<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo para desgraça - Só Sergipe</title>
	<atom:link href="https://www.sosergipe.com.br/tag/desgraca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sosergipe.com.br/tag/desgraca/</link>
	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Oct 2024 20:30:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.5</generator>
	<item>
		<title>Jornalismo no caminho da irrelevância</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-no-caminho-da-irrelevancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 20:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[desgraça]]></category>
		<category><![CDATA[desmoralização]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[inernet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[monopólio]]></category>
		<category><![CDATA[santinhos]]></category>
		<category><![CDATA[segundo turno]]></category>
		<category><![CDATA[sujeira]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=81742</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luciano Correia (*) &#160; O primeiro turno das eleições em Sergipe movimentou como nunca as redes digitais com os erros e acertos que isto representa. Essa esfera pública digital cada vez mais substitui a antiga esfera, essa também já caracterizada por uma Ágora eletrônica, nas décadas em que rádio e televisão foram absolutamente &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-no-caminho-da-irrelevancia/">Jornalismo no caminho da irrelevância</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&#038;title=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-no-caminho-da-irrelevancia/" data-a2a-title="Jornalismo no caminho da irrelevância"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>O primeiro turno das eleições em Sergipe movimentou como nunca as redes digitais com os erros e acertos que isto representa. Essa esfera pública digital cada vez mais substitui a antiga esfera, essa também já caracterizada por uma Ágora eletrônica, nas décadas em que rádio e televisão foram absolutamente hegemônicos na condução da sociedade. Do terreno concreto mesmo, só restaram as famigeradas carreatas com seus minidiscursos e a sujeira dos santinhos nas ruas no dia da votação. Todo o resto é disputa nas redes.</p>
<p>A mudança de patamar, do analógico para o digital, por si só não representa avanços ou recuos. Nesse aspecto, a Internet é usada para o bem e para o mal. O importante na ascensão das novas mídias é a capacidade de cada um se tornar um emissor, cada cidadão pode ser uma voz, uma TV ou algo ainda mais avançado. Isso rompe com o monopólio da era eletrônica, quando um centro emissor, sem interações ou contrapartidas, gerava conteúdo para milhões. Por outro lado, o mau uso pode representar também a desgraça desse novo espaço público digital, como, aliás, estamos acostumados a ver.</p>
<p>O primeiro turno em Sergipe aprofundou a banalização das pesquisas eleitorais, com cada freguês encomendando os resultados que lhe convinha, para fazer barulho com números impressionantes sobre sua pretensa superioridade. Não foi, portanto, uma “guerra das pesquisas”, mas o abuso irresponsável de um recurso legítimo e importante no processo político. Tava mais para uma guerra de fake news. <span class="sigijh_hlt">Os tais institutos, pois, junto com seus partidos contratantes, foram os primeiros derrotados. </span>Mas há um derrotado maior na primeira rodada das eleições, e esse nos é muito caro: o jornalismo propriamente dito.</p>
<p>Se por um lado as redes permitem que cada ator social produza suas narrativas, essa liberdade não pode abusar dos princípios que definem a produção jornalística, tão simples e objetivas que são. Se fosse assim, que continuássemos dependentes do autoproclamado “jornalismo profissional”, uma pretensão da imprensa corporativa que busca assegurar seu domínio na opinião pública vendendo uma ideia de que os outros não fazem jornalismo, mas narrativas individuais e amadoras. Jornalismo não precisa ser “profissional”, porque esse conceito carrega interesses ideológicos e comerciais camuflados. Tampouco pode ser uma construção de narrativas a serviço de partidos, chefes políticos ou grupos privados cujas mensagens desprezam a realidade e distorcem a interpretação do mundo.</p>
<p>Aqui se viu de tudo, anomalias como “jornalista de dados”, cientistas políticos cumprindo a missão de jagunços midiáticos a serviço de neocoronéis de uma esquerda sem discurso, analistas posicionados na folha de pagamento de candidatos se esforçando para provar que suas análises tinham um pingo de honestidade, aí sim, profissional. <span class="sigijh_hlt">O resultado dessa patacoada eleitoral foi a desmoralização do sagrado direito à informação, a notícia como serviço público, o que, desgraçadamente, só confere ainda mais irrelevância a uma atividade que tem sido a maior vítima da proliferação dos canais “informativos” da Internet.</span></p>
<p>As causas dessa desgraça contemporânea são muitas, mas não trataremos disso por ora. É até compreensível que, diante desse cenário de pulverização do mercado de trabalho jornalístico, os trabalhadores da área busquem sobreviver no patamar digital se adaptando aos novos formatos. Mas a mudança do ambiente jamais deve prescindir dos princípios éticos, tão básicos e simples, que constituem os protocolos jornalísticos no mundo inteiro. <span class="sigijh_hlt">O jornalismo é uma conquista do Iluminismo e graças a ele temos conseguido o equilíbrio mínimo no funcionamento do mundo moderno, fiscalizando as ações dos poderes públicos e dos agentes privados. </span>Fazer comunicação sem observar esses critérios é mais criminoso do que o silêncio das censuras, sejam quais forem os fins e os meios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&amp;linkname=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fjornalismo-no-caminho-da-irrelevancia%2F&#038;title=Jornalismo%20no%20caminho%20da%20irrelev%C3%A2ncia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-no-caminho-da-irrelevancia/" data-a2a-title="Jornalismo no caminho da irrelevância"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/jornalismo-no-caminho-da-irrelevancia/">Jornalismo no caminho da irrelevância</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trotsky: a incrível história de um herói maldito</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/trotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 14:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
		<category><![CDATA[comissão]]></category>
		<category><![CDATA[desgraça]]></category>
		<category><![CDATA[escárnio]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[espião]]></category>
		<category><![CDATA[expurgado]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe]]></category>
		<category><![CDATA[ícone]]></category>
		<category><![CDATA[ilha]]></category>
		<category><![CDATA[inimigo]]></category>
		<category><![CDATA[intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Leon Trotsky]]></category>
		<category><![CDATA[picareta]]></category>
		<category><![CDATA[regime]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Russa]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Stalin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=78182</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Luciano Correia (*) &#160; O revolucionário Leon Trotsky, um dos pseudônimos de Liev Davidovich Bronstein, teve uma vida que lembra os melhores filmes de ação. Nascido numa família de classe média da atual Ucrânia em 1879, sai de casa antes dos 18 anos para se dedicar à luta política, travada no campo intelectual, como &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/trotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito/">Trotsky: a incrível história de um herói maldito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&#038;title=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/trotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito/" data-a2a-title="Trotsky: a incrível história de um herói maldito"></a></p><blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> revolucionário Leon Trotsky, um dos pseudônimos de Liev Davidovich Bronstein, teve uma vida que lembra os melhores filmes de ação. Nascido numa família de classe média da atual Ucrânia em 1879, sai de casa antes dos 18 anos para se dedicar à luta política, travada no campo intelectual, como jornalista e escritor, e na ação prática. Perseguido, vai preso, exilado e foge da Sibéria numa improvável jornada tão precária quanto arriscada, até se reerguer para a luta política nos países onde consegue visto, França, Inglaterra e Estados Unidos. Vitoriosa a luta, é, ao lado de Lênin, um dos comandantes da grande revolução russa de 1917, até hoje um dos mais importantes movimentos de transformação da ordem política vigente num país continental e que durou até a Perestroika de Mikhail Gorbachev, em 1991.</p>
<p>No poder, esquiva-se de ocupar cargos, mas nunca do comando, que ele exerce na função de Comissário do Povo para assuntos militares, de onde cria e organiza o poderoso Exército Vermelho soviético. De temperamento explosivo, irredutível nas suas posições, não tarda bater de frente com outros camaradas revolucionários, sobretudo com o que vem a ser seu implacável adversário, inimigo e, por fim, responsável por sua morte décadas depois: Josef Stalin, secretário-geral do PC. Sua derrocada, de grande líder da revolução a expurgado do regime, se concretiza sobretudo após a morte do comandante maior, Lênin, que tinha nele a preferência para sucedê-lo. A partir daí enfrenta todos os tipos de dificuldades, sabotagem e perseguição, criando condições para cair em desgraça e ser submetido ao escárnio público. Bem verdade que ele também deu sua contribuição à própria ruína, seja em minimizar crises, desprezar aliados e subestimar adversários.</p>
<p>Inicia então, já fora da URSS, um calvário de fugas que começa por uma ilha pertencente a Turquia, depois Noruega e, finalmente, o México. Temido pela direita nos países onde passava, era igualmente combatido pelos partidos de esquerda, na época, todos eles, de inspiração soviética. Portanto, é de se imaginar que ninguém queria conversa com um sujeito com essas posições para não se indispor com o secretário-geral do PC soviético. Enquanto Stalin implanta um dos maiores regimes de terror da história, com a morte de milhões de pessoas (estima-se em 20 milhões as suas vítimas), o líder bolchevique empreende uma batalha política através do jornalismo e da militância entre seguidores por todo o mundo.</p>
<p>A história heroica e trágica desse ícone da esquerda no mundial é contada no livro Trotsky – Uma Biografia, do inglês Robert Service, professor de história da Rússia da Universidade de Oxford, um calhamaço de quase 800 páginas que, ao fazer um recorrido sobre a vida do revolucionário, percorre paralelamente a própria história da revolução que mudou o mundo. Mergulhar em tanta história e nas querelas e disputas que precederam a derrubada do regime dos czares na Rússia e, depois, no turbulento desenrolar de uma das mais importantes transformações da história, significa ter que esmiuçar as ações de cada ator participante do processo. Para isso o autor precisou de tantas páginas e de 52 capítulos. A leitura às vezes cansa, com tantos detalhes, vai e vens de posições, nomes, datas, lugares etc. Principalmente se o leitor for pouco familiarizado com o assunto ou não tenha muito interesse em História. Mas vale a pena, sobretudo se ele desejar compreender mais o trepidante século XX e o cenário que preparou o disléxico século atual.</p>
<p>Logo depois das primeiras 100 páginas, tem-se a impressão de que o biografado é um ser todo feito de egoísmo, focado sempre e tão somente na militância política. Casa muito cedo com Alexandra, companheira de luta política, tem duas filhas e logo as abandonam na Sibéria, cumprindo um exílio interno motivado pela sua militância revolucionária. Ao fugir, durante o périplo por vários países, se envolve com uma russa de nome Natalia numa dessas paragens e se casa novamente em Paris. Esta será sua mulher até o fim da vida, com a qual tem mais dois filhos, ambos homens.</p>
<p>Desde cedo, alcança notoriedade pelo trabalho intelectual, escrevendo em jornais, publicando panfletos, ensaios e teses políticas. Tem uma boa formação cultural, exercendo a função de crítico de áreas como literatura e teatro, dono de um estilo único, de texto contundente e literário. Ao longo da vida, fundou ou participou da fundação de diversos periódicos, entre eles o Pravda, em português “A Isca”, o grande veículo impresso da extinta União Soviética. O excessivo gosto pela atividade intelectual tomava parte do tempo útil, ainda mais porque exercido por um caprichoso perfeccionista. De vida simples e espartana no plano doméstico, na vida pública cultivava uma imagem milimetricamente construída, projetada para exibir a figura do guerreiro, incansável e, sobretudo, incorruptível. Por tudo isso, por abandonar a mediocridade do cotidiano da política na manutenção dos espaços e por descuidar da capacidade dos seus inimigos, perdeu a cabeça. Perder mesmo não, mas foi com um golpe de picareta desferida em seu crânio que morreu na cidade do México em 1940, aos 60 anos, por um espião comunista contratado por Stalin para caçá-lo onde estivesse. Um livro fundamental para entender a história e conhecer de perto um homem de natureza essencialmente humana, em suas virtudes e defeitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&amp;linkname=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftrotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito%2F&#038;title=Trotsky%3A%20a%20incr%C3%ADvel%20hist%C3%B3ria%20de%20um%20her%C3%B3i%20maldito" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/trotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito/" data-a2a-title="Trotsky: a incrível história de um herói maldito"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/trotsky-a-incrivel-historia-de-um-heroi-maldito/">Trotsky: a incrível história de um herói maldito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O filho de um Deus apaixonado</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-filho-de-um-deus-apaixonado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 17:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[amar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[criatura]]></category>
		<category><![CDATA[D'Or]]></category>
		<category><![CDATA[desgraça]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[milagres]]></category>
		<category><![CDATA[Original]]></category>
		<category><![CDATA[pecado]]></category>
		<category><![CDATA[perspectiva]]></category>
		<category><![CDATA[plenamente]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
		<category><![CDATA[testemunhos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=76075</guid>

					<description><![CDATA[<p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Os textos desta semana e da próxima são resultado da leitura e da reflexão que fiz nas últimas semanas do livro “Transformando dor em amor”, do abade Desiré Pìnnard (1806-1854), traduzido para o português pelo padre Silva e organizado e publicado pelo Instituto Hesed, como guia para um &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-filho-de-um-deus-apaixonado/">O filho de um Deus apaixonado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&#038;title=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-filho-de-um-deus-apaixonado/" data-a2a-title="O filho de um Deus apaixonado"></a></p><blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span>s textos desta semana e da próxima são resultado da leitura e da reflexão que fiz nas últimas semanas do livro “Transformando dor em amor”, do abade Desiré Pìnnard (1806-1854), traduzido para o português pelo padre Silva e organizado e publicado pelo Instituto Hesed, como guia para um retiro quaresmal em 2024. <span class="sigijh_hlt">A obra foi um presente do meu amigo, o artista floral Aristides Libório, de Lagarto, proprietário da Floricultura Flores e Festas, no dia 23 de janeiro do corrente ano.</span></p>
<p>A primeira edição, em francês, foi publicada em 1842, em Tournay, inspirada no pensamento de Santo Afonso de Ligório (1696-1787). Afora, também, o fato de estar fundamenta nas Sagradas Escrituras do Cristianismo e também nas vidas e testemunhos de diversos santos, a exemplo de Agostinho e Bernardo, sem deixar de falar em Santa Maria Madalena.</p>
<p>Trata-se, pois, de um convite a pensar as chagas e de Jesus Cristo em seu martírio voluntário como um lugar onde se encerra uma grande virtude, capaz de operar milagres até mesmo nos corações e mentes mais céticas, duras e de “espíritos frios” (p. 17). Na perspectiva daqueles que querem “morrer santamente”, um chamado a serem melhores, progredindo no amor a Cristo, tendo a dor e o trato com ela como a determinação para amar plenamente.</p>
<p>Vencer a si mesmo, buscar a santidade, redimir-se da desgraça do pecado original e abrir-se às portas do Céu. E, nesse sentido, Deus se revela apaixonado por sua criatura, a mais ingrata e vil de todas, tendo seu próprio filho como um cordeiro expiador, que purga nossas ignomínias. É um amor sem limites, “um presente precioso” (p. 31), um “amor excessivo” (p. 39), um amor pago com amor, sem reservas, que se entrega por inteiro, verdadeiramente humilde, e até mesmo louco.</p>
<p>Ora, o que é homem para Deus vir a morrer por ele? Eis aí a pergunta central do livro que nos provocar a entender esta PAIXÃO. Uma morte que, paradoxalmente, “restitui a vida” (p. 50), uma morte que nos resgata, “uma morte santa e abençoada” (p. 53).</p>
<p>O livro, a cada capítulo (44, divididos em sete partes – sete foram as grandes chagas de Cristo), sugere inspiradas “resoluções práticas”, acompanhadas de fervorosas orações. São ensinamentos não somente para os consagrados ou engajados na vida da Igreja, mas para todos sem exceção. Se aqui ou ali repousa uma certa radicalidade, posto que o amor verdadeiro é em si radical, também reside a liberdade de amar e de ser amado pelo AMADO.</p>
<p>Em síntese, são ensinamentos e orientações que se seguidas ao menos em parte, por si só já garantem uma paz de espírito e apontam caminhos para a SANTIDADE. Mas, porque sermos santos, mesmo?</p>
<p>Via de regra, ser santo é corresponder a um amor que se revelou numa sentença de morte: A CRUZ. Uma das mais humilhantes ao longo de toda a história da humanidade. Ser um santo é a nossa essência, perdida lá atrás, há muitos anos, quando a raça humana abriu mão, por livre e espontânea vontade, da graça da Criação. Entretanto, quem disse que o que é criado se basta? Tanto é fato que morremos, às vezes das formas mais cruéis ou irônicas, ricos e submersos em feridas de todo tipo, externas (purulentas) e internas (“sepulcro caiados&#8221;).</p>
<p>Ser do mundo sem a ele pertencer. Estar no mundo sem por ele ser dominado. Nada trazemos quando nascemos, nada levamos quando morremos, nos lembra a sabedoria popular. Se caixão não tem gavetas e túmulos, cofres, por que nos apegarmos ao material? Aprender a fazer uso das coisas sem ser delas, escravos e adoradores, dominados. Isto posto, agrada mais a Deus “os sinceros desejos” (p. 65), termos “sede de perfeição” (p. 68) e “amar uma vida discreta” (p. 99).</p>
<p>Para além de um grande orador e Mestre e até mesmo um exímio pedagogo e educador, Jesus no presente livro é nos apresentado um sujeito apaixonado, que ama e nos deixa “lições admiráveis” (p. 104), de simplicidade e inocência e também de obediência, não necessariamente de subserviência (p. 113). Caminhos que são estranhos e até mesmo impossíveis para o nosso tempo, dilacerado e contaminado, para não dizer podre, pela ganância, soberba, egoísmo, ódio, relativismo e cristianismo oportunista, devassidão, injustiças sociais, misoginia, orgulho, vaidade: “as paixões lhe cegam” (p. 117), lembra-nos o autor.</p>
<p>São inúmeras as doenças da alma sobre as quais Deus, por meio de Jesus Cristo, anseia o nosso aceite: “sempre pronto a curar nossos males” (p. 123). Por amor a nós, Ele se permitiu ser humilhado (p. 139). Eis a razão que nos ajuda a entender o que os cristãos chamam de “Semana Santa”.  Não se trata, portanto, de uma celebração macabra de um “Deus morto” das formas mais vis, mais uma história de amor e de salvação que tem como <em>gran finale</em> o termo que separa a entrada triunfal em Jerusalém no Domingo de Ramos aos primeiros raios de sol do Domingo da Ressurreição.</p>
<p>Fazendo-se um “Mestre bondoso” (p. 142), Ele nos aponta o caminho da mortificação; seu ardente desejo de sofrer por nós (p. 149), sua “resignação à vontade de Deus” (p. 162), sua doçura, sua humildade singular e exemplar, sua paz em seu coração, sua confiança em Deus, seu silêncio inquietante, desconcertante e ensurdecedor, sobretudo diante daqueles que o blasfemaram, maltrataram, acusaram, torturaram, condenaram e mataram. Que Deus é esse, afinal?! Que filho é este?! Se não a mais sublimes manifestação de AMOR? O amor propriamente dito e concebido, sem o qual não a conceituação que possa dar conta de explicar.</p>
<p>Sem sombras de dúvidas, um amor louco, se visto a partir da lógica humana, a tal ponto de Jesus Cristo permitir e, por tabela, o PAI, “que suas carnes fossem dilaceradas por causa de nossos pecados” (p. 188). Ora, pois, adverte-nos o abade Pinnard: “Se assim tratam o Cordeiro Inocente, o que será do culpado?” (p. 201).</p>
<p>Ao nível das considerações finais, vale destacar que o autor da presente obra se dirige a Teótimo, certamente um aprendiz, um noviço ou candidato à vida religiosa e recluso em muros, trabalho e orações. Alguém que, como nós, tem sede de conhecer a Deus e ao seu amor. Nesse sentido, pode-se dizer, que Teótimo somos nós.</p>
<p>Por fim, no abandono ou sensação de abandono na Cruz, Cristo experimentou o limite da nossa humanidade, teve sede e consumou o amor de Deus no lenho da cruz, vertendo seu próprio e precioso sangue, sob as hostes do Império Romano e as vaidades dos religiosos de sua época. Amando-nos até o fim, venceu a morte da forma mais improvável, realizado a plena vontade do Pai, que é a de amor por suas criaturas, além de todos os limites possíveis: “uma morte por amor a nós” (p. 294).</p>
<p>A obra por si só é importante porque nos aponta caminhos, roteiros e planos que tornam a vida uma dádiva que não se basta. Que colabora, sobremaneira, para compreendermos alguns mistérios, dilemas e males de nosso tempo, como a depressão e ansiedade. É um tratado de amor de um Deus que para além de querer ser adorado, quer ser amado, recorda São Francisco.</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&amp;linkname=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-filho-de-um-deus-apaixonado%2F&#038;title=O%20filho%20de%20um%20Deus%20apaixonado" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-filho-de-um-deus-apaixonado/" data-a2a-title="O filho de um Deus apaixonado"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-filho-de-um-deus-apaixonado/">O filho de um Deus apaixonado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
