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	<title>Arquivo para Grupo Raízes - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2020 13:00:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Criatividade: Ator se reinventa na arte e no empreendedorismo para conseguir manter sua renda no atual contexto social </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 10:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Juliana Melo (*) Negócios com vendas de açaí, churrasco, apresentações teatrais e poesia. Essa mistura nada convencional faz parte da vida do jovem ator e empresário Luanderson Moraes que, ao ver a churrascaria do pai comercializando apenas quentinhas, resolveu partir para o novo negócio a fim de promover seu próprio sustento e ajudar a família. &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Negócios com vendas de açaí, churrasco, apresentações teatrais e poesia. Essa mistura nada convencional faz parte da vida do jovem ator e empresário <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/tv.moraes/?igshid=159i2lkvoje1a">Luanderson Moraes</a></span> que, ao ver a churrascaria do pai comercializando apenas quentinhas, resolveu partir para o novo negócio a fim de promover seu próprio sustento e ajudar a família. Como  a sensibilidade os poemas começaram a brotar, se surgir uma oportunidade, um livro pode até  ser um projeto a ser pensado.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é apenas um resumo da história de vida de Luanderson Moraes, 19 anos, que criou o delivery de açaí e terminou por criar até um nome sugestivo: WhatsÇaí (9.9909.7188). O serviço começou há duas semanas e até o momento Luanderson só fez oito vendas.</p>
<figure id="attachment_30684" aria-describedby="caption-attachment-30684" style="width: 258px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/copos-de-açaí-Luanderson.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-30684" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/copos-de-açaí-Luanderson-225x300.jpg" alt="" width="258" height="344" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/copos-de-açaí-Luanderson-225x300.jpg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/copos-de-açaí-Luanderson-768x1024.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/copos-de-açaí-Luanderson.jpg 960w" sizes="(max-width: 258px) 100vw, 258px" /></a><figcaption id="caption-attachment-30684" class="wp-caption-text">Açaí preparado pelo empreendedor</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas isso não o desanima, muito pelo contrário: além de usar as redes sociais, está distribuindo panfletos pelos condomínios do Conjunto Augusto Franco, onde mora. Ele anuncia que “a taxa de entrega para os locais próximos onde mora e redondezas, tem um custo de R$ 3. Para outros bairros nós calculamos a taxa de entrega embasada na distância em que o cliente se encontra”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ator desde 2018, Luanderson conta que, sem peças teatrais e festas para animar, a venda de açaí foi a alternativa encontrada para a sobrevivência financeira. “Eu não estava mais conseguindo trabalhar com o teatro, resolvi montar meu açaí. A ideia sempre foi recorrente nos meus pensamentos e sem dúvidas o momento mais propício para idealizar essa vontade foi diante da realidade pela qual estamos passando”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele compra cerca de 10 quilos de açaí, de quatro em quatro semanas, na empresa Tia Augusta, na Coroa do Meio. “As vendas não estão como eu esperava, mas não vou desistir, estou aos poucos conseguindo vender”, frisa o empreendedor.  O açaí é também vendido em um quiosque da família no Conjunto Augusto Franco.</p>
<p style="text-align: justify;">O açaí, que é disponibilizado em copos ou em tigelas, atualmente está gerando uma renda irrisória para o rapaz, sendo essa apenas utilizada para as compras de reposição dos acompanhamentos como amendoim, castanha, kiwi, creme de avelã, morango e paçoca.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Churrasco e poesia</h2>
<p style="text-align: justify;">Luanderson é de uma família de empreendedores. Há nove anos que a o pai dele, Sidinei Walter é proprietário da <a href="https://www.instagram.com/rest.aurantedogaucho/?igshid=7x36lc0vrf7j"><span style="color: #0000ff;">Churrascaria e Restaurante Gaúcho</span></a>, no bairro Farolândia. O nome da empresa é em homenagem a Inácio Walter, avô de Luanderson. Esse tino  empreendedorismo vem de berço.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto Sidinei estava em Petrolina (PE) com sua esposa e seus dois filhos, Luan e Luanderson, trabalhando com a venda de frutas, Inácio tinha um restaurante na capital sergipana localizado no bairro Siqueira Campos, também denominado de Gaúcho. Quando as vendas em Petrolina começaram a despencar, Sidinei resolveu se juntar ao pai e recomeçar sua renda financeira abrindo, com a ajuda do Inácio, um quiosque no Augusto Franco, que depois se transformou no segundo restaurante do gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify;">“A princípio somente eu e minha mãe viemos para arrumar o quiosque, enquanto meu pai estava correndo atrás das mercadorias e analisando os preços. Nós começamos vendendo churrasco, almoço, cervejas e refrigerantes, mas na época o nosso forte era o churrasco. O quiosque ficava em uma praça que na época era um tanto isolada, mas assim que chegamos ao local conseguimos agregar um bom público. Nós ficávamos abertos manhã e tarde, e graças a Deus sempre tínhamos bons clientes”, explicou Luanderson.</p>
<p style="text-align: justify;">O quiosque, localizado na praça do Triângulo, ia ganhando uma nova roupagem, pois cada lucro adquirido era investido na estrutura do negócio.  Com o passar do tempo, a renda conseguida com as vendas fez a família Walter alugar uma nova moradia localizada na mesma rua, se diferenciando desta principalmente em relação ao espaço.</p>
<figure id="attachment_30683" aria-describedby="caption-attachment-30683" style="width: 394px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/churrascaria-familia-Luanderson.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-30683" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/churrascaria-familia-Luanderson-300x253.jpg" alt="" width="394" height="332" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/churrascaria-familia-Luanderson-300x253.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/churrascaria-familia-Luanderson.jpg 720w" sizes="(max-width: 394px) 100vw, 394px" /></a><figcaption id="caption-attachment-30683" class="wp-caption-text">Churrascaria do Gaúcho, no Augusto Franco</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A casa que foi conquistada dispõe de dois andares. O salão localizado no térreo ganhou espaço para o empreendedorismo do Sidinei que deixou de ser somente quiosque para transforma-se em um restaurante. O primeiro andar abrigou a família Walter, cumprindo essa função até os dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando vimos a casa, logo pensamos como seria interessante adquiri-la para ampliar o nosso negócio, investimos e deu certo. Com o passar do tempo foram surgindo outros restaurantes na praça e ela passou a ser cada vez mais movimentada. Os novos estabelecimentos comerciais não foram um problema para o nosso restaurante. Os clientes gostavam muito do churrasco do meu pai, então não fomos afetados. O que nos afetou mesmo foi o decreto governamental nos proibindo de abrir o estabelecimento devido à realidade social de isolamento”, salienta Luanderson.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a pandemia o Restaurante do Gaúcho não teve outra alternativa senão baixar as portas e, por enquanto, só está trabalhando com o quiosque. Antes, o atendimento era feito na parte interna do estabelecimento e também no quiosque.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós tivemos que baixar as portas para diminuir as despesas, afinal nós estamos impossibilitados de exercer o nosso trabalho e não estamos mais conseguindo a renda que tínhamos anteriormente.  Só estamos com o nosso quiosque da praça, com o delivery e com o pega e leva das quentinhas. Infelizmente a pandemia provocou uma quebra financeira na nossa estrutura familiar, e eu quero muito que essa covid passe logo para nós podermos trabalhar normalmente”, torce Luanderson. O estabelecimento, que vendia 150 quentinhas por semana e nos finais de semana chegava a 350, agora vende uma média de 90 a 100.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O ator, um observador e poeta.</h2>
<p style="text-align: justify;">Além de empreendedor, com a venda de açaí, Luanderson  também é ator, mas há cinco meses não atua em peças e festas infantis, por conta da covid-19. E aí, como já foi dito, as finanças foram a zero. O sonho de ser ator é algo que ele acalenta desde a infância.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">“Eu sempre quis proporcionar orgulho para os meus pais. Minha mãe gostava muito de novelas e o meu pai de filmes de ação, e eu via o quanto isso os entusiasmava. Mesmo sem entender direito que aquilo eram atores exercendo suas profissões, eu queria estar ali no lugar deles ou com eles. Eu queria que meus pais se orgulhassem de mim. Essa vontade [de ser ator] há muito tempo vem gritando dentro do meu coração, faltava oportunidade para realizar esse sonho. Quando  tive a chance de fazer parte de uma escola de atuação eu embarquei com tudo. Eu sempre estou disposto a melhorar e tornar meu trabalho cada vez mais rico, porque é isso que eu amo fazer”, revela Luanderson.</p>

			</div></div>
<p style="text-align: justify;">O ator sempre foi ligado ao esporte e houve uma época em que o jovem era o atleta do Augusto Franco. Se destacando no boxe, ele fraturou uma costela.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com muita dor eu sabia que o modo como eu tinha sido atingido pelo meu adversário de luta havia me ocasionado algum prejuízo, a dor me obrigou ir ao médico e  descobri que tive uma costela fraturada. Tomei todos os cuidados e os remédios prescritos até a formação do calo ósseo. Meu pai sentiu medo que eu levasse o boxe à frente e terminasse todo quebrado, então eu pensei: se eu não posso mais ser boxeador vou tentar de fato conhecer o que é ser um ator, já que essa vontade nunca me abandonou”, lembra Luanderson.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele tinha o costume de ir ao teatro assistir a peças e shows de stand up e conta que sempre sentiu uma energia muito forte nesses passeios. Ainda no início da sua carreira, Luanderson já realizou mais de seis peças teatrais, sendo algumas delas o Rei do Show, Romeu e Julieta, Expresso Polar, O Pequeno Grande Índio Serigy, Ararinha Mágica e O gato de Botas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os últimos trabalhos realizados pelo ator foram no<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/nao-existe-uma-politica-de-gestao-para-o-setor-de-teatro-lamenta-o-ator-jorge-lins/"> Grupo Raízes pertencente ao produtor cultural Jorge Lins</a></span>. Além dos colégios que já o contrataram para realizar peças infantis pagando um cachê por elas, Luanderson também já se transformou em Capitão América, Thor e Homem Aranha para alegrar festas infantis.</p>
<figure id="attachment_30681" aria-describedby="caption-attachment-30681" style="width: 275px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/LAUANDERSON-CAPITÃO-AMÉRICA.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-30681" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/LAUANDERSON-CAPITÃO-AMÉRICA-244x300.jpg" alt="" width="275" height="338" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/LAUANDERSON-CAPITÃO-AMÉRICA-244x300.jpg 244w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/LAUANDERSON-CAPITÃO-AMÉRICA.jpg 720w" sizes="(max-width: 275px) 100vw, 275px" /></a><figcaption id="caption-attachment-30681" class="wp-caption-text">Luanderson, de Capitão América, animando uma festa</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Para se reinventar e não abandonar a arte por inteiro,  Luanderson, no período da pandemia, está se dedicando cada vez mais à escrita dos seus poemas que surgem por meio de um olhar atento a tudo que rodeia o jovem.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Meu objetivo com a escrita dos poemas é fazer com que as pessoas tenham mais compaixão umas com as outras, é transmitir por meio das palavras um imenso grito para que as pessoas se lembrem que existem outras pessoas que estão sofrendo. O que eu relato nas poesias são coisas concretas, não são apenas palavras jogadas ao vento, elas têm um significado, é uma maneira de explanar o que eu trago dentro de mim. Meus poemas são importantes para mim, mas se existisse a possibilidade de vendê-los, dependendo de como seria esse processo, eu os venderia, assim como também os colocaria em um livro se Deus me permitisse a oportunidade”, explica o rapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">A inspiração surge justamente devido à atenção que Luanderson tem com as pessoas, as atitudes e as situações que os cercam. “Às vezes eu aparento ser um cara ríspido, mas não, isso é só uma aparência, no fundo quem fala mais alto é o meu coração. Quando uma cena me chama a atenção eu esqueço do mundo, só existe aquilo nos meus pensamentos e é a partir disso que eu transcorro minhas palavras digitando-as na tela do meu celular”, esclarece o poeta.</p>
<p>(*) Estagiária sob supervisão do  jornalista Antônio Carlos Garcia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">Luanderson contabiliza 14 poemas elaborados sendo alguns deles Vamos parar de adiar, Não desista, Criticador, e Esse Beijo. Assista agora Luanderson recitando seu poema mais recente, Nossa Vida é uma Glória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Luanderson recitando o poema de sua autoria, &quot;Nossa Vida é uma Glória&quot;" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/c1j73KwS7eI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>

			</div></div>
<h4><strong>Amanhã, a próxima história: Como três jovens se uniram e, de olho no futuro, abriram a Infantaria Motos.</strong></h4>
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		<title>&#8220;Não existe uma política de gestão para o setor de teatro&#8221;, lamenta o ator Jorge Lins</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/nao-existe-uma-politica-de-gestao-para-o-setor-de-teatro-lamenta-o-ator-jorge-lins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 08:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[ator]]></category>
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		<category><![CDATA[sanfona de ouro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro sergipano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=29698</guid>

					<description><![CDATA[<p>Juliana Melo (*) “Não existe uma política cultural de gestão para a área, com financiamentos e apoio aos grupos teatrais. O maior problema que eu enxergo é a falta de dinheiro para manter os teatros que temos aqui na capital”.   O desabafo é do ator, produtor cultura e fundador do Grupo Raízes, Jorge Lins, que &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">“Não existe uma política cultural de gestão para a área, com financiamentos e apoio aos grupos teatrais. O maior problema que eu enxergo é a falta de dinheiro para manter os teatros que temos aqui na capital”.   O desabafo é do ator, produtor cultura e fundador do Grupo Raízes, Jorge Lins, que considera os dois teatros de Aracaju – Atheneu e Tobias Barreto &#8211;  bons. Ele diz isso, não só por conta do olhar de um ator atento, mas também como alguém que já percorreu diversos teatros pelo Brasil afora. Criador de diversos prêmios em Sergipe, dentre eles o famoso Sanfona de Ouro, Jorge Lins, conta também, um pouco de sua carreira e revela detalhes interessantes, como o fato de ser formado em Direito, mas nunca tirou a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com jeito todo seu de ser, de detestar paletó e gravata, Jorge Lins fala também como surgiu o Grupo Raízes e de que maneira inusitada foi dado esse nome ao grupo. Aliás, sobre isso, ele diz que gostaria que o nome do grupo fosse mais conhecido do que o seu próprio, pois, segundo ele, as pessoas não se referem ao Raízes, mas sim ao ‘grupo do Jorge Lins’. Essa semana, o ator conversou com o Só Sergipe.</p>
<figure id="attachment_29700" aria-describedby="caption-attachment-29700" style="width: 275px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ator-jorge-lins.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29700 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ator-jorge-lins-275x300.jpg" alt="" width="275" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ator-jorge-lins-275x300.jpg 275w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ator-jorge-lins-768x838.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ator-jorge-lins.jpg 880w" sizes="auto, (max-width: 275px) 100vw, 275px" /></a><figcaption id="caption-attachment-29700" class="wp-caption-text">Jorge Lins: &#8220;faltam financiamentos e recursos&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE &#8211; Além do isolamento social qual o maior problema que o teatro enfrenta para se efetivar na capital? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JORGE LINS &#8211;</strong> Falta recurso. O maior problema que eu enxergo é a falta de dinheiro para manter os teatros que temos aqui na capital. É uma luta muito grande. Nós temos dois teatros razoáveis que é o Atheneu e o Tobias Barreto. Anteriormente à pandemia eu vinha viajando o Brasil todo e pude ver que os teatros da capital são bons, com um estacionamento bacana. O problema é que não existe uma política cultural de gestão na área cultural com financiamentos, com apoio aos grupos teatrais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Ainda este ano seria construído um novo teatro para capital na Orla de Atalaia, o teatro Sesc. O que o senhor acha a respeito desse projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211; </strong> Já se foi falado muito sobre realizar novos teatros, mas eu nunca cheguei a ver projetos, não vi nenhum projetista e ninguém da área cultural que conhece esses projetos. Só existem ditos desde tempos. Então, eu particularmente acredito que Sergipe precisa de muito mais do que um novo teatro. O estado necessita de um trabalho de gestão cultural, de uma verba especifica para o investimento cultural.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS – O senhor é formado em Direito. Por que escolheu esse curso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> JL &#8211;</strong> Eu me formei no ano de 80 e nem tenho a carteira da OAB. Naquela época era inaceitável uma pessoa viver de arte, até hoje é complicado, não é? Arte não dá dinheiro. Então minha família queria que eu cursasse Direto, eu resolvi fazer o curso. Eu gosto da arte, detesto ternos. Meu negócio é me vestir de uma maneira que eu fique à vontade. Mas o fato de ter realizado um curso superior na Universidade Federal de Sergipe me abriu muitas portas, foi muito importante para mim. Na época eu fui professor concursado da escola técnica, que hoje é o IFS, e a formação me abriu a mente. Mas eu nunca pensei em ser advogado e nem de levar a profissão à frente. Na época nós não tínhamos as opções que temos hoje como comunicação, psicologia, teatro, música, apesar de que eu não me formaria em teatro porque teatro eu já faço há muito tempo. Desde os meus 15 anos que eu estou envolvido em teatro. Quando eu me formei eu peguei meu certificado, coloquei em um quadro e dei para minha mãe, ela brincando comigo colou no banheiro de casa (risos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Como surgiu sua paixão pela arte?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211;</strong> Eu não sei exatamente ao certo como surgiu esse gosto. É engraçado, mas eu não sei. Eu sei que já existem várias histórias que eu contei, mas o início disso ao certo nem eu sei. Na minha casa ninguém nunca tinha feito teatro, meus irmãos e meu pai tinham um gosto muito grande pela literatura. Eu cresci nesse ambiente, mas meu negócio era matemática. Quando eu fui para o colégio Atheneu, descobri esse mundo da escrita, de participar de jornais do colégio. Eu sempre conto isso, mas eu nem sei se é verdade. Eu tentei jogar handebol porque as meninas só namoravam com os meninos do esporte, mas eu não era bom no esporte. Então eu falei, vou fazer teatro, aí eu acho que consigo a &#8216;mina&#8217; ( risos).  Quando eu tinha 15 anos  vi minha professora de história fazendo um espetáculo sobre o Santos Dumont. Eu gostei muito daquilo, pensei: caramba isso eu acho que eu consigo fazer. Mas isso é tentar explicar o inexplicável. Eu acabei entrando no grupo de teatro do Atheneu,  sempre tive essa coisa de líder e acabei ficando à frente do grupo teatral do colégio sem nem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Existe algum fato da sua infância que talvez tenha ajudado nesse talento todo que  o senhor  tem para se reinventar e criar as suas histórias no teatro?</strong></p>
<figure id="attachment_29702" aria-describedby="caption-attachment-29702" style="width: 240px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show-sanfona-de-ouro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29702" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show-sanfona-de-ouro-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show-sanfona-de-ouro-240x300.jpg 240w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/show-sanfona-de-ouro.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a><figcaption id="caption-attachment-29702" class="wp-caption-text">Boa pedida para julho</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL –</strong> (Risos). Desde menino que eu criava história com tampinhas de garrafas. Eu tinha 365 delas, de garrafa normal mesmo. Eu dava nome a elas, todas elas. Eu, inclusive, tenho escoliose na minha coluna por conta disso, eu brincava deitado no chão de lado, ficava muito tempo nessa posição. Eu chorava com as tampas de garrafa, minha mãe achava um barato isso. Era um mundo meu e enquanto os outros estavam jogando na rua, eu estava com minhas tampinhas de garrafa, criando. Eu acho que o teatro na minha vida é influencia disso. Quando eu tinha 7 anos, meu irmão já tinha 13 e eu não o acompanhava nas brincadeiras por conta da diferença de idade. Nunca tive um irmão para brincar muito, então eu acho que a tampa de garrafa foi essencial. Eu contava histórias com elas, narrava jogos com elas. Sempre fiz essas loucuras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Na sua carreira existe alguma coisa que você considera como ruim? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211; </strong>Por vezes, eu sinto que existe uma competição entre o Jorge Lins e o Grupo Raízes. Isso é um estigma muito ruim na minha vida. Eu comecei escrevendo, para depois começar a ser ator e eu nunca me considerei um bom ator, isso é um detalhe importante. Aracaju criou muito estigma que eu era muito conhecido como ator, mas eu sempre fui um cara muito mais de dirigir e produzir. Porém, como fui um dos primeiros a fazer teatro, eu fiquei muito conhecido por ser o cara do teatro, sabe. O Imbuaça é o Imbuaça, poucos sabem quem é o diretor. O meu grupo é denominado grupo do Jorge Lins e não usam o  nome Raízes, eu sou mais conhecido do que o grupo. Há festivais de teatro no interior que empregam o nome de grupo de Jorge Lins ao invés do nome Grupo Raízes. Isso é muito ruim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Como surgiu a ideia de montar o grupo Raízes e por que esse nome ?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211;  </strong>Como eu estava cada vez mais engajado no teatro, resolvi montar meu grupo. O nome foi bem interessante porque não se chamava Grupo Raízes, mas sim, Grupo Máscaras e Trastes, porém esse nome era grande demais para o cartaz que eu havia pedido para construir. O rapaz que estava preparando me disse que o nome não caberia no espaço e sugeriu que eu colocasse Grupo Raízes.  Eu até poderia dizer que o nome tem todo um significado, mas não(risos), foi exatamente assim que aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Qual a diferença entre o Grupo Raízes, Oficinas do Ator e a Companhia Brasileira de Teatro ?  </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211;</strong> A Oficinas surgiu nos períodos de férias.  Junho, julho, dezembro e janeiro, eram meses fracos para o Raízes; poucos atores viajavam para o interior fazendo as peças e havia pouca renda para isso. Eu pensei na Oficinas como uma maneira de ganhar renda e descobrir novos talentos para os meus projetos artísticos. Quem se destaca ganha lugar no Raízes. O trabalho do Raízes é autoral, educativo e mais voltado para histórias ligadas a Sergipe . Quando eu quero assinar peças que consistem em grandes clássicos e grandes histórias possuindo um elevado número de atores em cena eu assino como sendo produzidas pela Companhia Brasileira de Teatro, a exemplo desses grandes espetáculos temos a peça do falecido político Marcelo Deda, os Filhos dos Beatles e Cazuza. A companhia surgiu justamente para diferenciar o conteúdo das peças que levam a assinatura do Raízes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Como faz para participar das suas oficinas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211;</strong> É só se inscrever entrando em contato comigo pelo número (79) 9 9920-7842.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Existe alguma taxa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/sanfona-de-ouro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29701 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/sanfona-de-ouro-161x300.jpg" alt="" width="161" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/sanfona-de-ouro-161x300.jpg 161w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/sanfona-de-ouro.jpg 514w" sizes="auto, (max-width: 161px) 100vw, 161px" /></a>JL &#8211; </strong>Sim, são 100 reais da inscrição e 200 reais por mês de duração da Oficinas. Atualmente estamos trabalhando com módulos de dois meses. Após concluído, os participantes recebem o certificado de 45 horas de aula, sendo elas exercícios voltados para a montagem do espetáculo que os alunos farão no fim do módulo. Esse valor pode ser recuperado por meio das vendas dos ingressos para esse espetáculo, podendo até lucrar. Quem consegue vender todos os ingressos, recebe mais ingresso, então além de cobrir as despesas das aulas e da inscrição os alunos podem receber a mais.  Atores do Raízes recebem para trabalhar. O Grupo Raízes foi o primeiro grupo teatral a remunerar os atores na capital .</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  Como surgiu o desejo de idealizar prêmios para fomentar a cultura Sergipe e premiar quem faz arte na capital? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JL &#8211;</strong> Na verdade eu sempre gostei de homenagear meus amigos. O primeiro prêmio que eu fiz foi o Sanfona de Ouro, há 39 anos. Eu vi o troféu na Bahia que homenageia os destaques do carnaval e pensei em fazer um aqui para homenagear os melhores do São João. Fiz bem simplesinho, aí o negócio foi pegando e cresceu, então eu fui fazendo o Destaques da Cultura e o Prêmio Educar-SE. Esse surgiu por causa do projeto escola que é dentro do Raízes e visa levar peças teatrais para as crianças no horário do colégio, sempre peças educativas. Eu queria homenagear as escolas que trabalhavam comigo, surgiu o Educar-SE. Hoje existe um portal Educar-SE e guia Educar-SE. Fizemos também prêmio para o destaque do turismo no restaurante Zodíaco. Os prêmios só foram crescendo.</p>
<p>(*) Estagiária sob orientação do jornalista Antônio Carlos Garcia</p>
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