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	<title>Arquivo para coração - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Entre a fé e o amor: a jornada que transforma vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hernan Centurion]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Hernan Centurion (*) &#160; Há momentos na vida em que o céu parece tocar a terra, não porque Deus se torne mais presente do que já é, mas porque, por alguns instantes, conseguimos afastar o excesso de ruídos que nos cercam e permitir que Sua voz encontre espaço para ecoar no silêncio da &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Hernan Centurion (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">H</span>á momentos na vida em que o céu parece tocar a terra, não porque Deus se torne mais presente do que já é, mas porque, por alguns instantes, conseguimos afastar o excesso de ruídos que nos cercam e permitir que Sua voz encontre espaço para ecoar no silêncio da alma.</p>
<p>Vivemos tempos tumultuados por agendas cheias, redes sociais, metas incessantes e preocupações que se acumulam umas sobre as outras como ondas que não cessam de chegar à praia. Corremos para cumprir compromissos, resolver problemas, alcançar resultados e corresponder às expectativas de um mundo que nos cobra produtividade constante e sucesso desmedido, enquanto, muitas vezes, deixamos para depois aquilo que verdadeiramente sustenta a existência humana: a vida espiritual. E talvez seja exatamente por isso que tantas pessoas, mesmo cercadas por conforto, conquistas e reconhecimento, ainda carreguem dentro de si uma sensação de incompletude que nem sempre conseguem explicar.</p>
<p>A tradição cristã sempre compreendeu algo que o homem moderno frequentemente esquece: de que fomos criados para algo maior do que nós mesmos e que transpõe a nossa fugaz existência na Terra. Existe em cada coração humano uma sede de infinito que não pode ser plenamente saciada por bens materiais, status social ou realizações profissionais. Santo Agostinho já havia percebido essa verdade há muitos séculos, quando escreveu que nosso coração permanece inquieto enquanto não repousa em Deus e é justamente nesse conforto da alma que encontramos a forma mais elevada de felicidade, aquela que não depende das circunstâncias externas, não obstante, emerge da certeza íntima de estarmos caminhando corretamente em direção à “Luz, que alumia todo homem que vem a este mundo&#8221; (João, 1-9).</p>
<p>Ao longo desta jornada terrena, somos, então, chamados a percorrer muitos caminhos, alguns são concretos, feitos de estradas, trilhas e quilômetros percorridos com os próprios pés, já outros, invisíveis, desenhados no interior da essência, exigindo coragem para atravessar desertos emocionais, superar limitações e encontrar significados mais profundos para a existência. Aprendi, durante minha peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela, que toda jornada exterior é, na verdade, uma metáfora de uma viagem interior e que, a cada passo, deixamos algo para trás; a cada subida, somos confrontados com nossas fragilidades e, a cada horizonte alcançado, percebemos que a verdadeira transformação não acontece na paisagem que nos cerca, todavia, dentro de nós mesmos.</p>
<figure id="attachment_99301" aria-describedby="caption-attachment-99301" style="width: 957px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-13-114202.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-99301 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-13-114202.png" alt="Casal Hernan e Aline" width="957" height="762" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-13-114202.png 957w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-13-114202-300x239.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Captura-de-tela-2026-06-13-114202-768x612.png 768w" sizes="(max-width: 957px) 100vw, 957px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99301" class="wp-caption-text">Hernan e Aline: conexão com o espiritual</figcaption></figure>
<p>Talvez por isso as experiências espirituais mais marcantes tenham algo em comum com as grandes peregrinações. Ambas nos retiram temporariamente da rotina, nos afastam das distrações habituais e nos convidam a enxergar a vida sob uma perspectiva diferente, lembrando-nos de que o importante não é tão somente chegar ao destino, contudo sermos transformados e evoluirmos durante o percurso.</p>
<p>Nesse contexto, a Igreja Católica continua exercendo um papel ímpar e insubstituível. Ao longo de mais de dois mil anos, ela tem preservado não apenas uma firme doutrina, mas uma experiência viva de encontro com Cristo, oferecendo ao homem caminhos de oração, comunhão, serviço e pura transcendência. Ao mesmo tempo, protege e valoriza aquela que continua sendo a célula fundamental da sociedade, a família, na qual aprendemos a amar antes mesmo de compreender o significado do amor, experimentamos os primeiros gestos de cuidado, de renúncia, de perdão e de pertencimento e onde a fé encontra terreno fértil para florescer perenemente, atravessando gerações.</p>
<p>Nesse contexto, estou convicto de que tenha vivido, ao lado de Aline, um dos finais de semana mais significativos e extraordinários dos últimos tempos em nossas vidas. Participamos de um encontro — a priori despretensioso — promovido pelos Campistas de Assis, movimento católico que nasceu em Presidente Prudente com a missão de evangelizar e fortalecer matrimônios e famílias por meio da convivência fraterna, da oração e da experiência comunitária, muito provavelmente inspirado na espiritualidade de São Francisco de Assis. O movimento convida homens e mulheres a redescobrirem a simplicidade e pureza do amor, a beleza da entrega e a presença concreta de Deus no cotidiano da vida individual e conjugal.</p>
<p>Nosso caminho, entretanto, já vinha sendo trilhado nos bancos da Capela São Lucas e enriquecido pelas Equipes de Nossa Senhora, movimento fundado pelo Padre Henri Caffarel, na França, em 1939, e que hoje reúne milhares de casais ao redor do mundo em torno de um mesmo propósito, isto é, buscar a santidade dentro do próprio matrimônio. Há poucos meses, fazemos parte dessa bela espiritualidade, aprendendo que o casamento não é apenas uma convivência entre duas pessoas, entretanto uma verdadeira vocação, um caminho de crescimento mútuo em comunidade e uma peregrinação compartilhada em direção a Deus.</p>
<p>Ainda assim, por mais que caminhemos, entre desvios e quedas, Deus sempre encontra maneiras de nos surpreender. E como fomos surpreendidos! Durante aqueles três dias, cercados por dezenas de casais que carregavam histórias, desafios, alegrias e cicatrizes semelhantes às nossas, fomos convidados a retirar as máscaras que normalmente utilizamos no cotidiano e a nos apresentar diante do Pai e de todos os irmãos ali presentes exatamente como somos, pecadores, frágeis, imperfeitos e necessitados de Sua graça.</p>
<p>Naquele lugar sagrado, na pacata cidade de Malhador, vivenciamos muitos instantes de oração intensa, de meditação em silêncio, de partilha edificante, momentos em que a presença de Nossa Senhora parecia envolver cada ambiente com uma ternura maternal difícil de traduzir em meras palavras. Houve também experiências em que o Espírito Santo parecia incendiar os corações com sua força renovadora, reacendendo a chama da fé e devolvendo sentido a muitos questionamentos que permaneciam adormecidos dentro de nós. Bem ali, em meio à natureza, olhando para minha própria história, esposa, família e para tudo aquilo que Deus havia construído ao longo dos anos, senti-me profundamente pequeno diante do Amor e, ao mesmo tempo, imensamente agraciado por Ele.</p>
<p>Nem sempre é confortável olhar para dentro, uma vez que também fui conduzido a um reencontro comigo mesmo, quando por vezes nos ocupamos com os defeitos alheios, poupando-nos do medo de encarar nossas próprias limitações. Somos todos, pois, obras inacabadas, pedras ainda em desbaste, constantemente trabalhadas pelas mãos amorosas e misericordiosas do Criador.</p>
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<p>Curiosamente, essa percepção me remeteu novamente ao Caminho de Santiago de Compostela. Recordei-me de que os peregrinos não carregam apenas mochilas, mas sim culpas, arrependimentos, sonhos interrompidos, medos silenciosos e perguntas sem respostas. Com o passar dos quilômetros, porém, compreendem que a verdadeira bagagem que precisa ser deixada para trás não é aquela que pesa sobre os ombros, mas aquela que pesa sobre a alma. Talvez por isso a experiência vivida naquele encontro tenha produzido algo semelhante, sem, contudo, montanhas a escalar nem longas jornadas a pé, mas sim uma travessia interior igualmente profunda e impactante.</p>

			</div></div>
<p>Pude perceber ainda, com mais clareza, que a santidade não está reservada aos grandes heróis da fé ou aos personagens extraordinários da história cristã. Ela se manifesta também nos gestos simples, no pedido sincero de perdão, na lágrima de arrependimento que escorre sobre a face vultuosa, na voz que embarga na garganta seca, na escuta atenta do cônjuge, no abraço apertado oferecido no momento certo, em ouvir cansado: &#8220;volta&#8221; e na capacidade de recomeçar quantas vezes forem necessárias.</p>
<p>Infelizmente, estamos vivendo tempos em que muitos casamentos se perdem não por falta de amor, mas por falta de propósito, em que casais dividem o mesmo teto, porém já não compartilham os mesmos sonhos e princípios. Famílias permanecem fisicamente próximas, mas espiritualmente distantes. Por isso mesmo é que movimentos como os Campistas de Assis, as Equipes de Nossa Senhora e tantas outras iniciativas autênticas da Igreja são tão valiosos, pois nos recordam que o matrimônio não é somente uma união entre dois seres humanos, contudo, é também uma experiência espiritual que precisa ser cultivada, protegida e constantemente alimentada pela graça divina.</p>
<p>Ao final daquele encontro, enquanto observava tudo o que havia vivido, compreendi que a vida talvez seja uma sucessão de peregrinações. Algumas percorremos pelas estradas do mundo; já outras, pelos caminhos invisíveis do coração, e , em ambas, o destino final importa menos do que a transformação produzida ao longo da jornada. E foi exatamente isso que aconteceu, quando me dei conta da beleza daquele instante, da presença amorosa de Deus em nossa história, da caminhada construída ao lado de Aline, da bênção que são Henrique e Osório, dos amigos que conhecemos e reencontramos, das fragilidades reconhecidas e da esperança que renascia dentro de nós, percebi limpidamente que existiam sentimentos grandes demais para serem contidos por palavras. Como um peregrino que, depois de longa caminhada, finalmente alcança um ponto elevado e contempla toda a estrada percorrida, pude enxergar com mais nitidez o quanto fui conduzido pela graça, mesmo nos momentos em que julgava caminhar sozinho. Vi os desvios que me ensinaram, as quedas que me<br />
fortaleceram, as pessoas que Deus colocou em meu caminho e os inúmeros sinais de amor que, por vezes, passaram despercebidos pela correria da vida. Então, compreendi que algumas experiências não chegam para nos ensinar algo novo, mas para nos recordar aquilo que, no fundo, sempre soubemos: que Deus permanece presente, que a família continua sendo nosso maior patrimônio e que amar é, talvez, a mais sublime das  vocações humanas.</p>
<p>Retorno mais uma vez para casa diferente, não porque tenha encontrado respostas definitivas para todos os desafios da vida, mas porque redescobri algo ainda mais importante: a confiança de que Deus continua conduzindo cada passo do caminho, mesmo quando não conseguimos compreender plenamente Seus desígnios.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Feliz ano todo para todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 08:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes (*) &#160; Estaremos, dentro de pouco tempo, começando mais uma viagem, com o tempo previsto de 365 dias. Definam bem seu destino, e embarquem na plataforma 2026. Quem tiver na bagagem mágoas, ressentimentos, indecisões, tristezas, frustrações, pendências em geral, por gentileza, deixá-las no balcão 2025. Elas pesam muito, fazem mal &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>staremos, dentro de pouco tempo, começando mais uma viagem, com o tempo previsto de 365 dias. Definam bem seu destino, e embarquem na plataforma 2026. Quem tiver na bagagem mágoas, ressentimentos, indecisões, tristezas, frustrações, pendências em geral, por gentileza, deixá-las no balcão 2025. Elas pesam muito, fazem mal à saúde e serão um fardo no ano novinho que está a nos esperar.</p>
<p>A vida é uma viagem, aproveite o percurso, tudo é tão fugaz, muda a todo instante. Nada é definitivo.</p>
<p>Os passageiros que portarem sorrisos nos lábios, coração aberto, capacidade de amar, visão de futuro, olhar voltado para o belo, mãos aptas a construir coisas novas e edificantes, terão assentos preferenciais ao lado da janela da felicidade.</p>
<p>Solicitamos a todos que apertem o cinto da esperança e recomendamos que ninguém, em hipótese nenhuma, utilize a saída de emergência durante a viagem.</p>
<p>Caso haja turbulência, com certeza haverá, mantenham a calma e a confiança no piloto da aeronave, o Senhor Deus, Senhor de todas as coisas. Ele sabe tudo e conhece cada um de nós, por isso estará ao lado de cada passageiro.</p>
<figure id="attachment_95975" aria-describedby="caption-attachment-95975" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Design-sem-nome-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-95975 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Design-sem-nome-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Design-sem-nome-2-300x200.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Design-sem-nome-2.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-95975" class="wp-caption-text">Termina um ano, começa outro&#8230; Imagem: Pixabay</figcaption></figure>
<p>A todos, uma excelente viagem, lembrando que o ano de 2026 é o primeiro do restante de nossas vidas.  Aproveitem cada momento, inclusive os ruins que servem de aprendizado.</p>
<p>Deus criou o tempo, os homens inventaram o calendário: os dias, as semanas, os meses, os anos. Finda mais um ano, logo mais teremos um ano novinho em folha. 365 novas oportunidades de sermos felizes.</p>
<p>Assim o tempo segue seu curso; termina um ano, começa outro para tomarmos fôlego para continuar na labuta diária.</p>
<p>Recomece! Refaça-se! Recorra ao inesgotável baú de memórias, relembre as boas coisas, os bons momentos. Quando, lá na frente, a vida não lhe sorrir, recupere sua fé, abra um largo sorriso, lembre-se: você está vivo, e comece novamente.</p>
<p>Ouvi dizer que ano de 2025 foi um ano perdido, mas te digo que não é verdade&#8230;</p>
<p>2025 foi o ano que além de aprender muito, caro leitor, amiga leitora, foi especial.  Neste ano, me reinventei, superei barreiras, e a maior delas foi teimosamente me manter vivo. Viver é perigoso, a vida é frágil, fugaz, um sopro, que pode acabar no momento seguinte. Continuar vivo é privilégio.</p>
<p>Após quarenta e quatro anos graduado em Agronomia, aos 67 anos, conclui o curso de Jornalismo, antiga meta, por anos adiada. Fecho o ano escrevendo para duas dezenas de jornais. Como os sonhos são minha matéria-prima, sigo realizando pequenos desejos. Em janeiro de 2025, nasceu Heitor, meu primeiro neto, filho de Rodrigo e Ana Paula, perpetuando minha caminhada terrena.</p>
<p>Caro leitor, amiga leitora, você, assim como eu, é sobrevivente de tempos difíceis, em que cegos conduzem tolos, que, por serem muitos, dirigem nossas vidas.</p>
<p>Vivemos e vivenciamos tempos tóxicos, de cizânias, de burrices pueris e atrasadas por causa de ideologias tolas e nocivas. Tempos em que um par de chinelo de borracha é motivo de muitas querelas e divisões.</p>
<p>2025 foi um ano de muitos desafios. Como será o ano que virá? Não sabemos. “O que a vida quer de nós é coragem”, cito Guimarães Rosa.</p>
<p>Em 2025 visitei onze novos países do mundo, na Europa e na Ásia. Fecho o ano com 162 países visitados em todos os continentes. Sigo com a meta de conhecer todos os países do mundo.</p>
<p>Como realista esperançoso, só me resta pedir ao Papai do Céu que nos abençoe, ilumine e proteja no ano novo. Respira fundo, pela frente tem muito mundo, novas oportunidades, novos desafios.</p>
<p>&#8220;Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar. Desejo que os amigos sejam sempre cúmplices, que sua família esteja muito unida, que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas, mas nada seria suficiente&#8230; Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, rumo à sua felicidade.&#8221; cito Carlos Drummond de Andrade.</p>
<p>Bença pra quem é de bença, saravá pra quem for de saravá, axé para quem for de axé, salam para os de salam, shalom para quem for de shalom, namastê para quem for de namastê, beijo para quem for de beijo, abraço para quem for de abraço.</p>
<p>Um brinde à vida, à nossa capacidade de resiliência, um brinde a 2026.  Saúde, fé, esperança e sabedoria para todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pelo mundo — um café em Varsóvia</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pelo-mundo-um-cafe-em-varsovia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Islândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes (*) &#160; Terça feira, 04/11, desembarquei em Varsóvia, Polônia, vindo de Reykjavik. Este é o quarto país que visito nesta trip. Já passei por Lisboa, Portugal, Amsterdã, Utrecht, Leusden, Haia, na Holanda; Reykjavik, Islândia. Tive sorte no curto tempo que estive na Islândia. Dois dias antes de desembarcar na gélida &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">T</span>erça feira, 04/11, desembarquei em Varsóvia, Polônia, vindo de Reykjavik. Este é o quarto país que visito nesta trip. Já passei por Lisboa, Portugal, Amsterdã, Utrecht, Leusden, Haia, na Holanda; Reykjavik, Islândia. Tive sorte no curto tempo que estive na Islândia. Dois dias antes de desembarcar na gélida Reykjavik, houve uma nevasca, com 50 centímetros de neve, coisa que não ocorria no país, neste mês de novembro, há 50 anos. Caminhei por uma Reykjavik com gelo derretendo em ruas e calçadas. Cuidado redobrado para quem se locomove com muletas.</p>
<p>O aeroporto de Reykjavik fica a 60 km do centro da fascinante cidade. Deu para conhecer a grande ilha, os lugares mais distantes conhecerei em uma próxima viagem. O Velho Mundo me fascina. A Europa com seus 50 países, tem arte, história, gastronomia, experiências e pessoas interessantes. Como diz o amigo Francisco Brandão, português com coração brasileiro: “A Europa é um grande museu”.</p>
<figure id="attachment_94743" aria-describedby="caption-attachment-94743" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-94743 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38.jpeg" alt="Luiz Thadeu em Reykjavík" width="1280" height="854" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38.jpeg 1280w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38-300x200.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38-1024x683.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.06.38-768x512.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><figcaption id="caption-attachment-94743" class="wp-caption-text">Luiz Thadeu em Reykjavík, na Islândia   Foto: Acervo pessoal</figcaption></figure>
<p>Na Holanda, visitei Haia: almocei com amigos queridos, visitei a Casa de Maurício de Nassau, que tem muito a ver com nossa história.</p>
<p>Varsóvia com seus dois milhões de habitantes, cosmopolita e efervescente, pulsa o moderno ao lado do passado. Musical, tem artistas de rua, espalhados pela cidade. A Polônia, localizada ao lado da Ucrânia, já recebeu mais de quatrocentos mil ucranianos, que se refugiaram em suas cidades, fugindo da famigerada guerra com a Rússia. Em 2018 tive a oportunidade de visitar Kiev, e andei por praças, ruas e avenidas arborizadas e bem cuidadas, onde nunca imaginei tamanha barbárie por causa de uma mente doentia como a de Vladimir Putin. Assistir pela TV às cenas horripilantes da guerra, é muito triste. Escrevo de um Café, no centro comercial e econômico de Varsóvia, que em nada lembra ter uma guerra sangrenta tão perto.</p>
<figure id="attachment_94759" aria-describedby="caption-attachment-94759" style="width: 237px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-94759" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39-225x300.jpeg" alt="Luiz Thadeu, Varsóvia" width="237" height="316" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39-225x300.jpeg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39-768x1024.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-05-at-08.09.39.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a><figcaption id="caption-attachment-94759" class="wp-caption-text">Luiz Thadeu, em Varsóvia</figcaption></figure>
<p>Observo o frenesi das pessoas, aturdidas em seus afazeres. Um casal à minha frente, a sorrir, com o frescor da jovialidade. Um senhor solitário, lê calmante seu jornal, atualizando-se sobre as mazelas de dias loucos. Uma senhora com seu cachorro, ambos agasalhados do frio, não parecem preocupados com seu entorno. Um jovem, cabelos ruivos, alargadores nos lóbulos das orelhas, piercing no nariz, lembra índios da Amazônia. O termômetro marca 8 graus. Gosto de frio, vou tomar mais um café e checar a planilha das novas viagens que planejei.</p>
<p>Gosto do Velho Mundo, da calmaria de sentar-se em um Café, sem a neurose com preocupação que toma conta de nós brasileiros, inseguros em qualquer lugar de país chamado “Brasil”, abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que a cada dia fica mais violento. As mazelas do Brasil, vistas de longe, nos tornam cada vez mais feios.</p>
<p>Amanhã me despeço da Europa, sigo para a Ásia, o continente exótico e populoso que mais me encanta. Primeiro vou para Azerbaijão, com sua capital Baku, planejada e cada vez mais ocidental. Depois visito oito novos países.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Coração aos Saltos&#8221;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/coracao-aos-saltos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 19:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História de Bodega]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[bodega]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[musa]]></category>
		<category><![CDATA[saltos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “Nada é mais nocivo ao homem do que deixar-se levar para além de suas forças.”                                                                     &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Nada é mais nocivo ao homem do que deixar-se levar para além de suas forças.”</em></p>
<p style="text-align: right;">                                                                                                                                                                           Sêneca</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">R</span>amiro cultivava um hábito — entre tantos outros que lhe eram característicos — capaz de despertar, inevitavelmente, o assombro dos que presenciavam sua execução: atirar-se, com desenvoltura quase teatral, de costas, para fora da marinete ainda em movimento, pela porta dianteira.</p>
<p>O coletivo costumava cruzar a rua da adega de Adeodato, embora jamais houvesse por ali um ponto que facilitasse o desembarque. Ramiro, no entanto, tomava para si o privilégio peculiar de uma amizade antiga, nutrida em reciprocidade — ele e Ideraldo, o motorista — e dela fazia motivo suficiente para suas extravagâncias.</p>
<p>Recordei-me dessa trivialidade apenas porque, ontem, enquanto me dirigia à feira, deparei com um desconhecido que repetia tal façanha. Como tantas vezes ocorre, o fato presente agitou nos escaninhos da memória um outro caso, antes adormecido, convocando-o à superfície do pensamento.</p>
<p>Era inegável que o sujeito possuía certa agilidade natural. Ninguém ousaria contestar essa verdade elementar. E, diga-se sem exagero, aquele acrobata suburbano, ao executar sua pequena proeza, era capaz até de arrancar suspiros discretos da doce e tímida Selene, filha única de Dona Luna, doceira de renome e respeitável senhoridade.</p>
<p>Ora, todos os frequentadores da bodega sabiam, há muito, que Selene havia sido alçada, sem que soubesse, musa eterna de Endimião — rapaz de falas econômicas e sonhos vastos, cujo coração teimava em pulsar sempre um pouco mais depressa quando ela atravessava a rua, carregando os embrulhos de sua mãe com a graça involuntária de quem ignora o próprio magnetismo. Endimião fingia não reparar; mas seu olhar, com frequência, era apanhado repousando sobre o vulto da moça, como se temesse que, num piscar descuidado, ela pudesse evaporar-se para sempre na claridade de uma manhã qualquer.</p>
<p>E foi assim que, em suas longas tardes de modesta contemplação solitaria e, ele passou a enxergar naquelas acrobacias de Ramiro — que Selene assistia com interesse quase infantil — não meros gestos de imprudência jovial, mas a performance exibida por um rival folgazão, disposto a conquistar os olhares que jamais notaram sua presença.</p>
<p>E esse ciúme silencioso, tão imperceptível quanto persistente, começou a germinar lá no íntimo, conferindo ao rapaz a amarga certeza de que o destino, caprichoso como sempre fora, preparava mais uma daquelas ironias cruéis das quais só as almas verdadeiramente apaixonadas se recordam pelo resto da vida.</p>
<p>O show de Ramiro não acontecia todos os dias. Nem sempre saltava do ônibus. Não raro, vinha a pé até a bodega, como se desejasse, ele próprio, subtrair ao cotidiano o esplendor de sua rotina performática e reinscrever-se entre os homens comuns. Nessas ocasiões, caminhava sem pressa, arrastando os chinelos pelo asfalto quente, assobiando melodias que só ele parecia conhecer.</p>
<p>Entrava pela porta estreita do estabelecimento e, antes de qualquer cumprimento, inclinava o corpo sobre o balcão para inalar o perfume antigo dos vinhos ali guardados — uma reverência silenciosa àquele templo modesto onde a vida ganhava gosto de eternidade.</p>
<p>Quando Selene estava ali, entregue à tarefa quase litúrgica de ajudar a mãe com encomendas e balas de coco, a postura de Ramiro sofria metamorfoses curiosas. Tornava-se mais ereto, o queixo ligeiramente elevado, como se a presença delicada da moça convocasse nele um senso instantâneo de dignidade heroica. Ele falava alto, descrevendo aventuras improváveis, e exagerava o balanço dos braços, esperando — quem sabe — que algum fragmento de coragem ou ousadia se instalasse no coração da jovem.</p>
<p>Porém, na maior parte do tempo, tudo o que conseguia era provocar nela um sorriso breve, ambíguo, daqueles que deixam o pretendente suspenso entre a esperança e o ridículo.</p>
<p>Selene — indiferente à disputa silenciosa que se travava a seus pés — continuava a trazer encomendas de balas com a serenidade enigmática das deusas que nunca se dão conta do poder que exercem sobre os mortais.</p>
<p>Foi só depois de uns quatro dias que eu, Goulart e Silvino, percebemos o sumiço de Endimião. Àquela altura, já não se podia dizer que se tratava apenas de uma ausência casual; o rapaz parecia ter se dissolvido do bairro, como uma sombra recolhida antes do amanhecer.</p>
<p>Goulart, sempre cético a qualquer sentimentalismo, resmungou que o garoto devia estar metido em alguma “aventura besta”. Já Silvino, que gostava de atribuir aos acontecimentos miúdos uma grandeza trágica, apertou os olhos e murmurou que certas almas, quando inflamadas por paixões silenciosas, podiam muito bem tomar rumos inesperados — e quase sempre perigosos.</p>
<p>Pois, foi num final de tarde, quando, por sinal, Ramiro se encontrava na bodega — tendo chegado a pé — que ocorreu o mais improvável dos prodígios: ao passar a marinete diante do estabelecimento, ainda em boa velocidade, uma figura conhecida lançou-se de costas pela porta da frente.</p>
<p>O corpo bateu no chão com estrépito brutal, rolando por alguns metros até deter-se quase aos pés de Selene que, desgraçada ou afortunadamente, estava por ali.</p>
<p>E só então, ao erguer o rosto coberto de poeira e atrevimento, reconhecemos, atônitos, o desaparecido Endimião — que jamais fora visto fazer sequer piruetas com os pensamentos, quanto mais com o próprio corpo.</p>
<p>Seguiu-se um silêncio opaco, daqueles que se instalam não apenas no ar, mas dentro das pessoas. Ramiro, no auge do gole prestes a ser sorvido, ficou com o copo suspenso como estátua de si mesmo. Selene, cuja presença parecia sempre tão discreta, recuou um passo, a mão espalmada no peito, como se um susto antigo despertasse enfim.</p>
<p>Adeodato, coçando o queixo perplexo, inclinou-se para espiar melhor, procurando garantir que o rapaz sobrevivente respirava. E Endimião — fazendo força para fingir normalidade enquanto cada osso protestava — tentou compor um meio sorriso de vencedor improvável, antes de proclamar, num fio de voz que queria ser fanfarra: &#8220;Certas coisas… a gente só aprende voando para trás&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os Beatles e a rua Ramalhete</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/os-beatles-e-a-rua-ramalhete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 11:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Anthology]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
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		<category><![CDATA[rua Ramalhete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Na expectativa do lançamento da nova edição do documentário Anthology (1995), revisito minhas memórias e me reencontro com alguns dos momentos mais marcantes de minha adolescência e primeira parte da fase adulta. Naquele célebre ano, havia acabado de ingressar no mercado de trabalho, iniciando minha carreira docente. &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>a expectativa do lançamento da nova edição do documentário <em><i>Anthology</i></em> (1995), revisito minhas memórias e me reencontro com alguns dos momentos mais marcantes de minha adolescência e primeira parte da fase adulta. Naquele célebre ano, havia acabado de ingressar no mercado de trabalho, iniciando minha carreira docente. Tinha cerca de vinte a vinte um anos de idade, e desde os doze era fã da banda britânica <em><i>The Beatles</i></em>, que conheci acidentalmente, na casa de minha irmã mais velha, Claudineide, quando mexia em alguns vinis e me deparei com um que me chamou logo a atenção: <em><i>Help</i></em> (1965). Não demorou muito tempo e logo dividi a descoberta com o amigo Vicente Celestino de Souza Bezerra.</p>
<p>O grupo fez parte das melhores trilhas sonoras de minha vida, até a presente data, com destaque para a canção <em><i>In My Life</i></em> (1965), do álbum <em><i>Rubber Soul</i></em>. Música que, anos depois, mereceu uma versão em português, belissimamente interpretada por Rita Lee (2001). Ela tem uma letra formidável, que diz muito para mim e toca no mais profundo de minha essência, pois fala de memória e também da fluidez da existência humana, daquilo que passa e deixa de existir, mas permanece vivo em nossas lembranças.</p>
<p>Coincidência ou não, esta semana, a imprensa deu destaque ao assassino de Jonh Lennon e a sua décima quarta tentativa de se livrar da prisão perpétua, desde 1980, quando deixou órfãs milhões de pessoas do mundo e não somente a Julian e Sean, seus filhos, e um vazio no coração de Yoko Ono, sua viúva. Mark David Chapman jamais apagará a cena grotesca e odiosa que protagonizou naquele dia 8 de dezembro, à frente do edifício Dakota, em Nova Iorque. Além de encerrar de uma vez por todas a possibilidade de reunir, novamente, os quatro Beatles, também interrompeu a carreira de um dos maiores talentos musicais de todos os tempos, quando o assunto é <em><i>Rock in roll</i></em>.</p>
<figure id="attachment_94411" aria-describedby="caption-attachment-94411" style="width: 367px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tavito.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-94411" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tavito-300x225.webp" alt="Tavito" width="367" height="275" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tavito-300x225.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tavito.webp 548w" sizes="auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px" /></a><figcaption id="caption-attachment-94411" class="wp-caption-text">Tavito morreu em 2019 Foto: Facebook / Reprodução</figcaption></figure>
<p>No ano anterior, o cantor Tavito (1948-2019) lançava a canção <em><i>Rua Ramalhete</i></em>, que fez muito sucesso, ao lado de <em><i>Casa no campo</i></em>, famosa na voz de Elis Regina. Num trecho de <em><i>Rua Ramalhete</i></em>, o artista mineiro, dizia:</p>
<blockquote><p>“<em><i>Vamos deixar tudo rodar / </i></em><em><i>E o som dos Beatles na vitrola / Será que algum dia eles vêm aí / Cantar as canções que a gente quer ouvir?</i></em>”</p></blockquote>
<p>Porque esse era o sentimento de quem curtia a banda até 1980: a reunião de John, Paul, Harrison e Ringo, separados desde o final dos anos 70.</p>
<p>Segundo Tavito, a Rua Ramalhete, que de fato existia e ainda existe (bairro Anchieta, zona sul de Belo Horizonte-MG), era uma menção subjacente à <em><i>Penny Lane, </i></em>a famosa rua de Liverpool, onde os Beatles imortalizam na famosa imagem dos quatro atravessando uma faixa de pedestre e também na música de mesmo nome, em 1967.</p>
<p>O sonho de Tavito, para aquele distante 1979, estaria longe de acontecer. Não pela possibilidade de os Beatles voltarem a cantar juntos, novamente, nem que fosse para uma apresentação ou projeto especial; mas porque o regime militar jamais consentiria, como jamais consentiu. Se os rebeldes daqui eram obrigados a se exilarem, para sobreviverem, imaginem os quatro garotos de Liverpool em terras brasileiras?</p>
<p>No documentário <em><i>Anthology</i></em>, com os recursos já avançados daquela época, até que nos emocionamos, todos, com a regravação e remasterização do sucesso <em><i>Free as a bird</i></em>, como também com os efeitos visuais que traziam à tona os quatro juntos, novamente, pelo menos na arte gráfica e midiática. Sensação ainda maior e mais intensa, recentemente, já com a ajuda da Inteligência Artificial, com o clipe <em><i>Now and then</i></em> (2023), que levou fãs do mundo inteiro às lágrimas, inclusive este que vos escreve.</p>
<p>Fato é que, esta semana foi particularmente singular para mim, nesse sentido de nostalgia beatlemaníaca, não somente pelas razões acima mencionadas, mas por, como a um promissor e confortante gatilho de memória,  ter tido a oportunidade de ouvir, mais uma vez,  a canção <em><i>Rua Ramalhete</i></em> numa das minhas idas e vindas recorrentes entre Lagarto e Aracaju. E assim,</p>
<blockquote><p>“<em><i>Sem querer fui me lembrar / De uma rua e seus ramalhetes / Do amor anotado em bilhetes / Daquelas tardes</i></em>”&#8230;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Um desiventário anima nossa literatura</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/um-desiventario-anima-nossa-literatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luciano Correia (*) &#160; Euler Dantas é um jornalista já calejado de redações da Bahia, mas desconhecido na cena cultural sergipana. E o que tem a ver Sergipe, ora direis? É que esse baiano de Cícero Dantas aportou aqui ainda menino para viver, até entrar na faculdade de Jornalismo da UFBa, em Salvador. &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>uler Dantas é um jornalista já calejado de redações da Bahia, mas desconhecido na cena cultural sergipana. E o que tem a ver Sergipe, ora direis? É que esse baiano de Cícero Dantas aportou aqui ainda menino para viver, até entrar na faculdade de Jornalismo da UFBa, em Salvador. Em Aracaju, fez amigos, amores e deixa saudade sempre que vem ver os pais e retorna ao seu querido bairro de Santa Tereza, no Rio, onde vive já há alguns pares de anos. Aracaju, portanto, está sempre nos seus planos, dentre os quais se encontrar com este velho colega para traçarmos o ensopado de carneiro do Thales Ferraz.</p>
<p>Conheço Euler desde os primeiros dias do curso de Jornalismo na UFBa, embora de turmas diferentes. Até viajamos juntos de carona uma vez para o Enecom de Fortaleza, lá nos saudosos anos de 1984, num velho ônibus urbano improvisado para levar estudantes da UFPE, do Recife a Fortaleza. A carona terminou nas ruas do Recife antigo e, sabe-se lá como, conseguimos chegar a Aracaju, porto seguro dos dois quebrados estudantes.</p>
<p>Desde que trocou o jornalismo por muitas outras atividades, exercidas uma após outra, e a (sua, especialmente sua) idílica Salvador pelo charme hippie chique de Santa Tereza, continuou batucando letras nos teclados, mas não mais para a urgência dos diários impressos. E foi aos poucos tecendo sua literatura moderna, com cheiros, tons e semitons que fariam a alegria e festa de um Amaral Cavalcante. Euler, sem favor nem exagero, é um sopro raro numa área que respira por aparelhos, de tão carente de bons autores, ou infestada do bolodório identitário em moda, pra fazer business.</p>
<p>De passagem por Aracaju, para os tais amigos, família e o carneiro ensopado, aproveitei sua presença para um papo ligeiro sobre seu primeiro livro, <em>desinventário (um almanaque arqueológico de rememórias)</em>, que li com o gosto da boa leitura, evidentemente, e da satisfação de vir de um velho colega de faculdade. Com vocês o baiano-sergipano-carioca Euler Dantas.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><strong>LUCIANO  &#8211; Como foi o processo de maturação desse Desinventário? Você já pensava publicar em forma de livro e foi criando com esse objetivo específico, ou foi o resultado de textos diversos, feitos ao acaso, que você finalmente juntou sob a moldura de um livro?</strong></p>
<p><strong>EULER</strong> &#8211; Acho que passei a vida prenhe deste livro, sem me dar conta. Escrevê-lo foi como um parto natural, não sem dores excruciantes, mas também com o prazer só alcançável na experiência. Me expresso melhor escrevendo do que falando (Aí você pode avaliar como sou um péssimo orador). Escrevo coisas desde criança, até poemas, um desvio de caráter antigo. O Desinventário começou a tomar corpo quando cacei os escritos guardados no computador, em folhas avulsas, nos rascunhos de cartas, em certas mensagens de WhatsApp&#8230; textos que se tornaram o embrião do livro. Depois disso, no outono-inverno de 2024, me recluí voluntariamente e pude usar os dias para contar/recriar histórias em novos textos enquanto bebia café e fumava um cigarro atrás de outro. Foi um exercício distinto em quase tudo do trabalho anterior como repórter e redator, com exceção dos cafés e cigarros.</p>
<p><strong>LUCIANO &#8211;  O que você traz de sua vida de jornalista durante anos na imprensa baiana, tanto em relação à produção da escrita quanto das experiências de repórter no dia a dia?</strong></p>
<p><strong>EULER &#8211;</strong> De um lado, a vivência extremamente rica proporcionada pelo torvelinho das redações e das notícias, as amizades preciosas consolidadas desde aquele tempo, um tempo em que ainda havia futuro. De outro (a outra face), o eco da bofetada que a realidade costuma aplicar na bochecha dos idealistas.  O “legado” disso no meu escreviver é um tanto difuso e se manifesta através de personagens e situações inspirados naquele mundo extinto. Mas há um abismo entre o estilo jornalístico, fundamentado na concisão, clareza e ética, e as formas dúbias, devaneantes e claramente canalhas da minha literatura, que pode ser definida pelo menos em parte como autoficção. Mas precisaríamos voltar muito mais no tempo para encontrar o solo de onde brotaram as criações&#8230;</p>
<p><strong>LUCIANO &#8211; Você bebe nas fontes de sua infância no sertão baiano, na juventude em Aracaju e nos anos de faculdade de Comunicação em Salvador. O que é verdade e o que é ficção nessas histórias?</strong></p>
<p><strong>EULER &#8211;</strong> Hahahaha. Em um discurso na Feira do Livro de Frankfurt, em 2003, já no fim da vida, a pensadora Susan Sontag disse que “literatura é liberdade”. E eu levei a sério essa definição. No Desinventário, foi intencional turvar as fronteiras entre “verdade” e “ficção”, torná-las irreconhecíveis. Mesmo nos contos puramente inventados há indícios biográficos, referências. Em outros, grassa a promiscuidade absoluta entre as duas dimensões. Mas em tudo há um mar de influências: os contos de fadas, as histórias de vaqueiro ouvidas à luz de candeeiro, a música brega, os bang-bangs spaghetti do Cine Santo Antônio, as estradas sem pavimentação, os amores, a solidão de mim mesmo, a estupefação diante das belezas e desgraças que por todo tempo atordoam os meus sentidos, as brigas de rua, os galos de briga, as máquinas de datilografia, minhas quase-mortes, os pesadelos recorrentes, as revistas pornôs suecas, a grande feira, a prece mugida pelo boi durante a sangria no matadouro&#8230; Mas, sim, parte expressiva dos textos é fruto das rememórias, seja da infância semirrural no Bom Conselho, a adolescência em uma Aracaju ainda pacata ou os ritos de passagem à vida adulta nos anos da faculdade em Salvador, estas três fases marcantes da minha biografia.</p>
<p><strong>LUCIANO &#8211; A lendária antiga Escola de Biblioteconomia e Comunicação da UFBa, no Canela, produziu um caldo de cultura urbana muito interessante naquela quadra dos anos 70 e 80, como o debate de Jorge Mautner, que você cita no livro, no lançamento da candidatura do “novo baiano” Galvão a deputado federal em 1982. Que outras lembranças e influências o curso de jornalismo da UFBa deixou em você?</strong></p>
<p><strong>EULER</strong> &#8211; Foi imensa em mim a ruptura representada pela EBC e o ambiente universitário em ebulição política nos anos terminais do governo militar. Os conteúdos acadêmicos (um mundo virtualmente infindável de aprendizados), os colegas e professores que povoavam salas e corredores, as festas, os eventos culturais, as pelejas entre as tendências do movimento estudantil, as moças gostosas e descoladas, a maconha sob o Flamboyant, a cantina da Beré onde a cerveja era liberada e o Walter Smetak chegava para almoçar em uma CG amarela, os acampamentos selvagens na Ilha&#8230; E o Mautner! A esbórnia competia com os estudos, mas quem nunca curtiu a vida adoidado que atire a primeira pedra! Depois veio a temporada de cinco anos nos jornais em que eu trabalhei como um louco, pulando de redação em redação, antes de jogar tudo pra cima e fugir de moto pelo Brasil.</p>
<figure id="attachment_92552" aria-describedby="caption-attachment-92552" style="width: 253px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Design-sem-nome-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-92552" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Design-sem-nome-6-220x300.jpg" alt="Bairro de Santa Teresa, RJ" width="253" height="345" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Design-sem-nome-6-220x300.jpg 220w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Design-sem-nome-6.jpg 440w" sizes="auto, (max-width: 253px) 100vw, 253px" /></a><figcaption id="caption-attachment-92552" class="wp-caption-text">Bairro de Santa Teresa, RJ</figcaption></figure>
<p><strong>LUCIANO &#8211; Você já vive no Rio há mais de trinta anos, ou melhor, você vive a aura alternativa, ou o que restou dela, no bairro de Santa Teresa. O que você fez nesses anos por lá e de que forma essa vivência entrou nas histórias do Desinventário?</strong></p>
<p><strong>EULER  </strong>&#8211; Costumo dizer que não moro no Rio, e sim em Santa Teresa, o bairro que conseguiu (com a luta dos moradores, sobretudo!) manter vivo e renovado o centenário sistema de bondes em suas ruas. Com os casarões, lendas e ladeiras, é um enclave mágico no coração da cidade, entre a floresta e os espigões da região central. Em Santa Teresa eu casei, tive um filho, montei em sociedade uma empresa de alimentos orgânicos, criei fortes laços de amizade e vivi mais da metade de minha vida. Com a especulação imobiliária e um contínuo processo de gentrificação, “Santa” se tornou um movimentado destino turístico carioca, ainda um bairro charmoso, mas sem os serviços essenciais e sem a vida comunitária de outros tempos, coisas que me fazem falta.</p>
<p><strong>LUCIANO &#8211; Por que Desinventário?</strong></p>
<p><strong>EULER  &#8211;</strong> Esse neologismo chegou do nada, depois de outros dois títulos, e se impôs como o corpo no qual habitaria a alma do livro, a sua essência: o redesenho de situações factuais, necessariamente corrompidas pelo tempo e pela memória, a partir da incorporação de outros elementos.  O prefixo des é um ente insubordinado, o sujeito “do contra”, aquele que põe as coisas pelo avesso, o opositor, o estraga-prazeres. “Inventário”, apesar de ter um sentido específico no nosso léxico (uma lista detalhada de bens), poderia definir no imaginário moleque do livro alguma traquitana que servisse a delirantes criações em moto perpétuo, talvez a mente torpe de um escritor. Quando prefixo e radical se juntam nesta palavra, formam uma unidade autofágica, iconoclasta e ao mesmo tempo suicida. Por não ser termo de uso corrente, causa estranheza à primeira leitura e por si incomoda, como uma mosca na sopa, uma farpa, uma ideia&#8230; Pelo menos foi o que eu desejei.</p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Comunicação Assertiva: O Coração das Organizações de Sucesso</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/comunicacao-assertiva-o-coracao-das-organizacoes-de-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação Assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Diego da Costa (*) &#160; A competitividade das organizações deixa o ambiente dinâmico, muitas empresas buscam métodos inovadores para otimizar processos, bater metas e atingir seus objetivos estratégicos. No entanto, apesar de todas as ferramentas e recursos disponíveis, um fator permanece indispensável e, muitas vezes, negligenciado: a comunicação assertiva. Recebi certa vez um &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Diego da Costa (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> competitividade das organizações deixa o ambiente dinâmico, muitas empresas buscam métodos inovadores para otimizar processos, bater metas e atingir seus objetivos estratégicos. No entanto, apesar de todas as ferramentas e recursos disponíveis, um fator permanece indispensável e, muitas vezes, negligenciado: a comunicação assertiva.</p>
<p>Recebi certa vez um pensamento que me marcou profundamente:<strong> &#8220;90% dos problemas das empresas são problemas de comunicação&#8221;</strong>. Essa frase, pensamento, resume um desafio cotidiano de organizações de todos os portes e segmentos. Dificuldades em alinhar equipes, conflitos internos, ameaças externas, retrabalho, perda de produtividade e insatisfação de clientes geralmente têm, como raiz, falhas na troca de informações, interpretações equivocadas ou ausência de feedbacks claros.</p>
<p>A comunicação assertiva vai muito além de falar ou ouvir. Trata-se de compartilhar informações de forma clara, objetiva e respeitosa, criando um ambiente de confiança onde todos se sentem ouvidos e compreendidos.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Quando a comunicação é bem estruturada:</p>
<ul>
<li>Os objetivos da empresa são compreendidos e compartilhados por todos.</li>
<li>Equipes trabalham de forma mais colaborativa e motivada.</li>
<li>Conflitos são resolvidos rapidamente, evitando desgastes e prejuízos.</li>
<li>O tempo é otimizado, com menos retrabalho e maior foco em resultados.</li>
</ul>

			</div></div>
<p>Empresas que investem na construção de uma cultura organizacional pautada em comunicação transparente e assertiva colhem frutos diretamente ligados ao desempenho: alcance de metas, engajamento dos colaboradores e excelência no atendimento ao cliente.</p>
<div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Antes de buscar soluções mirabolantes, mágicas, para os desafios empresariais, vale a reflexão: <strong>como está a comunicação dentro da sua organização?</strong> Incentivar feedbacks, abrir canais de diálogo e valorizar a escuta ativa pode ser o passo que faltava para transformar problemas em oportunidades e superar obstáculos rumo ao sucesso. Porque, no final das contas, comunicar-se bem é mais do que transmitir informações. É conectar pessoas, alinhar expectativas e construir juntos um caminho de conquistas.</p>

			</div></div>
<p>Se 90% dos problemas das empresas são originados por falhas de comunicação, os 10% restantes representam a oportunidade de potencializar ainda mais as ações assertivas, fortalecer vínculos e consolidar uma cultura de diálogo aberto. Resolver questões de comunicação verbal, não verbal e escrita é mais do que eliminar ruídos: é criar espaço para a inovação, o crescimento e o sucesso coletivo. Ao focar nesses 10%, transformamos desafios em aprendizados e alcançamos uma comunicação verdadeiramente estratégica que é capaz de impulsionar pessoas, equipes para alcançarem resultados positivos.</p>
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		<title>O Poder das Músicas Juninas: Comunicação Assertiva que aquece o coração</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-poder-das-musicas-juninas-comunicacao-assertiva-que-aquece-o-coracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação Assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[juninas]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[melodia]]></category>
		<category><![CDATA[música junina]]></category>
		<category><![CDATA[músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Diego da Costa (*) &#160; Quando chega junho em Sergipe, não é só o cheiro de milho, amendoim cozido e canjica que invade as casas e ruas: é principalmente a música que embala nossos encontros, atravessa gerações e comunica sentimentos de pertencimento, alegria e memória. As festas juninas, repletas de tradição, mostram como &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Diego da Costa (*)</p></blockquote>
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<p>Quando chega junho em Sergipe, não é só o cheiro de milho, amendoim cozido e canjica que invade as casas e ruas: é principalmente a música que embala nossos encontros, atravessa gerações e comunica sentimentos de pertencimento, alegria e memória. As festas juninas, repletas de tradição, mostram como a música vai muito além do entretenimento — ela é uma poderosa ferramenta de comunicação assertiva, transformando palavras e melodias em pontes que unem pessoas.</p>
<h4>Por que as músicas juninas comunicam tanto?</h4>
<p>A força de canções como &#8220;Olha pro céu, meu amor, veja como ele está lindo&#8230;&#8221; (da clássica composição de Luiz Gonzaga e José Fernandes) está em aproximar as pessoas de modo natural e sincero. A música tem o poder de comunicar emoções, criar vínculo, transmitir histórias e valores, muitas vezes melhor do que longos discursos.</p>
<div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><strong>Música é linguagem universal:</strong> Nas festas juninas, qualquer pessoa, de qualquer idade, entende e sente a mesma mensagem quando escuta &#8220;Isso aqui tá bom demais!&#8221; ou &#8220;Anarriê, olha a cobra! É mentira!&#8221;.</p>
<p><strong>Melodia, corpo e emoção:</strong> As músicas juninas estimulam a expressão corporal, danças coletivas e sorrisos — elementos que facilitam a comunicação espontânea e tornam a rotina mais leve.</p>
<p><strong>Tradição que comunica identidade:</strong> Canções como &#8220;São João na Roça&#8221;, &#8220;Pagode Russo&#8221; e &#8220;Asa Branca&#8221; reforçam nossas raízes, convidando todos a celebrar o coletivo e lembrar da importância do contato olho no olho. A nossa Alma Nordestina vibra e dança em todo momento.</p>

			</div></div>
<h4>Alguns exemplos marcantes:</h4>
<p>“<strong>Olha pro céu, meu amor, vê como ele está lindo! Olha pra aquele balão multicor que lá no céu vai subindo&#8230;</strong>”</p>
<p>Um convite poético para compartilhar momentos especiais, criando conexão instantânea.</p>
<p>“<strong>Isso aqui tá bom demais! Olha, quem tá fora quer entrar. Mas quem tá dentro não sai!</strong>”</p>
<p>Reforça o sentimento de pertencimento, acolhimento e valorização do coletivo.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-90710 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34.png" alt="festejos juninos" width="1209" height="100" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34-300x25.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34-1024x85.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Design-sem-nome-34-768x64.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p>A comunicação assertiva é aquela que transmite a mensagem com clareza, respeito e empatia. Nas festas juninas, as músicas conseguem unir tudo isso: fortalecem laços, ensinam tradições e acabam com qualquer distância. Uma boa música dita o ritmo da festa, ajuda a expressar sentimentos muitas vezes difíceis de colocar em palavras e mostra que, nos momentos mais alegres ou nostálgicos, sempre podemos “dançar juntos”.</p>
<p>Levar para a vida a lição das músicas juninas significa valorizar uma comunicação mais afetiva, direta e acolhedora. Permita-se ser tocado pelas melodias e letras neste mês e lembre-se: comunicar bem é, antes de tudo, criar laços verdadeiros.</p>
<p>Viva o São João, viva as músicas que nos comunicam!</p>
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		<title>Adega Ribera Duero: O sonho de 11 viticultores para criarem grandes vinhos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/adega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvio Farias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 11:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minuto do Vinho]]></category>
		<category><![CDATA[adega]]></category>
		<category><![CDATA[carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[continental]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[MAPA]]></category>
		<category><![CDATA[pipas]]></category>
		<category><![CDATA[Protos]]></category>
		<category><![CDATA[região]]></category>
		<category><![CDATA[uvas]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Silvio Farias (*) &#160; A história desta adega começa em Peñafiel (Valladolid), quando 11 viticultores da zona decidem juntar-se para cumprir o sonho de criarem grandes vinhos que demonstraram o caráter da região e das suas gentes. E foi assim que em 1927 surge a Adega Ribera Duero, a primeira na Ribera. O &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fadega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos%2F&amp;linkname=Adega%20Ribera%20Duero%3A%20O%20sonho%20de%2011%20viticultores%20para%20criarem%20grandes%20vinhos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fadega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos%2F&amp;linkname=Adega%20Ribera%20Duero%3A%20O%20sonho%20de%2011%20viticultores%20para%20criarem%20grandes%20vinhos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fadega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos%2F&amp;linkname=Adega%20Ribera%20Duero%3A%20O%20sonho%20de%2011%20viticultores%20para%20criarem%20grandes%20vinhos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fadega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos%2F&amp;linkname=Adega%20Ribera%20Duero%3A%20O%20sonho%20de%2011%20viticultores%20para%20criarem%20grandes%20vinhos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fadega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos%2F&#038;title=Adega%20Ribera%20Duero%3A%20O%20sonho%20de%2011%20viticultores%20para%20criarem%20grandes%20vinhos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/adega-ribera-duero-o-sonho-de-11-viticultores-para-criarem-grandes-vinhos/" data-a2a-title="Adega Ribera Duero: O sonho de 11 viticultores para criarem grandes vinhos"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Silvio Farias (*)</p></blockquote>
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<div><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"><span class="dropcap ">A</span> história desta adega começa em Peñafiel (Valladolid), quando 11 viticultores da zona decidem juntar-se para cumprir o sonho de criarem grandes vinhos que demonstraram o caráter da região e das suas gentes. E foi assim que em 1927 surge a Adega Ribera Duero, a primeira na Ribera.</span></div>
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<p class="cvGsUA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">O nome “Protos”, que significa “primeiro” em grego, foi escolhido para refletir sua visão de ser a primeira e melhor vinícola da região.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Desde a sua fundação, a empresa manteve-se fiel aos seus princípios de qualidade e inovação, produzindo vinhos premium a partir da uva Tempranillo.</span></p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-30.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-86007 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-30.png" alt="" width="1209" height="602" /></a>
			</div></div>
<p><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Os fundadores da vinícola acreditavam na seleção cuidadosa e na colheita manual das uvas, garantindo que</span><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"> apenas as melhores uvas fossem usadas no processo de vinificação.</span></p>
<p><span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Hoje, Protos é uma das vinícolas mais respeitadas da Espanha e continua a honrar seu legado de produzir vinhos de alta qualidade que incorporam a essência da região de Ribera del Duero.</span></p>
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<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85987 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28.png" alt="" width="1209" height="380" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28-300x94.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28-1024x322.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Design-sem-nome-28-768x241.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85988 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-21-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<div>
<p>A vinícola Protos possui vinhedos espalhados por 1.000 hectares na região de Ribera del Duero. A região tem um clima continental com estações bem definidas, onde os verões são bem quentes e os invernos igualmente frios, também é caracterizada pela baixa pluviosidade e altitude elevada. Os solos são principalmente argilosos e calcários, adequados para o cultivo de uvas Tempranillo. Os vinhedos nas margens norte e sul do rio Duero fornecem diferentes microclimas, influenciando as características da uva. A vinícola seleciona e colhe manualmente uvas de diferentes terroirs para criar vinhos que mostram os sabores únicos da região. O terroir e a experiência em vinificação combinam-se para criar vinhos ricos e complexos.</p>
<p>A vinícola Protos produz uma variedade de vinhos elaborados com a variedade de uva Tempranillo, incluindo vinhos tintos, brancos e rosés.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85989 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-22-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<div>
<p>Seus vinhos tintos são elaborados para refletir o terroir único da região de Ribera del Duero, com foco em sabores complexos e encorpados.</p>
<p>Os vinhos brancos e rosés são produzidos com modernas técnicas de vinificação e são projetados para mostrar o frescor e o frutado das uvas.</p>
<p>A vinícola também oferece uma seleção de vinhos reserva e gran reserva, que envelheceram por períodos mais longos para aumentar sua profundidade e complexidade.</p>
<p>Protos 27 é uma homenagem aos 11 visionários que fundaram Protos em 1927.</p>
<p>É um vinho no qual as melhores técnicas de vinha e pesquisa vinícola se fundem para formar uma bela orquestra de carvalho e frutas, que assume não só a nossa história, mas também o nosso olhar para o futuro.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85990 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-23-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85991 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-24-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<div>
<p>Em 1929, durante a exposição mundial de Barcelona, a Protos inscreveu 2 vinhos no concurso de vinhos, no qual arrecada o Ouro e o Grande Ouro. É aqui que a empresa obtém o seu primeiro grande reconhecimento e começa a sua ascensão até uma das marcas mais queridas internacionalmente.</p>
<p>A Protos, 50 anos mais tarde, cede altruistamente o uso da sua marca Ribera Duero para a criação do conselho regulador, ainda que, para todos os efeitos, continue a ser proprietária da mesma. Atualmente, a Protos produz vinhos em 3 denominações de origem com adegas altamente especializadas na produção de vinhos singulares. Adegas especializadas em tintos na DOP Ribera del Duero, em brancos na DOP Rueda e rosés na DOP Cigales.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85992 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-25-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
</div>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-85993 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-26-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<div>
<h4>DOP Rueda</h4>
<p>Desde 2006, a Protos produz os seus vinhos brancos na DOP Rueda por ser o melhor terroir para fazer vinhos brancos de elevada qualidade. A adega foi idealizada para a produção de vinhos brancos, que estagiam durante muito tempo em pipas de carvalho, depósitos de cimento convexos e em cubas de aço inoxidável. Além disso, o Verdejo Reserva, o primeiro vinho de categoria «Reserva» na Denominação de Origem, estagia 7 meses em barricas bordelesas.</p>
<h4>DOP Cigales</h4>
<p>A última adega na DOP Cigales foi inaugurada em 2020 e foi criada para vinhos rosé. A escolha recaiu na Cigales devido ao amplo leque de castas tintas e brancas, os seus solos, clima e altitude. Além disso, foi incorporada a melhor tecnologia para a produção de vinhos rosés e claretes.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-86009 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-31-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>

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		<title>Comentando a “Comunicação Não Violenta”</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/comentando-a-comunicacao-nao-violenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[bálsamo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não violenta]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Deepak Chopra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Valtênio Paes de Oliveira (*) &#160; Numa época em que a prática da violência se tornou rotina ante a ganância individualista do poder e desrespeito aos valores coletivos, a obra de Marshall B. Rosemberg é bálsamo semeador para aqueles que esperançam paz, harmonia e equilíbrio entre pessoas. Numa linguagem acessível para qualquer leitor(a) é &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>uma época em que a prática da violência se tornou rotina ante a ganância individualista do poder e desrespeito aos valores coletivos, a obra de Marshall B. Rosemberg é bálsamo semeador para aqueles que esperançam paz, harmonia e equilíbrio entre pessoas. Numa linguagem acessível para qualquer leitor(a) é um deleite de leitura e ensinamentos.</p>
<p>O prefácio de Deepak Chopra, autor de mais de 80 livros traduzidos para mais de 45 línguas, confirma a importância da obra “Comunicação Não Violenta &#8211; Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”, CNV &#8211; editora Ágora. Rosemberg destaca a importância das palavras. Falar e ouvir são linguagens comuns que podem nos levar à entrega de coração, “ligando-nos a nós mesmos e aos outros, de modo que, a compaixão brote naturalmente”, afirma o autor.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-77310 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280-300x275.png" alt="" width="268" height="246" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280-300x275.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280-1024x938.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280-768x703.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/05/speech-bubbles-303206_1280.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 268px) 100vw, 268px" /></a>Nos desperta que a mistura de “observar” com “avaliar”, no diálogo, pode resultar na interpretação do terceiro, como crítica, fragilizando a harmonia na relação. Importante fazer observações isentas de julgamento. Distinguir sentimento de pensamento, culpar o interlocutor ensejando a escravidão emocional ao nos responsabilizarmos pelos sentimentos outros, são reflexões constantes na obra. “Observar sem avaliar é a forma mais elevada de inteligência humana” sustenta J. Krishnamurti, então citado.</p>
<p>No diálogo para mediação, deveríamos pensar e fazer a partir de nossas necessidades, jamais acusar a pessoa interlocutora. Desperta que é preciso atentar para palavras que denotam acusações pois ensejam conflitos. Quando julgamos os outros podemos estar contribuindo para a violência. Na seara das necessidades humanas básicas, a obra distingue com argumento: autonomia, celebração, integridade, interdependência, lazer, comunhão espiritual e necessidades físicas que todos compartilhamos, defendendo “o uso de linguagem positiva de ação”.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Propõe distinguir exigência (quando se fala criticando a outra pessoa ou deixando-a culpada) de pedido (quando quem faz mostra empatia pelas necessidades do outro). Para o autor, o “objetivo é um relacionamento embasado na sinceridade e empatia”.  Sugere necessidades humanas básicas que poderíamos compartilhar: “precisamos de empatia para dar empatia”&#8230;“mantendo a empatia, permitimos ao interlocutor sentir características mais profundas de si mesmo”&#8230; “ empatia nos permite perceber o mundo de uma maneira de ir em frente”&#8230;“quanto maior a empatia por outra pessoa, mais seguro nos sentimentos”&#8230; “a capacidade de mostrar  empatia pelas pessoas em situações  tensas pode afastar o risco potencial de violência” &#8230; “quando atentamos para os sentimentos e necessidades dos outros, não nos vemos mais como monstros”&#8230;“para reanimar uma conversa, interrompa-a com empatia”&#8230; porque “a raiva rouba energia se a dirigimos para ações punitivas”.</p>

			</div></div>
<p>As conjunções adversativas usadas no diálogo podem dificultar o entendimento. Literalidade substituir “mas ou porém” que prejudicam a pacificação, por empatia, a uma pessoa com raiva, ajuda a comunicação não violenta.</p>
<p>“A Comunicação Não Violenta contribui para a evolução dos relacionamentos com amigos, família, no trabalho e na política. Sua aplicação decisiva, porém, talvez seja, na maneira de tratarmos nós mesmos”. Aprimorar a autocompaixão será a plena busca da evolução espiritual através da autoavaliação. Crescermos! Jamais para não nos odiarmos.</p>
<p>A obra faz inúmeras reflexões, sempre apresentando técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Digna de uma boa leitura para quem busca refazer concepções ou aperfeiçoar-se sobre o tema, tão presente nos dias atuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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