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	<title>Arquivo para impressões - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Aracaju no começo do século 20 vista por um cronista francês  </title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/aracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Lugares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160; O habitante de Sergipe  tem personalidade viva,  susceptível;  delicado em aparência e espírito,  é rancoroso e ao mesmo tempo prático. Paul Walle &#160; Na crônica de hoje, volto ao tema de minha primeira publicação neste portal (“Aracaju pelo olhar de um viajante alemão”) para falar, desta vez, de outro cronista europeu que &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/aracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances/">Aracaju no começo do século 20 vista por um cronista francês  </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Faracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances%2F&amp;linkname=Aracaju%20no%20come%C3%A7o%20do%20s%C3%A9culo%2020%C2%A0vista%20por%20um%20cronista%20franc%C3%AAs%C2%A0%C2%A0" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Faracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances%2F&amp;linkname=Aracaju%20no%20come%C3%A7o%20do%20s%C3%A9culo%2020%C2%A0vista%20por%20um%20cronista%20franc%C3%AAs%C2%A0%C2%A0" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Faracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances%2F&amp;linkname=Aracaju%20no%20come%C3%A7o%20do%20s%C3%A9culo%2020%C2%A0vista%20por%20um%20cronista%20franc%C3%AAs%C2%A0%C2%A0" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Faracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances%2F&amp;linkname=Aracaju%20no%20come%C3%A7o%20do%20s%C3%A9culo%2020%C2%A0vista%20por%20um%20cronista%20franc%C3%AAs%C2%A0%C2%A0" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Faracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances%2F&#038;title=Aracaju%20no%20come%C3%A7o%20do%20s%C3%A9culo%2020%C2%A0vista%20por%20um%20cronista%20franc%C3%AAs%C2%A0%C2%A0" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/aracaju-no-comeco-do-seculo-20-vista-por-um-cronista-frances/" data-a2a-title="Aracaju no começo do século 20 vista por um cronista francês  "></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Por Acácia Rios (*)</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>O habitante de Sergipe </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>tem personalidade viva, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>susceptível; </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>delicado em aparência e espírito, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>é rancoroso e ao mesmo tempo prático.</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Paul Walle</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>a crônica de hoje, volto ao tema de minha primeira publicação neste portal (“<strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/aracaju-pelo-olhar-de-um-viajante-alemao/#google_vignette" target="_blank" rel="noopener">Aracaju pelo olhar de um viajante alemão</a></span></strong>”) para falar, desta vez, de outro cronista europeu que passou por Sergipe na década de 1900, o geólogo e naturalista francês Paul Walle. Refiro-me aqui às suas impressões sobre o nosso Estado, retratadas em <span class="sigijh_hlt"><em>Au Brèsil. États de Sergipe et Alagoas</em> (E. Guilmoto, Éditeur, 1912) e que me chega às mãos por meio de um leitor da coluna.</span></p>
<p>C<a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/livro-frances.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-85156 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/livro-frances-235x300.jpg" alt="" width="235" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/livro-frances-235x300.jpg 235w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/livro-frances-768x979.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/livro-frances.jpg 781w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /></a>onforme assinala a capa do livro, o autor viajou pelo Brasil em missões diplomáticas atribuídas pelo Ministério do Comércio da França, do qual era funcionário. O objetivo era conhecer (ou espionar) as práticas comerciais e industriais de países concorrentes com os quais o Brasil mantinha relações econômicas, estudando novas formas de explorar as nossas riquezas.</p>
<p>Publicou as suas impressões em diferentes livros, divididos tematicamente por estados das regiões sudeste, norte e nordeste do Brasil. Também enveredou por outros países da América do Sul, como Bolívia e Peru. Algumas de suas edições podem ser encontradas (e encomendadas) nos dois idiomas no site do Senado Federal e facilmente localizáveis na biblioteca Palácio do Itamaraty, em Brasília.</p>
<p>Mas entremos no tema. Depois de destacar os municípios de Estância, Simão Dias, Laranjeiras, Itabaiana, Lagarto e São Cristóvão, Walle dedica algumas páginas à capital sergipana, espaço ao qual aludirei. Diferentemente do viajante alemão Robert Avé-Lallemont, que visitou Aracaju no século 19 e se deteve mais longamente nas características etnográficas e culturais, o francês enfatiza sobretudo os aspectos físicos, com especial destaque para a economia, geografia e uso de dados numéricos, sem ensaiar observações pessoais.</p>
<p>Apesar do teor burocrático, no entanto, é possível extrair diversas passagens descritivas que revelam o seu olhar sobre o mobiliário urbano do Centro, como no trecho a seguir: “As ruas são retas e paralelas, suficientemente largas. As principais são: Aurora, São Cristóvão, Laranjeiras, Itaporanga e Japaratuba. São geralmente longas e oferecem uma vista aprazível.” A rua Aurora, que já se chamou Tramanday, atualmente é a Avenida Ivo do Prado.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85174 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-21-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p>Os edifícios públicos, para Walle, não são marcantes, mas destaca alguns deles, como a Catedral que, com sua fachada de duas torres quadrangulares, guarda certa originalidade. “É uma ampla construção em forma de paralelogramo, onde toda a arquitetura exterior é híbrida, em pesado estilo ogival alemão e cuja modesta escadaria dá acesso ao templo”. De fato, a Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Conceição, de1859, tem estilos neoclássico e neogótico.</p>
<p>Ler a sua descrição sobre a Igreja Matriz traz à memória a minha familiaridade com o seu entorno, o Parque Teófilo Dantas (que outrora abrigou o famoso Carrossel de Seu Tobias). Meus tios paternos moravam na rua Santo Amaro e, sempre que os visitava, meu pai me levava para brincar no parque e ver os peixes ornamentais do lago artificial que compunha o seu desenho paisagístico. Também comi muitos oitis das suas gigantescas e generosas árvores.</p>
<p>Outra grata lembrança é o vagão de trem (Expresso Abelha) que, salvo engano, se localizava bem em frente à Panificadora Sergipana (a preferida do meu pai, na esquina da rua Santo Amaro). Aos sábados pela manhã meu pai me deixava dentro daquele mundo colorido cheio de livros infantis, lápis de cor, tinta guache, pincéis e me esperava do lado de fora, pacientemente, até eu me dar por satisfeita das brincadeiras. Depois, íamos comprar o pão e eu voltava pra casa saboreando uma deliciosa broa de milho.</p>
<p>Mas voltando a Walle, sem deixar de mencionar as “simétricas faixas de palmeiras” da atual praça Fausto Cardoso, outro edifício que lhe chama a atenção é o Palácio do Governo (atual Museu Olympio Campos). “Uma boa construção de dois andares, sem grandes ornamentos, salvo as janelas e as armas da República no seu frontão e cujo interior é decorado com elegância e bom gosto”. De fato, é uma das nossas mais bonitas construções.</p>
<p>Em seguida, refere-se à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), “um grande e claro edifício cuja fachada principal ostenta um frontão que repousa sobre duas colunas de estilo clássico”. A edificação citada é o atual Palácio Fausto Cardoso (vizinho ao Olympio Campos). Devido às demandas burocráticas, a sede da Alese foi transferida em 1987 para dali a alguns metros, na esquina onde se inicia a avenida Ivo do Prado.</p>
<figure id="attachment_85151" aria-describedby="caption-attachment-85151" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-85151" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador-300x220.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador-1024x750.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador-768x562.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ponte-do-imperador.jpg 1056w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-85151" class="wp-caption-text">Ponte do Imperador</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">Mesmo sem mencionar a Ponte do Imperador, construída para recepcionar Dom Pedro II, as duas imagens fotográficas mostram-na da perspectiva do rio Sergipe.</span> Nota-se a ponte bem diferente da que conhecemos hoje, o que demonstra as mudanças pelas quais passou desde a sua inauguração, em 1860. As colunas se comunicavam formando um pórtico. Outro detalhe é que a proteção de concreto ao fundo tinha o formato de coreto.</p>
<p>A Aracaju descrita por Paul Walle nos ajuda a compor um quadro-síntese da capital e das suas transformações nos primeiros anos do século. Para além do seu tecnicismo, arriscaria dizer que nos dá um retrato, em outro ângulo, de como nos apropriamos do espaço e construímos valores identitários e culturais próprios.</p>
<p>(Todas as citações foram traduzidas livremente pela autora).]
<p>Revisão: Joara Carvalho</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Momentos Mágicos: Muitas empresas morrem porque esquecem sua verdadeira razão de existir</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/momentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:43:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Marcelo Vieira (*) &#160; Sua empresa tem planejamento para encantar clientes? Há mais de 20 anos trabalhando com o tema de atendimento, vejo que as empresas investem muito em suas estruturas, nos produtos, logística, ponto de venda e demais. Pode ser que falte algum item, mas o que quero frisar é &#8216;como falta &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/momentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir/">Momentos Mágicos: Muitas empresas morrem porque esquecem sua verdadeira razão de existir</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&#038;title=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/momentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir/" data-a2a-title="Momentos Mágicos: Muitas empresas morrem porque esquecem sua verdadeira razão de existir"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Marcelo Vieira (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">S</span>ua empresa tem planejamento para encantar clientes? Há mais de 20 anos trabalhando com o tema de atendimento, vejo que as empresas investem muito em suas estruturas, nos produtos, logística, ponto de venda e demais. Pode ser que falte algum item, mas o que quero frisar é <span class="sigijh_hlt">&#8216;como falta um plano para encantar os clientes&#8217;</span>. Observo isso quando vou em lojas físicas e me deparo com profissionais despreparados, descompromissados, desmotivados e, em muitos casos, não sabem o que poderiam fazer para chegar no nível de excelência exigido por este mercado tão competitivo, no qual muitas empresas vendem o mesmo produto e não possuem um diferencial, ficando apenas na guerra de preço.</p>
<p>É claro que conheço empresas que fazem este dever de casa com perfeição. Estão sempre discutindo este assunto com o propósito de gerar fidelidade e longevidade aos negócios, compreendem que este tema é estratégico neste mercado tão igual, pois <span class="sigijh_hlt">o que faz a diferença são as experiências que o seu cliente tem com sua marca, seu produto ou serviço</span>.</p>
<p>Quero convidar você a pensar nestes momentos da verdade, onde ocorrem diariamente várias oportunidades de serem geradas impressões positivas ou experiências encantadoras levando o cliente a um estágio mais avançado de compromisso, retorno e indicação da sua empresa.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-82655 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1-300x300.png" alt="Cliente Fã" width="210" height="210" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Coisa-boa-e-ter-voce-como-cliente-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px" /></a>Acredito que você deseja que todos os clientes que comprem de você, retorne e compre novamente, que ele saia falando bem da sua empresa, produto ou serviço, e que isso gere um boca a boca positivo capaz de atrair clientes e aumentar seus resultados. Pois é, para isso acontecer de verdade e gerar este tão sonhado cliente fiel que hoje já possui outro nome, <span class="sigijh_hlt">Cliente Fã,</span> exige muito trabalho pela frente. Esta construção de cultura voltada para <span class="sigijh_hlt">o encantamento depende exclusivamente da importância que você dá para as pessoas que têm este contato direto com o cliente<span class="sigijh_hlt"> e, principalmente, para as estratégias que foram criadas para estes momentos</span></span>, pois são elas que irão determinar e gerar os valores da sua marca que tanto podem ser positivos quanto negativos.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h4>Algumas perguntas para você refletir sobre o desenvolvimento de suas estratégias:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; Minha equipe esta preparada para encantar clientes?</p>
<p>2 &#8211; Eles realmente conhecem os comportamentos que fazem a diferença nestes momentos mágicos?</p>
<p>3 &#8211; Temos um padrão de encantamento criado, capaz de determinar os comportamentos adequados para cada área de contato com o cliente?</p>
<p>4 &#8211; Minha empresa realmente se preocupa com a satisfação de nossos clientes?</p>
<p>5 &#8211; Ela monitora e busca corrigir os erros?</p>

			</div></div>
<p>Essas são algumas perguntas capazes de elevar o grau de importância para o atendimento.</p>
<p>Aproveito para encerrar com mais uma pergunta.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Por que os clientes devem escolher a sua empresa e não a do concorrente?</p>

			</div></div>
<p>Encantar clientes é muito mais do que um bom atendimento. Temos que fazer eles se sentirem especiais.</p>
<p>Te desejo sucesso e lembre-se que atendimento é mais do que um departamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todos os dias entramos em cena <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3ac.png" alt="🎬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, então faça o seu melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&amp;linkname=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmomentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir%2F&#038;title=Momentos%20M%C3%A1gicos%3A%20Muitas%20empresas%20morrem%20porque%20esquecem%20sua%20verdadeira%20raz%C3%A3o%20de%20existir" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/momentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir/" data-a2a-title="Momentos Mágicos: Muitas empresas morrem porque esquecem sua verdadeira razão de existir"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/momentos-magicos-muitas-empresas-morrem-porque-esquecem-sua-verdadeira-razao-de-existir/">Momentos Mágicos: Muitas empresas morrem porque esquecem sua verdadeira razão de existir</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Apagam-se as luzes de 2022… que venha brilhando 2023</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/apagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hernan Centurion]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[articulista]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimentos]]></category>
		<category><![CDATA[domingo em desbaste]]></category>
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		<category><![CDATA[maçons]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um ano se passou… olhamos para trás e vimos na penumbra as pegadas de valorosos maçons que, ladeados, fizeram tudo valer à pena, pois suas almas são imensas. Transbordam caridade, solidariedade, compaixão e muita coragem… de ir além, contra toda e qualquer adversidade, na queda ou na dor, na alegria ou no amor, de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fapagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023%2F&amp;linkname=Apagam-se%20as%20luzes%20de%202022%E2%80%A6%20que%20venha%20brilhando%202023" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fapagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023%2F&amp;linkname=Apagam-se%20as%20luzes%20de%202022%E2%80%A6%20que%20venha%20brilhando%202023" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fapagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023%2F&amp;linkname=Apagam-se%20as%20luzes%20de%202022%E2%80%A6%20que%20venha%20brilhando%202023" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fapagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023%2F&amp;linkname=Apagam-se%20as%20luzes%20de%202022%E2%80%A6%20que%20venha%20brilhando%202023" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fapagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023%2F&#038;title=Apagam-se%20as%20luzes%20de%202022%E2%80%A6%20que%20venha%20brilhando%202023" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/apagam-se-as-luzes-de-2022-que-venha-brilhando-2023/" data-a2a-title="Apagam-se as luzes de 2022… que venha brilhando 2023"></a></p><figure id="attachment_55908" aria-describedby="caption-attachment-55908" style="width: 186px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Hernan-Centurion-II.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-55908" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Hernan-Centurion-II-266x300.jpg" alt="Hernan" width="186" height="210" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Hernan-Centurion-II-266x300.jpg 266w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Hernan-Centurion-II.jpg 482w" sizes="auto, (max-width: 186px) 100vw, 186px" /></a><figcaption id="caption-attachment-55908" class="wp-caption-text">Hernan Centurion (*)</figcaption></figure>
<p>Mais um ano se passou… olhamos para trás e vimos na penumbra as pegadas de valorosos maçons que, ladeados, fizeram tudo valer à pena, pois suas almas são imensas. Transbordam caridade, solidariedade, compaixão e muita coragem… de ir além, contra toda e qualquer adversidade, na queda ou na dor, na alegria ou no amor, de mãos dadas, todos juntos puderam colher a boa safra que outrora semearam.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A coluna <strong>Domingo em Desbaste</strong> foi uma singela semente plantada, com intuito de gerar reflexão sobre diversos temas maçônicos, filosóficos, culturais ou não</span>, analisando os acontecimentos sociais e as ações maçônicas mais recentes e, então, aproximando a Maçonaria da sociedade civil onde está inserida, desmistificando alguns tabus e valorizando o pensamento crítico e o diálogo das boas ideias, <span class="sigijh_hlt">na busca da <span class="sigijh_hlt">t</span></span><span class="sigijh_hlt">ríade que sustenta a vida em comunidade: a liberdade, igualdade e fraternidade em suas puras essências</span>.</p>
<p>Seguimos em frente, sempre com o fiel apoio dos irmãos e amigos, oxalá hão de surgir ainda mais textos inspirados pela percepção e sensibilidade de concatenar os conhecimentos histórico-filosóficos com o nosso cotidiano, ajustando a teoria à prática, partindo sempre do pressuposto que “só o exemplo arrasta” e a “fé sem obras é morta”. Houve a possibilidade de desbastarmos e lapidarmos nossa pedra bruta interior, tornando-nos seres humanos um pouco melhores e, consequentemente, contagiando aqueles que nos cercam, quer no trabalho ou nos nossos lares.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Resta-nos agradecer a todos que colaboraram com artigos autorais e, sobretudo, aos que, por alguns minutos, se debruçaram na leitura desta coluna dominical, concordando ou não com essa ou aquela frase ou pensamento, entretanto respeitando sempre e gentilmente pontuando, de maneira edificante, suas impressões íntimas, favorecendo, pois, o progresso do conhecimento que só se obtém quando compartilhado.</p>

			</div></div>
<p><span class="sigijh_hlt">As portas estão abertas! Junte-se a nós nessa caminhada durante ano que se anuncia…</span></p>
<p><span class="sigijh_hlt">“A vida é um aprendizado que se renova a cada instante”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>__________</p>
<p>(*) <strong>Hernan</strong> Augusto <strong>Centurion</strong> Sobral é médico cirurgião e coloproctologista. Mestre maçom da Loja Maçônica Clodomir Silva 1477, exercendo atualmente o cargo de orador.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_55014" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Domingo em desbaste</span><div id="wplp_widget_55014" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="55014" style="" data-max-elts="10" data-per-page="10"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_55014" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_55014_99286" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/entre-a-fe-e-o-amor-a-jornada-que-transforma-vidas/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19.jpg" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19-300x149.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19-1024x510.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19-768x382.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Design-sem-nome-19-660x330.jpg 660w" alt="Entre a fé e o amor: a jornada que transforma vidas" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/entre-a-fe-e-o-amor-a-jornada-que-transforma-vidas/"  class="title">Entre a fé e o amor: a jornada que transforma vidas</a></div></div><div id="wplp_box_left_55014_99286" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_55014_99286" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_55014_99286" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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		<title>Verdades vazias, cegueiras e mortes: as conflagrações retalhadas em Mosaico de Rancores, de Márcia Barbieri</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/verdades-vazias-cegueiras-e-mortes-as-conflagracoes-retalhadas-em-mosaico-de-rancores-de-marcia-barbieri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 10:47:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>                                                                                               “Tento mergulhar, os olhos me impedem”.     &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;"><em>                                                                                               “Tento mergulhar, os olhos me impedem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>                                                                                                              (Malu, em Mosaico de Rancores)</em></p>
<p style="text-align: justify;">A literatura é uma espécie de ferida, cuja dor é sentida na pele pelo sujeito-leitor, um dos principais elementos de ativação dos sentidos das palavras. Chagas invadem os olhos de quem ousa ler as páginas de um bom livro. É assim, simplesmente. Do bem e do mal, para aquém ou para além, uma força nada qualquer. Para sempre, nódoas ficarão. Na alma, nos olhos. Literatura. Arrebol de sangue e pulso. Víveres. E a literatura de Márcia Barbieri, mais especificamente em seu MOSAICO DE RANCORES (Terracota, 2013), é mais uma boa demonstração viva do que venho a tratar aqui nestas minhas impressões. A obra é um bruto recorte metafórico em prosa acerca de sentimentos bastante humanos, obtido prioritariamente a partir das visões da personagem Malu, que, cega de ciúmes por Lúcio, altera toda uma órbita existencial em prol de um alucinante arremate de ódio e amor ao convívio interpessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ultimamente é para isso que me servem as palavras, para estancar meu sangue pisado”, fraseia Malu em uma das passagens do livro, personagem que na obra em si funciona como um <em>narrador não confiável</em>, termo cunhado em meados do século XX pelo crítico literário estadunidense Wayne C. Booth para designar a presença de um narrador &#8211; no caso de Mosaico de Rancores, uma personagem-narradora &#8211; sem credibilidade ou com sua legitimidade argumentativa comprometida. Como manda o figurino para tal efetivação de recurso, o elemento literário que narra apresenta-se em primeira pessoa. Ao contrário do que possa parecer, não há uma maior aproximação do leitor perante a obra por conta disso, mas sim um brando afastamento. Este tipo de narrador torna tudo questionável. A verdade torna-se uma calamidade, quase uma imposição. Chega-se ao ponto de não acreditar em nenhuma das personagens que transpassam o livro. E tudo se mostra inquieto.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo fato de toda a realidade exposta na obra de Barbieri caber-se isolada em vários pontos e entender-se distorcida em essência e até propositalmente, à semelhança do que acontece em Dom Casmurro, de Machado de Assis e, também, em Lolita, de Vladimir Nabokov, o leitor, pois, vê-se automaticamente inserido num vasto e vago e largo mistério em minúcias. E mistérios não são fáceis de desvendar. Com uma prosa muito poética, que é, antes de tudo, uma extensão de diálogo com o que há de mais primitivo no ser humano, Barbieri supera a mera escrita formal para expor o que quase sempre fica retido nas campânulas do Homem. E que, por tanto escondermos, dores, angústias, máculas, infernos, enxergamos romper daí várias formas de cegueira, até aquela que insistimos em não querer ver, como em moldes de ditado popular, a dizer de um rio a brotar “incoerente nas veias de um cardíaco”. Um mosaico de situações que corroboram alusões à <em>menipeia</em>, já que há no livro um jogo que enovela o cômico e o trágico, o livre linguajar e o conceito filosófico, o sagrado e o universal, misturados à loucura, à impressão da morte e ao sonho. <em>Prosimetrum</em> em monólogos: diálogos internos com a própria imagem. Narciso bem presente.</p>
<figure id="attachment_34732" aria-describedby="caption-attachment-34732" style="width: 206px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-34732" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-200x300.jpg" alt="" width="206" height="309" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-200x300.jpg 200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-681x1024.jpg 681w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-768x1154.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores-1022x1536.jpg 1022w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-mosaico-de-rancores.jpg 1105w" sizes="auto, (max-width: 206px) 100vw, 206px" /></a><figcaption id="caption-attachment-34732" class="wp-caption-text">Capa de Mosaico de Rancores</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“O amor é assim, arrumação de camas, ruas sem saída, novelos de uma Ariadne perdida no labirinto”. A primeira parte do livro MOSAICO DE RANORES, intitulada de OLHOS DE CÃO, é uma espécie de introdução ao desconhecido – ou aos desconhecidos da alma da personagem Malu, aparentemente uma mulher sem controle sobre seus próprios sentimentos e sentidos. Uma mulher cujo alfabeto é lido e pronunciado através do olhar e da visão. “Tenho centenas de olhos cobrindo meu corpo e nenhum deles é capaz de prever a verdade”, expira Malu. Uma mulher que, aparentemente, espelha seus parcos momentos de felicidade e gozo na figura de Lúcio, seu par, fotógrafo e amante dos jardins de delícias da vida. Malu é Sísifo, condenada ao absurdo de viver a tarefa sem sentido da vida. A pedra parece sempre rolar sobre seus ombros. A pedra Lúcio? Lúcio não é também a própria Malu? Para Malu, “o desconhecido é uma puta oferecida” e ela crê “apenas na condição do poço”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal qual Tirésias, em vaticínio edipiano, Malu parece somente encontrar a felicidade nos instantes em que não enxerga absolutamente nada. Então, abrir os olhos já significaria sofrer. Correndo “em disparada em direção ao descaminho”, a jovem Malu amargura-se ao ser presenteada por Deus não com um, mas com dois buracos negros em si. É o que ela pensa. Castigo? Por qual motivo? Querer a presença de Lúcio seria a razão legal de tanto sofrimento? Mas sentir que agora os “desejos rastejam feito cobras mansas, sem veneno”, não seria aporte para as suas mais recentes e apoteóticas condutas? Quem pode falar por Malu a não ser ela mesma? Quem é Lúcio aos olhos cegos de Malu? Por estar só, ou aparentar estar assim, Malu sente a morte, que “não sente o cheiro das flores nem vê a empáfia dos urubus”. A morte é um ser dissonante e “mil órbitas me observam”, pensa. “A morte avança em progressão geométrica”. Malu está cercada. Por quem?</p>
<p style="text-align: justify;">Caronte e sua barca, o morto e sua moeda na boca, Cérbero, Estige, o estranho da foice, todos presentes. Malu parece narrar, ao longo de toda a primeira parte de Mosaico de Rancores, o ritual de sua própria morte, mesmo quando vida. “A morte dói, mas a vida são agulhas torturando as pontas dos dedos”, retruca. E nisso tudo, o leitor a ver navios fica, também perseguido pela suposta loucura de Malu. Tudo cinde. Malu é Mnemósine, mas não quer ser memória, não deseja tê-la. Memória é pavor, agrura, memória é morte, é dor. Malu, para quem até os fantasmas são providos de carne e para quem a dor é inerente à carne&#8230; A carne que é mais símbolo de morte do que de vida, propriamente. E para quem Lúcio é muitas vezes a encarnação viva da morte, da sua morte. Diária ou eventual, mas a sua morte em particular. O leitor também se encarna. E vive a sandice metafórica da jovem. De novo, a dualidade vida X morte. A vida parece ser menor, pois “a morte é mais excitante, são cavalos vermelhos e selvagens”. A morte, assim como a vida, escondida por debaixo de panos coloridos. Enfim, Malu cria Nepente, a bebida do esquecer. Consegue?</p>
<p style="text-align: justify;">MOSAICO DE RANCORES é mais que simplesmente um título que versa sobre o ciúme, tão bruscamente retratado por Malu, que vocifera aos brados que “a dor dos ciúmes que eu esmago todas as noites entre meus dedos” é a sua diária oração, “uma queda brusca de estrelas”. Ao mesmo tempo em que se mostra indiferente ao mundo que a cerca, Malu representa a desobediência, o desordenamento. A desobediência de quem é deveras coerente com aquilo que pensa, apesar de tudo. “Tudo está enquadrado em uma foto que não posso ver”. E lembrar se torna insuportável. Mas o que faz com que Malu se sinta tão cega, a ponto de enxergar que seus fantasmas são assim, tão palpáveis, concretos e reais? Estar cego é ver demais? O que explica tão avessa disparidade?</p>
<p style="text-align: justify;">“Olhos parados, sem expressão, olhos de pouco ver”. Seria Lúcio a des-visão de Malu, o ver-pouco e/ou o excesso? Lúcio, “o fotógrafo de mil poses”, é um sujeito até certo ponto maltratado pela mente “diabólica” de Malu, que despeja todos os seus ranços na provável conduta promíscua de seu parceiro. Lúcio é um alguém sem sangue se comparado a Malu, corpo distante e alma de incertezas. Na primeira parte do livro, Lúcio é também boa parcela da memória de Malu, cuja vida se dá numa explosão de inquéritos. Um elemento que não está sempre presente, que some, que volta, que é impermanente e que quando volta é pego pelos braços-aranha de Malu. “Lúcio pensa que sou idiota, que não percebo suas estratégias de fuga. Poderia voltar correndo, entrar naquele estúdio e picar todas aquelas fotos indecentes”, verbaliza Malu. “O que posso fazer? Me fingir de idiota como a maioria? Fingir que sou cega?”, complementa num capítulo adiante. Lúcio parece sempre estar fugindo, apesar de sempre estar por perto. “Eu tinha certeza do seu sumiço e agora ele aparece dono de mim e eu procuro os pedaços que me roubaram”. Malu convive com as fugas de Lúcio, no sempre, pois “há vários labirintos entre o Gênesis e o Apocalipse”. Malu não aceita. Malu não aceita?</p>
<p style="text-align: justify;">“E cada pedaço de mim cavalga em tigres selvagens”. E a cada regresso de Lúcio, uma pausa. Uma Malu que também retorna. Malu o ama, não há dúvidas. Não. Há dúvidas! <em>Dubito, ergo cogito, ergo sum</em>. “Amá-lo é mergulhar com os bolsos cheios de pedras num rio verde e calmo, onde descansam libélulas e fantasmas de Virginia Woolf”. Por tudo o que lhe acomete, Malu diz cometer vários suicídios todos os dias. Seu corpo está enferrujado, não consegue mais “mastigar com ternura a singularidade das coisas”. O tempo a massacra. O ciúme, em determinado ponto, parece-lhe inútil. A tristeza, até ela!, parece se ausentar. Joga-se ao alcance de todos e não há quem a agarre. Uma queda eterna. Malu cai diante de si mesma, várias, incontáveis vezes, em luta incessante contra o amor, entidade que “traz restos de outras carnes, gosto de outras almas, salivas espessas de outras bocas, cascos galopantes de outras mãos”. Por isso, traiçoeiro. Malu é também o retrato de quem ama.</p>
<p style="text-align: justify;">“A cegueira me fez forte, me fez perversa. Tateio os seios da multidão. Retiro as vísceras do dia, nada sobra”. O amor de Lúcio a machuca. Malu é somente abismos. Olhos sempre abertos. Olhos de peixe. Luiz surge. Uma pequena redenção. Malu-Capitu? Quem trai quem? Big Bang. Malu se perde? Quem se perde? Há humanidade no amor, e na paixão? Um estrangeiro no leito. Vingança? Malu arrefece? Malu incendeia? Malu duvida. Malu testa a si mesma. Malu sofre com a conclusão de René Descartes. Cogito, cogito, cogito&#8230; Quem é Malu, afinal? A que ama Lúcio, a que não ama ninguém? A que ama a todos? Malu finge. Malu pode ser o disfarce perfeito. Trafica-se. Traficante de amor. Uma luta contra Deus. Renasce. “Erva daninha”. Malu é a imagem do pai. Seio de mais-morte. Um ponto de interrogação. Aliás, “tudo que pulsa presume a dor da existência”. Quando Malu gesta sua morte?</p>
<p style="text-align: justify;">“Malu precisa aprender a lidar com a realidade, está tão acostumada a manipular seus fantasmas que se esqueceu da consistência porosa da carne humana. Das dentadas que deixam marcas sobre a pele. Dos tombos, dos joelhos ralados, dos tapas no meio da cara. Dessa loucura cotidiana que arromba nosso esfíncter”. Na segunda parte do livro, intitulada de CLAREIRAS, Lúcio provoca: “Malu nunca será feliz. Precisamos ser medianos pra conseguir a felicidade e ela tem dificuldade em simplificar as coisas. Épica. Começa as narrativas pelo fim, percorre as entrelinhas e se perde. Nunca sabemos o início de suas histórias”. Lúcio é a morte. Malu é a vida, contorcida, imprevisível. Não se pode domar a vida, este mosaico. De rancores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Cinco perguntas sobre o MOSAICO DE RANCORES:</strong></p>
<figure id="attachment_34733" aria-describedby="caption-attachment-34733" style="width: 218px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-34733" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri-162x300.jpg" alt="" width="218" height="404" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri-162x300.jpg 162w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Marcia-Barbieri.jpg 517w" sizes="auto, (max-width: 218px) 100vw, 218px" /></a><figcaption id="caption-attachment-34733" class="wp-caption-text">Márcia Barbieri e sua cria</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>Germano Xavier &#8211;</strong> Em seu livro Mosaico de Rancores, os passos da narrativa são marcados de dois modos diferentes, ora como uma construção de metáforas nada brandas sobre a vida ora como a voz irascível e tempestuosa das personagens Malu e Lúcio sobre a inaptidão perante a possibilidade do convívio. De que modo a cegueira dos dois, em seus tons passionais e demasiado humanos, ultrapassa o enredo e desemboca no leitor como sendo uma ferida de todos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Márcia Barbieri &#8211;</strong> <em>De certo modo, a narrativa foi escrita pensando na inaptidão dos homens viverem em comunhão, da monstruosidade dos relacionamentos&#8230; é extremamente difícil conviver com alguém, cada indivíduo é uma singularidade, um cosmos. Além disso, o outro me parece um espelho mórbido, sempre reflete nossos piores defeitos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> A impressão é a de que todos os personagens no livro são cegos, por motivos díspares e semelhantes ao mesmo tempo. O amor é grosseiro, o ciúme é delator, o sexo é artifício, a dor é mansidão. Ao final, é a morte quem amamenta a vida ou é o contrário?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB – </strong><em>Imagino que seja a morte que amamenta a vida porque sempre nos pautamos e contabilizamos a vida a partir da ideia que temos da morte.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Curiosidade vaga. Como surgiu a ideia do livro? E como se deu o seu processo de escrita?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Não posso negar que a ideia inicial se deu pela minha própria inadequação em relação aos relacionamentos amorosos, assim como minha inaptidão para entender o sentimento de posse. O livro foi escrito de forma bem lenta, porque eu estava mais acostumada às narrativas curtas, quase desisti de terminá-lo, depois de um tempo voltei a ele e finalizei.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> “Tudo que pulsa presume a dor da existência”, frase presente no “rancor” número 92 do livro. Dizem que toda experiência humana fornece subsídios literários, Barbieri. Você concorda? O inverso é também verdadeiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Concordo plenamente, a vida serve de subsídio para a arte, assim como a arte serve de inspiração à vida.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Referências inúmeras a poetas, escritores, pintores, cineastas e artistas em geral estão expostas nas páginas de Mosaico de Rancores. Parece-me que tal recurso ajuda a engrossar o caldo de contemporaneidade da obra em questão, Márcia. Isso se justifica? Qual a sua visão sobre este ponto?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Não acredito em ideia genuína, somos o tempo inteiro influenciados por outros artistas, tanto clássicos quanto contemporâneos. No “Mosaico de Rancores” queria mostrar com quais artistas dialogava.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GX &#8211;</strong> Muito além de Malu, Lúcio e Luiz, Elenir e o pai de Malu muito me intrigaram. Qual a importância destes personagens para o todo do Mosaico?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB –</strong> <em>Elenir é um papel bem secundário, Luiz era importante para mostrar as fraquezas do relacionamento de Malu e Lúcio, e o pai de Malu era importante para evidenciar o quanto nos equivocamos ao longo do tempo&#8230; Temos olhos viciados.</em></p>
<p><strong>
			</div></div></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Germano Viana Xavier</strong> é mestre em Letras e jornalista profissional (DRT BA 3647). Desenvolve estudos e pesquisas sobre Literatura e Direitos Humanos – Comunicação e Cultura – Literatura e Letramentos – Língua Portuguesa – Linguística – Cinema – Educação e Educomunicação. Idealizador/Coordenador Geral do Jornal de Literatura e Arte O EQUADOR DAS COISAS (ISSN 2357 8025), periódico fundado em março de 2012 e que circula no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Irlanda. Escreve desde 2007 o blog <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://oequadordascoisas.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O EQUADOR DAS COISAS</a>,</span> cujo arquivo conta hoje com aproximadamente 2.000 textos de sua autoria. Em 2016, seu livro de contos SOMBRAS ADENTRO foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura. Possui publicações em livros, jornais e revistas literárias diversas. Baiano desterrado, natural da Chapada Diamantina, tem 35 anos e atualmente habita o agreste meridional pernambucano. Canal no YouTube: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/oequadordascoisas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.youtube.com/oequadordascoisas</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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