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	<title>Arquivo para carraspana - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Cultura Geral – Ou do ‘de tudo um pouco’ ao ‘nada com coisa alguma’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Para os diamantinos próceres Marcos Almeida, Marcus Éverson e Mateus Ma’ch’adö “Imagine-me sentado em casa na noite do primeiro dia da Páscoa envolto em um roupão; lá fora chove suavemente; Não há mais ninguém na sala. Olho por um longo tempo para o papel em branco diante de mim, &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Para os diamantinos próceres Marcos Almeida, Marcus Éverson e Mateus Ma’ch’adö</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Imagine-me sentado em casa na noite do primeiro dia da Páscoa envolto em um roupão; lá fora chove suavemente; Não há mais ninguém na sala. Olho por um longo tempo para o papel em branco diante de mim, pena na mão, zangado com a quantidade confusa de todos os assuntos, eventos e pensamentos que exigem ser escritos; e alguns exigem isso com muita tenacidade, pois ainda são jovens e fermentam como mosto. Por outro lado, aquele pensamento, maduro e velho luta como um velho que, com um olhar ambíguo, despreza os cuidados da juventude”</em></p>
<p style="text-align: right;">Friedrich Nietzsche – <strong>Pensamentos Diversos. Abril a Setembro de 1864 (Sobre estados de ânimo)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span class="dropcap ">O</span>  insípido título é sintoma dum incômodo similar à queimação que por vezes sinto ao beber muito. O que acontece com certa (ou errada, segundo outros) frequência. O motivo? Uma observação feita a mim sobre os escritos de sábado. E qual foi a observação? Que eu escrevo sobre tudo, sobre qualquer tema, sem norte, sem padrão, sem uma linha editorial.</p>
<p>A figura humana, a serumaninha, que procedeu com tal carraspana, o fez enquanto este triste exemplar da espécie aqui estava a aspirar os sutis aromas da solidão voluntária (devidamente autorizada pela radiopatroa), a bebericar seu Brandy Jerez Solera Gran Reserva (a vinte e cinco graus) e a fumar seu Dunhill Carlton “Um Raro prazer”.</p>
<p>Pelo que entendi, a grasnadora me viu por acidente e, ante caso fortuito e, no seu entender, de força maior, viu-se autorizada a sentar, pedir um pescoço longo qualquer, danar a falar sobre si mesma e, ao perceber que estava eu me lixando, decidiu, ébria de frustração, fazer o tal pronunciamento a título de crítica intelectual e hipócrita admoestação própria de fofoqueiros.</p>
<p>Bem, calado estava, assim permaneci, cuidando de renovar a dose e acender outro cigarro.</p>
<p>Tomada da mais profana ira, a doidivanas saltou faiscante da cadeira provocando leve abalo sísmico na mesa, atraindo a atenção do discreto garçom, veterano cúmplice dos meus crimes, indo-se e desaparecendo entre automóveis.</p>
<p>Bem dizia Pierre Bourdieu: poucos permanecem indiferentes à indiferença.</p>
<p>A propósito: graças à etimologicamente zoila obnubilada, fui ungido, por cortesia, com uma dose extra de Brandy. Iniciativa do amigo garçom. Parece que a frase “não há mal que não traga um bem” tem algum fundinho ralo de verdade.</p>
<p>Sim, e daí, ô cabrunco de articulista pedante e pernóstico: o que tem a ver o reto com as calças?</p>
<p>Ah, é verdade, perdi-me em divagações, creio.</p>
<p>Ao refletir depois sobre o ocorrido, algo como um insight papocou-me o toitiço: sobre o que  ando a escrever, ao longo das madrugadas, mesmo? A relampejante resposta não tardou: nada com coisa alguma.</p>
<p>E né qu’é mesmo?</p>
<p>A coluna por mim ocupada mais parece a mercearia de Lee Chong, personagem de “A Rua das Ilusões Perdidas” (no original, Cannery Row), de John Steinbeck: “no estabelecimento encontra-se de tudo o que um homem necessita para ser feliz”.</p>
<p>Certo que o “tudo” que o infeliz leitor encontra nos meus artigos não proporciona o estado de satisfação, equilíbrio e bem-estar físico e psíquico, em que a pessoa se sente realizada e não sofre. Muito pelo contrário. Até onde sei, meus escritos de sábados (salvo honrosas exceções dignamente representadas por reduzidíssima e seleta consociação de leitores) induzem, via de regra, à depressão, ao desencanto, ao desinteresse, ao ressentimento, à maledicência e ao abatimento mental.</p>
<p>Então, em termos de referências que acrescentam o amargor do pior café, sim, logro êxito, ainda que não seja amiúde minha intenção.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1.png"><img decoding="async" class=" wp-image-82544 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1-300x300.png" alt="" width="117" height="117" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Pixabay-1.png 1080w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" /></a>Pois é&#8230; Escrevo de tudo sobre o tudo&#8230;</p>
<p>Porém, não é bem assim. Primeiro porque ninguém, até onde sei, é bom em tudo. Este que vos insulta, ops!, que vos escreve, especializou-se apenas em ser muito bom em nada.</p>
<p>Sou a antítese ante o dito &#8220;ex nihilo, nihil&#8221;.</p>
<p>Escrevo sobre o que me vem à cachola. Um apanhado de anos de leituras inúteis, belas mulheres, música imortal, bons amigos, brigas de murro e faca, furtos de livros e bebidas, horas felizes a cozinhar, inexaurível litragem (vinho, cerveja, brandy, Aviation, Manhattan, Moscow Mule, Negroni, Milone, Casca de Pau, Cravo&amp;Canela e congêneres).</p>
<p>Sim, vez por outra, se a preguiça permite, consulto as fontes. Entretanto, no mais das vezes, puxo pela memória, já carcomida pelos carunchos da eternidade. Há o risco de equivocar-me? Com toda certeza. E se alguém perceber? Bem, reconhecerei o erro e insiro nota de esclarecimento no próximo artigo. Desnecessário instituir mesa redonda.</p>
<p>Isso de fingir humildade, modéstia, é legal. Dá IBOPE.</p>
<p>Escrevo e publico coisas que, por um motivo ou outro, fizeram com que me decidisse por comentá-las.</p>
<p>E, sim, há uns poucos que manifestam interesse e satisfação ao ler meus garranchos. E fazem com que eu sinta algo como uma compensadora realização intelectual, pois, são pessoas da mais alta capacidade de compreensão e dotadas de vasto patrimônio cultural. Superiores a mim. Sou-lhes imensamente grato.</p>
<p>Há quem denomine esta miscelânea de temas sem finalidade específica de Cultura Geral.</p>
<p>Basicamente, Cultura Geral significa o acúmulo de conhecimento que uma pessoa tem sobre temas variados. Quem tem boa cultura geral, tem conhecimento de temas diversos sem se especializar em nenhuma área em particular. Hum&#8230; Mais ou menos por aí&#8230; Ainda que eu detenha uma xexelenta formação acadêmica em Filosofia e em História da Educação&#8230;</p>
<p>Conforme percepção do filólogo, historiador e professor de filosofia Dietrich Schwanitz, aquele que se dedica à Cultura Geral inquire-se sobre coisas tais como: “por que a sociedade moderna, o Estado, a ciência, a democracia, a administração surgiram na Europa e não em outro lugar? Por que é tão importante incluir figuras como Dom Quixote, Hamlet, Fausto, Robinson, Falstaff, Dr. Jekyll e Mr. Hyde entre nossos conhecidos? O que Heidegger disse que ainda não sabíamos? Onde estava o inconsciente antes de Freud?”</p>
<p>É bem verdade que o próprio Freud manifestava algo de prurido (ainda que falso) quanto à abordagem científica do indivíduo e do mundo. Ele o confessa numa carta a Wilheim Fliess, seu amigo e respeitado otorrinolaringologista: “Eu não sou um homem de ciência. Por temperamento, sou um conquistador”.</p>
<p>Então tá&#8230;</p>
<p>A exceção da, hum, “descoberta do inconsciente”, esta coisa indefinida, que remete, no parco entender deste analfabeto disfuncional que lhe escreve, a uma bizarra contradição/exclusão de termos, os demais itens, de fato, reconheço, causaram-me insônias colossais.</p>
<p>Afinal, a supracitada cabeça louca, como diria Eugene O’Neill, em “Longa Jornada Noite Adentro”, que invadiu meu consagrado espaço etílico-tabagista, até que me fez um involuntário favor: levou-me a pensar, ensimesmar-me, sobre a mixórdia semanal que expilo.</p>
<p>Há valor nisto? Hum&#8230; Sim, no que toca ao massagear ego e vaidade. Já em relação aos pouquíssimos leitores, estes são livres, leves e soltos para julgar.</p>
<p>Seja, quiçá, este artiguito, meu canto do cisne, meu crepúsculo dentre meus amados ídolos – homens e mulheres, os quais, mediante sua poderosa e elegante forma de pensar, contribuíram para a consolidação da Cultura Ocidental, vale dizer, do ‘modus vivendi’ fundamentado na consciência individual, no ato diário de liberdade, no amor ao refinado conhecimento.</p>
<p>Tendo, recentemente, a exercitar o salutar autoexílio, recolher-me à minha bolha e nela, ao lado da minha Imperatriz Absoluta do Meu Coração, receber as poucas almas nas quais enxergo a qualificada amizade de alto calibre.</p>
<p>Seja eu imbuído de coragem e de gratidão ante o tempo que o Pai Altíssimo ainda concede para que eu o viva. Que as boas pessoas, as pessoas de bem, lembrem de mim como um bom homem.</p>
<p>Bem, o espírito da vadiagem e do descuramento começam a dominar. Quase três da madrugada. Duas garrafas de vinho, as “Seis peças para piano em Fá maior, Op. 118: V. Romance. Andante &#8211; Allegretto Grazioso” de Brahms (se não estou a equivocar-me quanto à nomenclatura) e, o mais importante, o sorriso apascentador de minh’alma oferecido pela sedutora musa me aguardam.</p>
<p>Encerro aqui.</p>
<p>Santé!</p>
<p>&nbsp;</p>
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