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	<title>Arquivo para humana - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 31 Aug 2025 13:17:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Conflitos e diplomacias</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/conflitos-e-diplomacias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel Luiz Figueiroa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[humana]]></category>
		<category><![CDATA[interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[monopólio]]></category>
		<category><![CDATA[nações]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prof.  Manuel Luiz Figueiroa (*) &#160; A raça humana, desde os tempos bíblicos, apesar dos conflitos, tem conseguido subsistir. Esses conflitos estão presentes em desentendimentos dentro das famílias — como no episódio em que Caim matou Abel — e fora delas, entre nações e Estados. É fato que o conflito acompanha a espécie humana e, &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof.  Manuel Luiz Figueiroa (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> raça humana, desde os tempos bíblicos, apesar dos conflitos, tem conseguido subsistir. Esses conflitos estão presentes em desentendimentos dentro das famílias — como no episódio em que Caim matou Abel — e fora delas, entre nações e Estados.</p>
<p>É fato que o conflito acompanha a espécie humana e, portanto, faz-se necessário encontrar formas de minimizar as suas consequências.</p>
<h3>Conflitos interpessoais</h3>
<p>Quando o conflito ocorre entre pessoas, os procedimentos podem ser:</p>
<p><strong>Preventivos –</strong> praticar o silêncio do aprendiz maçom, ouvindo mais e falando menos; definir regras e competências de cada um; buscar canais de diálogo com o objetivo de alcançar consenso.</p>
<p><strong>Gestão –</strong> ocorre quando o conflito já está estabelecido. O caminho é procurar a mediação, a negociação ou a arbitragem, que têm como objetivo a resolução por meio de acordos escritos, decisão judicial ou reconciliação.</p>
<p>A decisão judicial é monopólio do Estado, através do Poder Judiciário, pois somente a este é permitido decidir e impor aos litigantes o cumprimento das restrições que sejam necessárias, em razão de deter a força do poder judicante. Depreende-se, portanto, que o Poder Judiciário possui o monopólio da decisão e exclusivamente a ele compete a palavra final, obrigatória e executável, em conflitos de interesses.</p>
<h3>Conflitos entre nações</h3>
<p>A lógica desses conflitos tem estrutura semelhante ao anterior. Torna-se necessário recorrer à negociação direta por meio da diplomacia e, se preciso, buscar a mediação, a arbitragem ou tribunais internacionais. Se essas ações não forem suficientes, passa-se à segunda etapa: sanções e pressões internacionais — econômicas, políticas ou até mesmo a intervenção militar.</p>
<p>Se a ação for militar, pode ser conduzida por organismos internacionais, como ONU e OTAN, ou por um dos próprios litigantes. Nesse cenário, surge o conflito armado: a guerra. Mais uma vez, a decisão será definida pela força.</p>
<p>Nas decisões interpessoais, a força é exercida pelo Estado; nas questões entre nações, a última instância é o poderio militar.</p>
<h3>Polarização mundial</h3>
<p>O mundo encontra-se polarizado nas dimensões política, econômica, social e cultural, em um processo no qual grupos, países ou sociedades se dividem em polos opostos, aumentando as dificuldades de conciliação.</p>
<p>Imagine um segmento de reta em que se distribuem as nações, de acordo com a influência dos extremos &#8211; EUA e Rússia. Os demais países posicionam-se segundo o grau de influência dessas duas grandes potências.</p>
<p>Exemplos: a Ucrânia, situada mais próxima da Rússia; e o Brasil, sob a influência dos EUA. Quando tentam mudar de posição, surgem tensões: a tentativa da Ucrânia resultou na guerra contra a Rússia, enquanto o Brasil enfrenta retaliações dos EUA.</p>
<p>Não se trata aqui de discutir o mérito das questões, nem de fazer juízo de valor, mas de compreender o processo.</p>
<p style="text-align: center;">Rússia                                    EUA</p>
<p style="text-align: center;">|&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; Ponto médio &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;|</p>
<p style="text-align: center;">Ucrânia                           Brasil</p>
<h4>Razões pelas quais os polarizadores não permitem a saída dos polarizados</h4>
<p>Um país polarizador é aquele que possui força suficiente (econômica, política, militar ou cultural) para atrair e organizar blocos de países ao seu redor.<br />
Exemplos: EUA e Rússia.</p>
<p>Um país polarizado é aquele que se encontra dentro da órbita de influência de uma potência, mas que pode desejar mudar de lado ou adotar uma posição neutra.</p>
<h5>O polarizador não permite essa saída por várias razões:</h5>
<p><strong>Segurança estratégica</strong> – países vizinhos ou próximos funcionam como “zonas de proteção”. A Rússia não permite que a Ucrânia saia da sua área de influência, seguindo a Doutrina Brejnev. Os EUA rejeitam influência estrangeira (russa ou chinesa) no Brasil, seguindo a Doutrina Monroe.</p>
<p>Prestígio e credibilidade – se um país sai da órbita, pode estimular outros a fazerem o mesmo, gerando efeito dominó.</p>
<p>Recursos e economia – perder um país satélite significa perder mercados, bases militares, rotas comerciais, energia e matérias-primas.</p>
<p>Poder simbólico – manter aliados demonstra força; perde-los é sinal de fraqueza diante do rival.</p>
<h3><em><i>Doutrinas</i></em> polarizadoras</h3>
<p>Doutrina Brejnev (1968, Guerra Fria): estabelecia que os países socialistas do Leste Europeu não possuíam plena soberania. Qualquer tentativa de saída do socialismo ou aproximação do Ocidente resultaria em intervenção da URSS. A justificativa era ideológica: preservar a “unidade socialista” e a “segurança coletiva”.</p>
<p>Doutrina Monroe (1823, presidente James Monroe, EUA): declarava que o continente americano estava fechado à colonização e intervenção europeia. O lema “América para os americanos” significava, na prática, “América sob a influência dos EUA”. Até hoje, serve como base para rejeitar a presença militar de potências rivais no continente.</p>
<h4>Comparação:<br />
&#8211; A Doutrina Brejnev limitava a soberania dentro do bloco socialista europeu.</h4>
<p>&#8211; A Doutrina Monroe limitava a influência estrangeira no continente americano.</p>
<p>Ambas legitimaram o monopólio de influência das duas superpotências em suas regiões.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>As disputas humanas, sejam interpessoais ou internacionais, acabam, em última instância, sendo resolvidas pela força:</p>
<p>No âmbito individual, pela força do Estado através do Poder Judiciário.</p>
<p>No âmbito internacional, pelo poderio bélico.</p>
<p>Que o GADU proteja a humanidade.</p>
<div class="box note  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><strong><b>Bibliografia</b></strong></p>
<p>ARON, Raymond. <strong><b>Paz e guerra entre as nações</b></strong>. 6. ed. Brasília: Editora UnB, 2002.</p>
<p>BOBBIO, Norberto. <strong><b>Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política</b></strong>. 14. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.</p>
<p>BREZHNEV, Leonid. <strong><b>Doutrina Brejnev (1968)</b></strong>. Discursos e documentos oficiais da União Soviética.</p>
<p>MONROE, James. <strong><b>Mensagem ao Congresso (Doutrina Monroe, 1823)</b></strong>. Documentos oficiais do governo dos Estados Unidos.</p>
<p>MORGENTHAU, Hans. <strong><b>A política entre as nações: a luta pelo poder e pela paz</b></strong>. Brasília: Editora UnB, 2003.</p>
<p>NYE, Joseph. <strong><b>O futuro do poder</b></strong>. São Paulo: Benvirá, 2012.</p>
<p>SEN, Amartya. <strong><b>Identidade e violência: a ilusão do destino</b></strong>. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.</p>
<p>TOYNBEE, Arnold. <strong><b>Um estudo da história</b></strong>. Brasília: Editora UnB, 2003.</p>
<p>WALTZ, Kenneth. <strong><b>Teoria das relações internacionais</b></strong>. Lisboa: Gradiva, 2004.</p>

			</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Religião e Maçonaria – Parte I</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/religiao-e-maconaria-parte-i/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rivaldo Frias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[hereges]]></category>
		<category><![CDATA[humana]]></category>
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		<category><![CDATA[simbologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Rivaldo Frias dos Santos (*) &#160; “O conflito é congênito à natureza humana” &#8211; Angel Aguardb Nós maçons, pela nossa natureza libertária e, sobretudo, racional, estaríamos em conflito com as ortodoxias científicas, filosóficas e mais acentuadamente religiosas? Usando uma premissa de Serge Hutin (As Sociedades Secretas): “Os objetivos da Franco-Maçonaria é o construtivismo (O. &#8230;</p>
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<blockquote><p>Rivaldo Frias dos Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“O conflito é congênito à natureza humana”</em> &#8211; <em><strong>Angel Aguardb</strong></em></p>
<h1></h1>
<span class="dropcap ">N</span>ós maçons, pela nossa natureza libertária e, sobretudo, racional, estaríamos em conflito com as ortodoxias científicas, filosóficas e mais acentuadamente religiosas?</p>
<p>Usando uma premissa de Serge Hutin (<span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.amazon.com.br/As-Sociedades-Secretas-Serge-Hutin/dp/B0872DD3XS" target="_blank" rel="noopener">As Sociedades Secretas</a></span>): “Os objetivos da Franco-Maçonaria é o construtivismo (O. Wirth), a reconstrução simbólica do Templo de Jerusalém, isto é, a construção de uma sociedade conforme os princípios racionais, de modo a assegurar à Humanidade o seu perfeito desenvolvimento”.</p>
<p>Tais considerações nos conduzem a uma <strong>finalidade utópica: a da perfeição da humanidade e consequentemente de seus formadores: os homens.</strong></p>
<p>Entretanto, em nosso século, temos assistido à selvageria dos nazi-facistas, dos expurgos comunistas, às atuais lutas fratricidas na Europa central, aos extermínios tribais na África e às veladas ameaças de guerra nuclear entre a Índia e o Paquistão, ao conflito interminável entre a Rússia e a Ucrânia, à matança desenfreada entre o Estado de Israel e a Palestina, liderada pelo grupo terrorista conhecido como <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/entenda-origem-do-hamas-grupo-islamico-palestino-que-controla-gaza" target="_blank" rel="noopener">Hamas</a></span>.</p>
<h3>O &#8220;porquê&#8221; dessa violência?</h3>
<p>Somente a poderíamos explicar pela ortodoxia em vários aspectos: a crença na supremacia racial, na propriedade territorial e na verdadeira religião revelada.</p>
<p>Fiquemos com as religiões reveladas, baseadas na existência de um missionário que ora falou com o próprio Deus, ora com seus emissários angélicos ou espirituais, cujos ensinamentos estão descritos em suas Sagradas Escrituras.</p>
<p>Citemos o exemplo da Bíblia que, segundo a exegese linguística, arqueológica e histórica atual, teve seu início nos anos 1300 a.E.C. e terminada no segundo século depois da era cristã, sendo, na realidade, uma síntese das lendas e histórias dos povos com os quais os hebreus conviveram em todo o Oriente Médio.</p>
<p>Também, não nos esqueçamos das conquistas da moderna psiquiatria em bioquímica cerebral, explicando as causas das patologias mentais como os delírios e alucinações, bem como da paranóia, da mitomania e dos inúmeros distúrbios da personalidade humana denominados pela antiga psiquiatria alemã de psicopatias.</p>
<p>Numa pesquisa estatística sobre transtornos mentais em Nova Iorque, concluiu-se que oitenta por cento de seus habitantes eram portadores de problemas mentais dos mais simples aos mais complexos.</p>
<p>Possivelmente esteja nesses transtornos a origem da violência humana, agravada pelos medos ancestrais, conforme descreve <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_Duby" target="_blank" rel="noopener">George Duby</a></span> (Ano 1000 a ano 2000 na pista de nossos medos), e cita-os: da miséria, do outro, das epidemias, da violência e do além.</p>
<p><strong>Entre as causas da irracionalidade humana está o medo, e principalmente o do outro mundo:</strong> “Mais do que a morte, nossos ancestrais temiam o Juízo Final, a punição do além e os suplícios do inferno. Um medo invisível sempre presente, bem implantado no âmago do homem de hoje, que vacila perante o sentimento de impotência em face de seu destino”. (George Duby).</p>
<p>Essa foi herança religiosa do homem moderno trazendo toda uma gama de comportamentos antissociais disfarçados sutilmente sob as formas de teologias de redenção pelo cumprimento de rituais de salvação, ou de seguir um certo livro sagrado e seus propagadores.</p>
<p>Eis as causas dos conflitos entre a verdadeira Maçonaria de liberdade de pensamento, de racionalidade em considerar todos como irmãos e constituírem uma só humanidade.</p>
<p>Entretanto a Maçonaria ortodoxa criou os hereges e os infiéis, segundo os seculares preconceitos religiosos da intolerância.</p>
<p><strong>Temos de ser tolerantes para sermos fraternos.</strong> <strong>Temos de ser fraternos para sermos fortes. Temos de ser fortes, para podermos realizar nossa finalidade: o amor incondicional.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>www.128.grp.scd.yahoo.com uncompressed Sun Jan 30.12.24.</p>
<p>Buchel, Jules – A simbologia Maçoniça – 1996.</p>
<p>G∴ L∴ de Ch ∴ Manual de G∴ de M∴ &#8211; 1970.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Origem, Natureza e Prato: Sobre &#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária”</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/origem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Apr 2024 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “A gastronomia é o conhecimento racional de tudo           que respeito ao homem quando se alimenta” Jean Anthelme Brillat-Savarin &#160; &#160; Este livro, de quase mil páginas, nasceu após despretensioso questionamento durante um jantar. Segundo o autor, &#8220;certo amigo, de Nova Orleans&#8221;, perguntou, em tom de conjectura, por que &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/origem-natureza-e-prato-sobre-comida-e-cozinha-ciencia-e-cultura-da-culinaria/">Origem, Natureza e Prato: Sobre &#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“A gastronomia é o conhecimento racional de tudo</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>          que respeito ao homem quando se alimenta”</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Jean Anthelme Brillat-Savarin</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>ste livro, de quase mil páginas, nasceu após despretensioso questionamento durante um jantar. Segundo o autor, &#8220;certo amigo, de Nova Orleans&#8221;, perguntou, em tom de conjectura, por que o feijão era uma comida tão problemática e por que o ato de comer feijão-roxo com arroz nos custava algumas horas de desconforto e, às vezes, nos fazia passar vergonha&#8221;.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-76445 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51-201x300.jpeg" alt="" width="201" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51-201x300.jpeg 201w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-04-at-08.22.51.jpeg 335w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a>Harold McGee considerou a questão deveras interessante e curiosa. Dias depois, quando se encontrava numa biblioteca, decidiu por buscar a resposta sobre a indagação gastronômica do amigo. Ao consultar livros e mais livros, passou a saber de muita coisa sobre alimentação. Quanto ao feijão e a incômoda produção de gases no nosso organismo, percebeu que havia alguma informação, porém, havia espaço para ampliá-la. O mais interessante é que McGee não se limitou ao feijão. Seu livro, elaborado com base nos seus sérios e profundos estudos, aos quais deu prosseguimento, se tornaria o mais importante guia sobre &#8220;Ciência e Cultura da Culinária&#8221; em todo o mundo. A primeira edição foi publicada em 1984. Meu artigo crítico comenta a segunda edição, de 2014.</p>
<p>A obra oferece ao leitor uma viagem alimentícia (mas, também, filosófica, geográfica, estética e histórica) desde leite e lacticínios até as quatro moléculas básicas dos alimentos.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A questão básica que sustenta todo o trabalho de McGee é: o que há na comida e na bebida que nos dá esse prazer e como o vivenciamos?</span></p>
<p>O autor, mesmo que não de maneira radical, absoluta, leva em consideração, também, as suas experiências com alimentos que se deram durante a infância. A manga madura e o sorvete de café que saboreou pela primeira vez. E o momento em que se viu numa cozinha. Desde cedo, então, as inquietações culinárias o acompanharam: como se dão estes processos?</p>
<p>Há no fazer, no servir e no comer, a transcendental subjetividade com a qual nos relacionamos com a comida, reconhecendo nesta o status de grande arte, levando em consideração a estética que define a montagem do prato que vai à mesa e as harmonizações entre o prato e vinhos. Some-se os molhos, as especiarias e a sobremesas.</p>
<p>Para além das referências poéticas, o alimento, desde sua condição in natura até a transformação por que passa na cozinha, são, de acordo com o autor, &#8220;misturas de diferentes substâncias químicas, e as qualidades que buscamos influenciar quando cozinhamos — gosto, aroma, textura, cor, valor nutritivo — são todas manifestações de propriedades químicas&#8221;.</p>
<p>Ainda que seja, então, um ato de amor, de pura satisfação, cozinhar se mantém como um diálogo constante entre a cultura e a natureza. Entretanto, tomar ciência disso não se configura em demérito algum. Pelo contrário, saber, em maior detalhe, como se dá o processo, empresta maior capital ao mesmo e a nós.</p>
<p>Humanos e mamíferos que somos, temos, na origem da nossa alimentação, o leite e seus derivados. McGee soube muito bem valorizar esse fato: o primeiro capítulo é rico em história e informações técnicas sobre a secreção nutritiva de cor esbranquiçada e opaca produzida pelas glândulas mamárias das fêmeas.</p>
<p>O autor aborda o leite, bebida tão comum, de maneira a nos reapresentá-la. Ao lê-lo, passamos a ter, pelo menos, a impressão de que a bebida diária tem muito mais a nos dizer. Concedamos palavra a McGee: &#8220;O leite é alimento para o ser que está começando a comer, uma essência deglutível sintetizada pela mãe a partir de sua dieta mais variada e difícil de digerir&#8221;.</p>
<p>Mais adiante, é o ovo que se destaca. E o autor nos fornece dados, sobre esta célula reprodutiva (em geral nas aves) madura e não fecundada usada na alimentação, mais do que importantes, pois, alguns nos afiguram como pitorescos, estranhos, fascinantes.</p>
<p>O capítulo nos toma pela mão e percorremos gustativa linha do tempo, desde a evolução do ovo até técnicas chinesas de se produzir ovos em conserva.</p>
<p>E mais: inclui receitas medievais com ovos para omelete e creme inglês.</p>
<p>McGee não tem a menor intenção de se pôr contra o glamour, contra certa mística que cercam a culinária. Apenas (e, neste caso, apenas significa muito) diz de forma, ao mesmo tempo técnica e elegante, que o amar cozinhar pode ganhar muito se a este agregarmos &#8220;o como e o porquê&#8221; os fenômenos que resultam em delícias irresistíveis acontecem.</p>
<p>E se ovo e leite protagonizam, em largo aspecto, a cultura culinária, a carne não fica, de modo algum, para trás. Afinal somos seres carnívoros. O autor nos lembra de que: &#8221; A carne tornou-se elemento previsível da dieta humana há cerca de nove mil anos, quando os povos do Oriente Médio conseguiram domesticar um punhado de animais selvagens — primeiro os cães, depois cabras e ovelhas e, por fim, porcos, bovinos e cavalos — e criá-los junto de si&#8221;.</p>
<p>Entre os pontos que constituem o capítulo do livro dedicada à carne, McGee inclui uma indagação ao leitor: &#8220;Por que as pessoas adoram comer carne?&#8221;. E ele mesmo responde em parte: &#8220;a satisfação mais profunda em comer carne vem do instinto e da biologia&#8221;.</p>
<p>O autor é generoso. E o leitor, caso se mostre grato a isso, prosseguirá, chegando aos peixes e frutos do mar.</p>
<p>McGee, fiel ao propósito de aprofundar nosso conhecimento, discorre sobre &#8220;A vida aquática e a natureza particular dos peixes&#8221;. E, também, sobre os frutos do mar.</p>
<p>Li, maravilhado. Aprendi, e muito, ao adotar uma atitude humilde e manter o entendimento de que estava (e estou) com um tesouro nas mãos. E se sempre amei cozinhar, principalmente, para minha muito amada imperatriz, após a leitura desta obra monumental, esta paixão, este amor, fortaleceram-se, consolidaram-se. E a isto agradeçamos, e a isto comamos, e a isto bebamos. Evoé!</p>
<p><strong>&#8220;Comida e Cozinha — Ciência e Cultura da Culinária&#8221;</strong> impõe sua importância tão somente pelo conteúdo direto, detalhado e rico. Sem nenhum apelo a mais. E é assim que grandes produções literárias devem ser.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não consigo, não posso! Será?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/nao-consigo-nao-posso-sera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 12:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[humana]]></category>
		<category><![CDATA[otimistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessimistas]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Seixas]]></category>
		<category><![CDATA[realistas]]></category>
		<category><![CDATA[resignados]]></category>
		<category><![CDATA[tentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valtênio Paes de Oliveira (*) &#160; Pessimistas, otimistas, realistas, resignados, seja lá o que for ou quem for. Verdade é que, no cotidiano humano, prematuramente, verdadeiras sentenças de impotência de agir são fixadas. Conforma-se sem buscas nem persistências.  O estudante diz: “não consigo entender”;  o enfermo diz “não consigo recuperar”; o profissional afirma: “não consigo &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Pessimistas, otimistas, realistas, resignados, seja lá o que for ou quem for. Verdade é que, no cotidiano humano, prematuramente, verdadeiras sentenças de impotência de agir são fixadas. Conforma-se sem buscas nem persistências.  O estudante diz: “não consigo entender”;  o enfermo diz “não consigo recuperar”; o profissional afirma: “não consigo fazer”. Na sociedade, afirma-se: “está tudo perdido” como se a história fosse feita somente do hoje e o hoje, como sendo, totalmente impuro e impossível.</p>
<p>Basta historicizar que vislumbra-se alternativas, nos bons e péssimos momentos ao longo do tempo.  Pior ainda, quando uma terceira pessoa endossa: a culpa é do trânsito, do sistema, do sol, da chuva, do governante, do outro, e por aí segue-se. Ainda existem aqueles que nada fazem e pouco sabem, mas afirmam: “você não vai conseguir”. Aqueles que desestimulam bons sonhos não merecem fazer companhia.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Raul Seixas e Paulo Coelho na música “Tente outra vez”, uma bela obra, disseram desde 1975 ao proclamarem:</p>
<figure id="attachment_72536" aria-describedby="caption-attachment-72536" style="width: 250px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Design-sem-nome-19.png"><img decoding="async" class=" wp-image-72536" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Design-sem-nome-19-225x300.png" alt="" width="250" height="333" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Design-sem-nome-19-225x300.png 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Design-sem-nome-19.png 420w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72536" class="wp-caption-text">Raul Seixas Foto: Wikipédia</figcaption></figure>
<p>“Veja, Não diga que a canção está perdida<br />
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida<br />
Tente outra vez. Beba (beba)<br />
Pois a água viva ainda tá na fonte (tente outra vez)<br />
Você tem dois pés para cruzar a ponte<br />
Nada acabou, não, não, não, oh&#8230;Tente<br />
Levante sua mão sedenta e recomece a andar<br />
Não pense que a cabeça aguenta se você parar<br />
Não, não, não, não, não, não<br />
Há uma voz que canta, há uma voz que dança<br />
Uma voz que gira (gira) bailando no ar &#8230; Queira (queira)<br />
Basta ser sincero e desejar profundo<br />
Você será capaz de sacudir o mundo<br />
Vai, tente outra vez&#8230; Tente (tente)</p>
<p>E não diga que a vitória está perdida<br />
Se é de batalhas que se vive a vida<br />
Tente outra vez”</p>

			</div></div>
<p>Por que a criança ao sair do útero de tanto tentar, consegue mamar?  A outra, de meses, de tanto tentar os primeiros passos, consegue andar? Ela não tem discernimento, o adulto tem, e por vezes desiste. Samuel Johnson afirmara: “não é a força, mas a perseverança que realiza grandes coisas”. Temos que dar os primeiros passos na caminhada da vida porque outra pessoa não poderá fazer por cada um de nós.</p>
<p>Racionalizar a persistência é virtuoso. Desestimular a prática do desafio reprime sonhos. Confirmar e estimular o pessimismo na consequência é negar a possibilidade da tentativa do recriar e do renovar. Resistir e tentar devem ser ação de sempre. Conseguir é consequência. Importante é o valor do aprendizado como razão de evolução e de ser da vida humana.</p>
<p>Na jornada de aprendizagem pela geografia humana, persistir, buscar, esperançar e tentar são relevos cotidianos a serem ultrapassados.  Como dissera Mahatma Gandhi: <span class="sigijh_hlt">“a alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita”</span>. O êxito incondicional é apenas uma possibilidade.</p>
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		<title>Felicidade X Perfeição</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/felicidade-x-perfeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 15:11:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de serem distintas, felicidade e perfeição têm semelhanças. Nós humanos, possivelmente, as buscamos para nós ou para outras pessoas. Poder-se-ia conciliá-las?  Felicidade, do latim “felicitas”, os gregos antigos chamavam de “eudaimonia”, prazer; para outros, estado pleno de harmonia entre o espiritual e material, uma egrégora interior. As causas são inúmeras na manifestação da vivência &#8230;</p>
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<p>Apesar de serem distintas, felicidade e perfeição têm semelhanças. Nós humanos, possivelmente, as buscamos para nós ou para outras pessoas. Poder-se-ia conciliá-las?  Felicidade, do latim “felicitas”, os gregos antigos chamavam de “eudaimonia”, prazer; para outros, estado pleno de harmonia entre o espiritual e material, uma egrégora interior. As causas são inúmeras na manifestação da vivência humana. Observe o suicídio de famosos, reforça que o material e a riqueza não bastam para um estado de felicidade.</p>
<p>“Muitas pessoas estão contentes e concluem que estão felizes. Ninguém fica feliz por ganhar na loteria, comprar uma casa, obter promoção ou encontrar o amor verdadeiro. As pessoas ficam felizes por um único motivo: sensações agradáveis em seu corpo. Uma pessoa que acabou de ganhar na loteria ou de encontrar um novo amor e pula de alegria, na verdade, não está reagindo ao dinheiro ou ao fato de ser amado. Está reagindo a vários hormônios que inundam sua corrente sanguínea e à tempestade de sinais elétricos pipocando em diferentes partes do seu cérebro”, diz Yuval N. Harari, no livro Sapiens, uma breve história da humanidade (2020, página  515).</p>
<p>Para Aristóteles, filósofo grego que viveu no século 4º a. C., “a felicidade depende de nós mesmos.” O Marquês de Maricá, brasileiro que viveu entre 1773 e 1848 afirmou: “Em vão procuramos a verdadeira felicidade fora de nós, se não possuímos a sua fonte dentro de nós.” Clístenes Gomes no livro “Maçonaria para todos” (Infographics), descreve  perfeição como ”alto grau de beleza, excelência, primorosa, desprovida de imperfeições”. “Perfeição padece de quem contempla ou avalia”;já a felicidade, de quem sente. Conclui-se que “para alguém com alto rigor de exigência eis uma profunda caminhada: “construir o equilíbrio entre felicidade e perfeição”.</p>
<p>Para Fernando Pessoa: “adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugná-la-íamos se a tivéssemos. O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito”. Johann Goethe ponderou: “o homem que sabe reconhecer os limites da sua própria inteligência está mais perto da perfeição”;  já Shakespeare vinculou: “o talento revela-se exatamente porque esconde a sua perfeição”. “O preço da perfeição é a prática constante”, afirmara Andrew Carnegie. Por outro lado, para Michel Montaigne “é uma perfeição absoluta, como que divina, o sabermos desfrutar lealmente do nosso ser”. Salvador Dalí sentenciou: “não se preocupe com a perfeição &#8211; você nunca irá consegui-la”.</p>
<p>Fazendo correlação com o amor, disse Charles Chaplin: “o amor perfeito é a mais bela das frustrações, pois está acima do que se pode exprimir”.  Já Oscar Wilde asseverou: “não é o perfeito, mas o imperfeito, que precisa de amor. Por fim, Fernando Pessoa opinou: “ver muito lucidamente prejudica o sentir demasiado. E os gregos viam muito lucidamente. Por isso pouco sentiam. Daí a sua perfeita execução da obra de arte”.</p>
<p>Conectando com o ato de amar disse José de Alencar: “amar é comprazer-se na perfeição”, bem como Rabindranath Tagore: “a falta de amor é um grau de imbecilidade, porque o amor é a perfeição da consciência”.  Inexistência de defeitos enquanto não aparece avaliador se opondo. Cotidianamente, manifesta-se conceitos, opiniões, desejos, esperanças fundados nestas duas expressões. Inerentes aos sentimentos humanos, ambas perdurarão, porém a busca da conexão será sempre um grande desfio.  Diferentes, mas se assemelham na busca humana. Seriam ideais se uma completasse a outra na harmonia.   Assim, conciliar esta convivência produzir-se-á um equilíbrio da plenitude espiritual.</p>
<p>Como dissera Camilo Castelo Branco, “o amor só vive pelo sofrimento e cessa com a felicidade; porque o amor feliz é a perfeição dos mais belos sonhos, e tudo que é perfeito, ou aperfeiçoado, toca o seu fim”. Portanto, felicidade sente-se, vive-se.</p>
<p>Perfeição busca-se, exige-se, afinal, cada um dos humanos que inquiete-se  com a perfeição e com a felicidade porque, existindo ou não, fazem parte do nosso imaginário  planetário. Com tantas concepções, culturas, pessoas e povos distintos, percebe-se que cada ser pode construir conceitos de diferentes maneiras de entender, aceitar e buscar tanto a felicidade como a perfeição.</p>
<p>__________</p>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira</strong> é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
<p><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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		<title>Virada de ano ou mudanças no modo de viver?&#8230;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/virada-de-ano-ou-mudancas-no-modo-de-viver/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iginio Rivero Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 19:56:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já é muito comum falar do fatídico ano 2020. O morbo dos meios de comunicação é o que movimenta as vendas publicitariamente. Mas, não é por acaso viver um grande desafio? Não. É a nossa evolução como espécie, uma dinâmica para superar as adversidades. E o que nos tem levado  a ser o animal intelectual &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Já é muito comum falar do fatídico ano 2020. O morbo dos meios de comunicação é o que movimenta as vendas publicitariamente. Mas, não é por acaso viver um grande desafio? Não. É a nossa evolução como espécie, uma dinâmica para superar as adversidades. E o que nos tem levado  a ser o animal intelectual que somos? Já temos confrontado coisas ainda piores ao longo da nossa história humana, inclusive mais atrozes que a pandemia da chamada gripe espanhola, que cobrou mais de 50 milhões de vidas humanas, como foi a invasão e colonização europeia do nosso continente. Com tudo isso ainda estamos aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">O nosso problema atual não é a capacidade letal do vírus. O nosso problema é a hipocrisia, a ignorância e como nos confrontamos diante dessa realidade. Falamos temer pelas vidas das pessoas, porém, na realidade estamos aterrados diante da ideia da possibilidade de sair da nossa zona de conforto. Eu não estou  me excluindo dessa afirmação.</p>
<figure id="attachment_28276" aria-describedby="caption-attachment-28276" style="width: 229px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/05/covid-19-VI-08.05.2020.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-28276" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/05/covid-19-VI-08.05.2020.jpg" alt="" width="229" height="128" /></a><figcaption id="caption-attachment-28276" class="wp-caption-text">Covid-19</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Será que nos inquietamos  com a mesma veemência pelo número de mortes por fome no mundo? Por acaso, ocupamo-nos como sociedade em pensar que temos outros desafios pela frente mais fortes ainda que a COVID-19? Temos o mesmo interesse em saber que existem doenças mais letais, que cobram mais vidas humanas anualmente, e que não são notícias NEWS? Que são produtos da poluição silenciosa dos alimentos que consumimos, como a obesidade mórbida, a diabetes e o câncer?</p>
<p style="text-align: justify;">Natal, época de reflexão e paz, que deve ser usada para cada um autoavaliar sem autoenganos, com o máximo esforço do Amor, o rumo que levamos da nossa vida, e perguntar-nos o que fazer para mudar dentro de nós aquilo que como sociedade não estamos fazendo bem. Esse é o nosso real e autêntico desafio.</p>
<p style="text-align: justify;">Deus Todo-Poderoso, ilumine com a sua infinita misericórdia os nossos corações. Traga Saúde, Fortaleza e  Paz para todos, e assim conseguirmos superar como humanidade, satisfatoriamente, as adversidades e triunfar sobre a ignorância e apatia, vencendo os medos que nos paralisam, para logo construirmos na Sabedoria Divina um caminho certo  para o futuro.</p>
<p>Abençoado 2021, Paz e Amor…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Poeta e artesão venezuelano. Licenciado em Educação, especializado em Desenvolvimento Cultural pela Universidade “Simón Rodríguez”, Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a).  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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