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	<title>Arquivo para capitania - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Jul 2025 20:28:16 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sergipe Independente: dos bastidores da Carta Régia de 1820 à consolidação da província</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 20:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[açucareira]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alexandre Lemos (*) &#160; A separação de Sergipe da Bahia, formalizada pela Carta Régia de 8 de julho de 1820, foi mais do que uma simples “recompensa” régia: resultou de pressões econômicas da elite açucareira, de cálculos estratégicos de D. João VI e de uma disputa político-militar que se estendeu de 1820 a 1824[1][2]. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia%2F&amp;linkname=Sergipe%20Independente%3A%20dos%20bastidores%20da%20Carta%20R%C3%A9gia%20de%201820%20%C3%A0%20consolida%C3%A7%C3%A3o%20da%20prov%C3%ADncia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia%2F&amp;linkname=Sergipe%20Independente%3A%20dos%20bastidores%20da%20Carta%20R%C3%A9gia%20de%201820%20%C3%A0%20consolida%C3%A7%C3%A3o%20da%20prov%C3%ADncia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia%2F&amp;linkname=Sergipe%20Independente%3A%20dos%20bastidores%20da%20Carta%20R%C3%A9gia%20de%201820%20%C3%A0%20consolida%C3%A7%C3%A3o%20da%20prov%C3%ADncia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia%2F&amp;linkname=Sergipe%20Independente%3A%20dos%20bastidores%20da%20Carta%20R%C3%A9gia%20de%201820%20%C3%A0%20consolida%C3%A7%C3%A3o%20da%20prov%C3%ADncia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia%2F&#038;title=Sergipe%20Independente%3A%20dos%20bastidores%20da%20Carta%20R%C3%A9gia%20de%201820%20%C3%A0%20consolida%C3%A7%C3%A3o%20da%20prov%C3%ADncia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/sergipe-independente-dos-bastidores-da-carta-regia-de-1820-a-consolidacao-da-provincia/" data-a2a-title="Sergipe Independente: dos bastidores da Carta Régia de 1820 à consolidação da província"></a></p><blockquote><p>Por Alexandre Lemos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A separação de Sergipe da Bahia, formalizada pela Carta Régia de 8 de julho de 1820, foi mais do que uma simples “recompensa” régia: resultou de pressões econômicas da elite açucareira, de cálculos estratégicos de D. João VI e de uma disputa político-militar que se estendeu de 1820 a 1824<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a><a href="#fn2"><u><sup>[2]</sup></u></a>. Este relatório reconstrói, em detalhes, o contexto colonial que antecedeu a emancipação, identifica as lideranças envolvidas, descreve a organização inicial da província e analisa as resistências internas e externas ao novo status jurídico-político.</p>
<p><strong>Contexto Colonial: dois séculos de subordinação à Bahia</strong></p>
<p>A capitania de Sergipe, criada em 1590 e incorporada à Bahia logo depois, atuou por mais de 200 anos como “capitania subalterna”, fornecendo gado, açúcar e algodão ao porto de Salvador<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a><a href="#fn3"><u><sup>[3]</sup></u></a>. O crescimento da agroindústria açucareira no vale do Cotinguiba, a partir de meados do século XVIII, ampliou tensões sobre os impostos cobrados em Salvador e fomentou o desejo de autonomia fiscal entre os senhores de engenho sergipanos<a href="#fn4"><u><sup>[4]</sup></u></a><a href="#fn5"><u><sup>[5]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Consequências econômicas da dependência</strong></p>
<ul>
<li>Lucros do açúcar escoavam pelo comércio soteropolitano, que monopolizava exportações e financimentos<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a><a href="#fn6"><u><sup>[6]</sup></u></a>.</li>
<li>Projetos locais de infraestrutura, como estradas internas e pequenos portos fluviais, esbarravam na prioridade dada pela Bahia a seus próprios interesses<a href="#fn7"><u><sup>[7]</sup></u></a><a href="#fn8"><u><sup>[8]</sup></u></a>.</li>
</ul>
<p><strong>A revolta de 1817 e a “gratidão régia”</strong></p>
<p>Quando a Revolução Pernambucana irrompeu em 1817, Sergipe, ao lado da Bahia, enviou tropas realistas contra os revolucionários<a href="#fn9"><u><sup>[9]</sup></u></a><a href="#fn10"><u><sup>[10]</sup></u></a>. Felisbelo Freire e vários cronistas posteriores interpretam a Carta Régia como prêmio à lealdade sergipana<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a><a href="#fn2"><u><sup>[2]</sup></u></a>; Maria Thetis Nunes acrescenta que D. João VI enxergava, ainda, ganhos administrativos ao criar províncias menores diretamente subordinadas ao Rio de Janeiro, reduzindo o poder dos grandes capitães-generais<a href="#fn4"><u><sup>[4]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>A Carta Régia de 8 de julho de 1820</strong></p>
<p>O texto, remetido ao conde da Palma, governador da Bahia, ordenava: “Que a Capitania de Sergipe d’El-Rei tenha um Governo independente do da Capitania da Bahia”<a href="#fn11"><u><sup>[11]</sup></u></a>. Cinco pontos merecem destaque:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Elemento</strong></td>
<td><strong>Conteúdo</strong></td>
<td><strong>Papel político</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Forma</td>
<td>Decreto unilateral de D. João VI<a href="#fn12">[12]</a></td>
<td>Afirma soberania régia sobre províncias</td>
</tr>
<tr>
<td>Data</td>
<td>08-07-1820<a href="#fn1">[1]</a></td>
<td>Marco simbólico do feriado estadual</td>
</tr>
<tr>
<td>Nomeação</td>
<td>Brigadeiro Carlos César Burlamaqui como primeiro governador<a href="#fn13">[13]</a></td>
<td>Implantar poder régio local</td>
</tr>
<tr>
<td>Justificativa</td>
<td>“Bom regime do Reino do Brasil”<a href="#fn11">[11]</a></td>
<td>Reorganizar aparelho imperial</td>
</tr>
<tr>
<td>Limitações</td>
<td>Sem tropas próprias em Sergipe<a href="#fn14">[14]</a></td>
<td>Facilitou reação baiana</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<figure id="attachment_91466" aria-describedby="caption-attachment-91466" style="width: 1294px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-91466 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721.png" alt="Mapa Sergipe" width="1294" height="509" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721.png 1294w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721-300x118.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721-1024x403.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-08-164721-768x302.png 768w" sizes="(max-width: 1294px) 100vw, 1294px" /></a><figcaption id="caption-attachment-91466" class="wp-caption-text">Sergipe, no destaque do mapa</figcaption></figure>
<h3>Primeiras lideranças e o embate de 1821</h3>
<p><strong>Carlos César Burlamaqui</strong></p>
<ul>
<li>Nomeado em 25 de julho de 1820, só tomou posse em São Cristóvão em 20 de fevereiro de 1821<a href="#fn4"><u><sup>[4]</sup></u></a><a href="#fn15"><u><sup>[15]</sup></u></a>.</li>
<li>Deposto em 18 de março de 1821 por força armada da Bahia, liderada pelo coronel Bento da França e pela Legião de Santa Luzia do Rio Real, vinculada ao senhor de engenho Guilherme José Nabuco de Araújo<a href="#fn15"><u><sup>[15]</sup></u></a><a href="#fn16"><u><sup>[16]</sup></u></a>.</li>
<li>Enviou ofício às Cortes de Lisboa denunciando a “invasão” e pedindo reparação<a href="#fn17"><u><sup>[17]</sup></u></a>.</li>
</ul>
<p><strong>Oposição interna</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Grupo / Liderança</strong></td>
<td><strong>Motivação contrária à emancipação</strong></td>
<td><strong>Base de apoio</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Senhores de engenho do sul (ligados a Salvador)</td>
<td>Manter privilégios fiscais na Bahia<a href="#fn18">[18]</a></td>
<td>Triângulo Santo Amaro-Lagarto-Estância</td>
</tr>
<tr>
<td>Legião de Santa Luzia (Nabuco de Araújo)</td>
<td>Defesa da ordem constitucional lusa pós-Revolução do Porto<a href="#fn19">[19]</a></td>
<td>Milícias rurais do rio Real</td>
</tr>
<tr>
<td>Comerciantes baianos instalados em São Cristóvão</td>
<td>Receio de perder acesso exclusivo ao açúcar sergipano<a href="#fn20">[20]</a></td>
<td>Feiras locais e armazéns</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lideranças favoráveis</strong></p>
<p>Criadores de gado do agreste (Joaquim Martins Fontes) e sertanejos (José Leite Sampaio) defenderam a separação, buscando reduzir taxas de passagem de tropas e couro impostas pela Bahia<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a><a href="#fn15"><u><sup>[15]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Entre a deposição e a Junta Provisória (1821-1822)</strong></p>
<p>Após a queda de Burlamaqui, a Bahia invalidou a Carta Régia e reintegrou Sergipe como comarca em agosto de 1821<a href="#fn17"><u><sup>[17]</sup></u></a>. A Revolução Constitucionalista no Porto exigia centralização na metrópole, reforçando a pretensão baiana de recuperar o território<a href="#fn2"><u><sup>[2]</sup></u></a><a href="#fn21"><u><sup>[21]</sup></u></a>. Contudo, o retorno de D. João VI a Lisboa afastou garantias militares portuguesas, abrindo espaço para nova mobilização autonomista no fim de 1822<a href="#fn10"><u><sup>[10]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Reconhecimento imperial e formação da Junta Governativa</strong></p>
<p>Em 5 de dezembro de 1822, semanas após declarar o Brasil independente, D. Pedro I expediu Carta Imperial confirmando o decreto de 1820 e elevando Sergipe à categoria de “província de segunda ordem”, totalmente desligada da Bahia<a href="#fn22"><u><sup>[22]</sup></u></a>. Uma Junta Governativa Provisória de cinco membros foi instalada em 1 de outubro de 1822<a href="#fn23"><u><sup>[23]</sup></u></a>:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Cargo</strong></td>
<td><strong>Nome</strong></td>
<td><strong>Região de influência</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Presidente</td>
<td>José Mateus da Graça Leite Sampaio</td>
<td>Cotinguiba<a href="#fn23">[23]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>Membro</td>
<td>Guilherme José Nabuco de Araújo</td>
<td>Santa Luzia<a href="#fn23">[23]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>Membro</td>
<td>Dionísio Rodrigues Dantas</td>
<td>Agreste<a href="#fn23">[23]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>Membro</td>
<td>Domingos Dias Coelho e Melo</td>
<td>Litoral Sul<a href="#fn23">[23]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>Membro</td>
<td>José Francisco de Menezes Sobral</td>
<td>São Francisco<a href="#fn23">[23]</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A presença simultânea de autonomistas e de antigos aliadistas baianos (Nabuco) reflete um equilíbrio político frágil<a href="#fn23"><u><sup>[23]</sup></u></a><a href="#fn24"><u><sup>[24]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Primeiros governadores regulares (1823-1825)</strong></p>
<p>A Lei Imperial de 20 de outubro de 1823 extinguiu as juntas e criou o cargo de presidente provincial<a href="#fn25"><u><sup>[25]</sup></u></a>.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nº</strong></td>
<td><strong>Governante</strong></td>
<td><strong>Início</strong></td>
<td><strong>Fim</strong></td>
<td><strong>Nota</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>Manuel Fernandes da Silveira</td>
<td>05-03-1824</td>
<td>15-02-1825</td>
<td>Primeiro presidente efetivo<a href="#fn26">[26]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>Clemente Cavalcanti de Albuquerque</td>
<td>15-02-1825</td>
<td>25-06-1825</td>
<td>Renunciou por motivos de saúde<a href="#fn26">[26]</a></td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>João Vieira da Cunha</td>
<td>25-06-1825</td>
<td>15-04-1826</td>
<td>Reorganizou tesouraria<a href="#fn26">[26]</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estrutura administrativa inicial da província</strong></p>
<ul>
<li>Conselho Presidencial: quatro capitães-mores regionais, nomeados pelo imperador, auxiliavam o presidente nas decisões<a href="#fn24"><u><sup>[24]</sup></u></a>.</li>
<li>Câmara Provincial (eleita em 1824): limitada a elaborar posturas municipais e propor impostos à Assembleia Geral do Império<a href="#fn27"><u><sup>[27]</sup></u></a>.</li>
<li>Justiça: Juiz de Fora em São Cristóvão e Ouvidoria instalada em 1825; conflitos fundiários herdados do período colonial continuaram pendentes<a href="#fn28"><u><sup>[28]</sup></u></a>.</li>
<li>Forças de Linha: contingente de 300 homens distribuído em quatro companhias, com carência de armamento; complementado por milícias locais<a href="#fn29"><u><sup>[29]</sup></u></a><a href="#fn16"><u><sup>[16]</sup></u></a>.</li>
</ul>
<p><strong>Organização territorial e escolha da capital</strong></p>
<p>São Cristóvão manteve-se capital até 1855, quando Aracaju foi fundada para concentrar exportação açucareira pelo rio Sergipe<a href="#fn11"><u><sup>[11]</sup></u></a>. A falta de um porto oceânico adequadamente abrigado limitava a arrecadação provincial, motivo recorrente nos ofícios enviados ao Rio de Janeiro na década de 1830<a href="#fn24"><u><sup>[24]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Resistências pós-1823</strong></p>
<p>Embora a confirmação imperial tenha encerrado a disputa legal, continuaram:</p>
<ul>
<li>Petições de comerciantes baianos contra novas tarifas alfandegárias sergipanas (1824-1827)<a href="#fn6"><u><sup>[6]</sup></u></a>.</li>
<li>Conflitos na fronteira sul — vilas de Arauá e Itapicuru pleiteavam permanecer na Bahia; disputa só seria solucionada pela lei federal de limites em 1922<a href="#fn30"><u><sup>[30]</sup></u></a><a href="#fn31"><u><sup>[31]</sup></u></a>.</li>
<li>“Partidários da manutenção da anexação” em Estância celebravam, até 1830, a data de 24 de outubro (dia da deposição de Burlamaqui) como “vitória baiana”; essa celebração enfraqueceu após 1836, quando 24 de outubro foi ressignificado como “Dia da Sergipanidade”<a href="#fn32"><u><sup>[32]</sup></u></a><a href="#fn7"><u><sup>[7]</sup></u></a>.</li>
</ul>
<p><strong>Dinâmica socioeconômica nas décadas iniciais</strong></p>
<p>O açúcar permaneceu carro-chefe da receita; em 1825 havia cerca de 220 engenhos, dos quais metade no vale do Cotinguiba<a href="#fn5"><u><sup>[5]</sup></u></a>. A pecuária de corte expandiu-se no sertão, impulsionada pela abertura de feiras em Gararu e Propriá<a href="#fn1"><u><sup>[1]</sup></u></a>. A arrecadação provincial subiu 18% entre 1824 e 1830, mas 60% da despesa ainda ia para salários de tropas e manutenção das câmaras municipais<a href="#fn24"><u><sup>[24]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Estrutura fundiária e trabalho</strong></p>
<ul>
<li>Grandes engenhos empregavam cativos africanos e crioulos; registros da Junta de Justiça de 1824 indicam 16,500 escravos em Sergipe<a href="#fn10"><u><sup>[10]</sup></u></a>.</li>
<li>Parcerias e meação com pequenos lavradores livres tornaram-se comuns após 1830, quando o preço internacional do açúcar caiu<a href="#fn5"><u><sup>[5]</sup></u></a>.</li>
</ul>
<p><strong>Memória, Identidade e Datas Comemorativas</strong></p>
<p>A recuperação oficial do “8 de julho” como feriado estadual ocorreu em 1880; já o “24 de outubro” foi suprimido da Constituição estadual em 2000 após pressão de comerciantes<a href="#fn32"><u><sup>[32]</sup></u></a>. Exposições recentes destacam a participação de batalhões pardos, como os Granadeiros de Santo Amaro, resgatando protagonismo popular no processo emancipatório<a href="#fn29"><u><sup>[29]</sup></u></a>.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A emancipação política de Sergipe foi um processo prolongado (1820-1824) que conjugou interesses econômicos locais, estratégias da monarquia luso-brasileira e disputas regionais intensas. Resistências baianas adiaram a efetivação do decreto régio, e conflitos internos entre elites agrárias dividiram o território até a confirmação de D. Pedro I. A construção da província exigiu negociações delicadas para equilibrar grupos rivais, organizar finanças precárias e criar uma identidade política distinta — a sergipanidade — que ainda hoje se celebra a cada 8 de julho.</p>
<p><strong>Linha do tempo resumida (1817-1824)</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>Evento</strong></td>
<td><strong>Impacto</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1817</td>
<td>Sergipe apoia a repressão à Revolução Pernambucana<a href="#fn9">[9]</a><a href="#fn10">[10]</a></td>
<td>Ganha “créditos” junto à Coroa</td>
</tr>
<tr>
<td>08-07-1820</td>
<td>Carta Régia de D. João VI emancipa Sergipe<a href="#fn12">[12]</a><a href="#fn1">[1]</a></td>
<td>Cria capitania independente</td>
</tr>
<tr>
<td>25-07-1820</td>
<td>Nomeação de Burlamaqui governador<a href="#fn13">[13]</a></td>
<td>Início do novo governo</td>
</tr>
<tr>
<td>20-02-1821</td>
<td>Posse de Burlamaqui em São Cristóvão<a href="#fn4">[4]</a></td>
<td>Formalização local</td>
</tr>
<tr>
<td>18-03-1821</td>
<td>Deposição de Burlamaqui pela Bahia<a href="#fn15">[15]</a></td>
<td>Reversão temporária</td>
</tr>
<tr>
<td>Ago 1821</td>
<td>Cortes de Lisboa “incorporam” Sergipe à Bahia<a href="#fn17">[17]</a></td>
<td>Suspensão do decreto</td>
</tr>
<tr>
<td>01-10-1822</td>
<td>Instalação da Junta Governativa sergipana<a href="#fn23">[23]</a></td>
<td>Autoridade autônoma</td>
</tr>
<tr>
<td>05-12-1822</td>
<td>Carta Imperial confirma emancipação<a href="#fn22">[22]</a></td>
<td>Separação definitiva</td>
</tr>
<tr>
<td>05-03-1824</td>
<td>Manuel F. da Silveira assume presidência<a href="#fn26">[26]</a></td>
<td>Consolidação institucional</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com esses marcos, Sergipe atravessou da condição de comarca submissa à Bahia a província autônoma do Império, estabelecendo as bases de sua administração, sua economia e sua identidade cívica.</p>
<p>(*) Venerável Mestre da ARLS Clodomir Silva, nº 1.477</p>
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<h3>⁂ Referências</h3>
<ol>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.se.gov.br/noticias/governo/sergipe_celebra_200_anos_de_emancipacao_politica"><u>https://www.se.gov.br/noticias/governo/sergipe_celebra_200_anos_de_emancipacao_politica</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://infonet.com.br/blogs/silviooliveira/oito-de-julho-a-emancipacao-politica-de-sergipe/"><u>https://infonet.com.br/blogs/silviooliveira/oito-de-julho-a-emancipacao-politica-de-sergipe/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.faxaju.com.br/sergipe/estado-de-sergipe-festeja-202-anos-de-independencia-da-bahia/"><u>https://www.faxaju.com.br/sergipe/estado-de-sergipe-festeja-202-anos-de-independencia-da-bahia/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://seduc.se.gov.br/oito-de-julho-os-203-anos-da-emancipacao-politica-de-sergipe/"><u>https://seduc.se.gov.br/oito-de-julho-os-203-anos-da-emancipacao-politica-de-sergipe/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/18583816022012Temas_em_Historia_de_Sergipe_II_aula_4.pdf"><u>https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/18583816022012Temas_em_Historia_de_Sergipe_II_aula_4.pdf</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://infonet.com.br/noticias/cidade/186-anos-de-emancipacao-politica-de-sergipe/"><u>https://infonet.com.br/noticias/cidade/186-anos-de-emancipacao-politica-de-sergipe/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.f5news.com.br/cotidiano/sergipe-emancipado-cinco-pontos-para-entender-a-independencia-do-estado.html"><u>https://www.f5news.com.br/cotidiano/sergipe-emancipado-cinco-pontos-para-entender-a-independencia-do-estado.html</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.aracaju.se.leg.br/institucional/noticias/o-despertar-de-sergipe-da-subordinacao-a-independencia"><u>https://www.aracaju.se.leg.br/institucional/noticias/o-despertar-de-sergipe-da-subordinacao-a-independencia</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18787/13684"><u>https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18787/13684</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18257/13413/56041"><u>https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18257/13413/56041</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2022-07/historia-hoje-sergipe-era-emancipado-ha-202-anos"><u>https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2022-07/historia-hoje-sergipe-era-emancipado-ha-202-anos</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.f5news.com.br/cotidiano/8-de-julho-como-se-deu-a-emancipacao-politica-de-sergipe.html"><u>https://www.f5news.com.br/cotidiano/8-de-julho-como-se-deu-a-emancipacao-politica-de-sergipe.html</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.trt20.jus.br/17340-sergipe-celebra-205-anos-de-emancipacao-politica"><u>https://www.trt20.jus.br/17340-sergipe-celebra-205-anos-de-emancipacao-politica</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="http://www.ifs.edu.br/ultimas-noticias/8755-sobre-a-emancipacao-politica-de-sergipe"><u>http://www.ifs.edu.br/ultimas-noticias/8755-sobre-a-emancipacao-politica-de-sergipe</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="http://istoesergipe.blogspot.com/2016/07/quem-foi-carlos-burlamaqui.html"><u>http://istoesergipe.blogspot.com/2016/07/quem-foi-carlos-burlamaqui.html</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://emgetis.se.gov.br/emancipacao-politica-sergipe-completa-195-anos-de-independencia/"><u>https://emgetis.se.gov.br/emancipacao-politica-sergipe-completa-195-anos-de-independencia/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://ahpweb.parlamento.pt/Detalhe/?pesq=ps&amp;t=8&amp;id=78588&amp;tx=juramento+da+constitui%C3%A7%C3%A3o"><u>https://ahpweb.parlamento.pt/Detalhe/?pesq=ps&amp;t=8&amp;id=78588&amp;tx=juramento+da+constituição</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.clicksergipe.com.br/cotidiano/6/29947/especial-8-de-julho-emancipacao-de-sergipe-se-entrelaca-a-historia-da-independencia-do-brasil.html"><u>https://www.clicksergipe.com.br/cotidiano/6/29947/especial-8-de-julho-emancipacao-de-sergipe-se-entrelaca-a-historia-da-independencia-do-brasil.html</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18787/13684/57007"><u>https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18787/13684/57007</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://infonet.com.br/noticias/cultura/sergipe-celebra-202-anos-de-emancipacao-politica-conheca-a-historia/"><u>https://infonet.com.br/noticias/cultura/sergipe-celebra-202-anos-de-emancipacao-politica-conheca-a-historia/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=pessoa&amp;idp=1546&amp;c_palavra=&amp;ver=por"><u>http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=pessoa&amp;idp=1546&amp;c_palavra=&amp;ver=por</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18537/13444/56105"><u>https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/download/18537/13444/56105</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Junta_governativa_sergipana_de_1822-1824"><u>https://pt.wikipedia.org/wiki/Junta_governativa_sergipana_de_1822-1824</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/download/21807/12302/70002"><u>https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/download/21807/12302/70002</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Juntas_governativas_provis%C3%B3rias"><u>https://pt.wikipedia.org/wiki/Juntas_governativas_provisórias</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_governadores_de_Sergipe"><u>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_governadores_de_Sergipe</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://arquivohistorico.camara.leg.br/index.php/sergipe?subjects=26262&amp;sort=alphabetic&amp;sf_culture=pt_BR&amp;sortDir=asc&amp;listLimit=30"><u>https://arquivohistorico.camara.leg.br/index.php/sergipe?subjects=26262&amp;sort=alphabetic&amp;sf_culture=pt_BR&amp;sortDir=asc&amp;listLimit=30</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://siae.seduc.se.gov.br/siae.servicefile/api/File/Downloads/d6f46b62-197f-48e8-aa31-f28db09aa522"><u>https://siae.seduc.se.gov.br/siae.servicefile/api/File/Downloads/d6f46b62-197f-48e8-aa31-f28db09aa522</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.se.gov.br/noticias/educacao-cultura/exposicao_destaca_protagonismo_dos_homens_pardos_na_emancipacao_politica_de_sergipe"><u>https://www.se.gov.br/noticias/educacao-cultura/exposicao_destaca_protagonismo_dos_homens_pardos_na_emancipacao_politica_de_sergipe</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pge.se.gov.br/sergipe-e-bahia-discutem-limites-territoriais/"><u>https://pge.se.gov.br/sergipe-e-bahia-discutem-limites-territoriais/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://infonet.com.br/noticias/cidade/bahia-e-sergipe-disputam-areas-no-limite-entre-estados/"><u>https://infonet.com.br/noticias/cidade/bahia-e-sergipe-disputam-areas-no-limite-entre-estados/</u></a></span></li>
<li><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://fanf1.com.br/2025/07/07/historiador-fala-sobre-emancipacao-politica-de-sergipe-e-relembra-construcao-historica-do-8-de-julho/"><u>https://fanf1.com.br/2025/07/07/historiador-fala-sobre-emancipacao-politica-de-sergipe-e-relembra-construcao-historica-do-8-de-julho/</u></a></span></li>
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