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	<title>Arquivo para contos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Livro &#8220;Fantástico Sergipano&#8221; marca estreia de César Ribeiro como contista   </title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/livro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 15:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160; Ver o regresso dos Parafusos é  como sentir que finalmente estamos  dando a devida importância  ao que pertence ao nosso estado,  à nossa história ao nosso legado.  Que bom que podemos mostrar aos outros  o nosso fantástico sergipano. &#160; Douglas, personagem do conto  ‘A volta dos Parafusos’, César Ribeiro &#160; &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Flivro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista%2F&amp;linkname=Livro%C2%A0%E2%80%9CFant%C3%A1stico%20Sergipano%E2%80%9D%C2%A0marca%C2%A0estreia%20de%C2%A0C%C3%A9sar%20Ribeiro%C2%A0como%20contista%C2%A0%C2%A0%C2%A0" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Flivro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista%2F&amp;linkname=Livro%C2%A0%E2%80%9CFant%C3%A1stico%20Sergipano%E2%80%9D%C2%A0marca%C2%A0estreia%20de%C2%A0C%C3%A9sar%20Ribeiro%C2%A0como%20contista%C2%A0%C2%A0%C2%A0" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Flivro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista%2F&amp;linkname=Livro%C2%A0%E2%80%9CFant%C3%A1stico%20Sergipano%E2%80%9D%C2%A0marca%C2%A0estreia%20de%C2%A0C%C3%A9sar%20Ribeiro%C2%A0como%20contista%C2%A0%C2%A0%C2%A0" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Flivro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista%2F&amp;linkname=Livro%C2%A0%E2%80%9CFant%C3%A1stico%20Sergipano%E2%80%9D%C2%A0marca%C2%A0estreia%20de%C2%A0C%C3%A9sar%20Ribeiro%C2%A0como%20contista%C2%A0%C2%A0%C2%A0" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Flivro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista%2F&#038;title=Livro%C2%A0%E2%80%9CFant%C3%A1stico%20Sergipano%E2%80%9D%C2%A0marca%C2%A0estreia%20de%C2%A0C%C3%A9sar%20Ribeiro%C2%A0como%20contista%C2%A0%C2%A0%C2%A0" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/livro-fantastico-sergipano-marca-estreia-de-cesar-ribeiro-como-contista/" data-a2a-title="Livro “Fantástico Sergipano” marca estreia de César Ribeiro como contista   "></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Acácia Rios (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Ver o regresso dos Parafusos é </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>como sentir que finalmente estamos </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>dando a devida importância </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>ao que pertence ao nosso estado, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>à nossa história ao nosso legado. </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Que bom que podemos mostrar aos outros </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>o nosso fantástico sergipano.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Douglas, personagem do conto</p>
<p style="text-align: right;"> ‘A volta dos Parafusos’, <strong>César Ribeiro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">D</span>epois de um interregno involuntário, volto a esta coluna com o anúncio do lançamento de<em> Fantástico Sergipano,</em> de César Ribeiro, que trilha pela primeira vez a narrativa curta, mas já tem dois romances na algibeira. <strong>O lançamento está marcado para as 17h de hoje, 4 de abril, na Biblioteca Epifânio Dória</strong> e contará com um sarau lítero-musical antecedido por uma breve apresentação do livro.</p>
<p>O leitor não vai se arrepender. A partir de um olhar novo, os contos abordam elementos culturais de Sergipe pela perspectiva do gênero fantástico. O resultado são dez histórias com enredos que mesclam realidade e ficção, tradição e atualidade de uma forma original.</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p><strong><em>Fantástico Sergipano</em> </strong>chega por intermédio da Lei Paulo Gustavo, via edital da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). Tem o selo da Editora Alarde e ilustrações do artista visual Renan Cassiano.</p>

			</div></div>
<p>Ao lançar mão do gênero fantástico, presente desde logo no título, o autor se utiliza dos elementos místicos e/ou sobrenaturais que são inerentes a várias festas culturais e religiosas. Mostra, então, os efeitos que as manifestações podem produzir nos seus partícipes, sendo a metamorfose e o duplo alguns deles.</p>
<p>O seu olhar sobre os eventos tradicionais, à medida que os atualiza e os insere na sociedade digital, confere-lhes novos contornos, reforça os aspectos culturais, sociais e econômicos. O Festival de Artes de São Cristóvão (<span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://publicacao.saocristovao.se.gov.br/category/fasc" target="_blank" rel="noopener">FASC</a></span>) que o diga. As trocas materiais e simbólicas ocorridas ali representam ganhos extras para as comunidades locais e reafirmam a sua identidade cultural. Esses aspectos podem ser observados, por exemplo, no conto ‘Andrômeda’, cuja personagem compra uma dose de cachaça local no Pisa macio e paga em Pix.</p>
<p>O projeto editorial, tal como foi concebido, não poderia prescindir da pesquisa teórica e empírica. O autor percorreu dez municípios sergipanos para familiarizar-se com as manifestações e folguedos. Festa dos Caretas (Ribeirópolis), Parafusos (Lagarto), Taieiras (Laranjeiras), Bacamarteiros (Carmópolis), Barcos de fogo (Estância), Procissão dos Penitentes (Nossa Senhora das Dores), Reisado (Japaratuba), Chegança (Aracaju), Festa do Mastro (Capela) e o contexto do tradicional Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) são as referências culturais escolhidas por ele.</p>
<p>Mas não se enganem. A pesquisa serviu para dar ambientação e verossimilhança às narrativas. Ao longo das 126 páginas o leitor vai encontrar sólidos textos de ficção que fazem uso de muita criatividade e recursos literários os mais diversos, o que, na minha opinião, resultou em um trabalho original.</p>
<p>&#8220;Quinze Almas e um Dedo de Prosa&#8221;, uma das histórias, faz referência à Procissão dos Penitentes, celebrada há mais de um século no município de Nossa Senhora das Dores. Durante a Semana Santa, os devotos se vestem de branco e pedem perdão pelos pecados.</p>
<p>No conto, o autor insere o personagem Tinhão, nesse contexto com uma contradição, no mínimo, curiosa. Um senhor com deficiência auditiva se dá conta de que é o único capaz de escutar os lamentos dos que já se foram. Seu papel é o de &#8216;ouvir&#8217; os defuntos e ser mediador entre estes e os vivos. “Mas como?”, pergunta-se o personagem. “O que faria? Tinha acordado com uma alma penada pedindo socorro ao pé do ouvido. (&#8230;) Ninguém acreditaria se contasse a verdade. Onde já se viu surdo ouvir coisas?” (p. 78).</p>
<p>No relato &#8220;Andrômeda&#8221;, uma jovem estilista chega ao FASC com o intuito de se reunir com amigos, mas o encontro com o seu duplo, que ocorre enquanto percorre os lugares emblemáticos da quarta cidade mais antiga do país, remete-a a questões mal resolvidas do seu passado.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Era impressão ou a moça vestia a mesma roupa que ela? Algo improvável. Impossível seria a palavra mais adequada, pois o look era único e exclusivo, não havia a menor possibilidade de alguém o ter copiado uma vez que não o compartilhara com ninguém? Então, como?</em> (p. 22)</p>
<figure id="attachment_88157" aria-describedby="caption-attachment-88157" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-88157 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16.png" alt="Parafusos" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Lojas-16-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-88157" class="wp-caption-text">Dança dos Parafusos Foto: Sílvio Rocha</figcaption></figure>
<p>&#8216;A volta dos Parafusos’, tem como elemento cultural a apresentação do grupo de mesmo nome e se origina no período colonial, quando os escravos fugitivos se disfarçavam com as anáguas das sinhás roubadas dos quaradouros. A luz da lua refletida sobre as roupas brancas fazia com que parecessem assombrações das quais ninguém queria se aproximar.</p>
<p>Com a abolição, os escravos livres ‘voltaram’ e desfilaram de anáguas nas ruas, fazendo movimentos em 360 graus nos sentidos horário e anti-horário, como parafusos. Assim teve início essa singular tradição, reconhecida desde 2020 como patrimônio imaterial do Estado.</p>
<p>Na narrativa, o autor transforma os integrantes do grupo em seres encantados, intangíveis. Parte da identidade coletiva, a sua aparição anual é aguardada ansiosamente pela comunidade. O recurso que atualiza o conto é a inserção de uma equipe de TV, que narra a história ao vivo e explora a expectativa geral em torno da volta dos Parafusos.</p>
<p>O que aconteceria com a população caso eles não aparecessem, é o que nos perguntamos após a leitura. A ‘resposta’ está indicada nas palavras de Nildo Lage sobre a cultura popular, que serviram como epígrafe do conto: &#8220;as novas gerações viveriam sob as trevas do anonimato”.</p>
<p>Ao falar sobre a obra, César se considera privilegiado: “Ela me proporcionou momentos profundos de contemplação. Quanto mais mergulhava nas pesquisas, mais me fascinava a potência de Sergipe no cenário cultural. Tenho muito orgulho de poder eternizar, à minha maneira de contar histórias, o meu amor por este estado.”</p>
<p>Vale a pena a leitura de <em>Fantástico Sergipano</em>, tanto pela sua originalidade quanto pelo diálogo cultural, que, como uma colcha de retalhos, fornece uma visão amalgamada de nós mesmos.</p>
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<h3><strong><em>Quem é César Ribeiro</em></strong></h3>
<figure id="attachment_88139" aria-describedby="caption-attachment-88139" style="width: 154px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1.jpeg"><img decoding="async" class=" wp-image-88139" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1-193x300.jpeg" alt="" width="154" height="239" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1-193x300.jpeg 193w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1-660x1024.jpeg 660w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1-768x1192.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1-990x1536.jpeg 990w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-04-at-11.29.27-1.jpeg 1031w" sizes="(max-width: 154px) 100vw, 154px" /></a><figcaption id="caption-attachment-88139" class="wp-caption-text">Escritor César Ribeiro</figcaption></figure>
<p>Nascido em Salvador, mas residente de Aracaju há 26 anos, começou seu fascínio pelas artes na infância, passou pelo teatro, mergulhou na produção de jogos de RPG e histórias em quadrinhos, que desenhava e vendia para os colegas de sala. Foi durante a pandemia que se intensificou o hábito da escrita como terapia.</p>
<p>Nesse período, desenvolveu a criatividade por meio do universo fantástico, o que lhe possibilitou enredos originais, sem deixar de lado o teor político e social. Tem três romances publicados, sendo o primeiro deles finalista de dois prêmios literários. <strong>“Fantástico Sergipano” é a sua primeira coletânea de contos, vencedora do edital da Lei Paulo Gustavo. Atualmente, cursa Escrita Criativa na Escola Oficina de Artes Valdice Teles.</strong></p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Quem conta um conto &#8211; Sílvio Romero e suas múltiplas identidades </title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/quem-conta-um-conto-silvio-romero-e-suas-multiplas-identidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 18:33:15 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=83912</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160; Nem tudo os mestres ensinam aos seus aprendizes, respondeu o gato. &#8220;A onça e o gato&#8221;, conto popular recolhido por Sílvio Romero. &#160; Volto ao encontro da rua Sílvio Romero com a avenida João Ribeiro (mencionado na minha antepenúltima crônica) e às inúmeras possibilidades narrativas que esse cruzamento engendra. &#8230;</p>
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]]></description>
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<blockquote><p>Por Acácia Rios (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Nem tudo os mestres ensinam aos seus aprendizes,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>respondeu o gato.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>&#8220;A onça e o gato&#8221;,</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>conto popular recolhido por Sílvio Romero.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">V</span>olto ao encontro da rua Sílvio Romero com a avenida João Ribeiro (mencionado na minha antepenúltima crônica) e às inúmeras possibilidades narrativas que esse cruzamento engendra. Desta vez, para falar de <span class="sigijh_hlt">Sílvio Romero. Este ano sua morte completa 110 anos</span>, e não queria deixar essa data em branco na minha coluna. Mas antes vou contar uma historinha.</p>
<p>Filha única até os cinco anos, tive o privilégio de ter uma tia &#8211; Ana &#8211;  que era exímia contadora de histórias. Olhando para trás, vejo que algumas não acalentavam nem um pouco. Pelo contrário. Eram de terror e, mal fechava os olhos, me vinham imagens assustadoras dos seres e personagens descritos por ela: um defunto falante no meio da sala, uma mulher esganada por um gato vingativo com características humanas ou ainda uma madrasta má que enterrara vivas as enteadas. Mas também algumas fábulas; uma delas, sobre o gato e a onça, da qual me lembro com detalhes e cuja moral transcrevo na epígrafe deste texto.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-83914 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05-212x300.jpeg" alt="" width="212" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05-212x300.jpeg 212w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05-722x1024.jpeg 722w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05-768x1089.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.05.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px" /></a>Trago comigo essas histórias desde então. <span class="sigijh_hlt">Dito isso, qual não foi a minha alegria quando me reencontrei com uma delas no livro Contos populares do Brasil, de Sílvio Romero (publicado pela primeira vez em 1883). </span>Dividido em três partes, o autor organizou os contos populares pelas origens portuguesa, indígena e africana e mestiça. No prefácio, Sílvio Romero desenvolve a sua teoria de embranquecimento racial que é, no mínimo, contraditória, para usar um eufemismo.</p>
<p>Para além das suas defesas das teses de raça superior vigentes à época e da qual escaparam alguns poucos contemporâneos, o seu trabalho etnográfico é riquíssimo e, pode-se afirmar, inspirou e serviu de fonte para Mário de Andrade. Basta ver os Cantos populares do Brasil, músicas coletadas por Romero, dos quais o autor de Paulicéia desvairada faz uso e cujas pesquisas de campo pelo norte do Brasil foram importantes para registrar algumas de suas variantes.</p>
<p>Sergipano de Lagarto, Romero mudou-se muito jovem para o Rio de Janeiro. Considerado polímata (aquele que sabe muito) e autor de extensa obra, foi crítico, historiador da literatura, ensaísta, folclorista, polemista, professor do Colégio Pedro II e membro da Academia Brasileira de Letras. Admirador de Tobias Barreto (que, assim como ele, integrou a Escola do Recife, movimento intelectual da segunda metade do século XX), considerava-o poeticamente superior a Castro Alves.</p>
<p>Ai de quem falasse mal do seu conterrâneo e amigo. Na minha opinião, esse pode ter sido um dos motivos da briga com o crítico paraense José Veríssimo, de quem Sílvio era amigo e com quem passou a ter embates homéricos, ao ponto de reunir as suas críticas no livro Zeverissimações ineptas da crítica (1909). O título jocoso já antecipa o seu teor.</p>
<p>O mesmo ocorreu com Machado de Assis, que sofreu muitos ataques do escritor lagartense, como escritor e como homem. Uma verdadeira catilinária, como ressaltou Brito Broca.</p>
<figure id="attachment_83916" aria-describedby="caption-attachment-83916" style="width: 234px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-83916" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20-234x300.jpeg" alt="" width="234" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20-234x300.jpeg 234w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20-798x1024.jpeg 798w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20-768x986.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-14.49.20.jpeg 934w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /></a><figcaption id="caption-attachment-83916" class="wp-caption-text">Sílvio Romero  Foto: Wikipedia</figcaption></figure>
<p>Além do percurso literário, Sílvio Romero também seguiu a carreira política, o que era comum entre alguns literatos no período republicano. Foi promotor em Estância, deputado na Assembleia da província de Sergipe e deputado federal no governo de Campos Sales e nunca se afastou da militância política. Nela, como na literatura, exerceu sua forte personalidade com tudo o que ela implicava em termos de virulência, afetação intelectual e vaidade, entre outros adjetivos.</p>
<p>Sílvio Romero morreu no Rio de Janeiro, mas recebeu diversas homenagens aqui no Estado. Além da estátua na praça principal de Lagarto e da placa indicando a casa onde nasceu, conta também com um busto na praça Camerino e, como não podia deixar de ser, foi membro da Academia Sergipana de Letras. Nada mais justo, pois segundo Brito Broca, sempre defendeu a abertura de academias em cidades pequenas.</p>
<p>Minha tia Ana encarnava o narrador e Walter Benjamin, que ressaltava o intercâmbio de experiências da arte de narrar e que se opunha à informação jornalística, considerada por ele transitória e superficial. Apesar do medo que sentia, as histórias que ela contava me atraíam e eu sempre escolhia as minhas preferidas. Elas fazem parte de mim e, puxando pela memória infantil, retransmito-as aos meus sobrinhos Renato e Paulo Emílio, que amam as histórias assustadoras e, como eu, têm também as suas favoritas. Pobre de mim se eu mudar uma vírgula, pois eles já as conhecem de cor e, mesmo assim, ouvem-nas com a mesma atenção da primeira vez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p><strong>A onça e o gato</strong></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-83921 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21-169x300.png" alt="" width="101" height="179" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21-169x300.png 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21-576x1024.png 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21-768x1365.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21-864x1536.png 864w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Design-sem-nome-21.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 101px) 100vw, 101px" /></a>A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta para ver quem pulava mais. Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato: “Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango.” — “Vamos”, disse o gato. “Só você pulando adiante”, disse a onça. O gato pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então o gato pulou de banda e se escapou. A onça ficou desapontada e disse: “Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou e não acabou&#8230;” O gato respondeu: “Nem tudo os mestres ensinam aos seus aprendizes”.</p>
<p>Contos populares do Brasil, Sílvio Romero.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nivaldo Tenório e as camadas do conto</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 11:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[camadas]]></category>
		<category><![CDATA[composição]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[fórmula]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuense]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[narrativas]]></category>
		<category><![CDATA[tema]]></category>
		<category><![CDATA[terceiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Germano Viana Xavier (*) &#160; Em seu terceiro livro de contos, intitulado de NINGUEM DETÉM A NOITE (Confraria do Vento), o garanhuense Nivaldo Tenório, autor do bem cotado DIAS DE FEBRE NA CABEÇA (2012), faz aquilo que em seu livro anterior já havia, diria, iniciado, como quem repercute uma marca pessoal e a expande: &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>m seu terceiro livro de contos, intitulado de NINGUEM DETÉM A NOITE (Confraria do Vento), o garanhuense Nivaldo Tenório, autor do bem cotado DIAS DE FEBRE NA CABEÇA (2012), faz aquilo que em seu livro anterior já havia, diria, iniciado, como quem repercute uma marca pessoal e a expande: a fabricação ou composição do conto em camadas.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/livro-ninguem-detem-a-noite.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-77889 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/livro-ninguem-detem-a-noite-210x300.png" alt="" width="210" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/livro-ninguem-detem-a-noite-210x300.png 210w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/livro-ninguem-detem-a-noite.png 539w" sizes="auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px" /></a>Da mesma forma (ou com a mesma fórmula), as narrativas são curtas e circundam temas cotidianos, com toques enxutos de realidade fantástica, quase que imperceptíveis. A morte entra como pano de fundo central e a noite engloba boa parcela de seu simbolismo. Doenças, fragilidades de corpo e alma, fraquezas de conduta, amarguras e dissabores formam o arco-íris pintado em tons de cinza do livro do escritor pernambucano.</p>
<p>Como em DIAS DE FEBRE NA CABEÇA, tudo aparenta estar em seu lugar. Mas não se engane, leitor. Ao menor sinal, perdemo-nos nos finais sem fim dos contos de Tenório. Fragmentados, somos atraídos por um imã-maior como cacos e, só assim, seguimos adiante na leitura. Uma pequenina coletânea de abismos é o que Tenório nos oferta neste livro. Os contos, formulados em pequenas cadências, com diálogos internos ou não, formam uma geometria avulsa, completamente organizada, mas indefinida a partir de sua respectiva angulação final. O olhar de Tenório sobre o básico e sobre o essencial da vida é o de quem sonda o imprevisível com respeito e arguta paciência.</p>
<p>O autor desvia o leitor do caminho comum à medida que nos informa sobre outros mil nadas por demais preciosos. Cada mínima camada de suas fabulações é uma nova dúvida instaurada, um novo segredo camuflado, uma nova observação momentânea que se realiza dentro das miudezas e das minúcias das narrativas. Algumas imagens podem turvar o campo de visão do leitor mais desatento, como uma tartaruga que morre durante um passeio familiar em plena ditadura. É um livro triste, denso, duro, cru, cruel, que não tem pena de seu interlocutor.</p>
<p>Assim se formou a verve de Nivaldo Tenório, sabedor astuto de que é na vida, dentro dela propriamente dita, que nós criamos feito bichos, que nos desenvolvemos feito astros, dentro dela que aprendemos a desaprender submissões e a desatar os nossos grilhões. Em Tenório há sempre um suicídio prestes a acontecer, tão provável que quase não mais assusta, pois é ele tão próximo que tende a ser a única certa defesa com a qual suas personagens podem contar quando necessário.</p>
<p>A mensagem é a de fim de percurso, a de que o homem (todos nós, inclusive eu e você, amigo leitor deste blog) não tem mais para onde correr. Não há mais força nas pernas nem picadas a abrir nos matagais de pedra das cidades. A luz do dia ofuscou nossa derradeira esperança e ninguém, absolutamente ninguém, parece ser ágil o suficiente para deter a noite eterna das civilizações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Então você quer ser escritor?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/entao-voce-quer-ser-escritor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 18:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[ardiloso]]></category>
		<category><![CDATA[autor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Germano Xavier (*) &#160; Para quem gosta de contos, o livro ENTÃO VOCÊ QUER SER ESCRITOR?&#8221;, do paranaense Miguel Sanches Neto, é um prato a ser devorado com uma fome necessária. Dezesseis narrativas perfazem o miolo. Personagens aparentemente simples, mas que portam angústias e conflitos nada medíocres, todos desenrolados com maestria. A verdade é &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Para quem gosta de contos, o livro ENTÃO VOCÊ QUER SER ESCRITOR?&#8221;, do paranaense Miguel Sanches Neto, é um prato a ser devorado com uma fome necessária. Dezesseis narrativas perfazem o miolo. Personagens aparentemente simples, mas que portam angústias e conflitos nada medíocres, todos desenrolados com maestria. A verdade é que nada no livro impressiona muito. Nada há de exagero nem de estapafúrdio. O fantástico e o inominável passam longe de suas linhas. Há uma intensidade linear em todas as estórias, e por isso mesmo <span class="sigijh_hlt">o livro ganha créditos nas mãos de quem o lê<span class="sigijh_hlt">. É um livro suavemente denso e densamente sutil, mas ardiloso.</span></span></p>
<figure id="attachment_76534" aria-describedby="caption-attachment-76534" style="width: 230px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-76534" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor-204x300.jpg" alt="" width="230" height="338" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor-204x300.jpg 204w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor-698x1024.jpg 698w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor-768x1127.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor-1046x1536.jpg 1046w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/livro-ser-escritor.jpg 1090w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /></a><figcaption id="caption-attachment-76534" class="wp-caption-text">Capa do livro de Sanches</figcaption></figure>
<p>A literatura contemporânea praticada em sua excelência, talvez. Linguagem corrida, deslizante. Diálogos avessos a qualquer tipo de ostentação linguística de estilo. A comunicação em primeiro lugar. Enfim, um livro de contos, com 16 contos muito bem instalados e cada um com vida própria. Diversidade, neste caso, interessa e muito.</p>
<p>ENTÃO VOCÊ QUER SER ESCRITOR? não é nenhum mapa astral para quem quer ou está começando a se enveredar pelos caminhos árduos, traumáticos e prazerosos da literatura, como pode sugerir o título. Porém, se observado sob tal viés, o livro de Miguel Sanches Neto pode surpreender como livro-aula. É difícil dizer, numa primeira leitura, qual a principal qualidade do livro de Sanches. <span class="sigijh_hlt">O livro habita um território onde todos podem estar.</span></p>
<p>Os leitores são rapidamente levados a vivenciar tudo, pelo simples fato de que nada ali é irrealizável. Nota-se um esmero nas frases e no discurso das entrelinhas. Um livro de contos sem romantismo, mas com alto teor de nostalgia. Há sempre um momento a ser revisitado, não se sabe se pelo próprio autor ou se pelas personagens. Uma obra embriagada por ela mesma, posto que se sabe dentro de si e existível além: precondição nada para o tornar-se diferenciado. Longe de querer classificar o livro de Sanches utilizando de qualquer artifício, ele, o livro, é digno de leitura.</p>
<p>Coisa rara hoje em dia, onde tudo que é escrito parece sair das genitálias dos &#8220;escritores&#8221;, descarregados de muitos elementos básicos e fundamentais para o elaborado exercício da prática da escrita ficcional.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Hemingway já dizia: &#8220;A maioria dos escritores vivos não existe&#8221; &#8211; esta citação está destacada no último conto de ENTÃO VOCÊ QUER SER ESCRITOR?, e me serve agora para dizer o fim destas poucas ideias. Miguel Sanches Neto está vivo e existe. Você duvida? Sugiro começar o livro pelo segundo conto, intitulado de Árvores Submersas. Talvez ele só já te prove alguma coisa em caráter de urgência, e aí você pode continuar o nado sem grandes tribulações na consciência sobre o uso do seu tempo.</p>

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<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Textamento de um livre-pensador &#8211; breves considerações sobre perfil e obra de Alberto Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
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		<category><![CDATA[sergipano]]></category>
		<category><![CDATA[textamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Ouso tecer breve comentário sobre o espírito e a obra do grande mestre Alberto Carvalho, com quem tive o imenso privilégio de compartilhar algumas anônimas e discretas ocasiões em que conversamos sobre Belas-Artes e Literatura. Tão somente estes dois temas, estes dois campos. Mas, oh, o quão vastos se revelaram &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span>uso tecer breve comentário sobre o espírito e a obra do grande mestre Alberto Carvalho, com quem tive o imenso privilégio de compartilhar algumas anônimas e discretas ocasiões em que conversamos sobre Belas-Artes e Literatura. Tão somente estes dois temas, estes dois campos. Mas, oh, o quão vastos se revelaram a partir da percepção acurada, do denso lastro de conhecimento daquele adorável, amável, sedutoramente sarcástico bebedor de cerveja.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Alberto Carvalho foi uma figura intelectualmente notável. Impressionava-me testemunhar sua capacidade de transitar com elegância e maestria pelos mais diversos campos do conhecimento, pelo menos nos quais é possível deitar a cristalina lente estética.</span></p>
<figure id="attachment_74612" aria-describedby="caption-attachment-74612" style="width: 440px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.12.59.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-74612" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.12.59-300x217.jpeg" alt="" width="440" height="318" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.12.59-300x217.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.12.59-768x555.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.12.59.jpeg 1024w" sizes="auto, (max-width: 440px) 100vw, 440px" /></a><figcaption id="caption-attachment-74612" class="wp-caption-text">Alberto Carvalho na antiga Livraria Regina, em setembro de 1960</figcaption></figure>
<p>Alberto Carvalho foi contista, poeta, crítico literário, crítico de cinema, crítico de belas-artes. E ainda um hábil elaborador de reflexões satíricas, buscando deixar claro que era, também, um crítico si mesmo.</p>
<p>Muito bom que o fosse, pois, entre poemas muito bem elaborados, o Grande Mestre compunha alguns bem chinfrins. Reconhecia-o ele mesmo.</p>
<p>Em tempo: as fotos incluídas no corpo deste artiguete foram generosamente emprestadas pelo sobrinho de Alberto, Ivo Carvalho, meu querido amigo, também um leitor atento, a quem devoto alta estima.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Alberto Carvalho nasceu a 3 de novembro de 1932, em Itabaiana e nos lançou à orfandade intelectual em 2002</span>.</p>
<p>Vou abordar, aqui, três produções literárias do Grande Mestre: <strong>&#8220;Textamento&#8221;,&#8221; Vão Livro&#8221; e “Dispersa Memória”</strong>.</p>
<p>É suficiente? Não, não é. Mas, penso, talvez proporcione alguma ideia quanto ao espírito das letras e demais artes nele encarnado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TEXTAMENTO</strong></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74616 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25-203x300.jpeg" alt="" width="203" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25-203x300.jpeg 203w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25-691x1024.jpeg 691w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25-768x1138.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.20.25.jpeg 864w" sizes="auto, (max-width: 203px) 100vw, 203px" /></a>Publicado em 1981</p>
<p>Folha de rosto traz a seguinte citação:</p>
<p><span class="sigijh_hlt">&#8220;Em lugar de se extasiar, o pensamento objetivo deve ironizar. Sem esta vigilância hostil, nunca atingiremos uma atitude verdadeiramente objetiva&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É um trecho de <strong>&#8220;A Psicanálise do Fogo&#8221;</strong>, de Gaston Bachelard</p>
<p>Longe de ser inserção gratuita de uma frase de efeito, a abertura do livro com esta citação previne, pelo menos aos leitores que detém algum conhecimento sobre o pensamento de Bachelard, o há por vir ao longo das páginas seguintes. Em tempo: Alberto inicia e finaliza este livro, Textamento, com Bachelard. E em <strong>Vão Livro</strong> [veremos mais adiante] o filósofo francês também encontra lugar num poema.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Em &#8220;Textamento&#8221;, esta quase &#8220;involuntária&#8221; produção poética, contistica, estética e filosófica, Alberto compõe algo, na minha percepção, como que uma hexologia, ou seja, dividida em seis seções, se ignorarmos o curto, mas densamente reflexivo prefácio. </span>São elas:</p>
<p><strong>Poemas</strong></p>
<p><strong>Contos e sinopses cinematográficas</strong></p>
<p><strong>Apresentações</strong></p>
<p><strong>Pequena Crítica</strong></p>
<p><strong>Varia</strong></p>
<p><strong>Anotações Patafísicas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Seção dedicada aos poemas</strong></p>
<p>Algo como trinta e sete poemas. Destes, sob o critério mais que arbitrário da preferência, destacarei três:</p>
<p><strong>Mulher e Ilha (p. 13)</strong></p>
<p>Um poema com três eixos: biológico, cinético e ontológico. Sobre estas referências, qual um amálgama, elaborado por segura e experiente pena alquímica, o colágeno filosófico existencial – este constituído da consciência do vir a ser. A reaparição de caracteres de um ascendente remoto e que permaneceram latentes por várias gerações. A (hereditariedade) biológica de características psicológicas, intelectuais, comportamentais. O exercício de um estilo que traz como ponto de vista, o cíclico, ainda que não eterno. A questão tripla “de onde viemos, o que somos, para onde vamos”, é, para Alberto Carvalho, um objeto de debate, reflexão, discussão, análise, circunscrito ao tangível, ao material, ao dialético – não é necessariamente a minha percepção, porém, isto pouco ou nada importa no contexto presente. É sobre a visão de mundo de Alberto Carvalho, mediante a sua produção poética, contística, ensaística, crítica que estamos a tratar aqui. Neste sentido, observemos os dois últimos versos da segunda estrofe de <strong>Mulher e Ilha</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">“Cheirava a molusco</p>
<p style="text-align: center;">Ou alga do mais antigo dos tempos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Observemos, então, os últimos três versos do mesmo poema:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Como o mar</p>
<p style="text-align: center;">De onde somos</p>
<p style="text-align: center;">O sumo e a soma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Físico-Química (p.39)</strong></p>
<p>Outro poema que, pelo menos a mim, forçou à reflexão. Numa primeira leitura, a bem da verdade, considerei o texto coisa de somenos. Porém, o que é curioso, e ignoro se tal fenômeno é comum no campo da percepção, volta e meia, volta-me ao poema. Lia e pensava, como diz Gogol, em Almas Mortas, obra inacabada, “mas que diacho de coisa!”. E, também a seguir o mestre russo, afastava-me destes versos para não ser acometido de tédio mortal.</p>
<figure id="attachment_74614" aria-describedby="caption-attachment-74614" style="width: 537px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.16.40.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-74614" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.16.40-300x217.jpeg" alt="" width="537" height="389" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.16.40-300x217.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.16.40-768x555.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.16.40.jpeg 1024w" sizes="auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px" /></a><figcaption id="caption-attachment-74614" class="wp-caption-text">Alberto Carvalho, Newman Sucupira (fotógrafo, grande conhecedor de música erudita e escritor, e Paulo Fernando.</figcaption></figure>
<p>Debalde: volta e meia flagrava-me diante do <strong>Físico-Química</strong>. Vencido, decidi a deitar sobre o mesmo a minha rachada e puntiforme lente do espírito, mesmo correndo o risco de pecar, mais uma vez, pela ausência de nitidez na perspectiva, produzindo na cachola apenas uma aberração analítica ou uma aberrante análise.</p>
<p>Ora, temos o termo <em>vibração </em>como a definição do movimento alternado de um corpo sólido em relação ao seu centro de equilíbrio. Vale dizer: o primeiro verso traz a oscilação, o balanço. Previne que o poema prosseguirá em estado vibratório.  O poema leva em conta o sermos a nós em meio às agitações frementes e rápidas; às palpitações; aos batimentos, às pulsações, às trepidações.</p>
<p>São condições cinéticas exteriores a nós, porém, estamos a comentar um poema, também são internas. Em ambas as premissas, toma-nos os movimentos físicos, induzidos por estimulações psíquicas, óticas, sonoras e outras&#8230;</p>
<p>Alberto Carvalho não propõe tal discurso de forma gratuita, não é um tolo, não busca efeito pelo efeito, não comete o desatino de apenas amontoar metáforas. <span class="sigijh_hlt">É um homem do seu tempo, aquele tempo em que sustentar uma cultura geral era poder dialogar com campos distintos com a perspicácia de entender que, em algum nível, estão interrelacionados.</span> Mais não seja porque estão neste mundo, o mesmo mundo.</p>
<p>Prossegue Alberto, em <strong>Físico-Química</strong>, a tomar como base da sua composição lírica, o fenômeno da irradiação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Comprimentos de onda</p>
<p style="text-align: center;">(Curtas, médias, X, Gama)</p>
<p style="text-align: center;">Radiações</p>
<p>Alberto prossegue a dizer nosso mundo, a nós, mas numa baliza científica (o que, em mim, pelo menos, provocou certa remissão à Augusto dos Anjos), do qual Alberto era atento leitor: “Na ogiva fulgida e nas columnatas/Vertem lustraes irradiações intensas/ Scintillações de lampadas suspensas/E as amethystas e os florões e as pratas”. <strong>(Poema Vandalismo, p. 164, livro Eu)</strong>.</p>
<p>Um interlocutor, de nome <strong>Antonio</strong>, quisera fosse eu, diz na segunda estrofe de <strong>Físico-química</strong>:</p>
<p style="text-align: center;">“Entre você e um gravador <strong>Akai</strong>,</p>
<p style="text-align: center;">Só a diferença de ondulações”.</p>
<p>O poema traz e, mais uma vez, afirmo que não de forma solta, gratuita, o ramo da física denominado Ondulatória. Os objetos de estudo deste ramo, deste campo, são as ondas e oscilações. A ondulatória classifica as ondas segundo a natureza, direção e dimensão de propagação.</p>
<p>Faço questão de enfatizar estes pontos para que nós tenhamos ciência [trocadilho medonho, reconheço], entendimento, sobre quem era, e ainda o é, Alberto Carvalho. Para que saibamos com quem estamos lidando.</p>
<p>A auto-redução intelectual, a qual imponho a mim, é proporcional à monumentalidade da produção estético-filosófica de Alberto Carvalho, da sua capacidade enciclopédica.</p>
<p>O poema segue a ressaltar os atos oriundos da pura vontade, esta não totalmente dirigida sob rédeas. Vale dizer: levando-se em consideração tanto as pulsões, quanto à consciência de que o conjunto de estruturas com funções semelhantes ou complementares, inerentes às relações anatômicas que operam em uníssono como as propriedades mentais.</p>
<p>Diria eu, nas minhas limitações: sou corpo e mente. Afirmação sem sal. Nada com coisa alguma.</p>
<p>Porém, pela pena do poeta e pensador Alberto Carvalho, o dito ganha vida, tempero, potência:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Fazer o que faço</p>
<p style="text-align: center;">Na lucidez como acidez:</p>
<p style="text-align: center;">Uma secreção de glândulas</p>
<p style="text-align: center;">Controlada por bases.</p>
<p style="text-align: center;">Na química a verdade</p>
<p style="text-align: center;">Para os sais de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O poema <strong>Físico-Química</strong> vale-se dos princípios físicos, químicos e biológicos relacionados às transformações que ocorrem nas substâncias e moléculas dos organismos e de seus processos metabólicos.</p>
<p>Eis o que somos, para o poeta. E algo disso pode ser lido quase ao final deste livro, <strong>Textamento</strong> em <strong>Anotações Patafísicas</strong>: “O viver é uma multiplicidade dos modos de ser. E somos parte do mundo. Como conhecê-lo, se somos feitos do mesmo ‘material’ que ele? <strong>(p. 162)</strong>.</p>
<p><strong>No modo como entendo a produção poética de Alberto Carvalho, percebo, caso não me equivoque em demasiado, um talento admirável no valer-se de estilos que me levam a especular que poeta bebe bem das águas simbolistas, pré-modernistas e modernistas.</strong> Ainda que seja, segundo penso, extremo cuidado com a abordagem estanque dos períodos (seja na Literatura ou nas Belas Artes).</p>
<p>Quanto ao diálogo, não necessariamente pacífico, convergente, com as escolas, proponho a comparação entre os versos citados de <strong>Físico-Química</strong> e os seguintes versos pertencentes ao poema <strong>Cismas de um destino</strong>, de Augusto dos Anjos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Cuspo, cujas caudais meus beiços regam,</p>
<p style="text-align: center;">Sob a forma de mínimas camândulas (<strong>contas de rosário, objeto de reza</strong>)</p>
<p style="text-align: center;">Benditas sejam todas essas glândulas,</p>
<p style="text-align: center;">Que, quotidianamente, te segregam!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jocoso como era, ácido consigo mesmo, pode até ser que Alberto se risse desta minha abordagem, desta minha conclusão. Mas, como já disse um poeta unânime, “não são as minhas verdades, mas são as suas verdades”.</p>
<p>Outros poderiam ser incluídos aqui, mas, para o que nos propomos, creio que baste.</p>
<p>O terceiro poema, intitulado <strong>Morrerei (p. 45)</strong>. Reparem a partir do quarto verso até a conclusão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">“Um dia desacordarei e dormindo&#8230;”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="sigijh_hlt">“Sursum Corda”</span> – Como sabemos, traduz-se como “Erguei os corações” (Exortação do padre oficiante à congregação de fiéis ao iniciar a missa). Ironia ao extremo: frase mais besta na besta vida.</p>
<p><strong>Contos</strong></p>
<p><strong> </strong>Para quem já leu os contos de Murilo Rubião, de Paulo Teles Morais, Célio Nunes, J. J. Veiga, Jorge Luís Borges, Cortázar, Calvino, com respectivas nuances mais ou menos aproximadas (ou em nada aproximadas), sentir-se-á bem à vontade com os contos escritos por Alberto Carvalho. Uma das chaves para compreensão ante o discurso satírico-melancólico destes contos, é uma apresentação que Alberto escreveu sobre o livro de Paulo Fernando Teles Morais,<strong> Emparedados</strong>. O título é emblemático: <strong>Os Densos Contos de Paulo</strong>. Alberto apresenta o livro do escritor e amigo apresentando, também, a si mesmo, pois, seus contos não buscam densidade, senão um hábil gracejo diante, e aqui eu me valho de frase de Borges, “desta confusão que é a vida”.</p>
<p>Como os autores outros acima citados, Alberto Carvalho sabe bem aplicar o verniz que simula a oposição ao racionalismo. Pode até o ser, porém, a bolha racional não permite que seja, salvo em estado de loucura, realmente furada. Narrativas exigem lógica.</p>
<p><strong>Apresentações</strong></p>
<p>Seção extremamente rica. Textos sobre exposições de pinturas, livros (como o de Paulo), já comentado há poucos instantes. Alberto busca o argumento de autoridade em Guy de Maupassant sobre o que definiria a natureza do gênero conto. E por que Maupassant antes de chegar a Paulo, o autor que é apresentado/comentado neste texto?</p>
<p>Ora, Alberto tem ciência do universal, mesmo estando na aldeia. É como ele nos alertasse que o objeto literário é aquele que criamos, aquele que lemos e muito mais. Parece nos dizer. Leia este livro, mas, não esqueça de que o campo é imenso.</p>
<p>Mais adiante, Justino e Djaldino, nomes que eu respeito e amizades as quais eu gostaria de recuperar, são citados, como importantes estudiosos do cinema que são.</p>
<p><strong>Pequena Crítica (p. 97)</strong></p>
<p>E é, nesta seção, esta quarta seção, que o grande mestre Alberto Carvalho é mais Alberto Carvalho do que nunca: a seção é aberta com um texto primoroso sobre o fenômeno estético denominado <strong>Maneirismo</strong>.</p>
<p>Para fins de uma referência mínima, creio que posso pontuar que o <strong>Maneirismo</strong> é uma manifestação estética complexa que se situa, na linha do tempo e, penso, no espaço, na Renascença Tardia. Perpassará o Barroco e, não raro, confundir-se-á com ele.</p>
<p>Quanto a Alberto Carvalho, este aplica uma didática clara, objetiva, ainda que esteja a abordar algo muito pouco claro e muito pouco objetivo como o <strong>Maneirismo</strong>.</p>
<p>Mais adiante, ao tratar de <strong>Aspectos da Crítica Literária (p. 103)</strong>, será um crítico metacrítico. Tal como Kant ao aplica razão sobre a Razão, levando-a a julgamento, Alberto aplicará uma ótica crítica sobre o fenômeno, ou o segmento, se assim quisermos, denominado <strong>Crítica Literária</strong>.</p>
<p>Daí por diante virá <strong>Lolita</strong>, <strong>Lampião </strong>(sequência das mais atípicas, para dizer o mínimo) e, mais uma vez, o poeta órfico Santo Souza. Desta vez, Alberto comenta sobre <strong>Pentáculo do Medo</strong>. O artigo crítico é intitulado, de forma muito feliz: <strong>Uma Viagem Cheia de Medos</strong>. E virão outros textos críticos, sinopses, reflexões sobre cinema&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Varia</strong></p>
<p>Alberto propõe um brinde com o leitor, bem à moda bárbara, chocando canecas de cerveja. É o artigo <strong>A Arte de Beber Cerveja</strong>.</p>
<p>Mais adiante, reflexões sérias, muito sérias, sobre o compromisso daqueles que aspiram os mais elevados patamares da intelectualidade, da cultura, para com o exercício de ler. Uma ode à leitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Anotações Patafísicas</strong></p>
<p>Antes, é de bom tom que meio que definamos o que vem a ser Patafísica: &#8216;Patafísica (francês: &#8216;pataphysique) é uma &#8220;filosofia&#8221; da ciência inventada pelo escritor francês Alfred Jarry (1873–1907) com a intenção de ser uma paródia da ciência. Difícil de ser simplesmente definido, tem sido descrito como a “ciência das soluções imaginárias”.</p>
<p>Sim, é com esse caráter jocoso, satírico, paródico, que Alberto Carvalho exercitará seus múltiplos talentos e comprovará, mais uma vez, sua imensa erudição,</p>
<p>Mas algo, pelo menos a mim, manifestou-se de maneira tocante: o respeito, a larga admiração, que Alberto Carvalho, grande mestre, nutria por outro igual, a saber: Gaston Bachelard.</p>
<p>Alberto inicia o livro Textamento com uma citação de Bachelard. E concluirá o livro com outra citação do filosofo francês no último aforisma, na última página.</p>
<p><strong>Vão Livro</strong></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74615 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29-222x300.jpeg" alt="" width="222" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29-222x300.jpeg 222w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29-758x1024.jpeg 758w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29-768x1038.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.19.29.jpeg 947w" sizes="auto, (max-width: 222px) 100vw, 222px" /></a>Publicado em 1986, <strong>Vão Livro </strong>traz uma marca indelével do Grande Mestre Alberto Carvalho: uma nota preliminar, com toques de ironia e fina perspicácia. Neste livro, a nota é intitulada <strong>Esclarecimentos</strong>.</p>
<p>A obra traz poemas, contos, ensaios e palestras. E estes indicativos são os títulos mesmos das seções, total de três, e mais um apêndice em forma de entrevista [pode ser o contrário, também].</p>
<p>Quanto a seção <strong>Poemas</strong>, vejamos o primeiro poema, <strong>Cacos Metrológicos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Imponderável como o amor dos elefantes</p>
<p style="text-align: center;">Apesar dos quilos dos amantes</p>
<p style="text-align: center;">E a terribilidade dos anjos</p>
<p style="text-align: center;">(Rilke sabia das coisas)</p>
<p style="text-align: center;">Sem peso como o cavalo na reta</p>
<p style="text-align: center;">Da chegada,</p>
<p style="text-align: center;">O carro sob a bandeirada</p>
<p style="text-align: center;">Da vitória</p>
<p style="text-align: center;">Ou o goleiro, pluma no ar,</p>
<p style="text-align: center;">Segurando/não segurando a bola.</p>
<p style="text-align: center;">Imponderáveis, sim:</p>
<p style="text-align: center;">Nossa vida sem destino</p>
<p style="text-align: center;">Mas com o sabido fim</p>
<p style="text-align: center;">E o mundo sem sentido nem saída.</p>
<p style="text-align: center;">Pesada como a bota do soldado</p>
<p style="text-align: center;">O soco no estômago</p>
<p style="text-align: center;">O peso do carrasco</p>
<p style="text-align: center;">Sobre o corpo do enforcado.</p>
<p style="text-align: center;">A pedra de Sísifo era mais leve</p>
<p style="text-align: center;">Que a fome dos miseráveis</p>
<p style="text-align: center;">E a pobreza dos espíritos.</p>
<p style="text-align: center;">Serão os astronautas imponderáveis?</p>
<p style="text-align: center;">Da Terra saíram grávidos.</p>
<p style="text-align: center;">O peso é nosso</p>
<p style="text-align: center;">O resto é imaginação</p>
<p style="text-align: center;">(Que é leve)</p>
<p style="text-align: center;">Nosso peso a balança mostra.</p>
<p style="text-align: center;">A medida do homem é seu caixão.</p>
<p>O poema é (des) estruturado num eixo de complexidade fractal. Ao mesmo tempo, as fibras da ambiguidade e da dialética definem a trama lírica. O título, <strong>Cacos Metrológicos</strong>, segue, em paralelo, à expressão que denota um fenômeno: <strong>Caos Meteorológico</strong>.</p>
<p>A composição vibra a corda da incerteza, o que redunda nos questionamentos entrelinhas: como há de definir-se os melhores parâmetros? A não ser possível prever, de fato, como ensaiamos a melhor previsão para cada minuto da prática diária? Alberto, a exceção das medidas matemáticas mortuárias, parece insistir que não há nenhuma razão para acreditar que exista um modelo perfeito de organização e controle. Os termos são determinados pela vida.</p>
<p>Percebe-se que o poema é (des) ordenado: a lembrar os cacos usados para revestimento ou técnica de revestimento ou pavimentação em que se utilizam fragmentos desse tipo dispostos sobre uma camada de argamassa semelhante a um mosaico, enquanto o poeta elenca o que não pode ser exatamente calculado, nem previsto, mas cujo efeito pode ser determinante.</p>
<p>Algo de essencial, em relação à cultura francesa, mesclada às suas raízes itabaianenses, portanto, do Nordeste, está sempre presente nos escritos de Alberto Carvalho. O digo a partir, dentre outras criações do livre-pensador, do poema <strong>Passeio no Tempo</strong>, em que diz:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Jovem sem juventude</p>
<p style="text-align: center;">Fui “flaneur” rústico</p>
<p style="text-align: center;">Numa cidade nordestina,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E em <strong>Poema com Invocações</strong>, se cita Drummond, também inclui Malraux, Sartre, Camus. E raspa em Kafka, um pouco mais ao leste.</p>
<p>Em <strong>El Amor/L’Amore/L’Amour</strong>, eia Bachelard, quase onipresente na obra albertocarvalheana:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">O amor é uma fricção</p>
<p style="text-align: center;">Disse Bachelard.</p>
<p style="text-align: center;">Como atrito sai fogo,</p>
<p style="text-align: center;">O chamado fogo da paixão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alberto dialoga, ao nível íntimo, com Bachelard. O sistema filosófico bachelardiano é a referência basilar da produção poética, contista, ensaística do escritor sergipano. O poema acima nos remete à seguinte reflexão de Gaston Bachelard, em <strong>A Psicanálise do Fogo</strong>: &#8220;O fogo e o calor fornecem meios de explicação nos domínios mais variados porque são, para nós, a ocasião de lembranças imperecíveis, de experiências pessoais simples e decisivas”.</p>
<p>Precisa dizer mais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contos</strong></p>
<p>O primeiro conto, de uma sequência de onze, intitulado Anotações de um suicida, é o exercício estético albertocarvalhiano par excellence: já ao primeiro parágrafo, o escritor aplica a mais ácida e, ao mesmo tempo, mais melancólica das ironias. Alberto opera na linha que percebe o ato do suicídio como algo racional e planejado, distante do que costumeiramente se pensa, julga e opina meio ao senso comum. O personagem afirma que sua decisão não tem fundo de insanidade algum. &#8220;Nada de fases freudianas, complexos ou fixações&#8221;, esclarece.</p>
<p>Alberto põe, no discurso do personagem suicida, referências interessantes, truque honesto do autor, para lembrar, do seu lastro constituído pela mais alta cultura geral, ao leitor do conto.</p>
<p>Alberto busca a perspectiva kantiana de coexistência pacífica e do entendimento comum a partir da boa vontade.</p>
<p>O terceiro parágrafo é uma deliciosa e erudita confissão de inépcia. O termo &#8216;ersatz&#8217;, que descreve qualquer substituto ou imitação, especialmente quando é inferior ao original, é habilmente inserido, avalizado pela presença de Walter Benjamin [um dos pensadores preferidos de Alberto Carvalho]. O personagem está a pagar pesado tributo por ter levado uma &#8220;vida de correção neurótica&#8221;.</p>
<p>Contudo Alberto, pela boca do personagem, não aceita que neurose seja sinônimo de desvario e de estupidez.</p>
<p>O suicida anota seus argumentos com acuidade filosófica: &#8220;Antes que algum psicólogo improvisado, desses de canto de rua ou estabelecido em clínica especializada, fale em loucura, gostaria de lembrar que insanidade é confusão, desequilíbrio, nunca lucidez&#8221;.</p>
<p>Alberto cuida para que seu &#8216;herói&#8217; não seja tomado, de maneira injusta, por louco. Afasta qualquer possibilidade de levar em consideração a compreensão clássica entre os gregos, de que a causa das doenças era a culpa por um crime não expiado.</p>
<p>Se há, no personagem, algo de assustador, disforme, não se dá tal coisa pelo exterior: &#8220;Fui um avantesma de mim mesmo&#8221;.</p>
<p>Comentarei este conto, os demais estão à espera de você, leitor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ensaios e Palestras</strong></p>
<p>Desta seção destaco os ensaios &#8220;Aspectos antropológicos do itabaianense&#8221; e &#8220;Sobre Walter Benjamin&#8221;.</p>
<p>Quanto ao primeiro, mais uma vez, ironia e erudição dão-se às mãos. Verdadeira aula de etnografia, incluindo mitos e traço psicológico: &#8220;Se há a marca do mistério, nem por isso os itabaianenses são nefelibatas, pelo contrário, têm os pés fincados na terra&#8221;. E isto devido &#8220;ao lado montanhês e à ausência do mar&#8221;.</p>
<p>Quanto ao segundo, Alberto inicia o ensaio com uma frase, a qual quando li, me senti como se passasse a fazer parte de uma ordem de iniciados. Diz o grande mestre: &#8220;Uma das minhas maiores gratificações intelectuais foi ter conhecido a obra de Walter Benjamin&#8221;. Sempre pensei o mesmo.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74619 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30-230x300.jpeg" alt="" width="230" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30-230x300.jpeg 230w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30-783x1024.jpeg 783w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30-768x1004.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-26-at-15.24.30.jpeg 1101w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /></a>A leitura, não somente da obra, mas, também, do autor, levada a efeito por Alberto Carvalho, é serena e segura. Alberto exibe senso crítico aliado à airosidade: &#8220;Ler Benjamin, apesar de que muitas das suas posições pareçam contraditórias é se deliciar com um artista da palavra, profundo, mas sucinto, variado e sempre brilhante.”</p>
<p>Alberto soube usar, sem pesar a mão, sem carregar nas tintas, os adjetivos mais adequados em seu elogio ao filósofo da aura, das galerias, do drama barroco alemão.</p>
<p>Por fim, algumas palavrinhas a respeito de &#8220;Dispersa Memória&#8221;. E estas linhas não são recentes. Reproduzo, agora, o que escrevi há mais de vinte anos. Vamos lá.</p>
<p>Apesar do livro, nada está disperso, apesar de coisa alguma, no livro, manter-se sob total controle. Eis o estilo Alberto Carvalho.</p>
<p>Mas o fato é que o escritor revela salutar e bem-disposta seleção mnemônica, fazendo de cada texto parte essencial de um tecido mental bem costurado.</p>
<p>Ah, desde então eu já desautorizava uns poeminhas sensabóricos, insípidos cometidos pelo Grande Mestre.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Mas é importante reconhecer que Dispersa Memória continua a ser leitura necessária. Pelo menos para mim.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENFIM&#8230;</strong></p>
<p><span class="sigijh_hlt">Alberto Carvalho mantinha uma visão ampla e afiada da arte e da vida. </span>Não sei se ateu ou agnóstico (nunca ficou claro a mim), entendia a vida a ser vivida aqui e agora. Mas, diga-se de passagem, sem pressa. Principalmente quando o objetivo é (digo é porque para Alberto deveria ser constante) a fruição estética qualificada e o conhecimento fundamentado. Para Alberto, viver o fenômeno Arte, era viver o fenômeno Vida.</p>
<p>Na ótica albertocarvalhiana, a arte significava o passo adiante, o escapar à mediocridade. É possível perceber o entusiasmo do pensador itabaianense, ao mesmo tempo o cuidado quase que epistemológico, ao produzir os textos que abordam artistas, os quais ele conhecia bem. Vários são seus amigos e admiradores. Isto vale para os textos dedicados às artes plásticas e para os textos dedicados à literatura.</p>
<p>E quando passamos a conhecer suas produções críticas que nascem da visão cosmopolita, trazendo suas impressões quanto ao que se produziu na Europa, notadamente no cinema, temos a nossa sensibilidade ferida pela imediata consciência de que a arte, para Alberto Carvalho, significava um desvelamento pelo qual podemos nos ver se revelados como seres-no-mundo.</p>
<p>A Arte, para Alberto Carvalho, em suas manifestações/expressões máximas, era o máximo na Vida.</p>
<p>Nestes livros que aqui, ‘en passant’, comentei, Alberto Carvalho oferece, generosamente ao leitor, um universo de possibilidades.</p>
<p>Na minha opinião, se queremos honrar sua memória, temos de compreender sua dimensão intelectual (como ensaísta) e artística (como escritor) em toda sua grande extensão e grande profundidade.</p>
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		<title>Escritor Jeová Santana lança, amanhã, o livro &#8220;Rasuras do imaginário&#8221;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/escritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 15:42:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[doutor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não deixa de ser, contudo, uma forma de levantar o moral desse meu representante do que melhor li, até agora, nesse território de ilusões chamado literatura”. Esse é um extrato do conto “Letras  com sangue”, que integra o livro “Rasuras do imaginário”, do sergipano Joevá Santana. O livro será lançado neste sábado, 11, a partir &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fescritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario%2F&amp;linkname=Escritor%20Jeov%C3%A1%20Santana%20lan%C3%A7a%2C%20amanh%C3%A3%2C%20o%20livro%20%E2%80%9CRasuras%20do%20imagin%C3%A1rio%E2%80%9D" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fescritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario%2F&amp;linkname=Escritor%20Jeov%C3%A1%20Santana%20lan%C3%A7a%2C%20amanh%C3%A3%2C%20o%20livro%20%E2%80%9CRasuras%20do%20imagin%C3%A1rio%E2%80%9D" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fescritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario%2F&amp;linkname=Escritor%20Jeov%C3%A1%20Santana%20lan%C3%A7a%2C%20amanh%C3%A3%2C%20o%20livro%20%E2%80%9CRasuras%20do%20imagin%C3%A1rio%E2%80%9D" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fescritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario%2F&amp;linkname=Escritor%20Jeov%C3%A1%20Santana%20lan%C3%A7a%2C%20amanh%C3%A3%2C%20o%20livro%20%E2%80%9CRasuras%20do%20imagin%C3%A1rio%E2%80%9D" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fescritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario%2F&#038;title=Escritor%20Jeov%C3%A1%20Santana%20lan%C3%A7a%2C%20amanh%C3%A3%2C%20o%20livro%20%E2%80%9CRasuras%20do%20imagin%C3%A1rio%E2%80%9D" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/escritor-jeova-santana-lanca-amanha-o-livro-rasuras-do-imaginario/" data-a2a-title="Escritor Jeová Santana lança, amanhã, o livro “Rasuras do imaginário”"></a></p><p>“Não deixa de ser, contudo, uma forma de levantar o moral desse meu representante do que melhor li, até agora, nesse território de ilusões chamado literatura”. Esse é um extrato do conto “Letras  com sangue”, que integra o livro “Rasuras do imaginário”, do sergipano Joevá Santana. <span class="sigijh_hlt">O livro será lançado neste sábado, 11, a partir das 19 horas, no Mini Golf Bar &amp; Acepipes, na avenida Ivo do Prado,</span> com sessão de autógrafos e uma espécie de sarau, quando amigos farão a leitura de alguns dos contos, além de muita música.</p>
<p>A música será por conta de Aldemir Barros, cantor nas noites de Aracaju, ex-aluno  de Jeová, no Centro de Excelência Ministro Marco Maciel, e hoje alçado à condição de amigo. A escolha do local foi feita a dedo. A Ivo do Prado é a continuidade da Rua da Frente. Esta, na opinião do escritor, é “a rua mais bonita do mundo”.  Ele também considera a literatura “a palavra mais bonita do mundo”. Neste lançamento, em que Jeová vai comemorar trinta anos de estrada, “nada melhor que ter a paisagem do rio Sergipe como testemunha”. diz.</p>
<p>Este livros de contos é, na verdade, um complemento de outros do mesmo gênero que o autor conduz com maestria, a exemplo do “Dentro da casca”, “A ossatura” e o “Inventário de ranhuras”. Neste novo livro, além do conto “Letras de sangue”, o leitor vai mergulhar no pesadelo, nos labirintos da memória pelo olhar da criança  em “A coleira do silêncio”, “Tantas águas” e “O ossinho de tia Gusta”,  que alinhava-se a uma galeria de personagens estranhos como o justiceiro de “Espancamento”; o vizinho ladrão em  “Galinhada”;  tarados  que vão  do voyeurismo em “Kátia lendo”, à  concretização do desejo  carnal em “Nebulosas” ou prestes a realizá-lo em “Dálias”.</p>
<p>Dessa vez, a violência e os absurdos, sobretudo, no território urbano, também são registrados por contos curtos e micros. Nestes, o instantâneo torna-se afeito aos tempos que ora atravessamos, nos quais os abusos da imagem solapam a empatia e solidariedade.  Nesse caso, a literatura pode ser um antídoto contra a espetacularização. Aqui,  o leitor vai sentir-se em casa. Ou não.</p>
<h2>Biografia</h2>
<p>Jeová Santana nasceu em Maruim, em 1961. É professor titular da Universidade Estadual de Alagoas, aposentado da rede pública de ensino em Aracaju, mestre em Teoria Literária pela Unicamp e doutor em Educação e Ciências Sociais pela PUC-SP.</p>
<p>É autor de Dentro da casca (1ª. ed.1993; 2ª. ed. 2019 &#8211; Menção Honrosa no Prêmio Núbia Marques de Contos &#8211; 1990), A ossatura (2002), Inventário de ranhuras (2006), Poemas passageiros (2011), A crítica cultural no ensaio e na crônica de Genolino Amado (2014), O internato como modelo educacional segundo a literatura: um estudo sob a perspectiva da teoria crítica (2015), Solo de rangidos (2016) Estilhaços (2021) Rasuras do imaginário  (2023).</p>
<p>Participou das coletâneas Caleidoscópios: por entre imagens, gêneros, educações e histórias (UFPE/Sorbonne University, 2015) Chico Buarque, o romancista: ensaios (2021) e Sobressaltos: Antologia de poemas contemporâneos brasileiros (a sair no próximo ano). Também para o próximo ano, Poemas passageiros (versão bilíngue, português e espanhol).</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46150" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas notícias:</span><div id="wplp_widget_46150" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46150" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46150" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46150_99507" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/liquida-aju-movimenta-aracaju-com-descontos-e-premios-ate-3-de-julho/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Design-sem-nome-32-660x330.png 660w" alt="Liquida Aju movimenta Aracaju com descontos e prêmios até 3 de julho" class="swiper-lazy wplp_thumb" /><div class="swiper-lazy-preloader"></div></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/liquida-aju-movimenta-aracaju-com-descontos-e-premios-ate-3-de-julho/"  class="title">Liquida Aju movimenta Aracaju com descontos e prêmios até 3 de julho</a></div></div><div id="wplp_box_left_46150_99507" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46150_99507" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46150_99507" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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		<title>Sobre &#8220;Todas as coisas sem nome&#8221;, de Walther Moreira Santos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 12:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
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		<category><![CDATA[Walther Moreira Santos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=72098</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Germano Viana Xavier (*) &#160; Todas as coisas sem nome (2014) é o terceiro livro escrito por Whalter Moreira Santos que leio nesta vida. Antes dele, tive o prazer de ler Dentro da chuva amarela (2006) e O  metal de que somos feitos (2013) &#8211; se procurar bem, você encontrará minhas impressões sobre esses &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/sobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos/">Sobre &#8220;Todas as coisas sem nome&#8221;, de Walther Moreira Santos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos%2F&amp;linkname=Sobre%20%E2%80%9CTodas%20as%20coisas%20sem%20nome%E2%80%9D%2C%20de%20Walther%20Moreira%20Santos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos%2F&amp;linkname=Sobre%20%E2%80%9CTodas%20as%20coisas%20sem%20nome%E2%80%9D%2C%20de%20Walther%20Moreira%20Santos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos%2F&amp;linkname=Sobre%20%E2%80%9CTodas%20as%20coisas%20sem%20nome%E2%80%9D%2C%20de%20Walther%20Moreira%20Santos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos%2F&amp;linkname=Sobre%20%E2%80%9CTodas%20as%20coisas%20sem%20nome%E2%80%9D%2C%20de%20Walther%20Moreira%20Santos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos%2F&#038;title=Sobre%20%E2%80%9CTodas%20as%20coisas%20sem%20nome%E2%80%9D%2C%20de%20Walther%20Moreira%20Santos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/sobre-todas-as-coisas-sem-nome-de-walther-moreira-santos/" data-a2a-title="Sobre “Todas as coisas sem nome”, de Walther Moreira Santos"></a></p><blockquote><p>Por Germano Viana Xavier (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as coisas sem nome (2014) é o terceiro livro escrito por Whalter Moreira Santos que leio nesta vida. Antes dele, tive o prazer de ler Dentro da chuva amarela (2006) e O  metal de que somos feitos (2013) &#8211; se procurar bem, você encontrará minhas impressões sobre esses dois últimos aqui na internet também. O Whalter é um sujeito singular, muito ativo em várias esferas das artes. Coincidentemente, este seu Todas as coisas sem nome, que ganhei do próprio autor, foi o vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura 2016, justamente no ano em que o meu Sombras adentro (ainda não publicado) ficou entre os 14 finalistas dentre cerca de 250 obras inscritas.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/todas-coisas-livro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-72103 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/todas-coisas-livro-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/todas-coisas-livro-225x300.jpg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/todas-coisas-livro.jpg 350w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>O livro é um apanhado de 14 contos com enredos bem diversificados, todos eles muito bem escritos, muito bem pronunciados (uns mais que outros, claro) e muito bem manipulados. Um bom escritor a gente conhece de pronto. Walther Moreira Santos tem o que nos oferecer em termos de literatura. Numa das últimas edições da Festa Literária do Alto do Moura, em Caruaru, num evento organizado em parceria com o SESC, tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente e de trocar algumas palavras, e o mesmo tom inquiridor presente em seus textos é facilmente percebido quando o escutamos. Até quando mesmo autor e obra se distanciam? Ah, estas fronteiras&#8230;</p>
<p>Em Todas as coisas sem nome, alguns contos trazem as aparências do fantástico bem às vistas, às claras. Sua prosa (poética &#8211; por que não dizer assim?) intensifica o significado das analogias usadas e amplifica o discurso das personagens. Com naturalidade, as tramas evoluem sob nossos olhares, atentos. Um ou outro conto menos interessante ou menos acabado não trazem prejuízo algum para o geral do compêndio. Na arte da ficção, sem dúvidas o escritor da cidade pernambucana de Vitória de Santo Antão é já um mestre bem estabelecido, e não ao léu são todos os seus títulos premiados e/ou laureados.</p>
<p>Por fim, um tira-gosto já bem conhecido da obra que circula por aí, pelos quatro cantos do ciberespaço: &#8220;Um filho trata dos espólios do pai pedófilo; outro descobre motivos para manter a fábrica de balas de prata do pai; um menino abusado pelo tio evangélico consegue vingança inesperada; a morte de um escritor muda a rotina de uma ilha. Esses são alguns dos enredos dos contos que compõem o livro, flertando com o fantástico e a prosa poética, com uma linguagem precisa e técnica apurada. Eu e minhas tantas palavras &#8211; quando Deus é silêncio. Eu e meus tantos escritos-vaidades. Vivendo em um mundo onde pão, poesia e Verbo são uma só coisa. Enquanto o Mundo-Realidade é feito de Concreto, Fábrica de mentiras, Golpes de Estado, Rios Envenenados, Florestas Incendiadas, Estupros Coletivos, Crianças Explodindo com vinte quilos de PETN amarrados no corpo&#8221;.</p>
<p>Uma dica: para chuvas amarelas internas, é sempre bom andar sem guarda-chuva.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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			</item>
		<item>
		<title>De que metal somos feitos?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/de-que-metal-somos-feitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 13:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
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		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[metal]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[revisitada]]></category>
		<category><![CDATA[simbologia]]></category>
		<category><![CDATA[tropeços]]></category>
		<category><![CDATA[Tzvetan Todorov]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Germano Viana Xavier (*) &#160; Dia desses, fiz uma visita a um professor do curso de Psicologia da UFRPE/Campus Vitória de Santo Antão e quando, num rápido desenlace acerca do assunto principal de nossa conversa, começamos a flertar com o tema literatura, o professor me perguntou algo sobre o escritor Walther Moreira Santos, sujeito &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fde-que-metal-somos-feitos%2F&amp;linkname=De%20que%20metal%20somos%20feitos%3F" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fde-que-metal-somos-feitos%2F&amp;linkname=De%20que%20metal%20somos%20feitos%3F" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fde-que-metal-somos-feitos%2F&amp;linkname=De%20que%20metal%20somos%20feitos%3F" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fde-que-metal-somos-feitos%2F&amp;linkname=De%20que%20metal%20somos%20feitos%3F" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fde-que-metal-somos-feitos%2F&#038;title=De%20que%20metal%20somos%20feitos%3F" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/de-que-metal-somos-feitos/" data-a2a-title="De que metal somos feitos?"></a></p><blockquote><p>Por Germano Viana Xavier (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/livro-o-metal-de-q-somos.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-71201 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/livro-o-metal-de-q-somos-229x300.png" alt="" width="229" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/livro-o-metal-de-q-somos-229x300.png 229w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/10/livro-o-metal-de-q-somos.png 518w" sizes="auto, (max-width: 229px) 100vw, 229px" /></a><span class="dropcap ">D</span>ia desses, fiz uma visita a um professor do curso de Psicologia da UFRPE/Campus Vitória de Santo Antão e quando, num rápido desenlace acerca do assunto principal de nossa conversa, começamos a flertar com o tema literatura, o professor me perguntou algo sobre o escritor Walther Moreira Santos, sujeito da referida localidade e que é hoje um daqueles nomes a serem guardados em nossa literatura dita contemporânea. Prontamente, disse que sim, que eu já ouvira falar nele e que, inclusive, <span class="sigijh_hlt">o Walther acabara de levar o IV Prêmio Pernambuco de Literatura, concurso que eu também havia participado e que eu terminara como um dos 14 finalistas dentre um total de 250 obras inscritas</span>. Todavia, parei por aí. Eu não havia lido absolutamente nada dele até então.</p>
<p>O simpático e antenado professor, sem titubear, destarte, foi até um dos cômodos de sua casa e me trouxe dois livros de autoria de Walther e me disse com uma voz vitoriosa: &#8211; Pronto, são seus agora. Leia-os! Fui para casa. Depois que me assentei da viagem e de um bom banho, fui fazer uma pesquisa acerca do autor em questão. Logo soube que de <span class="sigijh_hlt">sua lavra já são mais de duas dezenas de (bons) livros, entre eles UM CERTO RUMOR DE ASAS (2000), HELENA GOLD (2003), O CICLISTA (2008), DENTRO DA CHUVA AMARELA (2006) e O METAL DE QUE SOMOS FEITOS (2013<span class="sigijh_hlt"><span class="sigijh_hlt">)</span>, com o qual venceu o I Prêmio Pernambuco de Literatura</span></span>. Por falar em prêmios literários, o escritor tem disputado e vencido importantes premiações da área. O reconhecimento, ainda que mínimo, não demorou a surgir e fazer reluzir seu nome.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Pois bem, O METAL DE QUE SOMOS FEITOS, livro que motiva este meu curto resenhar, é um compêndio que agrega 12 contos e uma novela. O autor burila com um fenômeno-mor (A história) e tece uma fina cadeia entre os sentidos de sua ficção e os sentidos da realidade dos homens. Para isso, intercala doses estratégicas acerca das diversas formas de violência e suas simbologias. A Bíblia também é revisitada e uma espécie de arrebatação universal turva e por vezes abominável faz-se presente na quase totalidade do enredo dos contos da obra.</p>

			</div></div>
<p>A vida, enfim, é a ponte usada por Walther para alicerçar seus saltos e lampejos a cada frase construída. A vida amolada, desgastada, afiada, corrompida por seres humanos também amolados, desgastados, afiados até não poderem mais. Em cima desta ponte, bem no centro dela, está um grande bloco metálico que impede os transeuntes de passarem de um lado para outro. Há um discurso sobre liberdades e aprisionamentos. Há nos textos de O METAL DE QUE SOMOS FEITOS uma barreira e uma surpresa sempre vivas. Mas a surpresa, aqui, quase sempre não é transformada em um sinônimo para desfechos felizes.</p>
<p>Apesar de alguns naturais tropeços, o bordado de O METAL DE QUE SOMOS FEITOS evidencia uma escrita cujo alvo retira qualquer privilégio ligado a uma possível imanência estruturalista que se volte a alguma espécie de verborragia linguística infame e/ou até desnecessária. Em consonância para com o pensamento que o estudioso búlgaro Tzvetan Todorov avalia como positivo (vide A LITERATURA EM PERIGO), talvez o maior trunfo do livro de Walther seja mesmo o de se aproximar do mundo, do real, da vida, de uma maneira simples e direta. Sua verdade &#8211; a verdade do livro -, portanto, sofre bifurcações e não se aliena ao poder intrínseco do texto e somente ao texto. <span class="sigijh_hlt">O METAL DE QUE SOMOS FEITOS é um livro sobre nós com o mundo, sobre nós no mundo, sobre nós e sobre o mundo. Por isso, já vale a leitura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Expedito, contos e memórias</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/expedito-contos-e-memorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 13:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[compreensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou fã de rádio desde a minha infância. A minha primeira experiência foi na antiga emissora Rádio AM Progresso, da cidade de Lagarto-SE, do Grupo Rocha, fundada no início dos anos 80. De lá para cá, em casa, sobretudo durante as refeições, o aparelho está sempre ligado. Em outros tempos, aos programas jornalísticos locais, mas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fexpedito-contos-e-memorias%2F&amp;linkname=Expedito%2C%20contos%20e%20mem%C3%B3rias" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fexpedito-contos-e-memorias%2F&amp;linkname=Expedito%2C%20contos%20e%20mem%C3%B3rias" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fexpedito-contos-e-memorias%2F&amp;linkname=Expedito%2C%20contos%20e%20mem%C3%B3rias" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fexpedito-contos-e-memorias%2F&amp;linkname=Expedito%2C%20contos%20e%20mem%C3%B3rias" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fexpedito-contos-e-memorias%2F&#038;title=Expedito%2C%20contos%20e%20mem%C3%B3rias" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/expedito-contos-e-memorias/" data-a2a-title="Expedito, contos e memórias"></a></p><p>Sou fã de rádio desde a minha infância. A minha primeira experiência foi na antiga emissora Rádio AM Progresso, da cidade de Lagarto-SE, do Grupo Rocha, fundada no início dos anos 80. De lá para cá, em casa, sobretudo durante as refeições, o aparelho está sempre ligado. Em outros tempos, aos programas jornalísticos locais, mas com a queda da qualidade e por sempre noticiarem apenas as verdades que os grupos políticos que os bancam querem, todas as atenções se voltam para a parte musical, que também não anda lá essas coisas, tocando canções de corar até mesmo aqueles mais modernos, com expressões chulas e inapropriadas para uma criança, por exemplo.</p>
<p>Ao longo de minha jornada no campo cultural, tive a oportunidade de conduzir e apresentar dois programas de rádio: Cultura na Progresso, na AM Progresso; e Relicário Cultural, na Juventude FM, idealizada e coordenada por Aloisio, o Prefeitinho. O segundo, mais duradouro, cerca de três anos, aos sábados pela manhã. O formato era música, entrevista, debate e notícias, sempre na perspectiva da promoção cultural, dos saberes e fazeres culturais e também seus agentes e fazedores de cultura.</p>
<figure id="attachment_64628" aria-describedby="caption-attachment-64628" style="width: 627px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-64628" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito.jpg" alt="Expedito" width="627" height="371" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito.jpg 1269w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito-300x178.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito-1024x606.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/03/claudefranklin-lito-e-expedito-768x455.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 627px) 100vw, 627px" /></a><figcaption id="caption-attachment-64628" class="wp-caption-text">Claudefranklin, Lito e Expedito na Rádio Jubileu</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">Na última quarta-feira, recebi o convite do escritor José Expedito Souza para participar de seu mais novo projeto: “Expedito, Contos e Memórias”.</span> Programa que vai ao ar nas quartas-feiras pela manhã, das 8 às 9h, pela Rádio Jubileu 105,9, emissora comunitária localizada na Rua Manoel Espírito Santo, 21 A – Bairro Grageru, Aracaju-SE, nas dependências da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, na Igreja do Grageru. Além da transmissão radiofônica, ao vivo e depois disponível no canal do YouTube @RadioJubileuFM.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Nos auxiliando na técnica, o senhor Lito. </span>Na ocasião, conversamos um pouco (na verdade, falei tanto que estourou o tempo do programa – risos) de minha trajetória de vida e também como intelectual e escritor. Antes, Expedito leu uma de suas crônicas presentes em seu livro “Relógio do Tempo”, de 2015. “Expedito, Contos e Memórias” estreou no dia 15 de março, com a participação, via telefone, da poetisa Martha Hora. O próximo convidado é o meu conterrâneo e confrade, o poeta Assuero Cardoso Barbosa.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Foi a primeira vez que, publicamente, apresentei o meu primeiro trabalho como escritor sem ter a consciência de sê-lo: “A Reportagem</span>”. Resultado de uma atividade avaliativa do meu primeiro ano do Ensino Médio, no Colégio Estadual Abelardo Romero Dantas, 1989, provocada pelo professor de Língua Portuguesa, Gilson Alves da Silva: “Eu escrevi sem ter a mínima noção que um dia poderia vir a lançar livros, por exemplo. Penso que ali  estava plantada a sementinha”. Disse aos seus ouvintes, feliz por estar ali, me sentindo plenamente à vontade, diante do microfone e do amigo fraterno, Expedito.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Sobre Expedito Souza, penso que dispensa apresentações. Porém, nunca é demais dizer e confirmar a importância de seu talento literário e sua sensibilidade artística e humana.</span> Aliás, não a primeira vez que lhe dedico algumas palavras (ver “As lentes e as letras de Expedito Souza” – CS, 26 de março de 2021). Natural da cidade de Riachão do Dantas (1944), é economista pela Universidade Federal de Sergipe, tendo atuado na Petrobras e na Escola Técnica de Sergipe. Consagrou-se como escritor, notadamente, pelos sucessos editoriais “Memórias de Aracaju 1” (2012) e “Memórias de Aracaju 2” (2013 e 2017).</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Integrante do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho, da Academia Sergipana de Letras, há muito já merece ocupar uma cadeira naquela casa. </span>De sua lavra, sou fã de “Memórias de Aracaju Bodegas”, lançado em 2019, e que me faz recordar de minha infância no Bar e Mercearia São José (entre as ruas Mizael Vieira e Senhor do Bonfim), em Lagarto-SE, de propriedade que foi de meu saudoso pai José Almeida Monteiro. Fato que recordei no programa “Expedito, Contos e Memórias”, que certamente veio para ficar e cujo legado, como tudo que seu mentor faz, deixará grandes lições e fontes para a compreensão e conhecimento da História Cultural e Social de Sergipe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>__________</p>
<p>(*) Professor doutor do Departamento de História da Universidade Federal Sergipe.</p>
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		<title>&#8220;Pensei, quando não tirana, é ciranda a vida. Ciranda.&#8221;( em Os mortos não comem açúcar, p.34 )</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 15:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Os mortos não comem açúcar”, de Alexandre Furtado, é um lançamento da Editora Confraria do Vento. Furtado, professor e amante da literatura, inova no livro. São 14 contos (os 14 não gerariam uma novela?) que, ao final, narram uma única história. Assim é, pois assim parece ser. Impressão. Iniciado pelo conto “Tão logo a noite &#8230;</p>
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<p>“Os mortos não comem açúcar”, de Alexandre Furtado, é um lançamento da Editora Confraria do Vento. Furtado, professor e amante da literatura, inova no livro. São 14 contos (os 14 não gerariam uma novela?) que, ao final, narram uma única história. Assim é, pois assim parece ser. Impressão. Iniciado pelo conto “<em>Tão logo a noite acabe”</em>, ao som de <em>Para um amor no Recife</em>, de Paulinho da Viola, o livro finda com um <em>Aos céus um pedido</em>, que flui é mesmo ao silêncio de todas as estações.</p>
<p>O primeiro conto, supracitado no parágrafo anterior, recobra-se em um pacote com roupas íntimas e a lembrança viva eterna de um amor aniquilado no antes por incompatibilidades no que tange ao pensamento político por parte de duas famílias, uma peça-colégio que reconta faíscas memoriais. Imagens que flutuam nas águas das sedes. Em <em>Assim, quando menos se espera</em>, um beijo sem querer, o inesperado, no bar, no fim da noite. E as ruas recifenses. Travessias. Em <em>O melhor das meninas ou todas as horas de minha vida</em>, o encontro na Casa Dez, bordel onde todas as máscaras pareciam cair. Cantos de Ossanha. Em <em>É jogo</em>, a década de 70, Copa do Mundo, as relações humanas mais triviais. Nossos festivais de carne. Nossos carnavais.</p>
<p>Em todo o restante, e desde a página primeira, lascívia, sexualidade, vinil do Cartola, visgos do amor, almas quentes, sambas, praia, o povo, uma moralidade distendida, a década de 70, a vida comum, o tempo que passa passageiro, a saudade impressa no corpo, a febre e o clima, o antigo Recife, as curvas atenuantes nas dobras das pontes da Veneza brasileira a bordo dos ônibus elétricos, o abuso sexual, <em>Manuel, o audaz</em>, as querências por melhores passos vitais, uma classe média, uma ditadura, uma dor de viver e de sentir como um punhal cortante, que mata por dentro, que esfacela, que esquarteja, e o amor demais, o amor-pecado das putas que segredam o enredo dos desamores ainda mais putos, olhares e versos de um Chico Buarque.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-52159 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro-207x300.png" alt="livro" width="270" height="391" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro-207x300.png 207w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro.png 505w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></a>A putaria rolando solta em verbos moralistas dialogados, um compêndio de questões imagéticas abrangentes, vindas por baixo e por cima, a versar sobre infâncias rememoradas e/ou inventadas, sobre escorpiões que nos envolvem e nos atacam na porta de casa, no portal da vida nada exemplar de cada um, livro de conversas e cirandas, acordes de <em>Talismã</em> do Geraldinho, de afeto pela cidade de um tempo inteiro, pela capital insana dos sempres, gigante e provinciana, acerca da vida, que “é um exercício de solidão” e não é, segundo o poeta Ésio Rafael, uma obra que pontilha a vida comum e sem perspectivas maiores de pessoas também comuns dotadas de risos e lágrimas, vidas Caetanas, do Veloso.</p>
<p>Uma experimentação literária que descabidamente pode enganar o leitor desavisado, contos-partículas que formam uma só história imperiosa, umas só-tantas estórias por que não também severinas?, retratos de um mangue fértil que são os nossos corações, os nossos pulsos de todo instante, e a banca dos distintos&#8230;, as grandes belezas miúdas do cotidiano, que de tamanhas nos engolem e nos carregam impiedosamente para dentro das tramas, das páginas, nos transformam em letras, em lero-lero, em ruas, em rios, cenários, amores, um opúsculo com referências pontuais à literatura e à música brasileira de ótima qualidade, uma Olinda de prazeres, os ardores transviados, as revelações da vida em vida, as revelações dos caráteres de nós todos, o reflexo de um progresso dos anos 60 e de uma decadência da década de 80, um 70 no meio, perdido nas intempéries das auras de um grande ser coletivo, repleto de bem-quereres, de mal-quereres.</p>
<p>Destaco dois contos: Tristam shandy c’est moi ou O beijo de língua e Uma história assim é outra. &#8220;Os mortos não comem açúcar&#8221; é um livro cheio de sentidos, aguçador por natureza, construído por mãos que tatearam as realidades e as belezas possíveis, mesmo invisíveis aos olhos dos que meramente passam, certamente insuspeitando de suas devidas importâncias para a construção do mundo. Furtado não se furta, deixa-se. Empresta-se. Doa-se. O leitor se delicia com 14 pequenos voos extraordinários que, de tão incertos e inseguros, extravasam todo um correio confidencial de nossas emoções, eis o resultado.</p>
<p>____</p>
<div>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux), que compreende a primeira parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</div>
<div></div>
<div><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  </em><em>Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></div>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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