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	<title>Arquivo para burguesia - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Dec 2025 02:14:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A pequena revolução das coisas banais</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-pequena-revolucao-das-coisas-banais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 09:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
		<category><![CDATA[arrocho. PSOL]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[burguesia]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Detrans]]></category>
		<category><![CDATA[direita]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[jeitinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luciano Correia (*) &#160; Nossa classe média é a melhor encarnação daquele ditado que dizia: “Calça de veludo, ou bunda de fora”. Há muito que os governos, de direita ou esquerda, empreendem medidas que só aumentam o arrocho contra essa outrora garbosa categoria. Hoje ela vive espremida por um orçamento que não cabe &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/a-pequena-revolucao-das-coisas-banais/">A pequena revolução das coisas banais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-pequena-revolucao-das-coisas-banais%2F&amp;linkname=A%20pequena%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20das%20coisas%20banais" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-pequena-revolucao-das-coisas-banais%2F&amp;linkname=A%20pequena%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20das%20coisas%20banais" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-pequena-revolucao-das-coisas-banais%2F&amp;linkname=A%20pequena%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20das%20coisas%20banais" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-pequena-revolucao-das-coisas-banais%2F&amp;linkname=A%20pequena%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20das%20coisas%20banais" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-pequena-revolucao-das-coisas-banais%2F&#038;title=A%20pequena%20revolu%C3%A7%C3%A3o%20das%20coisas%20banais" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-pequena-revolucao-das-coisas-banais/" data-a2a-title="A pequena revolução das coisas banais"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>ossa classe média é a melhor encarnação daquele ditado que dizia: “Calça de veludo, ou bunda de fora”. Há muito que os governos, de direita ou esquerda, empreendem medidas que só aumentam o arrocho contra essa outrora garbosa categoria. Hoje ela vive espremida por um orçamento que não cabe no salário, mas, para seguir a tradição de uma gente de nariz empinado, mantém a pose como se fossem filhos da nobreza. De certo mesmo é sua capacidade de furar filas, arrumar jeitinhos bem brasileiros e praticar a indecorosa Lei de Gerson: o importante é levar vantagem.</p>
<p>Para essa classe média, experta, pela esperteza, em furar os bloqueios da administração pública para traficar seus interesses, algumas mudanças reais não significam nada, sobretudo se o bolso aliviado não for o seu. A isenção do desconto de Imposto de Renda na faixa que vai até 5 mil reais de salário é um exemplo. A classe média da qual tratamos aqui não faz parte dessa massa, portanto, está fora do alcance do benefício.</p>
<p>Mas o grosso da população assalariada sabe a delícia que representa esse pequeno alívio, de 200 ou 300 pilas por mês, uma festa no orçamento de um povo pobre.</p>
<p>Há dias vi o depoimento de uma mulher dizendo das facilidades para tirar a habilitação para dirigir veículos. Num país cartorialmente escroto, pelo menos essa raspinha de dignidade o governo Lula pôde propiciar, um governo de centro com ligeiras tintas de esquerda. A elite brasileira, totalmente cartorial, e hoje estreando no negócio das drogas, não permite mais que uma raspinha aqui ou acolá. Na verdade, a antiga regra para a habilitação de motoristas era exercida por máfias organizadas, que iam dos mentirosos exames médicos ao teste prático de habilitação: tudo fake. Fábrica de dinheiro sob o comando dos Detrans estaduais, esses antros de corrupção tão genuinamente brasileiros, uma corrupção tão velha como a posição de fazer o número 2.</p>
<p>A fala da moça me impressionou pela simplicidade para resumir a questão: com um decreto governamental, uma antiga safadeza é retirada do cardápio nacional de safadezas historicamente entranhadas no fabulário geral de nossas safadezas normalizadas. É pouco ainda, mas é importante, porque é dessa matéria que vivem as pequenas transformações do cotidiano, as coisas que realmente importam. Sim, importam porque se referem à vida prática e real das pessoas. O resto é peroração pseudoideológica, como essa palhaçada em torno das sandálias Havaianas, hoje o tema principal do programa teórico do Psol e outros quejandos da esquerda identitária.</p>
<p>Que novas pequenas causas venham no horizonte próximo e se transformem em novas bandeiras de ganhos e conquistas. Uma a uma, melhorando efetivamente a vida dos que mais precisam. Que comecem a reduzir a vergonha da pior distribuição de renda do mundo. Isso não virá nunca da esquerdinha identitária nem da direita troglodita, com suas políticas parlamentares semelhantes, apenas com sinal trocado. São iguais em desgraças. Como disse alguém outro dia, o parlamento brasileiro é uma casa de negócios tocada por 513 empreendedores, cuja diferença entre si é basicamente a cor das camisetas que usam nos rolês dos fins de semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil, 525 anos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/brasil-525-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rivaldo Frias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 10:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[burguesia]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[políticos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Rivaldo Frias dos Santos (*) &#160; O nosso propósito ao escrever este texto é de levar um pouco do nosso aprendizado diário decorrente de anos de estudos e pesquisas a aqueles que de uma forma ou de outra sentem a necessidade de aprimorar seus conhecimentos nos mistérios sublimes da vida. Dessa forma, levado pelo &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-525-anos%2F&amp;linkname=Brasil%2C%20525%20anos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-525-anos%2F&amp;linkname=Brasil%2C%20525%20anos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-525-anos%2F&amp;linkname=Brasil%2C%20525%20anos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-525-anos%2F&amp;linkname=Brasil%2C%20525%20anos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbrasil-525-anos%2F&#038;title=Brasil%2C%20525%20anos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/brasil-525-anos/" data-a2a-title="Brasil, 525 anos"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Rivaldo Frias dos Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> nosso propósito ao escrever este texto é de levar um pouco do nosso aprendizado diário decorrente de anos de estudos e pesquisas a aqueles que de uma forma ou de outra sentem a necessidade de aprimorar seus conhecimentos nos mistérios sublimes da vida. Dessa forma, levado pelo espírito de patriotismo e civilidade resolvi trazer à luz esses conhecimentos, desejando que sejam úteis a todos os leitores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>     “Deus Meumque Jus”</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>     (“Deus é o meu Direito”)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano  se&#8230; <strong>passou,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E nada pra melhor&#8230; <strong>mudou; foi-se 2024,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Enquanto os gringos vão nos&#8230;<strong> pilhando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">O GOVERNO continua nos&#8230;<strong> desgovernando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo a barriga vai&#8230;<strong> apertando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230;<strong> passando;</strong></p>
<p style="text-align: center;">Segurança, educação&#8230;<strong> caducando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Moradia e saúde, nem&#8230; <strong>sonhando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">A Burguesia sempre&#8230;<strong> faturando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo com fome se&#8230;<strong> estrebuchando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230;<strong> passando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Pacheco de bom moço vive se&#8230;<strong> apresentando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Suas malezas nos outros vai&#8230;<strong> jogando;</strong></p>
<p style="text-align: center;">Nosso Congresso, a Nação&#8230;<strong> desrespeitando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo em tudo&#8230;<strong> acreditando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230;<strong> passando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Salários a todos&#8230;<strong> arrombando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">O FMI sempre nos&#8230;<strong> arrochando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">A Amazônia já nos estão&#8230;<strong> tomando</strong>,</p>
<p style="text-align: center;">E o povo alegre só&#8230;<strong> dançando&#8230; </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Carnaval, São João, Pré-Caju estão chagando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230;<strong> passando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">A safadeza continua&#8230; <strong>imperando;</strong></p>
<p style="text-align: center;">Na Justiça, ninguém mais&#8230;<strong> confiando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Os processos nos fóruns, no STJ ou no STF&#8230;<strong> descansando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo cada vez mais se&#8230;<strong> ferrando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230; <strong>passando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Nosso amado presidente&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Da nossa cara vive sempre&#8230; <strong>gozando;</strong></p>
<p style="text-align: center;">As estatais vão tranquilamente&#8230; <strong>entregando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo aos poucos se&#8230;<strong> acabando.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Mais um ano vai se&#8230;<strong> passando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Os rombos cada vez mais&#8230;<strong> aumentando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">As cadeias vazias, pelas gangues&#8230;<strong> esperando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">Os ladrões na impunidade no STF&#8230;<strong> confiando,</strong></p>
<p style="text-align: center;">E o povo com tudo&#8230;<strong> concordando.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quando o Brasil irá sair dessa inércia?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até quando? </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Acorda Brasil!&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Esquerda X direita vencidas pela prática do  individualismo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/esquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo/</link>
					<comments>https://www.sosergipe.com.br/esquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[aristocracia]]></category>
		<category><![CDATA[burguesia]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[direita]]></category>
		<category><![CDATA[esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[girondinos]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminismo]]></category>
		<category><![CDATA[individualismo]]></category>
		<category><![CDATA[rei]]></category>
		<category><![CDATA[revolução]]></category>
		<category><![CDATA[século]]></category>
		<category><![CDATA[socialismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=84086</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Valtênio Paes (*) &#160; Revisitando os escritos neste portal — no texto Da direita e esquerda ao individualismo e intolerância no Brasil — em dezembro de 2018, apresentamos uma revisão reiterativa com retoques de reexame no tema esquerda X direita e individualismo. Por volta da segunda metade do século XVIII os ideais do Iluminismo, &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/esquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo/">Esquerda X direita vencidas pela prática do  individualismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo%2F&amp;linkname=Esquerda%20X%20direita%20vencidas%20pela%20pr%C3%A1tica%20do%20%20individualismo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo%2F&amp;linkname=Esquerda%20X%20direita%20vencidas%20pela%20pr%C3%A1tica%20do%20%20individualismo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo%2F&amp;linkname=Esquerda%20X%20direita%20vencidas%20pela%20pr%C3%A1tica%20do%20%20individualismo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo%2F&amp;linkname=Esquerda%20X%20direita%20vencidas%20pela%20pr%C3%A1tica%20do%20%20individualismo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo%2F&#038;title=Esquerda%20X%20direita%20vencidas%20pela%20pr%C3%A1tica%20do%20%20individualismo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/esquerda-x-direita-vencidas-pela-pratica-do-individualismo/" data-a2a-title="Esquerda X direita vencidas pela prática do  individualismo"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Valtênio Paes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">R</span>evisitando os escritos neste portal — no texto <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/da-direita-e-esquerda-ao-individualismo-e-intolerancia-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Da direita e esquerda ao individualismo e intolerância no Brasil </a></span></strong><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.sosergipe.com.br/da-direita-e-esquerda-ao-individualismo-e-intolerancia-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">—</a> </span>em dezembro de 2018, apresentamos uma revisão reiterativa com retoques de reexame no tema esquerda X direita e individualismo.</p>
<p>Por volta da segunda metade do século XVIII os ideais do Iluminismo, movimento cultural, filosófico, político e social, que colocava a razão como a melhor forma para conquistar emancipação, liberdade e autonomia, fervilhava na Europa com epicentro na França, opondo-se ao absolutismo presente em todo continente e além-fronteiras. Numas das fases da Revolução Francesa, a convocação da Assembleia Nacional Constituinte se organizou em grupos: à esquerda, os radicais eram liderados por Robespierre e considerados populistas, chamados de Jacobinos, integrantes da baixa e média burguesia,  defendiam os interesses do povo. No centro, os Girondinos que eram integrantes da alta burguesia, mais moderados. À direita, os remanescentes da aristocracia, conhecidos por aristocratas, defendiam a volta do poder absoluto do rei, portanto conservadores.</p>
<p>Já no século XIX, Karl Max e Friedrich Engels, pensadores alemães,  buscam explicar a necessidade de transformação social através do econômico e político se opondo ao capitalismo. Doravante, quem era adepto do marxismo, e portanto, do socialismo, era tido como esquerda e quem defendia o capitalismo era tido como de direita. Cada corrente com suas subdivisões (radical e moderado). União Soviética depois Rússia, China e Cuba foram os principais adeptos da tentativa de implantar em seus governos o pensamento destes filósofos.</p>
<p>No século XX, esses países, à força, tentaram fortalecer o pensamento de esquerda. As ausências de transparência política, de liberdade de expressão e o atraso tecnológico, dentre outros fatores, conduziram todos ao retorno para o capitalismo, ressalvando a tentativa lenta de Cuba já no século XXI. Após 2002 no Brasil, o governo Lula manteve o capitalismo intacto, com leves momentos de opção pelos miseráveis, profundas alianças com políticos de vários matizes e condutas conservadoras. Tentou conciliar no poder, esquerda e direita.</p>
<p>No governo da presidente Dilma aflora  a intolerância:  ricos contra pobres,  sul contra nordeste,  pessoas que se diziam amigas passam a se agredirem no esconderijo das redes sociais.  Tudo a pretexto de direita e esquerda. A intolerância grassa no país como nunca nos últimos 60 anos. Parece, para algumas pessoas, ser prazeroso agredir com palavras, gestos, imagens e até fisicamente as outras. A Prática do ódio passou ser rotina.</p>
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<p>Diante deste cenário,  como fica a disputa entre esquerda  e direita? Quem se diz contra a “esquerda” é realmente de direita? Defende o individualismo exacerbado? O controle dos pobres pelos ricos? Quem se diz contra a “direita” é realmente de esquerda? Defende tomar tudo dos ricos e dividir com todos? Defende a socialização dos meios de produção? Os intolerantes têm consciência porque exercem a intolerância?</p>

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<p>Historicamente,  o marxismo ruiu e o capitalismo cambaleia em sucessivas crises, manipulado pelos trilionários do capital especulativo mundial. Lembremos do chavão: “o mercado não aceita, tá nervoso”.  Quem é o mercado nessas expressões? Poucas dezenas de bilionários que manipulam o dinheiro especulando.</p>
<p>Pensadores e educadores tateiam na busca de outros caminhos. Jeremy Rifkin nos dá grandes contribuições. Pensamos que historicamente não há como patinar numa ou noutra direção. Talvez o caminho dos prossumidores seja novo alento. O que não dá para a humanidade é ficar agarrada ao radicalismo ideológico e excluir tolerância, respeito, compartilhamento, solidariedade, coletivismo, diversidade, conciliação, mediação e individualidade como pilares de sua vivência neste começo do século XXI. Pensamos que discutir esquerda e direita com discurso e estratégias do século XX é medicamento vencido que acelera a intolerância alimentando  o confronto das tendências sem benefícios à convivência humana.</p>
<p>Na contemporaneidade percebemos pessoas que se dizem de esquerda, argumentando e praticando a partir dos seus interesses pessoais. De igual modo, do lado oposto, pessoas que se intitulam conservadoras ou de direita argumentam e agem, por vezes, baseando-se em princípios coletivos.</p>
<p>A intensificação do individualismo no século XXI não acontece por acaso e remonta ao século XVII com o pensamento de filósofos da modernidade como Renê Descartes (1596-1650) e John Locke (1632-1704). O primeiro organizou seu pensamento na hegemonia do sujeito marcado pela frase “cogito ergo sum” – penso logo existo. O segundo, “a verdade para todas as atividades era a razão”. O pensamento de ambos, dentre outros, contribuiu para a construção de uma ética individualista centrada na obediência e na aceitação da realidade.  O caos argumentativo praticado pelas pessoas se estabeleceu no século XXI, de tal maneira, que a exacerbação da intolerância passou ser rotina na sociedade. Muitas pessoas que se dizem de esquerda ou direita brigam no trânsito por uma passagem, um estacionamento, uma fila, uma imposição de argumento numa reunião, uma música, um saco de lixo, time de futebol, bebida, mensagem nas redes sociais, uma opinião politica, etc. Tudo por conta da prática exagerada do individualismo.</p>
<p>Embora seja conceito que permeie a sociedade ocidental, o individualismo não se revelou de um dia para outro em nosso meio, pois “a configuração individualista de ideias e valores que nos é familiar não existiu sempre nem aparece de repente. Faz-se remontar a origem do “individualismo” a uma época mais ou menos remota. Temos, assim, um paralelo entre o indivíduo moderno ocidental e o indivíduo tradicional da antiga sociedade indiana. Dumont explica que quando o indivíduo constitui o valor supremo, trata-se de individualismo. Nesse caso, o indivíduo não pode ser submetido a ninguém, sendo as suas regras pessoais que movem a sua existência. Quando o indivíduo se encontra na sociedade como um todo, trata-se de holismo. O modelo indiano de sociedade é holista, a sociedade moderna ocidental é individualista. Continua Dumont “para os modernos, o homem basta-se a si mesmo e está em relação direta com sua razão e com Deus”.  O indivíduo é um ser autônomo, integrante de uma comunidade que forma o Estado, tornando-o o poder supremo.</p>
<p>Na sociedade de consumo, sua essência caracteriza-se por mais produção e mais consumo, principalmente dos “bens” materiais, habitualmente associados às novíssimas tecnologias e o vazio de valores, com ausência de referências morais e éticas. O consumismo tenta restabelecer o equilíbrio “homeostático” e sentir-se mais revigorado. As Ciências Humanas, principalmente a Sociologia e a Psicologia, criaram e continuam a criar os instrumentos necessários para perceber como é que se pode cada vez mais transformar seres humanos em títeres. Perguntamos, neste início do século XXI, como é que se chegou a tamanho egoísmo, a tão grande relativismo? Explicar-se tudo a partir do individualismo “eu penso, eu quero, eu sei, eu vejo assim”, não poder ser a última alternativa. Porque não substituir por &#8220;como nós pensamos, como queremos? Como sabemos? Como vemos?&#8221; Para substituir basta nos colocarmos no lugar do outro antes de tomarmos a decisão.</p>
<p>Dirão alguns! “É difícil: o sistema, a vida. É complicado”. Toda vez que transferirmos a culpa para o outro buscamos a isenção e a acomodação e ficamos no mesmo lugar, muitas vezes continuando a reclamar e nada mais. Portanto não fazemos nossa parte.  O que fazemos na academia da vida? Provocar, refletir, divulgar e praticar o fortalecimento de valores onde o consumo exagerado seja contido, onde o respeito às pessoas nas suas diversas características seja praticado, onde a tolerância seja regra e onde a individualidade exista, porém contida, para o bem de uma sociedade fundada na ética da inclusão. É preciso ressignificar conceitos, gestos, sentidos das palavras, tendo imperativo o diálogo e o bem-estar da humanidade em detrimento do individualismo.</p>
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		<title>Vermeer e o Vinho</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/vermeer-e-o-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Bem conhecida é a tela &#8220;A Taça de Vinho&#8221; produzida por um dos grandes gênios da pintura holandesa, Johannes Vermeer (1632-1675). Este viveu pouco, o que me faz recordar (e quando o esqueci?) o hipocrático e seneceano adágio &#8220;Ars Longa, Vita Brevis&#8221;. Vermeer foi batizado em 31 de outubro de &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">B</span>em conhecida é a tela &#8220;A Taça de Vinho&#8221; produzida por um dos grandes gênios da pintura holandesa, Johannes Vermeer (1632-1675). Este viveu pouco, o que me faz recordar (e quando o esqueci?) o hipocrático e seneceano adágio &#8220;Ars Longa, Vita Brevis&#8221;.</p>
<p>Vermeer foi batizado em 31 de outubro de 1632, na assim denominada Nova Igreja Reformada. Cresceu como protestante. Seu nome cristão &#8216;Johannes&#8217; era preferido ao ser considerado muito prosaico &#8220;Jan&#8221; pelos protestantes de classe alta.</p>
<p>Agora, o por demais curioso: sabe-se, até hoje, mais sobre uma múmia egípcia do que sobre a vida de Vermeer. E isso sempre me chamou a atenção ao ponto do quase aborrecimento. Por causa dos hiatos na sua linha do tempo, mais de uma vez me vi em busca de informações. E em louvor de quê? Ora, sou apaixonado pela obra deste artista.</p>
<p>Imagine você, leitor, pouco ou nada se sabe sobre a infância de Vermeer. O que se especula é que o artista deve ter começado seu aprendizado em algum momento  da década de 1640. Ou seja, quando era adolescente. Bem, não diz muito. Nonada!</p>
<p>Um fato podemos, graças aos Céus, aceitar: ele existiu, ele viveu.</p>
<p>E prumodequê trago o pintor à baila? &#8220;Negócio seguinte&#8221;, como diria o já ido jornalista e escritor contracultural, abandonado pelo Brasil, Luiz Carlos Maciel: não obstante amar todas as suas telas, ou, pelo menos, as que conheço, uma, em especial, me causou um estranho sentimento de saudade, de identificação difícil de explicar. E qual seria a dita cuja?</p>
<p>Justamente a já citada, en passant, avançando duas casas, logo no início desta quase missiva: &#8220;A Taça de Vinho&#8221;.</p>
<p>Em uníssono, concomitantemente, duas referências de peso e de leveza na minha percepção do mundo: o vinho e a bela arte. Peso e leveza para ambos, bem entendido, e não respectivamente.</p>
<p>Ao que parece, a julgar pela informação que se repete em várias publicações, o artista holandês Johannes Vermeer pintou &#8220;A Taça de Vinho&#8221; em 1659. Estaria o pintor por volta dos vinte e sete anos.</p>
<p>E o que mostra a tela? Em síntese, duas pessoas, uma sentada e uma em pé. A mulher, sentada, a beber. O estilo da pintura segue, como se sabe, a Escola de Delft, esta que foi concebida no final da década de 1650 pelo pintor Pieter de Hooch.</p>
<p>Peço que o generoso leitor observe bem: ao invés de posicionadas, ou limitadas, em primeiro ou segundo plano, as figuras principais estão ao centro da cena.</p>
<p>Sim, os dois ao centro. Porém a figura feminina está ao mais à frente. Mesmo que exale certa aura de submissão. Em se tratando de Vermeer, autor de, pelo menos, quarenta telas em que a mulher é, de alguma forma, o tema, isso significa muito.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-78913 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O espaço, talvez uma sala, está a ser bem revelado pela luminosidade que se derrama pela janela. A mulher trajando cores (vermelho claro, quase um coral, e branco) é eternizada no aparentemente banal ato de beber vinho. Este que foi oferecido pelo cavalheiro que se mantém apoiado na mesa, enquanto segura o recipiente despreocupadamente. O uso de cores quase flutuantes, por causa da suavidade; a luz e a sombra criam uma atmosfera em que a vida se apresenta como que suspensa, parada, no tempo.</p>
<p>Há quem afirme ser esta obra um exercício de transição. Eu digo: &#8220;é daí?&#8221;. Pouco vejo de dramático nisso.</p>
<p>O que me importa é que o vinho também é um personagem. Também se porta como modelo. Está &#8220;vestido&#8221; com cristal, eis a taça.</p>
<p>A taça é levada de forma tranquila, contemplativa, à boca, o que empresta à cena algo de dissimulada sensualidade. Baco está presente, mas, certamente, convidou também a Eros. Há algum mistério delicioso&#8230;</p>
<p>Atentemos para o rosto da mulher: sugere que está um tantinho oculto pela taça quase vazia. E a sua roupa? Ela se encontra elegantemente vestida,  para agradar ao seu convidado.</p>
<p>Voltando à tela e à taça&#8230; como ele criou um senso de intimidade tão inigualável? Cabe esclarecer que esta questão não está a ser posta por mim como autor da mesma. É uma inquietação frequente a acessar os pesquisadores e estudiosos das Belas-Artes.</p>
<p>Retornemos ao conceito de dramatização. O que estão a fazer, de fato, os personagens na tela? Não o sabemos com plena certeza.</p>
<p>Ao lado de outros críticos, se devo especular, diria que há uma possibilidade de que a imagem retrate um namoro, embora os papéis desempenhados pelas duas pessoas envolvidas não sejam imediatamente aparentes. É quase como se ele estivesse tentando deixar a mulher embriagada, sem pressa, já que, pelo que se interpreta, assim que ela terminar sua taça de vinho, ele lhe servirá outra.</p>
<p>Em sentido geral, quanto ao autor e suas produções, eu diria que as obras de Vermeer deram o tom para representações da alta burguesia da época, em um nível social refinado. Este tipo de cenário exigia uma representação pictórica mais fina e suave.</p>
<p>A tela, &#8220;A Taça de Vinho&#8221;, representa muito bem esta perspectiva.</p>
<p>Bem, como diriam no Looney Tunes Cartoon: &#8220;That&#8217;s all folks&#8221;</p>
<p>Santé!</p>
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		<title>Voltamos ao tempo da exclusão, diz Rogério Carvalho</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/voltamos-ao-tempo-da-exclusao-diz-rogerio-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 12:31:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Rogério Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Carvalho Presidente Estadual do PT em Sergipe Por todo o País, universidades federais relatam dificuldades em sustentar as atividades até o fim do ano letivo. Com o corte em R$ 4 bilhões do orçamento para educação, o principal desafio está em manter os contratos com terceirizados, responsáveis pela limpeza e segurança das instituições. &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Presidente Estadual do PT em Sergipe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por todo o País, universidades federais relatam dificuldades em sustentar as atividades até o fim do ano letivo. Com o corte em R$ 4 bilhões do orçamento para educação, o principal desafio está em manter os contratos com terceirizados, responsáveis pela limpeza e segurança das instituições. Acompanhar essa notícia, para mim, enquanto brasileiro e professor, é uma temeridade.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que todos nós estamos sendo afetados por esse modelo de condução da economia que prioriza a diminuição do Estado brasileiro e o processo de apartação. O conceito de apartação é aquele no qual você segrega a sociedade. Estamos voltando ao tempo que uma parte da sociedade é excluída das políticas e da agenda do Governo brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Lula assumiu a presidência, o seu grande mérito foi fazer um governo para todos os brasileiros. Com isso, o Brasil cresceu. Nada menos que 40 milhões de pessoas das classes C e D, o equivalente a quatro vezes a população de Portugal, renasceu das classes que estavam excluídas das oportunidades que a riqueza do País podia oportunizar.</p>
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<p style="text-align: justify;">Entre os programas sociais implantados por Lula estão o Luz Para Todos, o Programa de Arrendamento Residencial (PAR), o Ciência sem Fronteiras, o Bolsa Família, a expansão das universidades públicas e institutos federais de educação, as cotas sociais para o ensino superior, a aposentadoria rural por idade, o ganho real no salário mínimo, entre muitos outros que garantiram dignidade ao povo brasileiro.</p>
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<p style="text-align: justify;">Estamos agora, novamente, diante de um processo no qual todos esses incluídos vão, paulatinamente, ser excluídos. Tudo isso para que essa montanha de recursos volte para as mãos dos de sempre, as elites brasileiras, os mesmos que não querem a distribuição da riqueza nem a inclusão das pessoas, o que é um equívoco. A inclusão gera mais microempresários, faz surgir novas micro e pequenas empresas. Há todo um setor médio que cresce junto com as classes C e D. São justamente esses setores que acabam sendo geradores de empregos e de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o que vamos ver nos próximos períodos &#8211; e já estamos vendo agora -, com a retirada de um milhão de pessoas do Bolsa Família, a redução do Programa Universidade para Todos &#8211; ProUni -, do Fundo de Financiamento Estudantil &#8211; Fies -, dos recursos para as áreas da saúde e da educação, além do desinvestimento na expansão do ensino superior é um reflexo destrutivo. Com tudo isso, quem vai ficar de fora do acesso à educação? Certamente não é quem tem condição de pagar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem vai ficar de fora é quem não tinha condição de pagar, mas que conseguia custear os estudos por meio das políticas públicas inclusivas. Assim sendo, essa paralisação das universidades é algo que precisa ser denunciado, pois a finalidade disso tudo é governar para uma pequena parte da sociedade. Com a grande parte dela voltando a ser excluída, sobrará dinheiro para financiar o ganho do grande capital, da burguesia brasileira, que não admite a inclusão dos que mais precisam.</p>
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