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	<title>Arquivo para caranguejos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>A série Vaga-lume e o prazer de ler boas histórias — a ilha como espaço de aventuras fantásticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 17:40:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160;   Logo que cheguei ao convés, na manhã seguinte, o aspecto da ilha modificara-se por completo.  (&#8230;) Os montes suspendiam-se acima da vegetação como campanários de rocha nua.  Todos tinham formas bizarras e o monte do Óculo,  que dominava todos os outros por uma diferença de mais de cem &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/a-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas/">A série Vaga-lume e o prazer de ler boas histórias — a ilha como espaço de aventuras fantásticas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas%2F&amp;linkname=A%20s%C3%A9rie%20Vaga-lume%20e%C2%A0o%20prazer%20de%20ler%20boas%20hist%C3%B3rias%20%E2%80%94%20a%20ilha%20como%20espa%C3%A7o%20de%20aventuras%20fant%C3%A1sticas" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas%2F&amp;linkname=A%20s%C3%A9rie%20Vaga-lume%20e%C2%A0o%20prazer%20de%20ler%20boas%20hist%C3%B3rias%20%E2%80%94%20a%20ilha%20como%20espa%C3%A7o%20de%20aventuras%20fant%C3%A1sticas" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas%2F&amp;linkname=A%20s%C3%A9rie%20Vaga-lume%20e%C2%A0o%20prazer%20de%20ler%20boas%20hist%C3%B3rias%20%E2%80%94%20a%20ilha%20como%20espa%C3%A7o%20de%20aventuras%20fant%C3%A1sticas" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas%2F&amp;linkname=A%20s%C3%A9rie%20Vaga-lume%20e%C2%A0o%20prazer%20de%20ler%20boas%20hist%C3%B3rias%20%E2%80%94%20a%20ilha%20como%20espa%C3%A7o%20de%20aventuras%20fant%C3%A1sticas" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas%2F&#038;title=A%20s%C3%A9rie%20Vaga-lume%20e%C2%A0o%20prazer%20de%20ler%20boas%20hist%C3%B3rias%20%E2%80%94%20a%20ilha%20como%20espa%C3%A7o%20de%20aventuras%20fant%C3%A1sticas" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-serie-vaga-lume-e-o-prazer-de-ler-boas-historias-a-ilha-como-espaco-de-aventuras-fantasticas/" data-a2a-title="A série Vaga-lume e o prazer de ler boas histórias — a ilha como espaço de aventuras fantásticas"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Acácia Rios (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"> <em> Logo que cheguei ao convés, na manhã seguinte, o aspecto da ilha modificara-se por completo. </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(&#8230;) Os montes suspendiam-se acima da vegetação como campanários de rocha nua. </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Todos tinham formas bizarras e o monte do Óculo, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>que dominava todos os outros por uma diferença de mais de cem metros, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>era igualmente o de configuração mais estranha, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>subindo a pino de quase todos os lados e terminando de súbito no cume cortado, </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>como se fosse um pedestal para pôr uma estátua.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Robert Louis Stevenson, A ilha do tesouro </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">S</span>e tem uma coleção cuja memória é compartilhada por milhares de leitores intergeracionais, ela se chama Vaga-lume, da editora Ática. Capas, títulos e ilustrações contribuem para seduzir o leitor em formação, ávido por percorrer páginas sempre cheias de aventuras. Ela é um capítulo à parte na história editorial brasileira e integrou a nossa trajetória estudantil de uma maneira irreversível. Estas são algumas das minhas divagações quando me deparo com <em>O outro lado da ilha (1995)</em>, de José Maviael Monteiro (1931-1992), em exposição para trocas na Biblioteca Municipal Ivone de Menezes, e que integra a referida série.</p>
<p>Eu já lia muito quando me apaixonei pela coleção, mas ela me ajudou, sobretudo, a sistematizar a leitura em termos didático-pedagógicos, pois eu era uma leitora indisciplinada. Começar, por exemplo, com <em>A Ilha perdida</em> (1973, publicada pela primeira vez em 1944 pela Brasiliense), que é uma aventura divertida, e chegar a <em>Éramos seis</em> (obra de 1943 mas que passou a integrar a coleção), ambos de Maria José Dupré, significava ao mesmo tempo um aprofundamento temático e um amadurecimento no processo de leitura, preparando-nos, assim, para títulos ainda mais complexos vida afora.</p>
<p>Traduzido para outros idiomas e adaptado para a televisão, <em>Éramos seis</em> me arrancou lágrimas, mas também reflexões. O enredo parte da família como núcleo social e a integra<span style="color: #ff0000;"> </span>a um sistema mais complexo que é a sociedade. Perdas afetivas, econômicas, separações, solidão e a finitude fazem parte da dinâmica dessa família e, ver as transformações dos personagens na história, nos alerta desde a adolescência para a transitoriedade da vida.</p>
<p>Mas só percebi isso depois. A essa altura, eu já tinha passado por <em>Memórias póstumas de Brás Cubas</em>, de Machado, <em>Amor de perdição</em>, do português Camilo Castelo Branco e por uma antologia de Fernando Pessoa, cujo poema &#8216;Autopsicografia&#8217; me impressionou bastante, mesmo sem entendê-lo muito bem. As palavras &#8216;calhas, deveras, &#8216;comboios&#8217;, por exemplo (algumas obras com palavras que pareciam quase outro idioma), para não falar em &#8216;ósculo&#8217; (beijo), foram formando parte de mim pela repetição. Sempre voltava aos mesmos livros, até que fui montando a minha própria biblioteca. Mas até então, esses eram alguns dos títulos que estavam à minha disposição e que eu ia lendo e relendo ao sabor do dia. Obviamente, sem nenhum critério lógico ou didático.</p>
<p>Talvez <em>O outro lado da ilha </em>não seja uma das histórias mais conhecidas da série, mas ela me fascinou devido à referência a caranguejos gigantes, supostamente pré-históricos, maiores até do que o da Passarela do Caranguejo, na praia de Atalaia. Intrigante a princípio, tudo ganha mais sentido quando leio a biografia do autor e vejo que se trata de um sergipano. Apesar de não ser conhecido entre muitos de nós (saiu muito novo de Aracaju e morou no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde começou a sua trajetória nas letras), vê-se logo uma relação atávica com a cultura do caranguejo, presente no nosso DNA, que fez com que o autor o levasse ao plano da ficção, dando-lhe uma dimensão mítica. Digo isso porque, na minha infância, era comum toparmos com caranguejos perdidos atravessando o jardim ou a casa, construída sobre seu habitat. E essas imagens perduram.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30.png"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-81118 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-30-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<figure id="attachment_81121" aria-describedby="caption-attachment-81121" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-81121 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Design-sem-nome-31-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-81121" class="wp-caption-text">Fotos: Sílvio Rocha</figcaption></figure>
<p>A ilha como acidente geográfico, desde os descobrimentos, teve uma representação simbólica envolta em lendas, mistérios, piratas, tesouros, animais fantasiosos e perigosos e histórias de assombração, o que servia para afastar da posse outros aventureiros. A medievalista francesa Claude Kapller, em seu livro <em>Monstros, demônios e encantamentos no fim da Idade Média</em> (1994, Martins Fontes) descreve o mundo insular como um lugar onde &#8220;os objetos animam-se, deslocam-se, metaformoseiam-se (&#8230;). Os viajantes andam no rastro dos viajantes sobrenaturais, cruzam seus caminhos (&#8230;). O mundo está tão saturado de coisas espantosas que sempre é possível encontrar uma maravilha tão convincente quanto aquela de que se está falando, ou até mais (&#8230;). No entanto, longe de serem indiferentes, ou desencantados, esses viajantes conservam uma maravilhosa capacidade de espantar-se e admirar-se e uma amável propensão a continuar fabulando em suas próprias narrativas.&#8221;</p>
<p>Ao trazer a ilha como espaço de desenvolvimento do enredo no mundo contemporâneo, José Maviael Monteiro, formado em História Natural, retoma o tema (marcado em nossa memória, sobretudo, por Stevenson em <em>A ilha do tesouro</em>), e nos leva a uma reserva natural que tem apenas um lado explorado cientificamente. Dessa forma, atiça a curiosidade dos jovens personagens que acompanham o cientista e também a dos leitores para o que pode haver do outro lado da ilha, aumentando, assim, a atmosfera de mistério.</p>
<p style="text-align: right;"> <em> — Não foi sonho&#8230; Eu vi&#8230; </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Vi o caranguejo enorme ali na janela querendo entrar&#8230;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em> Aquela bocona batendo na janela&#8230; </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Acordei com o barulho dele batendo no vidro&#8230; </em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Não foi sonho&#8230; </em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>O outro lado da ilha, José Maviael Monteiro</strong></p>
<p>No que diz respeito à apresentação visual, a contra-capa dos exemplares tem uma colagem de quase todos os títulos e ela servia como um guia. Quase podíamos obedecer à sequência cronológica, e isso fazia com que aumentasse a vontade de chegar logo ao final da lista, onde estavam as histórias policiais como <em>O mistério do cinco estrelas </em>e <em>O rapto do garoto de ouro</em> (1982), ambos de Marcos Rey (que passou a ser o escritor preferido do meu irmão David) e ainda <em>O escaravelho do diabo</em> (1974), de Lúcia Machado de Almeida<em>.</em> Isso sem falar n&#8217;<em>As aventuras de Xisto e</em> <em>Xisto no espaço</em>, da mesma autora, ambos publicados em 1982. Não posso deixar de mencionar o meu prazer em colecioná-los. Outra lembrança é que, entre os colegas da sala, havia trocas de alguns títulos. Circulavam entre nós, inclusive, alguns menos didáticos&#8230; Clandestinamente, claro. Mas essa é outra história.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-03-at-11.37.10-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-81117 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-03-at-11.37.10-1-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-03-at-11.37.10-1-199x300.jpg 199w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-03-at-11.37.10-1.jpg 585w" sizes="auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px" /></a>Agora falemos em números. A Vaga-lume foi criada em 1973. Inicialmente a Ática publicava títulos já lançados por outras editoras e, pouco a pouco, foi formando o catálogo com histórias escritas especialmente para a coleção. De acordo com a Wikipédia, até 2008 a série tinha mais de 100 obras. Formada por 43 escritores, até 2021 tinha vendido 8 milhões de exemplares. Repassada a outro grupo editorial, a Vaga-lume passou por uma reformulação na sua programação visual, como podemos notar nas últimas publicações. Na minha opinião, menos atraentes que a original.</p>
<p>Dentre os inúmeros títulos da Biblioteca Ivone de Menezes, onde estive numa tarde de quarta-feira entre atividades de leitura e escrita com os alunos do Colégio Estadual Jornalista Paulo Costa, saí pensando n&#8217;<em>O outro lado da ilha,</em> nos caranguejos gigantes criados pelo meu conterrâneo e em como me isso remeteu ao nosso imaginário. Também pudera. Os nascidos em Aracaju dormimos sobre mangues e não é de se estranhar se sonhamos com os seus habitantes. Viventes, quiçás, do outro lado de nós mesmos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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