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	<title>Arquivo para informalidade - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Mar 2021 15:46:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PNAD Contínua: Sergipe tem a terceira maior taxa de desocupação do país</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pnad-continua-sergipe-tem-a-terceira-maior-taxa-de-desocupacao-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 15:46:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe tem a terceira taxa de desocupação do país, com 18,4%. Em primeiro lugar está a Bahia, com 19,8%, em segundo Alagoas, 18,6% e em quarto, Rio de Janeiro, 17,4%. Essas informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">A taxa média de desemprego no país atingiu 13,5% em 2020, enquanto em 2019 foi de 11,9%. Os efeitos da pandemia da covid-19 sobre o mercado de trabalho provocaram alta recorde de desemprego em 20 estados. Ficaram de fora da lista Pará, Amapá, Tocantins, Piauí, Pernambuco, Espírito Santo e Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa aponta  que aponta que o percentual de 2020 é o maior da série histórica iniciada em 2012.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Ocupação</h3>
<p style="text-align: justify;">Segundo o IBGE, no intervalo de um ano, a população ocupada no país teve menos 7,3 milhões de pessoas, o que resultou no menor número da série histórica de médias anuais, de 86,1 milhões. Conforme a pesquisa, pela primeira vez, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação ficou em 49,4%.</p>
<p style="text-align: justify;">O nível de ocupação ficou abaixo de 50% no ano passado em 15 estados, sendo todos no Nordeste. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. No Sudeste, no Rio de Janeiro apenas 45,4% tinham um trabalho. O estado com maior nível de ocupação no ano passado foi Mato Grosso, com uma taxa de 58,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pnad Contínua mostrou também que a queda da ocupação foi espalhada entre todos os trabalhadores.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Informalidade</h3>
<p style="text-align: justify;">A taxa média de informalidade também sofreu impacto com a pandemia e caiu de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, chegando a 39,9 milhões de pessoas. Os informais são os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, que trabalha por conta própria sem CNPJ e o trabalhador familiar auxiliar.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa média nacional de informalidade foi superada em 19 estados. Entre eles, Goiás atingiu 39,1% e o Pará 59,6%. Em sete estados, a taxa foi acima de 50%. Já São Paulo (29,6%), Distrito Federal (28,2%) e Santa Catarina (26,8%) foram os que tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.</p>
<p style="text-align: justify;">A analista da pesquisa Adriana Beringuy, destacou que os informais foram os primeiros atingidos pelos efeitos da pandemia. Para ela, a queda da informalidade não está relacionada a mais trabalhadores formais no mercado. “Está relacionada ao fato de trabalhadores informais terem perdido sua ocupação ao longo do ano. Com menos trabalhadores informais na composição de ocupados, a taxa de informalidade diminui”, explicou.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Quarto trimestre</h3>
<p style="text-align: justify;">No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação recuou para 13,9%, depois de atingir 14,6% no terceiro trimestre, o maior patamar já registrado na comparação trimestral.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a Pnad Contínua, a queda foi registrada em apenas em cinco estados. Os demais ficaram estáveis. Bahia e Alagoas, ambos com 20%, tiveram as maiores taxas. Na sequência ficou o Rio de Janeiro, com 19,4%. As menores taxas foram notadas em Santa Catarina (5,3%), no Rio Grande do Sul (8,4%) e em Mato Grosso do Sul (9,3%).</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando olhamos para os dados regionalmente, vemos que a redução na taxa de desocupação não foi disseminada pela maioria das unidades da federação. Ela ficou concentrada em apenas cinco [estados], mostrando que em vários estados ainda não se observou uma queda da desocupação”, observou Adriana Beringuy.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no último trimestre, as mulheres (16,4%) foram mais impactadas pelo desemprego, enquanto para os homens a taxa foi menor (11,9%). Entre as pessoas pretas (17,2%) e pardas (15,8%), as taxas ficaram acima da média nacional (13,9%). Ao contrário do percentual de brancos (11,5%) que ficou abaixo da média.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o IBGE, entre os grupos etários, os jovens foram os mais atingidos pelo desemprego no quarto trimestre. Nas pessoas de 14 a 17 anos de idade chegou a 42,7%, de 18 a 24 anos de idade atingiu 29,8% e de 25 a 39 anos de idade (13,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (23,7%) foi superior ao percentual dos demais níveis de instrução. No grupo com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 16,9%, mais que o dobro da verificada entre aqueles com nível superior completo, 6,9%.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Subutilização</h3>
<p style="text-align: justify;">A Bahia (33,3%), Piauí (33,3%) <strong>e Sergipe (32,2%)</strong> foram os estados que registraram as maiores taxas compostas de subutilização da força de trabalho, que é o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa, 13 unidades da federação ficaram abaixo da média nacional, de 20,7%. A menor foi em Santa Catarina (7,5%), seguida do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, os três com 14,1%.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/ibge-informalidade-atinge-416-dos-trabalhadores-no-pais-em-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 13:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos trabalhadores do país em 2019, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas com ensino superior completo. As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais, &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">A população preta ou parda (47,4%) estava mais inserida em ocupações informais em todas as unidades da Federação, quando comparada à população branca (34,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades que mais concentraram pessoas em ocupações informais, no ano passado, foram serviços domésticos (72,5%), agropecuária (67,2%) e construção (64,5%). Segundo o IBGE, desde 2014, em decorrência do desaquecimento do mercado de trabalho, houve ampliação relativa das ocupações informais, com destaque para transporte, armazenagem e correio, alojamento e alimentação e construção.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a proporção de trabalhadores em ocupações informais alcançou 61,6% na Região Norte e 56,9% no Nordeste. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul, apresentaram proporções de, respectivamente, 34,9% e 29,1%.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Força de trabalho</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre 2018 e 2019, a taxa de desocupação caiu de 12% para 11,7%. A pesquisa mostra, porém, que a proporção dos desocupados há pelo menos dois anos subiu de 23,5% em 2017 para 27,5% em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desocupação da população preta ou parda (13,6%) era maior do que a da população branca (9,2%), ainda que tivessem o mesmo nível escolar: entre aqueles com ensino fundamental completo ou médio incompleto, essa taxa era de 13,7% para brancos e de 18,4% para pretos e pardos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a população ocupada de cor ou raça branca ganhava, em média, 69,3% mais do que a preta ou parda, e o rendimento dos homens era 12,7% maior que o das mulheres, considerando-se o mesmo número de horas trabalhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, a população subocupada alcançou a maior proporção na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, chegando a 7,6% da população ocupada. Entre as pessoas ocupadas, aquelas que trabalham menos que 40 horas semanais, querem e estão disponíveis para trabalhar mais horas são denominadas subocupadas por insuficiência de hora.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Trabalho intermitente</h2>
<p style="text-align: justify;">A reforma trabalhista regulamentada pela Lei n. 13.467 de 2017 introduziu a modalidade de contratação intermitente, formalizando um tipo de ocupação em que o trabalhador é contratado com carteira assinada, mas sem a garantia de um mínimo de horas de trabalho, sendo chamado para o desempenho da atividade laboral de acordo com a necessidade do empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2018, mais de 71 mil contratações ocorreram pela forma intermitente no país, representando 0,5% das admissões com carteira assinada. Em 2019, foram mais de 155 mil contratações dessa forma intermitente, ou 1% das admissões com carteira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em todas as grandes regiões, houve aumento no número de admissões por contrato intermitente nesse período. Assim, apesar de representarem números relativamente pequenos sobre o total das admissões, o crescimento apresentado em apenas um ano é digno de atenção e monitoramento”, diz o IBGE.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Desigualdade de renda</h2>
<p style="text-align: justify;">O índice de Gini (0,543) caiu em relação a 2018 (0,545), mas ficou superior a 2015, ano que teve o indicador mais baixo da série, com 0,524. O país é o nono mais desigual do mundo segundo o Banco Mundial. O índice é usado para medir a desigualdade social , em que zero corresponde a uma completa igualdade na renda e 1 corresponde a uma completa desigualdade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Região Sul é a que tem a menor desigualdade de renda, com 0,467. O Nordeste teve a maior desigualdade, com 0,559, e aumentou em relação a 2018, enquanto as outras regiões tiveram queda em comparação ao ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2019, a parcela de 10% de pessoas com menores rendimentos domiciliares <em>per capita</em> recebia 0,8% do total da renda do país. À metade da população brasileira correspondiam 15,6% dos rendimentos observados, cabendo aos 10% com maiores rendimentos 42,9% do total da renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Os 10% com maiores rendimentos são compostos por 70,6% da população branca. Os 10% com menores rendimentos são compostos por 77% da população preta ou parda.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os 10% com menores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio em 2019 foi de R$ 112. Entre os 10% com maiores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio no ano passado foi de R$ 3.443.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pobreza</h2>
<p style="text-align: justify;">De 2018 para 2019, a pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 436) caiu de 25,3% para 24,7% das pessoas. Já a extrema pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 151) se manteve em 6,5% da população, em 2018 e em 2019, afetando mais da metade dos nordestinos e 39,8% das mulheres pretas ou pardas. Entre 2012 e 2019, houve aumento de 13,5% na extrema pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a analista do IBGE Barbara Soares, o país tem bolsões de extrema pobreza que não conseguem acessar as instituições para solicitar benefícios sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Movimento É de Sergipe incentiva o consumo em empresas locais</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/movimento-e-de-sergipe-incentiva-o-consumo-em-empresas-locais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2019 14:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[é de sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Valorizar e consumir tudo que for produzido em Sergipe, construindo um ciclo virtuoso, fazendo com que a economia local possa girar”. É assim que funciona o Movimento É de Sergipe, cujo objetivo é fazer com que sejam consumidos produtos e serviços do Estado. Idealizado pelo empresário Linconlin Amazonas Vieira de Melo, o movimento tem hoje &#8230;</p>
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<figure id="attachment_17624" aria-describedby="caption-attachment-17624" style="width: 258px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-17624 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-300x286.jpg" alt="" width="258" height="247" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-300x286.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV-768x732.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Linconlin-Amazonas-IV.jpg 812w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" /></a><figcaption id="caption-attachment-17624" class="wp-caption-text">Linconlin Amazonas, idealizador do É de Sergipe, vestindo camisa produzida no Estado</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Linconlin Amazonas está dando exemplo. “Vou sempre almoçar em restaurantes sergipanos. Ao comprar uma roupa, escolho as produzidas aqui”, disse. No sábado pela manhã, por exemplo, durante o lançamento do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/o-suv-da-volks-t-cross-ja-chegou-na-maracar-veiculos/">T-Cross, na Maracar Veículos,</a></span> ele usava uma camisa fabricada em Sergipe, com gravura de um artista sergipano. Comprou na loja “<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/obaratodela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O barato de lá”.</a></span></p>
<h2>Selo</h2>
<p style="text-align: justify;">Como a propaganda é a alma do negócio, o Movimento É de Sergipe quer torná-lo cada vez mais conhecido dos consumidores, por isso, vai iniciar uma forte campanha, justamente para que as pessoas deem preferência a tudo que é produzido aqui. “Consumir, no mínimo, dois produtos por dia e vender a ideia para outra pessoa nos torna grande”, é assim que funciona o movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas cadastradas utilizam o selo “É de Sergipe”, como identificação em suas mídias, produtos e serviços. Isso fará com que os consumidores saibam o que é produzido aqui. Para participar do movimento é fácil: basta ir até o site – <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.edesergipe.com.br">www.edesergipe.com.br</a></span>, cadastrar a empresa, desde que seja genuinamente sergipana. Você pode também seguir o movimento no Instagram: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/edesergipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@edesergipe</a></span>.</p>
<p style="text-align: justify;">“As empresas podem e devem participar. Devem produzir bens e serviços com mão de obra e insumos de nosso Estado, preferencialmente e essencialmente de outras empresas de Sergipe”, alerta Linconlin Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que criou o É de Sergipe, Linconlin se transformou num consumidor mais exigente. Ele lembra que foi comprar água mineral no supermercado GBarbosa, e não encontrou a marca produzida em Sergipe. Ligou para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e questionou. “Dei minha sugestão para que tenha a marca da água mineral sergipana, dando oportunidade ao consumidor a optar por um produto feito aqui”, comentou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Informalidade</h2>
<p style="text-align: justify;">“Incentivamos que as pessoas empreendedoras pensem fora da caixa e façam um produto com qualidade, preço baixo, além do bom atendimento. Conforme o crescimento, é inevitável sair da informalidade”, diz Linconlin, ao ser questionado sobre informalidade em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">E ao citar a informalidade, outro objetivo do É de Sergipe se encaixa perfeitamente nesse quesito: “criando o hábito, na população, de valorizar o que é feito em nossa terra, retendo renda e recursos na economia local, além da ampliação de frentes de trabalho”.</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/">Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</a></span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas, como surgiu esse movimento?</h2>
<p style="text-align: justify;">Em outubro de 2018, numa conversa com um amigo em Nova Petrópolis, cidade que fica vizinho a Gramado (RS), ele tomou conhecimento de quem a grande loja de departamento havia fechado as portas. Motivo: os gaúchos deixaram de comprar lá, pois deram preferência a produtos de lojas gaúchas.  Estava nascendo, a partir daquele momento, o movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta a Aracaju, Linconlin, junto com o publicitário Maurício Menezes,  procurou outros empresários e, pouco a pouco, o movimento foi tomando corpo.  Eles já se reuniram com o Sebrae e, mais recentemente, com a Fecomércio, e dia a dia, o “É de Sergipe” tem mais empresas e, claro, consumidores. Afinal, como eles próprios se definem, “é um movimento de adesão espontânea de empresários e toda sociedade apaixonados pela nossa terra Sergipe. De quem valoriza tudo que é produzido aqui”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Diesse]]></category>
		<category><![CDATA[formalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fundat]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cobrança ao Estado" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Alberto  - macro economia" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
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