225x300.jpg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-769x1024.jpg 769w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-768x1023.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-1153x1536.jpg 1153w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-1538x2048.jpg 1538w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-3-Kaize-Mara-e-Rony-plano-superior-Ana-Laura-e-Ana-Luisa-netas-Vera-Lucia-esposa-e-Rivia-Mara-filha-mais-velha-scaled.jpg 1922w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-84133" class="wp-caption-text">Kaize Mara e Rony (plano superior) &#8211; Ana Laura e Ana Luisa (netas), Vera Lúcia (esposa) e Rívia Mara (filha mais velha)</figcaption></figure>
<p>Com Vera Lúcia vivenciou os antigos carnavais de Lagarto e vai a Salvador todos os anos curtir a folia momesca. Sonha em conhecer o Carnaval de Olinda. Lembra do primeiro trio elétrico que esteve em Lagarto para a campanha de José Vieira Filho, o trio Saborosa, da Bahia, além do Tapajós e do trio velho da prefeitura, criado por José Ribeiro Coletor. Tem saudades dos bailes de clubes, a exemplo dos que ocorriam na extinta Associação Atlética de Lagarto (ALL). O casal até a presente data é presença marcante nos eventos festivos da cidade e em outros lugares, levando alegria e diversão. Também vivenciam as Festas Juninas há anos. Aprendeu a gostar de forró no antigo Bandeira Dois, vendo uma senhora de idade dançar. Rosinaldo é um dos grandes entusiastas da Cilibrina, há quarenta anos, tradição centenária que marca o início dos festejos na última noite de maio para a madrugada do dia primeiro de junho. Relembra com saudades dos tempos de Seu Temístocles e de meu saudoso pai, o comerciante José Almeida Monteiro, além de Paulo de Maxi e Seu Dedé fogueteiro.</p>
<p>Rosinaldo Fontes fez as vezes de Papai Noel por dez anos, pela Casa Oriente. Seu Nozinho era seu parente por parte de pai, seu tio-avô, irmão de sua avó, Otília Loiola Silva. Vale ressaltar que se tornou uma das famílias mais importantes de Lagarto, com destaque para o senhor Luiz, filho de Barbadinho Loiola, fundador do Bairro Loiola, sede da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Rosinaldo foi trabalhar como montador de móveis para a loja Oriente Móveis, para Seu Nozinho. Função esta que ele conciliava com as vendas do pastel de seu Pedro e de sua mãe. Num dos Natais, Christen (policial civil), não pode participar, vindo a falecer em seguida. Assim, Rosinaldo o substituiu e foi ficando ano após ano (entre o final dos anos 70 e final dos anos 80), juntamente com Nenezão, hoje com 73 anos (irmão de Christen e de João Tripa). Curiosamente, ambos eram sem barba, magros e grandes em estatura, longe do estereótipo do Bom Velhinho, barbudo, baixo e barrigudo. Eles usavam uma máscara, que era a razão do temor das crianças mais novas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_84134" aria-describedby="caption-attachment-84134" style="width: 244px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-4-Papai-Noel-da-Casa-Oriente-anos-80-acervo-de-Dra.-Karine-Reis.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-84134" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-4-Papai-Noel-da-Casa-Oriente-anos-80-acervo-de-Dra.-Karine-Reis-244x300.jpg" alt="" width="244" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-4-Papai-Noel-da-Casa-Oriente-anos-80-acervo-de-Dra.-Karine-Reis-244x300.jpg 244w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-4-Papai-Noel-da-Casa-Oriente-anos-80-acervo-de-Dra.-Karine-Reis.jpg 542w" sizes="auto, (max-width: 244px) 100vw, 244px" /></a><figcaption id="caption-attachment-84134" class="wp-caption-text">Papai Noel da Casa Oriente (anos 80, acervo de Dra. Karine Reis)</figcaption></figure>
<p>Juntos, Rosinaldo e Nenenzão, vestidos de Papai Noel, percorriam toda a cidade de Lagarto, levando presentes não somente para crianças, mas também para pessoas de todas as idades, a exemplo dos moradores do Asilo Santo Antônio. As encomendas eram feitas na Casa Oriente desde o mês de agosto. A marca Estrela era a mais procurada. Lembro até hoje de ir nas vitrines ver as novidades, a exemplo do Ferrorama, Autorama, Gênius, entre outros. Meu sonho era ganhar um Falcon. Mas, fiquei muito feliz em ser presenteado por meu irmão mais velho, Cláudio Monteiro, com um barco do Playmobil que tenho até hoje.  Havia ocasiões de a Casa Oriente encher e distribuir, entre os dias 24 e 25 de dezembro, pelo menos três caminhões de brinquedos. As crianças pobres também tinham vez, com balas e pequenas lembranças, como bonecas e carrinhos de plástico, nos domingos que antecediam ao Natal. Eu era uma delas que corria feito maluco para garantir uma lembrancinha. A disputa era acirrada, nos rendendo a alguns arranhões e leves escoriações nas pernas e pés. A locução do carro principal, numa caminhonete, era feita por um dos filhos de Seu Nozinho, conhecido por Santinho (Ursulino Loiola Filho), que era quem anunciava os nomes dos contemplados, a rua e número da casa, sempre com a mesma frase: “O Papai Noel da Casa Oriente&#8230;”, com uma voz postada e firme. Além de músicas de Natal daquele tempo, uma locução gravada, de autoria de Reinaldo Moura (1944-2021), que dizia: “<em><i>Se você quer presentear seu filho, vá à Casa Oriente. Casa Oriente, o palácio dos brinquedos</i></em>”, nos lembra Rosinaldo.</p>
<figure id="attachment_84135" aria-describedby="caption-attachment-84135" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-5-Seu-Nozinho-e-Rosinaldo-fantasiado-de-Papai-Noel-anos-80.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-84135" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-5-Seu-Nozinho-e-Rosinaldo-fantasiado-de-Papai-Noel-anos-80-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-5-Seu-Nozinho-e-Rosinaldo-fantasiado-de-Papai-Noel-anos-80-300x223.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-5-Seu-Nozinho-e-Rosinaldo-fantasiado-de-Papai-Noel-anos-80.jpg 541w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-84135" class="wp-caption-text">Seu Nozinho e Rosinaldo, fantasiado de Papai Noel (anos 80)</figcaption></figure>
<p>Rosinaldo Fontes, atualmente, trabalha na radiofonia lagartense, na Juventude FM. O gosto pela profissão de radialista surgiu por conta da instalação dos transmissores da extinta Rádio Progresso, em 1983. Ele havia saído da Oriente Móveis e fazia alguns bicos para comerciantes locais, a exemplo do fotógrafo Pacheco. Foi quando o radialista e locutor Isaú Monteiro o convidou para trabalhar na emissora, como cobrador, com a aprovação de Artur Reis e do diretor, Gilson Araújo. Ao ver Elias Vasconcelos lidando com os aparelhos dos estúdios, interessou-se e aprendeu com ele a manuseá-los. Era o ano de 1989, quando também passou a ser operador de rádio. Fez curso técnico de rádio e TV por quatro anos e tirou a sua DRT (registro profissional). No rádio, aprendeu a fazer de tudo, das vendas à sonoplastia, apresentação, reportagem e militância no Sindicato dos Radialistas de Sergipe, tendo sido seu presidente. Entre os grandes nomes da radiofonia sergipana, destaca George Magalhães, com quem aprendeu muito e mantém amizade de longa data, além de Fábio Henrique e Fernando Cabral.</p>
<p>Assim, enfim e em tempo, rendo minhas homenagens ao meu querido Papai Noel, Rosinaldo Fontes, a quem agradeço, em nome das inúmeras crianças lagartenses daquele anos 80, por nos levar alegria, muito mais do que presentes. Pois nada marca mais uma criança do que o direito de sonhar e de um dia poder viver dignamente. E era assim que éramos embalados naquele tempo, sobretudo as que tinham um menor poder aquisitivo, por pedidos como:</p>
<p><em><i>“Querido Papai Noel / Vou fazer o meu pedido para o dia de Natal / Uma boneca bem grande / Se for pequena não faz mal&#8230;</i></em></p>
<p><em><i>Não se esqueça de trazer / Um brinquedo pro Tatá / Ele está no orfanato / E de lá ele não sai / Mande um vestido pra mamãe / E aumente o ordenado do papai&#8230;</i></em></p>
<p><em><i>Para o Norman uma guitarra, pro Juneco um futebol / Pro Ronnie um Volkswagen que ele quer fazer farol / Mande felicidade mil pra todo esse povo do Brasil” (Maria Regina Cordovil, 1967)</i></em></p>
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