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	<title>Arquivo para diplomacia - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Jul 2025 14:23:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sobretaxas nas exportações brasileiras : “Não foi um raio em céu azul”</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sobretaxas-nas-exportacoes-brasileiras-nao-foi-um-raio-em-ceu-azul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliano César Faria Souto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 14:11:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A crise das sobretaxas americanas ao Brasil como sintoma da ausência de uma diplomacia de Estado &#160; Por Juliano César Faria Souto (*) Sobretaxas como arma política: exceção ou novo padrão? Historicamente, medidas tarifárias têm sido utilizadas como resposta a práticas comerciais desleais, subsídios ou desequilíbrios setoriais. No entanto, no caso presente, o que &#8230;</p>
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<h3>A crise das sobretaxas americanas ao Brasil como sintoma da ausência de uma diplomacia de Estado</h3>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Juliano César Faria Souto (*)</p></blockquote>
<h3><span class="dropcap ">S</span>obretaxas como arma política: exceção ou novo padrão?</h3>
<p>Historicamente, medidas tarifárias têm sido utilizadas como resposta a práticas comerciais desleais, subsídios ou desequilíbrios setoriais. No entanto, no caso presente, o que se observa é uma justificativa abertamente política, sem disfarces técnicos: o tratamento ao ex-presidente Bolsonaro e a censura a plataformas digitais são citados como motivação.</p>
<p>Apesar de juridicamente questionável no âmbito da OMC, a medida se sustenta politicamente por um fato simples: falta ao Brasil uma estratégia de contenção, de influência e de proteção de seus interesses.</p>
<h3>O custo da ausência de uma diplomacia profissional</h3>
<p>Nos artigos anteriores, destacamos como a diplomacia brasileira se transformou em um cerimonial sem projeto. Sem voz própria, o Brasil deixa de ser ator e se torna alvo.</p>
<p>A crise atual é fruto dessa ausência de ação estratégica:<br />
&#8211; Não há plano de contingência para retaliações comerciais.<br />
&#8211; Não houve antecipação ou construção de alianças táticas.<br />
&#8211; As relações com os EUA estão esvaziadas. Lula é o único líder de grande economia sem canal direto com o presidente americano.</p>
<p>O Itamaraty, esvaziado, assiste à escalada como espectador. E a ausência de uma reativação diplomática proativa permite que o Brasil seja empurrado para o campo da vulnerabilidade geopolítica.</p>
<h3>Quando a neutralidade é percebida como hostilidade</h3>
<p>A carta de Trump expõe o que já alertávamos: em um mundo dividido em blocos e narrativas, não há espaço para neutralidade estéril.</p>
<p>Ao se declarar neutro diante de conflitos globais e ao mesmo tempo reforçar alianças com países sancionados, o Brasil passa a ser percebido por alguns como parceiro do outro lado. E, nesse cenário, tarifas viram punições simbólicas e políticas.</p>
<p>O contexto não é casual: a resposta tarifária ocorre logo após a reunião esvaziada do BRICS, onde o Brasil ensaiou gestos diplomáticos de aproximação com países sob sanções ocidentais, sem apresentar propostas concretas nem exercer protagonismo. A própria ausência de qualquer manifestação pública ou apoio formal do BRICS após a medida dos EUA contra o Brasil escancara a fragilidade da articulação multilateral que o governo brasileiro julgava estar construindo.</p>
<p>Além disso, poucos dias antes da sobretaxa, o presidente Lula defendeu publicamente, na cúpula do BRICS, a criação de mecanismos financeiros alternativos ao dólar, mesmo sabendo que desde janeiro 2025 os EUA vem afirmando, repetidamente, que aplicaria tarifas severas contra países do BRICS que tentassem desafiar o domínio do dólar. Em janeiro de 2025, ele afirmou que imporia 100% de tarifas se houvesse tentativa de substituir o dólar e repetiu ameaças similares em fevereiro e julho. Ou seja,  a taxação americana de 50% ao Brasil veio em seguida à  nossa manifestação  sobre o tema, moeda alternativa ao dólar nas relações comerciais,  na reunião dos BRICS. Esse episódio é um exemplo inconteste de que não se faz diplomacia com discursos vazios em cúpulas multilaterais e depois se “chora o leite derramado, se passando por vítima.”</p>
<h5>Some-se a isso dois fatores agravantes:</h5>
<p>&#8211; O ativismo judicial brasileiro, com decisões monocráticas midiáticas por parte do STF, que muitas vezes transforma um órgão colegiado em instrumento de protagonismo inquisitorial, exposto na arena internacional.<br />
&#8211; A intensa exposição de autoridades brasileiras em redes sociais, com respostas midiáticas e polarização simbólica, criando uma narrativa externa de confronto e instabilidade institucional.</p>
<p>Importa destacar: esse não é um problema exclusivo do governo atual. Como demonstramos no <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/neutralidade-sem-acao-e-irrelevancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>artigo 3</strong></a></span> desta série, trata-se de uma degradação progressiva da política externa brasileira, substituída por alinhamentos ideológicos cíclicos, ora à direita, ora à esquerda, mas quase nunca guiados por uma diplomacia de Estado profissional.</p>
<h3>A resposta precisa ser institucional e altiva</h3>
<h5>O Brasil deve:</h5>
<p>&#8211; Acionar a OMC, mesmo com limitações atuais, para marcar posição e documentar o abuso.<br />
&#8211; Reestabelecer canais diplomáticos de alto nível, formais e informais.<br />
&#8211; Atuar junto aos BRICS e parceiros comerciais para construir um bloco de resposta coletiva, ao menos diplomática. A omissão atual desses organismos é tão reveladora quanto a carta dos EUA.<br />
&#8211; Retomar a liderança institucional do Itamaraty, com quadro técnico e estratégico.<br />
&#8211; Recompor alianças comerciais e diplomáticas pragmáticas, não ideológicas, que transcendam governos e sobrevivam a mandatos.<br />
&#8211; Evitar transformar a crise em palanque eleitoral interno. O risco é grande: usar a retaliação para mobilizar a narrativa do &#8220;eles contra nós&#8221; X “direita X esquerda”  pode render popularidade momentânea, mas não resolve o problema, apenas o agrava.</p>
<h3>Conclusão: a fatura da omissão chegou</h3>
<p>A sobretaxa americana não é apenas uma medida comercial. É um gesto de desprestígio e um alerta sobre o custo de não termos uma política externa profissional.</p>
<p>Não se trata de defender governos ou ideologias, mas de proteger o interesse nacional com altivez. O Brasil precisa reaprender a fazer diplomacia de Estado. Precisamos pensar grande outra vez. E agir como país que sabe o que quer.</p>
<p>&#8220;A imparcialidade não é indiferença. E a neutralidade sem ação é irrelevância. Quem planta ventos, colhe tempestade.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p><strong>Links referentes ao mesmo tema:</strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/guerra-de-titas-eua-x-china-e-os-conflitos-regionais-israel-x-ira-e-russia-x-ucrania/">https://www.sosergipe.com.br/guerra-de-titas-eua-x-china-e-os-conflitos-regionais-israel-x-ira-e-russia-x-ucrania/</a></span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/brasil-no-novo-tabuleiro-riscos-oportunidades-e-o-preco-da-omissao/">https://www.sosergipe.com.br/brasil-no-novo-tabuleiro-riscos-oportunidades-e-o-preco-da-omissao/</a></strong> </span></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/neutralidade-sem-acao-e-irrelevancia/">https://www.sosergipe.com.br/neutralidade-sem-acao-e-irrelevancia/</a></span></strong></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/licoes-de-um-diplomata-osvaldo-aranha-e-o-brasil-que-pensava-grande/">https://www.sosergipe.com.br/licoes-de-um-diplomata-osvaldo-aranha-e-o-brasil-que-pensava-grande/</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Henry Kissinger, herói ou vilão?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/henry-kissinger-heroi-ou-vilao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 19:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Estado americano]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Kissinger]]></category>
		<category><![CDATA[herói]]></category>
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		<category><![CDATA[poderoso]]></category>
		<category><![CDATA[secretário]]></category>
		<category><![CDATA[vilão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; Cresci ouvindo falar em Henry Kissinger, o poderoso Secretário de Estado americano. Meu avô paterno Joaquim Felício Cavalcanti Silva, homem das letras, acompanhava a trajetória de Kissinger pelas revistas O Cruzeiro, Manchete e Realidade, e no programa de rádio “Voz da América”, no distante sítio do Físico, &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">C</span>resci ouvindo falar em Henry Kissinger, o poderoso Secretário de Estado americano. Meu avô paterno Joaquim Felício Cavalcanti Silva, homem das letras, acompanhava a trajetória de Kissinger pelas revistas O Cruzeiro, Manchete e Realidade, e no programa de rádio “Voz da América”, no distante sítio do Físico, onde ele morava e eu passava férias escolares.</p>
<p>Henry Kissinger, um dos mais influentes nomes da diplomacia na segunda metade do século 20, morreu em sua casa no estado americano de Connecticut, na quarta-feira, 29/11. Enquanto escrevo, não foi divulgada a causa morte.</p>
<p>Dois fatos banais ajudam a dimensionar como a inteligência e habilidade de Kissinger foram grandes: nascido na Alemanha, e com forte sotaque estrangeiro que nunca superou, ele conseguiu ser o principal representante dos EUA, uma sociedade com forte tendência ao chauvinismo; judeu, tornou-se o mais poderoso integrante do governo de Richard Nixon, um antissemita.</p>
<p>Heinz Alfred Kissinger, seu nome original, foi capaz de vencer muitos obstáculos aparentemente intransponíveis para uma pessoa com sua história, quase sempre pela admiração que seu talento causava aos interlocutores.</p>
<p>Nascido em Furth, Alemanha, em 27 de maio de 1923. Sua família imigrou para os EUA em 1938, quando os rumos do Terceiro Reich de Adolf Hitler já estavam suficientemente claros.</p>
<p>Em 1969, com a chegada de Nixon ao poder, foi nomeado conselheiro de Segurança Nacional, assessor máximo do presidente para assuntos de política externa, depois de construir boa reputação como professor em Harvard e trabalhar como consultor em diferentes agências do governo americano.</p>
<p>São dessa época seus principais feitos e controvérsias. Ele é considerado um dos artífices de um período de redução de tensões com a União Soviética, em plena Guerra Fria. No mesmo ano em que assumiu, por exemplo, ajudou a formular as Conversas sobre Limites para Armas Estratégicas (Salt, na sigla em inglês), conferências e tratados entre as duas potências dominantes para acalmar os ânimos.</p>
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<p>O maior crédito dado a Kissinger no período de oito anos em que comandou a política externa americana, entre conselheiro de Segurança Nacional e secretário de Estado (a partir de 1973), é a reabertura da China após duas décadas de isolamento que se seguiram à revolução comunista de 1949. Kissinger visitou o país de modo secreto em 1971 e, no ano seguinte, reuniu Nixon, conhecido anticomunista, com Mao Tse-Tung e Zhou Enlai — à época o líder chinês e seu primeiro-ministro — dando o pontapé para que o país viesse a se transformar na superpotência que é hoje.</p>

			</div></div>
<p>Mas as controvérsias que, para alguns analistas, dão-lhe o título de criminoso de guerra não são menores que os feitos. Ele autorizou bombardeios americanos ao Camboja, no contexto da Guerra do Vietnã, entre 1969 e 1973, que deixaram 150 mil civis mortos, segundo estimativas mais conservadoras.</p>
<p>Sob sua bênção, a CIA de Nixon auxiliou militares chilenos a desestabilizarem o governo de Salvador Allende desde a posse, em 1970. O golpe de fato, três anos depois, pelas forças de Augusto Pinochet, deu início a uma das ditaduras mais sangrentas da América Latina. No continente, Kissinger também apoiou o golpe de 1976 na Argentina, bem como a Operação Condor, que criou uma rede para operações coordenadas de repressão nas ditaduras do Cone Sul, que incluíam ainda Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai.</p>
<p>Mesmo assim, Kissinger recebeu um Nobel da Paz em 1973 pelas negociações pelo fim da Guerra do Vietnã junto ao vietnamita Le Duc Tho. A láurea, porém, foi considerada uma das mais questionadas da história da premiação, provocando a renúncia da comissão avaliadora.</p>
<p>Suas visões pragmáticas continuam a ressoar. No ano passado, quando a Rússia invadiu a Ucrânia, viralizou na internet um texto que ele escreveu em 2014 para o Washington Post, à época da anexação da Crimeia, em que argumentava que a Ucrânia não deveria ingressar na Otan.</p>
<p>Há quase meio século fora do poder, Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos EUA, que morreu aos 100 anos, afinal, era gênio da diplomacia ou criminoso de guerra? Para o historiador Luke Nichter, professor da Universidade Chapman e especialista no governo Richard Nixon(1969-1974), &#8220;não é preciso escolher um lado; ele pode ser herói e vilão ao mesmo tempo&#8221;. O que faz de Kissinger influente até hoje é que foi, &#8220;goste-se ou não, o secretário de Estado mais relevante da história moderna dos Estados Unidos, alguém que ajudou a criar o mundo em que vivemos hoje&#8221;.</p>
<p>Em um mundo tão carente de líderes, o longevo Kissinger deixa seu nome como um dos mais influentes pensadores e diplomatas dos últimos tempos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title> Presidente Bolsonaro em Israel: risco diplomático, filigrana religiosa e consequências para o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2019 13:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[árabes]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A visita do presidente brasileiro em Israel, retribuindo a presença do primeiro ministro em Brasília, reacendeu em nossa pátria a curiosidade sobre a relação entre árabes e judeus, mormente quando o filho do presidente desejou que segmentos árabes “se explodam”. Empresários brasileiros se assustam com a ameaça de retaliação comercial dos árabes para com nossos &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">A visita do presidente brasileiro em Israel, retribuindo a presença do primeiro ministro em Brasília, reacendeu em nossa pátria a curiosidade sobre a relação entre árabes e judeus, mormente quando o filho do presidente desejou que segmentos árabes “se explodam”. Empresários brasileiros se assustam com a ameaça de retaliação comercial dos árabes para com nossos produtos, podendo ter fortes consequências para patrões e empregados na economia nacional.</p>
<h2>As correções</h2>
<p style="text-align: justify;">A ingenuidade diplomática, se mantida, trará prejuízos econômicos e desprestígio internacional por um capricho do presidente em atender um desejo de Israel, vencidos detalhes de alguns religiosos. O religioso pleno não usa o nome de Deus para prejudicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Misturar religião, desconhecimento conceituais de história, política e diplomacia com disputas dos dois povos no epicentro da geopolítica mundial, beira a irracionalidade administrativa apequenando nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi ao Chile recebeu correção. Novamente em Israel, seus conceitos sobre nazismo “de esquerda” foram retificados, semelhante à persistência de que 1964 não foi golpe. Até os alemães questionaram a sapiência do presidente e seus assessores. Eis exemplos que merecem ser substituídos por ações concretadas de administração.</p>
<p style="text-align: justify;"> O conflito entre árabes e judeus, apesar de atual, têm origem milenar e carrega uma longa história de desavenças religiosas e de disputa de ocupação de território. Desde os tempos bíblicos judeus e árabes, ambos de origem semita, ocuparam parte do território do Oriente Médio. Com sistemas religiosos diversos, cresceram as divergências agravando-se com o islamismo no século VII.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Relações diplomáticas</h2>
<p style="text-align: justify;">Com a Primeira Guerra Mundial, a Palestina passou a ser administrada pela Inglaterra com uma população árabe de um milhão de pessoas e judeus próximos de 100 mil. Na década de 20, ocorreu uma grande migração de judeus para a Palestina acelerada com a perseguição nazista depois de 1933.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a Segunda Guerra, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, em 1947, a partilha da Palestina em dois Estados: um judeu, ocupando 57% da área, e outro palestino (árabe), com o restante das terras.</p>
<p style="text-align: justify;"> Doravante, várias guerras aconteceram e o estado de tensão continua reforçado pelos interesses geopolíticos e econômicos dos grandes países como EUA, Inglaterra, França, China, Rússia, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil manteve sempre relações diplomáticas com ambos os povos. Atualmente, os indícios de partidarização pelo presidente Bolsonaro e seu filho, membro do legislativo pátrio, fragilizam o país econômica e internacionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  aligncenter"><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">Dados oficiais do Ministério da Economia comprovam o risco para exportações brasileiras com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de abrir um escritório de negócios em Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2018, o Brasil exportou US$ 14,223 bilhões para os países do Oriente Médio, sem contar Israel (Emirados Árabes, Turquia, Egito, Arábia Saudita, Irã, Palestina, Bahrein, Catar, Chipre, Iêmen, Jordânia, Kuwait, Líbano e Omã e Síria); este montante representa 5,92% do total das exportações brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Israel, o Brasil exportou apenas US$ 321 milhões. A matemática confirma, pela disparidade, juntamente com a diplomacia, a história: o interesse de patrões e empregados brasileiros de que filigrana religiosa não resolve o interesse da nação brasileira cabendo ao presidente Bolsonaro redirecionar sua estratégia antes que seja tarde.</p>

			</div></div>
<p><strong>(*)</strong> <strong>Valtênio Paes de Oliveira</strong> é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
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