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	<title>Arquivo para gasto fiscal - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Brasil: o gasto federal com saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Emerson Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2020 14:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), desde o início do ano de 2000 até o final do ano de 2019, o Governo Federal já gastou com a função saúde um total de R$ 1.200.650.948.617,52 em valores nominais, ou seja, sem a incidência de correção monetária.  Caso essa atualização seja feita &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-o-gasto-federal-com-saude-publica%2F&amp;linkname=Brasil%3A%20o%20gasto%20federal%20com%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-o-gasto-federal-com-saude-publica%2F&amp;linkname=Brasil%3A%20o%20gasto%20federal%20com%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-o-gasto-federal-com-saude-publica%2F&amp;linkname=Brasil%3A%20o%20gasto%20federal%20com%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-o-gasto-federal-com-saude-publica%2F&amp;linkname=Brasil%3A%20o%20gasto%20federal%20com%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-o-gasto-federal-com-saude-publica%2F&#038;title=Brasil%3A%20o%20gasto%20federal%20com%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/brasil-o-gasto-federal-com-saude-publica/" data-a2a-title="Brasil: o gasto federal com saúde pública"></a></p><figure id="attachment_18874" aria-describedby="caption-attachment-18874" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18874" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-300x132.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-768x338.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/06/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18874" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p>Emerson Sousa <strong>(*)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.tesourotransparente.gov.br/publicacoes/despesas-da-uniao-series-historicas/2019/11"><span style="font-weight: 400;">dados da Secretaria do Tesouro Nacional</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> (STN), desde o início do ano de 2000 até o final do ano de 2019, o Governo Federal já gastou com a função saúde um total de R$ 1.200.650.948.617,52 em valores nominais, ou seja, sem a incidência de correção monetária. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Caso essa atualização seja feita – via Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), até fevereiro de 2020 – esse montante vai a R$ 1,82 trilhões, o que equivale a aproximadamente 92,1% de toda a riqueza gerada pelas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste juntas, no ano de 2017.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em média, a valores corrigidos pela inflação oficial, esses gastos perfazem um valor médio de R$ 91,2 bilhões anuais, com um desvio-padrão de R$ 18,5 bilhões, ainda que, desde 2012, essa rubrica tenha superado a marca de R$ 100 bilhões anuais em dispêndio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com um crescimento real de 78,8% nessas duas décadas, essa despesa vem variando a uma taxa incremental média de 3,2% ao ano. Isso permite afirmar que o investimento em saúde, no Brasil, por parte do Governo Federal, varia numa velocidade maior do que o da própria economia do país que, no mesmo período, evoluiu a uma taxa média de 2,4% anuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>O investimento em Saúde sob uma perspectiva percentual.</b></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-I-herética.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-26835" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-I-herética-300x174.jpg" alt="" width="828" height="480" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-I-herética-300x174.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-I-herética.jpg 455w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Ressalte-se que, entre 2001 e 2019, o gasto em saúde, por parte do Governo Federal, sempre ficou em torno de 5,4% da despesa liquidada total em termos anuais. No entanto, essa trajetória pode ser dividida em três fases distintas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Na primeira, de 2001 até 2009, quando essa rubrica viu a sua participação relativa no bolo de gastos cair de 6,4% para 4,6%, numa média de 5,4% anuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">A segunda etapa se dá entre 2010 e 2013, quando o investimento em saúde absorveu uma média de 5,4% do montante total, saindo de 5,2% e indo até 5,7% do dispêndio liquidado ao ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por fim, a partir de 2014, período no qual essa função ocupa uma média 5,2% da despesa total<span style="color: #000000;"> e vê</span> a sua fração sair de 5,5% dos recursos liquidados e ir para 5,1% desse total, no ano de 2019.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Numa abordagem alternativa, a análise da despesa federal mostra que a saúde, nesses 19 anos, sempre teve alocado recursos da ordem de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Contudo, essa também não apresenta um curso linear.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nos três últimos anos no mandato Fernando Henrique, essa proporção ficou em torno de 1,7% do PIB. Nos oito anos do Presidente Lula da Silva, essa medida foi de 1,5% do produto. Com 1,6%, no primeiro mandato, e 1,4%, no segundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já no período da presidenta Dilma Roussef, em seus cinco anos de mandato efetivo (2011/2015), essa participação ficou na casa dos 1,4% anuais médios. No interregno Michel Temer, por sua vez, o gasto com saúde alcançou a marca média de 1,6% do PIB.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No mandato Bolsonaro, entretanto, essa proporção foi, em seu primeiro ano, de 1,6%. Sob essa perspectiva, não há como negar: o Brasil vem, ano após ano, aumentando o seu gasto proporcional em saúde.</span></p>
<p><b>O investimento em Saúde sob a óptica per capita</b></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, a abordagem percentual não é a mais adequada para se promover uma correta comparação entre os anos. Isso porque, no presente caso, os resultados são reféns dos dissabores do ciclo econômicos (recessões e depressões) e dos constrangimentos orçamentários (cortes e contingenciamentos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Logo, torna-se mais interessante adicionar à análise a perspectiva </span><i><span style="font-weight: 400;">per capita</span></i><span style="font-weight: 400;">, na qual os valores anuais atualizados – até fevereiro de 2020 – são divididos pela população estimada, definindo-se assim uma medida de gasto por habitante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Nesse caminho, tem-se que, entre 2000 e 2019, o dispêndio governamental anual </span><i><span style="font-weight: 400;">per capita </span></i><span style="font-weight: 400;">experimentou um aumento real de 44,5%; saindo de R$ 381,24 – em seu início – e chegando a R$ 550,80 ao seu final.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">No triênio final do período Fernando Henrique o valor médio desse quociente estava em R$ 392,59 anuais. No decorrer do octênio Lula da Silva, essa medida cresceu 26,7%, variando de R$ 370,21 a R$ 468,87, entre os anos de 2003 a 2010, ficando numa média atualizada de R$ 423,85 ao ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Por seu turno, nos cinco anos de efetivo Governo Roussef (2011/2015), esse valor anual aumentou de R$ 513,70 para R$ 545,79 anuais, o que resulta num crescimento da ordem de 6,2% no período, perfazendo o valor médio de R$ 538,38 anuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Já o breve consulado Michel Temer promoveu um aumento real de tão somente 0,8% em seus três anos, estabelecendo um gasto médio de R$ 537,90 por ano, tendo se iniciado em R$ 538,01 e sido finalizado em R$ 542,40. Finalmente, o ano inaugural do mandato Bolsonaro, conforme já antecipado, promoveu uma despesa per capita de R$ 550,80.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">De todo modo, o valor per capita do investimento em saúde apresenta um gráfico no qual se identifica três fases em sua trajetória: a etapa tucana, onde ele apresenta seus menores níveis; a época petista, cujo cenário é de crescimento claudicante e o período pós Emenda Constitucional 95/2016, que projeta para o futuro uma tendência de estabilização do perfil médio dessa despesa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b>A necessidade de manutenção de uma tendência</b></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Os números aqui apresentados mostram que o gasto com saúde, por parte do governo federal, vem crescendo desde o início do século XXI, mantendo uma relação aproximadamente constante com o crescimento tanto das despesas correntes quanto com o do próprio desempenho da economia brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Em suma, o que se viu foi que – por mais que o senso comum diga o contrário – a administração política brasileira, pós Constituição Cidadã de 1988, proporcionou o surgimento de um ambiente que promoveu o aumento dos investimentos públicos na área de Saúde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Entretanto, desde 2015, o dispêndio com saúde, em sua perspectiva per capita, está congelado em torno da marca alocativa de R$ 542,06 anuais por brasileiro residente, de modo que anos de crescimento são compensados por anos de decréscimo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Deve se ressaltar que a Saúde é a terceira função de maior participação relativa no âmbito da despesa liquidada – perdendo apenas para os encargos especiais (juros da dívida) e para a Previdência Social – e é uma das mais estáveis, ou seja, não sofre tanto com as variações do gasto fiscal, como ocorre com as demais rubricas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Isso se deve muito às vinculações legais do gasto orçamentário em saúde. De modo que, não fosse a existência desses dispositivos legais não há como se garantir que o país estaria, realmente, alocando esses níveis de recursos nessa área.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Com efeito, o crescimento até aqui observado não é um fato consumado. A própria história da rubrica mostra que os recursos da saúde podem ser alvo de sujeições políticas, podendo vir a sofrer reduções em seus níveis reais ou, ao menos, esses ficarem estagnados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">E tal possibilidade pode se transformar num perigo verdadeiro e imediato se, principalmente, suas vinculações legais forem afrouxadas, como recorrentemente pedem alguns profetas do liberalismo nacional.</span></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-II-herética.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-26836 aligncenter" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-II-herética.jpg" alt="" width="898" height="482" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-II-herética.jpg 507w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-II-herética-300x161.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/03/tabela-II-herética-310x165.jpg 310w" sizes="auto, (max-width: 898px) 100vw, 898px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Logo, é necessário reconhecer também que muito das melhoras dos indicadores sociais brasileiros, desde a redemocratização, se deu graças ao investimento em saúde, principalmente aquele relacionado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e que se isso for modificado em sua essência, retrocessos podem ocorrer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, ao invés de legitimar discursos que tolhem a ampliação dos recursos destinados à Saúde, a sociedade brasileira deveria estar se organizando para que fosse erradicado o maior e principal dos seus gargalos: o subfinanciamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> <strong>Emerson Sousa é doutor em Administração pela NPGA/UFBA e mestre em Economia pelo NUPEC/UFS.</strong></p>
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