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	<title>Arquivo para Feira Hoje - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Jornalismo que se aprendia no olhar e se aperfeiçoava na convivência</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-que-se-aprendia-no-olhar-e-se-aperfeicoava-na-convivencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Everaldo Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 19:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Everaldo Goes (*) &#160; A cena parece saída de um filme: dois jornalistas, cansados, mas animados, sentam-se à mesa de um bar de esquina, máquinas de escrever ainda ecoando em suas mentes, enquanto a fumaça dos cigarros e o tilintar das garrafas formam a trilha sonora da madrugada. Era assim que muitas histórias nasciam &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-que-se-aprendia-no-olhar-e-se-aperfeicoava-na-convivencia/">Jornalismo que se aprendia no olhar e se aperfeiçoava na convivência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<header></header>
<blockquote><p>Por Everaldo Goes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> cena parece saída de um filme: dois jornalistas, cansados, mas animados, sentam-se à mesa de um bar de esquina, máquinas de escrever ainda ecoando em suas mentes, enquanto a fumaça dos cigarros e o tilintar das garrafas formam a trilha sonora da madrugada. Era assim que muitas histórias nasciam nas antigas redações: entre o fechamento do jornal e o primeiro gole da noite.</p>
<p>As redações de ontem eram verdadeiras casas para o jornalista. Eram lugares vibrantes, cheios de ruído, de papel amassado no chão, de discussões calorosas sobre política, sociedade e futebol. Jovens repórteres conviviam diariamente com veteranos — os chamados “decanos” — que, entre uma lauda e outra, ensinavam os caminhos invisíveis da profissão: como ganhar a confiança de uma fonte, como ler nas entrelinhas de um discurso, como perceber que uma grande reportagem pode nascer de uma informação pequena, quase despercebida.</p>
<figure id="attachment_89059" aria-describedby="caption-attachment-89059" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ponto-do-zequinha-em-feira.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-89059 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ponto-do-zequinha-em-feira.jpg" alt="Bar Ponto do Zequinha" width="400" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ponto-do-zequinha-em-feira.jpg 400w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ponto-do-zequinha-em-feira-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89059" class="wp-caption-text">Bar Ponto do Zequinha, em Feira de Santana, foi um dos points dos jornalistas Foto: redes sociais</figcaption></figure>
<p>O aprendizado não vinha em cursos online nem em tutoriais. Vinha na prática, no erro corrigido na hora pelo editor, no conselho dado sem cerimônia durante o expediente — ou no bar, depois do fechamento. Ali, fora do relógio, o jornalismo mostrava sua alma: feita de curiosidade, coragem e um compromisso visceral com a verdade, que ia muito além do salário.</p>
<p>Mas nem tudo era harmonia dentro dessas casas. Um conflito constante pairava no ar: redação versus setor comercial. Enquanto os repórteres e editores buscavam a verdade, doa a quem doer, o departamento comercial muitas vezes aparecia para lembrar que a sobrevivência do jornal dependia dos anúncios — inclusive daqueles que envolviam os investigados de uma matéria incômoda. “Esse é o cliente que mantém o jornal de pé”, diziam. E era verdade. Mas a tensão era inevitável: de um lado, o dever ético; do outro, a pressão financeira. Alguns jornais cederam. Outros resistiram com bravura, pagando o preço da independência.</p>
<p>Hoje, o cenário é outro. A velocidade da internet transformou todo mundo em “jornalista” — ou pelo menos em produtor e consumidor de notícias. Com um celular na mão, qualquer um pode transmitir informações em tempo real. Mas junto com essa democratização veio a perda de algo essencial: a convivência entre gerações, a experiência transmitida de forma viva, a reverência pela apuração paciente e pela escrita precisa.</p>
<p>As redações físicas encolheram ou simplesmente desapareceram. Muitos jornalistas trabalham de casa, sozinhos, sem o burburinho de colegas nem a oportunidade de aprender observando os mais experientes. A matéria investigativa, que exigia semanas ou meses de dedicação, muitas vezes dá lugar a conteúdos feitos às pressas, desenhados para agradar algoritmos e acumular curtidas.</p>
<figure id="attachment_89064" aria-describedby="caption-attachment-89064" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-89064 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1.png" alt="Antiga sede do Jornal Feira Hoje" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-25-1-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89064" class="wp-caption-text">Antiga sede do Jornal Feira Hoje, no bairro Muchila, em Feira de Santana, dezembro de 1984</figcaption></figure>
<p>O jornalismo, que antes buscava aprofundar a realidade, hoje frequentemente se vê pressionado a entregar o raso, o polêmico, o que viraliza. Não há mais tempo para o “barzinho depois do fechamento”, nem para a conversa longa que revelava detalhes escondidos de uma história.</p>
<p>Ainda assim, algo da velha alma jornalística resiste. Nas novas gerações, há jovens que, mesmo sem conviver com os antigos decanos, buscam resgatar a essência da profissão: a investigação séria, o texto bem construído, a responsabilidade com a informação pública. Eles fazem isso em novos formatos — podcasts, newsletters, canais independentes — mas com a mesma chama que movia os repórteres de ontem.</p>
<p>Talvez o jornalismo nunca volte a ser como naqueles bares esfumaçados, com máquinas de escrever na bagagem e histórias na ponta da língua. Mas enquanto houver quem acredite que uma boa apuração ainda vale mais do que a pressa, o espírito daquelas madrugadas seguirá vivo — mesmo que em outro endereço.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><em>Hoje (25/04/25) foi o sepultamento de Vera Alencar, esposa do jornalista Helder Alencar, ou simplesmente Doutor Helder, editor do Feira Hoje nos anos 1980, onde iniciei, como revisor.  Helder, também advogado, dedicou a vida à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) como procurador do Estado. Nós, na Ascom/Uefs, não publicávamos um único texto considerado polêmico sem antes consultar a experiência de Doutor Helder.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_89062" aria-describedby="caption-attachment-89062" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-89062 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-24-1-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-89062" class="wp-caption-text">Micareta, 1983 Clube de Campo Cajueiro Caju Mirim: Helder Alencar e Verinha com o filhote Lucas &#8211; Jornal Feira Hoje, 17.4.83, p. 5, coluna de Oydema Ferreira</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O texto acima, publicado originalmente no <strong>Feira Hoje,</strong> em 25.04.2025, é uma homenagem a tantos que ajudaram no crescimento de inúmeros jornalistas e que hoje estão em outro plano:</em></p>
<p><em>Anchieta Nery</em></p>
<p><em>Jorge Magalhães </em></p>
<p><em>Geraldo Lima</em></p>
<p><em>Socorro Pitombo</em></p>
<p><em>Adílson Simas</em></p>
<p><em>Conceição Lobo</em></p>
<p><em>Elis Regina </em></p>
<p><em>Egberto Costa</em></p>
<p><em>Fagundes</em></p>
<p><em>Maria Aparecida (Cida)</em></p>
<p><em>José Carlos Teixeira</em></p>
<p><em>Antônio Magalhães </em></p>
<p><em>Jackson Soares</em></p>
<p><em>Jorge Neves</em></p>
<p><em>Davino</em></p>
<p><em>Rudival Braga</em></p>
<p><em>Cid Daltro</em></p>
<p><em>Ruy Caribé</em></p>
<p><em>Lucy</em></p>
<p><em>Dona Nelza</em></p>
<p><em>Seo João (professor e padre, irmão de Modesto Cerqueira, que nos anos 1980 chefiava a revisão do Feira Hoje, quando necessário até a madrugada)</em></p>
<p><em>Modezil Cerqueira </em></p>
<p><em>Noide Cerqueira</em></p>
<p><em>Pedro Irujo</em></p>
<p><em>E outros…</em></p>
<p><em>A família dos jornais se estendia a outros setores, todos irmãos: motoristas,  digitadores, arte-finalistas…</em></p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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