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	<title>Arquivo para idealismo - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 25 Jan 2026 02:34:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Uma breve história do idealismo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/uma-breve-historia-do-idealismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[ancestral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Gosto de dizer, com a ternura reservada a um ancestral íntimo, que fui um jovem de um idealismo quase arquitetônico. Minha mente era uma cidadela de postulados, murada por axiomas e governada por uma visão de mundo de uma geometria dolorosamente rígida. Esta era a minha arquitetura cognitiva: uma fortaleza erguida &#8230;</p>
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<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="cd5e" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">G</span>osto de dizer, com a ternura reservada a um ancestral íntimo, que fui um jovem de um idealismo quase arquitetônico. Minha mente era uma cidadela de postulados, murada por axiomas e governada por uma visão de mundo de uma geometria dolorosamente rígida. Esta era a minha arquitetura cognitiva: uma fortaleza erguida não como monumento à coragem, mas como uma elaborada defesa contra o caos. Cada crença inflexível era uma muralha contra a vertigem da incerteza; cada ideal de perfeição, um escudo contra o eco constante que me assombrava, o sussurro da Síndrome do Impostor:</p>
<blockquote>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">“Você é uma fraude. A qualquer momento, eles irão descobrir.”</p>
</blockquote>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">Viver naquela fortaleza era um exercício de vigilância perpétua. O mundo, para mim, era um texto pré-escrito, um Codex cujas regras eu precisava decifrar e seguir à risca para ser digno. O maniqueísmo (a crença em heróis e vilões, salvadores e destruidores) não era uma filosofia, mas um mecanismo de simplificação. Se eu pudesse classificar tudo em caixas de “bom” ou “mau”, talvez conseguisse controlar a ansiedade de ser, eu mesmo, classificado como “insuficiente”. Era um idealismo nascido do medo, um esforço exaustivo para ludibriar meu eu mais autêntico, aprisionando-o em nome de uma segurança que jamais foi real.</p>
<p class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl alu" data-selectable-paragraph="">Até que a vida, com sua indiferença sísmica, decidiu testar as fundações da minha cidadela. E não o fez com um único golpe, mas com um maremoto avassalador. Problemas na família, pressões no trabalho, fissuras nas relações. A realidade se infiltrava pelas rachaduras da minha construção perfeita, e as crenças centrais que a sustentavam (“Se eu for perfeito, estarei seguro”; “Errar é prova de que sou uma farsa”) começaram a ruir. A estrutura não suportou o peso da própria rigidez.</p>
<p id="4964" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij ng nh im nj nk nl nn no np nr ns nt nv nw tq nx he bl" data-selectable-paragraph="">O colapso foi ensurdecedor e solitário. Lembro-me de estar sentado metaforicamente no chão, entre os escombros das minhas certezas, o pó das minhas antigas leis cobrindo tudo. E foi ali, na vulnerabilidade absoluta, que a verdadeira transformação começou, não como um ato autorealizado, mas como um milagre de conexão.</p>
<p id="eb27" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Foram mãos que se estenderam na penumbra. Amigos que se tornaram ferreiros da minha alma. Eles não tentaram reconstruir minhas muralhas; eles se sentaram comigo no pó, oferecendo o mais raro dos presentes: espaços de segurança. Nesses refúgios, eu pude finalmente desempacotar os destroços das minhas crenças. Mas o amor deles não era passivo. Eles eram um paradoxo de ternura e força. Quando eu desabava, seus braços eram o acolhimento para meus sentimentos. Contudo, quando minhas antigas máscaras e fantasmas se reerguiam por hábito, eles se tornavam guerreiros. Batalhavam contra minhas distorções cognitivas, não com a brutalidade da crítica, mas com a precisão cuidadosa de um cirurgião, me forçando a confrontar as inverdades que eu contava a mim mesmo. Eram eles que me lembravam: <em class="nd"><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/sic-mundus-creatus-est/" target="_blank" rel="noopener">Sic Mundus Creatus Est</a></span>,</em> o mundo é criado pela palavra. E as palavras que eu usava para me definir estavam me envenenando.</p>
<figure id="attachment_96431" aria-describedby="caption-attachment-96431" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-96431 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp" alt="Amigos" width="1024" height="1024" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas.webp 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-300x300.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-150x150.webp 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/conflito-guerra-e-almas-768x768.webp 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96431" class="wp-caption-text">Mãos que se estenderam na penumbra. Amigos que se tornaram ferreiros da minha alma.</figcaption></figure>
<p id="83e0" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Esse broquel, essa aliança entre cuidado e confronto, me deu a permissão para iniciar a minha alquimia pessoal. Com o apoio dessas testemunhas compassivas, comecei a examinar cada pedaço quebrado do meu antigo idealismo, não para lamentá-lo, mas para entendê-lo como o que realmente era: a armadura de uma criança assustada.</p>
<p id="f220" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">E então, o <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/o-axioma-da-apoteose/" target="_blank" rel="noopener">Axioma da Apoteose</a></span> se manifestou de uma nova forma. Não na epifania solitária do conhecimento intelectual, mas na compreensão avassaladora da conexão humana. Meu antigo eu, imenso e inflado por ideais, implodiu sob a própria gravidade. Foi um colapso estelar, um processo de pressão inimaginável no qual a destruição não gerou o nada, mas forjou algo novo. Naquele forno, a matéria leve da certeza simplista e do medo foi fundida em elementos mais pesados e complexos: a flexibilidade, a autocompaixão, a sabedoria de que a identidade não é uma estátua, mas um rio.</p>
<p id="4f61" class="pw-post-body-paragraph nb nc hl ne b ij nf ng nh im ni nj nk nl nm nn no np nq nr ns nt nu nv nw nx he bl" data-selectable-paragraph="">Hoje, compreendo que não é preciso estar sozinho para ser forte; a verdadeira resiliência floresce na conexão autêntica, com pessoas dispostas a lutar <em class="nd">por</em> você e, quando necessário, <em class="nd">com</em> você. A jornada ainda continua. O sussurro do Impostor não desapareceu por completo, mas sua voz não mais me governa. Aprendi que posso reescrever meu próprio <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/codex-vitae/" target="_blank" rel="noopener"><em class="nd">Codex Vitae</em></a></span>, que posso observar a vida através de inúmeros prismas sem que isso me fragilize. Meu eixo não está mais em uma ideia externa, mas na confiança interna de que sou capaz de fluir. Minha história não é a de um idealista que fracassou, mas a de um ser humano que aprendeu, graças àqueles que seguraram a luz, que a verdadeira fortaleza não tem muros, mas pontes. E a maior de todas as minhas criações não é uma teoria ou um texto, mas <strong class="ne hm">a própria liberdade de ser, a cada dia, o autor de mim mesmo</strong>.</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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		<item>
		<title>A Igreja, o papa e a juventude</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-igreja-o-papa-e-a-juventude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 14:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Parafraseando a máxima de São João XXII, por ocasião do Concílio Vaticano II (11 de outubro de 1962 – 8 de dezembro de 1965), a Igreja Católica viveu nos últimos dias um novo “aggiornamento”, do italiano, atualização ou renovação. Refiro-me à realização de mais uma Jornada Mundial da &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Parafraseando a máxima de São João XXII, por ocasião do Concílio Vaticano II (11 de outubro de 1962 – 8 de dezembro de 1965), a Igreja Católica viveu nos últimos dias um novo “aggiornamento”, do italiano, atualização ou renovação. Refiro-me à realização de mais uma Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa (Portugal), entre os dias 1 e 6 de agosto de 2023, tendo como tema “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39).</p>
<p>Também conhecida por suas iniciais, em português, JMJ, a Jornada Mundial da Juventude foi uma iniciativa do papa São João Paulo II, instituída oficialmente no dia 20 de dezembro de 1985, com o propósito de “construir pontes” entre os jovens, o tempo presente e a Igreja Católica, com vistas a aproximá-los e a viverem ou se retroalimentarem dos ensinamentos de Jesus Cristo.</p>
<p>Inicialmente, a ideia era ser anual, mas passou a acontecer num intervalo entre dois e três anos. A primeira aconteceu na cidade de Roma (Itália), em março de 1986. A segunda, em Buenos Aires (Argentina), em 1987; seguindo-se de: Santiago de Compostela, 1989; Częstochowa (Polônia, 1991); Denver (EUA, 1993); Manila (Filipinas, 1995); Paris (França, 1997); Roma, novamente, em 2000; Toronto (Canadá, 2002); todas estas ainda no pontificado de São João Paulo II. Com o papa Bento XVI, foram realizadas as seguintes edições: Colônia (Alemanha, 2005); Sydney (Austrália, 2008); e Madri (Espanha, 2011). Com o prontificado do papa Francisco, esta última foi a quinta, antecedida por: Rio de Janeiro (Brasil, 2013); Cracóvia (Polônia, 2016); e Panamá (América Central, 2019).</p>
<p>Ao longo da História já foram 16 delas, todas muito concorridas e animadas, trazendo um novo vigor para a Igreja Católica. A JMJ do Rio de Janeiro, então, foi um enorme sucesso de público e de crítica, com o tema “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações”(<strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_de_Mateus">Mt</a> <a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mateus_28">28,19</a>)</span></strong>, onde o papa Francisco, em seu discurso de abertura, assim se expressou: “Acompanho as notícias do mundo e vejo que muitos jovens, em tantas partes do mundo, saíram pelas estradas para expressar o desejo de uma civilização mais justa e fraterna. Os jovens nas estradas; são jovens que querem ser protagonistas da mudança. Por favor, não deixem para outros o serem protagonistas da mudança!”</p>
<p>E esse apelo seguiu reverberando em Lisboa, 2023, com alguns elementos a mais, com destaque para a necessidade da inclusão: &#8220;Dialogar com todos é algo que Jesus nos ensinou. E digo mais: quando alguém se fecha ao diálogo, é sinal de fraqueza. Se a Igreja não tem isso que Jesus ensinou, não é Igreja. Todos têm de se sentir escolhidos&#8221;. Disse o papa Francisco em alto e bom tom e em tom de acolhimento afetuoso, sobretudo aos que se autodenominam parte do LGBTQIAPN+.</p>
<p>Tendo sido realizada em Portugal, onde Nossa Senhora apareceu em Fátima, 1917, a Jornada Mundial da Juventude também foi marcada pela realização de um milagre. <span class="sigijh_hlt">Uma espanhola, de Madri, chamada Jimena, de 16 anos, teria voltado a enxergar naquela cidade, após receber a Comunhão Eucarística. Para os que creem, como eu, está um sinal claro de Deus para a juventude.</span></p>
<p>A próxima edição da JMJ está prevista para acontecer me Seul, na Coréia do Sul. O papa Francisco, em Lisboa, mostrou-se ainda mais entusiasmado com a juventude, esperança de um mundo melhor, sem guerras, cisões, apartamentos e ódios, todos eles movidos pela alegria natural da idade e também pelo idealismo e coragem que lhes são qualidades naturais.</p>
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