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	<title>Arquivo para Fernanda Torres - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Jan 2026 12:41:58 +0000</lastBuildDate>
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		<title>As havaianas e o emburrecimento da sociedade brasileira</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/as-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 12:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)    Lançada no dia 8 de junho de 1962, pela Alpargatas (empresa brasileira de origem escocesa do início do século XX), as sandálias Havaianas foram o mote das principais discussões nas redes sociais das últimas semanas, com reflexos no campo político. Nunca é demais lembrar que, além de ser um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fas-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira%2F&amp;linkname=As%20havaianas%20e%20o%20emburrecimento%20da%20sociedade%20brasileira" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fas-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira%2F&amp;linkname=As%20havaianas%20e%20o%20emburrecimento%20da%20sociedade%20brasileira" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fas-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira%2F&amp;linkname=As%20havaianas%20e%20o%20emburrecimento%20da%20sociedade%20brasileira" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fas-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira%2F&amp;linkname=As%20havaianas%20e%20o%20emburrecimento%20da%20sociedade%20brasileira" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fas-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira%2F&#038;title=As%20havaianas%20e%20o%20emburrecimento%20da%20sociedade%20brasileira" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/as-havaianas-e-o-emburrecimento-da-sociedade-brasileira/" data-a2a-title="As havaianas e o emburrecimento da sociedade brasileira"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span data-contrast="auto">Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos</span><span data-ccp-props="{}"> (*)</span></p></blockquote>
<p><span data-contrast="auto"> </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"><span class="dropcap ">L</span>ançada no dia 8 de junho de 1962, pela Alpargatas (empresa brasileira de origem escocesa do início do século XX), as sandálias Havaianas foram o mote das principais discussões nas redes sociais das últimas semanas, com reflexos no campo político. Nunca é demais lembrar que, além de ser um dos produtos de calçados mais populares do país, também é um dos prediletos de outras classes sociais mais abastadas, tornando-se, desse modo, uma preferência nacional.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse sentido, antes de refletir sobre a sua última campanha publicitária que vem causando um grande rebuliço, penso que boa parte da população brasileira tem alguma memória envolvendo a marca. Eu, particularmente, tenho ao menos duas que me marcaram muito. Todas elas ocorreram entre o final dos anos 70 e 80, como parte de minha movimentada infância.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na gestão do Prefeito Municipal de Lagarto, José Vieira Filho (1977-1982), a cidade, sobretudo o centro urbano, foi beneficiada com uma pavimentação asfáltica. Eu morava nas proximidades da Praça da Piedade, na Travessa Municipal, 33. Curioso com a novidade, fui ver de perto a obra, que começava com a aplicação de uma espécie de óleo preto, grudento, que servia para preparar o paralelepípedo para receber a borra asfáltica. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nessa oportunidade, eu estava na calçada da praça e precisava voltar para o outro lado. </span><span data-contrast="auto">Ao atravessar a rua que ficava de frente para a residência do saudoso comerciante, Nozinho, um dos pares de minha Havaiana verde com branco (não me recordo qual, se direito ou esquerdo), colou no grude e ficou preso no passeio. Não pude resgatar e cheguei em casa chorando, com um pé no chão. Um dia, quem sabe, arqueólogos possam encontrá-lo.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O sucessor de José Vieira Filho, Artur de Oliveira Reis (1983-1988), no auge de seu mandato e às voltas com os projetos hídricos implementados pelo governador João Alves Filho (1983-1987), recebeu em Lagarto a visita oficial do presidente da República, o general João Batista Figueiredo. Era janeiro de 1984, quando eu tinha 9 anos de idade. Lembro quando o helicóptero de sua comitiva pousou onde hoje é popularmente conhecido como Praça do Tanque Grande, na verdade um largo enorme, que hoje é usado para eventos e estacionamentos do Mercado Municipal José Corrêa Sobrinho.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao pousar, a aeronave levantou uma densa nuvem de poeira, dispersando parte dos milhares de curiosos. Em meio à multidão que corria para cumprimentar as autoridades, acabei tendo um dos meus pés pisados (novamente, não lembro se esquerdo ou direito). Com o pisão, perdi um par de minha Havaiana amarela com branco. Para variar, chorei copiosamente pela perda. Eis que senti uma mão pesada na minha cabeça. Ao me erguer, vi aquele homem com cabelos ralos, quase careca, usando óculos Ray-ban pretos (estilo aviador). Era o presidente, acompanhado do prefeito e do governador. Sorrindo, ele me perguntou: “Ei, rapazinho! Por que está chorando?”. Eu disse a ele que tinha perdido a minha Havaiana. Sem mais nenhuma palavra, ele assanhou meu cabelo e seguiu seu caminho. Nos dias que se sucederam, eu fiquei refletindo: “Bem que o presidente poderia me dar um par de Havaianas novas”. Pura ilusão. Não se pode esperar gestos nobres de um ditador. E assim as Havaianas vão, ao longo de anos, fazendo parte dos pés (esquerdo e direito) da vida de muitos de nós que um dia fomos crianças e as usamos na fase adulta.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Aliás, em razão disso tudo, acabei comprando um par delas, vermelho (não porque eu seja comunista, mas porque é a minha cor predileta – risos). Usávamos até quando era necessário colocar um prego ou grampo no seu solado. Quem nunca já levou uma chinelada de Havaiana da mãe? E por aí segue uma série de histórias além das que partilhei anteriormente tão somente para confirmar a popularidade desta marca de calçado e a sua importância histórica para o país e para a sua economia.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Pois bem, eis que a genial e talentosíssima atriz Fernanda Torres, mais uma vez, chamou a atenção do país inteiro, como fizera no início de 2025, com toda a repercussão e sucesso do filme “Ainda Estou Aqui”. Desta feita, numa das conhecidas e criativas campanhas publicitárias das Havaianas, que só perdem para as que eram feitas pela Bombril, com o ator e comediante Carlos Moreno.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao ver o comercial, e o vi outras vezes, confesso, honestamente, que não encontrei nada demais no texto, que segue ipsis litteris: </span></p>
<blockquote><p><span data-contrast="auto">&#8220;Desculpa, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito. Não, não é nada contra a sorte, mas vamos combinar: sorte não depende de você, né? Depende de sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés. Os dois pés na porta, os dois pés na estrada, os dois pés na jaca, os dois pés onde você quiser. Vai com tudo, de corpo e alma, da cabeça aos pés”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p></blockquote>
<p><span data-contrast="auto">Eu demorei a acreditar que haviam feito todo um escarcéu em torno disso. Meu nível de bom-senso, para não dizer minimamente de racionalidade, não me permitia crer que uma parcela da sociedade viu nessa campanha comercial uma manipulação política da empresa contra a chamada ala direita, notadamente os seguidores mais radicais do “fenômeno político” bolsonarismo.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ignorância em torno do episódio alcançou os maiores absurdos que se possa esperar de um ser humano, aos menos dos dotados de racionalidade. A inaptidão para pensar, porque esforço não houve algum, é tanto que beira à falta de memória e, sobretudo, à falta de capacidade de ler, ver, ouvir, entender e interpretar o mundo. Falta de memória, porque as Havaianas já fizeram um comercial com Romário, em plena Copa do Mundo de 2014, no Brasil, em que ele comprava um par das sandálias, ficava como pé direito e enviava o par esquerdo para Maradona.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Veja. Aqui, como quer desconstruir o comercial de Fernanda Torres, estava em questão a demonização histórica do lado esquerdo, que chegou a ser associado ao diabo na Idade Média. Ou a ideia de que “pé esquerdo” dá azar, por isso a necessidade pagã de entrar nos lugares ou o ano novo com o “pé direito”. Não lembro de ter visto, na época do comercial com Romário, a esquerda política ficar com raivinha boicotando a marca famosa da Alpargatas, estimulando as pessoas a cortar e jogar pares e mais pares de Havaianas num país onde ainda há muitos descalços, pobres e que vivem sem dignidade.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outra coisa que falta a essa gente que desvirtua o sentido prático e reflexivo da propaganda com Fernanda Torres é a graça, o humor mesmo. Raivosa, essa turma não consegue rir das coisas da vida, está sempre à espreita para destilar ódio, combate e raiva, muita raiva. Um recalque profundo que não lhe permite viver sem neuras, com amor e liberdade. Por isso mesmo, a capacidade de conviver em sociedade é zero, ocupada que está em apontar o cisco no olho dos outros ou “guardando” centenas de notas em dinheiro vivo em casa.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Toda essa má vontade com o novo comercial das Havaianas revela muito mais do que um país polarizado entre esquerda e direita. Para a neuropsicóloga e educadora, Adriana Fóz, as novas gerações estão perdendo certas habilidades cognitivas e socioemocionais, muito em razão do “narcisismo virtual”, o que nos leva a pensar sobre que tipo de educação as crianças e os jovens brasileiros estão recebendo para além do que as redes sociais e a internet nos proporcionam ou mesmo alguns segumentos religiosos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Fato é que estamos num momento claro de emburrecimento da sociedade brasileira, capitaneado por gente vazia em todos os sentidos, não somente de capacidades cognitivas, mas também de uma espiritualidade sadia. Quando não há condições de saber e de aprender, como diz a sabedoria popular, resta o bom-senso e a sensibilidade. No caso dessa gente anti-Havaianas, nem inteligência, nem sabedoria e sequer espiritualidade.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Não sei você, caro leitor. Mas, eu entrei o ano com os pés direito e esquerdo, de corpo e alma. Calçando, inclusive meu novo par de Havaianas — vermelhas. Com o coração ansioso por viver novas experiências, aberto ao amor de Deus, à tolerância e ao aprimoramento da inteligência, me permitindo sempre aprender. Quanto à extrema direita, frente ao exposto, penso que ela segue dando demonstrações de que é extremamente burra, levando a sociedade brasileira para um caos que, para além de preocupante e nocivo, precisa ser combatido e evitado.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Oscar para o cinema brasileiro e o sentimento nacional</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/oscar-para-o-cinema-brasileiro-e-o-sentimento-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 13:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[“Ainda estou aqui”]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[complexo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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		<category><![CDATA[vira-latas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Valtênio Paes de Oliveira (*) &#160; Recentemente tratamos deste tema, em 13.01.25, com o título “Só acontece no Brasil! Será?&#8221; Retomamos para comentar algumas razões da vitória do filme “Ainda Estou Aqui” premiado com o Oscar de melhor filme internacional pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Inédito para o Brasil, o fato &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Valtênio Paes de Oliveira (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">R</span>ecentemente tratamos deste tema, em 13.01.25, com o título <a href="https://www.sosergipe.com.br/so-acontece-no-brasil-sera/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #000000;">“</span><span style="color: #008000;">Só acontece no Brasil! Será?<span style="color: #000000;">&#8221; </span></span></a>Retomamos para comentar algumas razões da <strong>vitória do filme “Ainda Estou Aqui” premiado com o Oscar de melhor filme internacional pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.</strong> Inédito para o Brasil, o fato conjuga, simultaneamente: história, política, arte, cultura, literatura e estima dos brasileiros.</p>
<p>O enredo baseado no livro que retrata a luta histórica de Eunice Paiva durante anos, na busca da verdade sobre o desaparecimento de seu marido, torturado e morto por membros do regime militar que se estabeleceu no Brasil a partir 1964. Portanto, uma obra literária baseada em fatos reais. <strong>Num momento em que a mentira sobrepuja a verdade nas redes sociais, coube à arte, através do cinema, retomar o curso real da história.</strong>  Quis o destino que a seara cinematográfica fosse um instrumento de expressão histórica a partir da literatura no livro de Eunice Paiva. A essência da arte está na liberdade de criar, por isso, incomoda aos conservadores extremados que querem o poder sem o Estado Democrático de Direito.</p>
<p>As reações de apoio chegaram perto da unanimidade. <strong>Apenas alguns conservadores extremados ousaram verborreias, outros silenciaram, negando-se ao reconhecimento histórico.</strong> O filme fora destacado mundialmente pela qualidade esmerada da produção. O talento das atrizes e atores sobrepujou mundialmente centenas de outros elencos. O progresso das ciências, letras e artes se alimenta da criação e não pode ser tutelado porque seu combustível é a liberdade criativa.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Acompanho sem retoques o que escrevera Walter Salles:</p>
<p style="text-align: right;"><em> “Obrigado, em nome do cinema brasileiro</em>.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Agradeço à Academia por reconhecer a história de uma mulher que, diante de uma tragédia causada por uma ditadura militar, optou por resistir para proteger sua família. Em um tempo em que tais regimes estão se tornando cada vez menos abstratos, dedico este prêmio a Eunice Paiva e a todas as mães que, diante de tamanha adversidade, têm a coragem de resistir. Que nos ensinam a lutar sem perder a capacidade de sorrir, mesmo quando elas se sentem frágeis. Este prêmio pertence a duas mulheres extraordinárias: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. Elas não apenas elevaram nosso filme, mas representam o fato de que a arte resistiu no Brasil. Governos autoritários surgem e desaparecem no esgoto da história, enquanto livros, canções e filmes ficam conosco&#8230; Obrigado a todos, em nome do cinema brasileiro e latino-americano. Viva a democracia. Ditadura nunca mais!&#8221;</em></p>

			</div></div>
<p><strong>Esperançar é razão da busca pelo progresso social e aperfeiçoamento da humanidade.</strong> A importância das artes na preservação da esperança, da história, da democracia, tão atacada no planeta em todos os continentes, é decisiva pela força alimentadora da criatividade. A democracia no Brasil, exemplificada para o mundo, sai fortalecida, referendada pela arte cinematográfica. Por isso, a necessidade da ação política para aperfeiçoá-la.</p>
<p>Com tantos desalentos, radicalismos, ódio e mentiras, um fio de esperança surge para a alegria do povo brasileiro. Ao invés do “complexo vira-latas”, venceu o orgulho de ser brasileiro. Enfim, que este fio de união e paz seja o começo para um país pacificado e pujante. Sem paixões desenfreadas e individualismos tresloucados poderemos ser uma nação unida na diversidade e harmônica na paz social, política e cultural. Afinal, o Brasil é de todos e para todos os brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Ainda Estou Aqui vence Oscar de melhor filme estrangeiro</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/ainda-estou-aqui-vence-oscar-de-melhor-filme-estrangeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 12:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[“Ainda estou aqui”]]></category>
		<category><![CDATA[autoria]]></category>
		<category><![CDATA[Conclave]]></category>
		<category><![CDATA[estadunidense]]></category>
		<category><![CDATA[Eunice Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[filme estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O cinema brasileiro fez história na noite de hoje (3) na 97ª edição do Oscar, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, foi o grande vencedor na categoria de melhor filme internacional. Uma conquista inédita para o cinema brasileiro.  O filme brasileiro superou Emilia Pérez (França), A Semente do Fruto Sagrado (Alemanha), A Garota da Agulha (Dinamarca) e Flow (Letônia). &#8230;</p>
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<p>O cinema brasileiro fez história na noite de hoje (3) na 97ª edição do Oscar, em Los Angeles, nos Estados Unidos. <em>Ainda Estou Aqui,</em> de Walter Salles, foi o grande vencedor na categoria de melhor filme internacional. Uma conquista inédita para o cinema brasileiro. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1632705&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1632705&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O filme brasileiro superou <em>Emilia Pérez</em> (França), <em>A Semente do Fruto Sagrado</em> (Alemanha), <em>A Garota da Agulha</em> (Dinamarca) e <em>Flow</em> (Letônia).</strong></p>
<p>Walter Salles dedicou a conquista para Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva desaparecido na ditadura, cuja busca em saber o destino do marido norteou o roteiro do filme. Em seu discurso de agradecimento, o cineasta brasileiro também ressaltou os trabalhos de Fernanda Torres, e sua mãe, Fernanda Montenegro.</p>
<p>Indicado também para a estatueta de melhor filme, <em>Ainda Estou Aqui</em> perdeu para <em>Anora,</em> maior vencedor da festa com cinco estatuetas no total.</p>
<p>Fernanda Torres, indicada ao prêmio de melhor atriz, não levou a estatueta, que acabou nas mãos de Mikey Madison, de <em>Anora.</em> Mesmo assim Fernanda Torres entra na história do cinema repetindo sua mãe, Fernanda Montenegro, que foi indicada na edição de 1999 do Oscar como melhor atriz, mas a laureada foi a estadunidense Gwyneth Paltrow.</p>
<h2>Clima de Copa do Mundo</h2>
<p>A coincidência das datas da maior premiação do cinema com o carnaval brasileiro acabou em clima de torcida da Copa do Mundo. Máscaras de Fernanda Torres e de Selton Mello (intérprete de Rubens Paiva), fantasias da estatueta dourada do prêmio, boneco gigante de Olinda, entre outras referências ao Oscar, estiveram presentes em desfiles e blocos carnavalescos pelo país inteiro.</p>
<p>Com suas indicações, o filme de Walter Salles sobre o desaparecimento do deputado Rubens Paiva (1929-1971) e a saga de sua esposa Eunice Paiva (1929-2018) já chegou vitorioso à festa da indústria cinematográfica.</p>
<p>Especialistas consultados pela Agência Brasil disseram que, entre as qualidades do filme, estão a capacidade de abordar o passado de uma forma diferente e a maneira como a obra conseguiu dialogar com os tempos atuais.</p>
<p>O livro autobiográfico que nomeia o filme, de autoria de Marcelo Rubens Paiva, filho de Rubens e Eunice,  foi para o topo das listas dos mais vendidos. O próprio caso Rubens Paiva ganhou novos desdobramentos recentemente. Por determinação da Justiça, em janeiro deste ano a certidão de óbito do ex-deputado foi corrigida. Na versão original do documento, ele foi tido como “desaparecido político”. Na nova redação, consta agora que sua morte foi violenta, causada pelo Estado brasileiro.</p>
<p>Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu analisar se a Lei da Anistia, adotada com o fim do regime de exceção, se aplica ou não a crimes de sequestro e cárcere privado cometidos na época da ditadura militar brasileira.</p>
<div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3>Os premiados nas 23 categorias foram:</h3>
<p><strong><em>Ator coadjuvante</em></strong> – Kieran Culkin, em A verdadeira dor</p>
<p><strong><em>Animação</em></strong> – Flow</p>
<p><strong><em>Curta-metragem animado</em></strong> – In The Shadow of Cypress</p>
<p><strong><em>Figurino</em></strong> – Wicked</p>
<p><em><strong>Roteiro original</strong></em> – Anora</p>
<p><strong><em>Roteiro adaptado</em></strong> – Conclave</p>
<p><strong><em>Maquiagem e penteado</em></strong> – A substância</p>
<p><strong><em>Edição</em> </strong>– Anora</p>
<p><strong><em>Atriz coadjuvante</em></strong> – Zoe Saldaña, por Emília Pérez</p>
<p><strong><em>Design de produção</em></strong> – Wicked</p>
<p><strong><em>Canção original</em></strong> – El Mal, de Emilia Pérez</p>
<p><strong><em>Documentário de curta-metragem</em></strong> – A única mulher na orquestra</p>
<p><strong><em>Documentário</em></strong>   &#8211; No other land</p>
<p><strong><em>Som</em></strong> – Duna: Parte 2</p>
<p><strong><em>Efeitos visuais</em></strong>: Duna: Parte 2</p>
<p><strong><em>Curta-metragem em live-action</em></strong> – I´m not a robot</p>
<p><strong><em>Fotografia</em></strong> – O Brutalista</p>
<p><strong><em>Filme internacional</em></strong> – Ainda estou aqui</p>
<p><strong><em>Trilha sonora </em></strong> – O Brutalista</p>
<p><strong><em>Ator</em></strong> –Adrien Brody, em O Brutalista</p>
<p><strong><em>Direção – </em></strong>Sean Baker, de Anora</p>
<p><strong><em>Atriz – </em></strong>Mikey Madison, em Anora</p>
<p><strong><em>Filme</em> </strong>– Anora</p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>É sobre nós &#8211; Fernanda Torres e o Globo de Ouro</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/e-sobre-nos-fernanda-torres-e-o-globo-de-ouro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 13:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[“Ainda estou aqui”]]></category>
		<category><![CDATA[Eunice Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[Globo de Ouro.]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Valter Sales]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; O assunto da semana não tem sido outro. E é muito justo e oportuno que seja. Até porque lembrar e celebrar são formas de estreitar, reconstruir e afirmar laços identitários e também de ensinar. A premiação inédita de Fernanda Torres no último dia 5 de janeiro, em &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> assunto da semana não tem sido outro. E é muito justo e oportuno que seja. Até porque lembrar e celebrar são formas de estreitar, reconstruir e afirmar laços identitários e também de ensinar. A premiação inédita de Fernanda Torres no último dia 5 de janeiro, em Los Angeles (EUA), para o Globo de Ouro, na categoria melhor atriz dramática, para além de ter sido um gol de placa para o cinema brasileiro, teve e tem um caráter didático e coincide com os dois anos da tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Nesse sentido, concordo plenamente com o jornalista Demétrio Magnoli (Globo News em Pauta, dia 6), quando assim encerrou seu comentário sobre o feito da atriz: “Não é sobre ela. É sobre nós!”.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Aqui mesmo, no portal <strong>Só Sergipe</strong>, <span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/ainda-estou-aqui-there-and-everywhere/" target="_blank" rel="noopener">no dia 20 de dezembro do ano passado, assim me expressei e reitero</a></strong></span>: “<em>Se não alcançar os loiros do Oscar (a meu ver, mais do que merecedor), para além dos recordes de crítica e de bilheteria, ficará imortalizado na memória, geração após geração, deixando um legado importante e reflexões que, certamente, farão diferença na <strong>formação da consciência de uma juventude</strong> ainda ávida por transformações, liberdade e respeito</em>”. Referia-me ao sucesso do filme <span style="color: #000000;">“Ainda estou aqui”, de Valter Sales</span>, em que Fernanda Torres fez o papel de Eunice Paiva e por ele foi agraciada com o Globo de Ouro.</p>

			</div></div>
<p>Destaco a expressão <strong><em>formação da consciência de uma juventude</em></strong> pois é assim que, também, percebo a importância do filme. Aliás, algumas notícias e falas durante a semana foram a esse encontro. Vejamos: “<em>O livro ´Ainda estou aqui´ será distribuído nas escolas públicas da Bahia</em>”; “<em>Somos filhos de um Brasil que vale a pena</em>” e “<em>Superfeliz com as respostas do Brasil. Ator é uma nação inteira</em>” (Fernanda Torres). Na <em>Revista Veja</em> (9 de janeiro), assim escreveu o jornalista Edison Veiga: “<em>Na última segunda, contudo, o coração de cada um dos milhões de brasileiros residentes em outros países conseguiu bater em verde-amarelo. Sou brasileiro que nem a Fernanda Torres. Somos brasileiros que nem a Fernanda Torres. Somos brasileiros que nem a Fernanda Torres. Sou brasileiro que nem a genial atriz que ganhou o Globo de Ouro</em>”.</p>
<p>Antes que a turma do patrulhamento me acuse de ser de esquerda ou comunista, adianto que a minha análise sobre a premiação e seus efeitos se dá na perspectiva de quem é professor de História há 30 anos e que, por conseguinte, conhece o chão da escola, os dilemas da existência humana, e convive com a juventude. Uma parcela considerável da população brasileira que além de não ter vivido a ditadura militar não tem noção das implicações nefastas de um regime que proíbe, oprime e mata. Escrevo, também, na perspectiva da consciência histórica. Premiados com o livre arbítrio, não podemos ser coniventes com o que é imposto e opressor. É da natureza humana ser livre e escolher livremente.</p>
<p>A família Paiva é um exemplo de tantos que sofreram com um regime autoritário. Sua história representada em filme para além da arte, também é vida. Não se trata de narrativa ou de construção de uma narrativa de esquerda, mas de História e Memória. Assim mesmo, com as letras maiúsculas. O filme é uma representação artísticas de fatos históricos. De uma ferida que nunca se fecha e de um sentimento de injustiça que perdura porque várias pontas seguem soltas desde a anistia de 1979.</p>
<p>Pelas razões acima expostas, devemos sim celebrar a vitória pessoal da atriz Fernanda Torres. Aliás, precisamos recuperar esse sentimento de ficar feliz pelo sucesso dos outros, sobretudo, se este outro é brasileiro. Logo, não se trata aqui de patriotismo barato e nem de nacionalismo ideológico. A premiação e o reconhecimento da atriz em nível internacional têm a ver com a brasilidade, com o sentimento de pertença que deve estar acima do patriótico, do ideológico e das individualidades “mitológicas”.</p>
<p>Fernanda Torres representa o que há de melhor do que se convencionou chamar de “orgulho nacional”, tal qual seguem sendo Pelé, Senna, Rebeca Andrade e tantos e tantas brasilidades, com seus diferentes matizes sociais, étnicos, culturais, religiosos&#8230; essencialmente brasileiros e suas potencialidades que nos ajudam a nos livrarmos, de uma vez por todas, da peja de nação vira-lata, república das bananas ou playground de milicos neuróticos, sedentos de sangue, ódio e poder. Que venha sempre o melhor do Brasil para o Brasil e para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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