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	<title>Arquivo para biografias - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Dois jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 13:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luciano Correia (*) &#160; Como se estivéssemos bem servidos de muitos e bons jornalistas, Sergipe perdeu logo dois num dia só. Dois jovens que fizeram muito pelo desenvolvimento de nosso jornalismo e que certamente tinham muito a fazer na nossa imprensa. Mônica, carioca que chegou aqui como Dantas, e depois voltou a usar &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">C</span>omo se estivéssemos bem servidos de muitos e bons jornalistas, Sergipe perdeu logo dois num dia só. Dois jovens que fizeram muito pelo desenvolvimento de nosso jornalismo e que certamente tinham muito a fazer na nossa imprensa. Mônica, carioca que chegou aqui como Dantas, e depois voltou a usar o sobrenome Pinto de solteira, teve longa carreira no extinto Cinform impresso, mas passou por outros jornais e fundou revista. Foi a editora da Sergipe +, uma publicação de variedades local infelizmente também extinta.</p>
<p>Assessorou a Fecomércio durante anos, construindo afetuosas relações de amizade com vários empresários locais. Era editora-chefe do portal F5 News, dos empresários Fernando Carvalho e Laércio Oliveira. Sou testemunha do carinho que os dois sentiam por ela. Sempre que me encontra, o senador Laércio sequer pergunta o tradicional “Tudo bem?”. A primeira coisa que diz é sempre: “Tem visto nossa Moniquita?” Era assim que eu a chamava.</p>
<p>Amigo íntimo do casal Mônica-Sidnei Xambu, frequentei suas variadas casas, aqui ou em Curitiba, como também fui frequentado por eles, fora os incontáveis almoços e cervejadas por aí, por aí. Perco uma grande amiga, Sergipe perde uma grande mulher, além da profissional competente que sempre foi. À certa altura da carreira, incorporou no seu currículo a função de biógrafa, tendo feito belíssimos trabalhos sobre empreendedores como Raimundo Souza (da antiga farmácia Galeno), Raymundo Luiz e tantos outros, incluindo o próprio comércio aracajuano, personagem de uma de suas sortidas biografias.</p>
<p>Mônica era uma mineira-carioca que jamais perdeu o sotaque, talvez para não se sentir tão estrangeira nos lugares onde viveu. Do Rio, conservava em Aracaju um grupo só de cariocas como ela e Xambu, aqui estabelecidos há décadas. Uma confraria de amigos muito queridos que se reuniam no seu fechado clube para falar reminiscências da cidade maravilhosa, todos, como ela, puxando até hoje aquele sotaque típico dos cariocáááxxx.</p>
<p>Justo quando deu por encerrada sua temporada no frio e insípido Paraná e recomeçar uma nova vida em marcha lenta na sua querida Aracaju, a doença apontou os primeiros sinais. Enfrentou o câncer com um destemor que nunca vi em ninguém mais. Uma leoa rugindo o tempo todo na resistência, pela vida, em alto astral. Foram inúmeras manhãs de sol nascendo e mergulhos na praia em frente à sua casa, que ela festejou como se fossem os últimos, pois que eram mesmos.</p>
<p>No último aniversário, em novembro, mesmo dia em que Mamãe completa anos, ela fez questão de minha presença, com um argumento inapelável: “Porque esse é meu último aniversário, Luc”. Tomei uma pancada com tamanha coragem. E voei de Itabaiana do meio do níver de Mamãe para a lendária Atalaia Nova a tempo de pegar a cachaça e a alegria de sua festinha entre amigos. Pouco mais de seis meses depois, ela cumpriu o aviso: nos deixou de novo perplexos, tristes, sem saber o que dizer com a falta que vai nos fazer. Voa feliz, Moniquita!</p>
<p>André Barros nunca foi um amigo íntimo. Vivemos de relações cordiais, mas de uma cordialidade que não é dessas que rolam por aí. Um gentleman, de tão educado, coisa rara em Sergipe dos muros baixos. Trabalhamos na CBN Aracaju, na primeira fase da CBN, quando fui encarregado da implantação do jornalismo. Ele, um âncora seguro, conhecedor como poucos da linguagem de rádio e TV, excelente texto. Era, disparadamente, o melhor jornalista e apresentador de rádio da província. Sua competência, lembre-se, nunca foi obra do acaso, senão pelos anos de estrada aqui e fora de Sergipe, nas TVs Globo e Manchete de Brasília, e em jornais.</p>
<figure id="attachment_90915" aria-describedby="caption-attachment-90915" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-90915" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros-300x168.jpeg" alt="André Barros" width="300" height="168" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros-300x168.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros-1024x573.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros-768x430.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/andre-barros.jpeg 1170w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-90915" class="wp-caption-text">André Barros</figcaption></figure>
<p>Quando âncora da CBN, eu fazia um comentário diário, num quadro chamado de Liberdade de Expressão. Ele, gentil, provocador, sempre me estimulava abrindo um ângulo novo, fazendo daquela dobradinha um raro momento criativo de jornalismo no rádio. Nos cargos públicos que exerci, sempre me entrevistou com honestidade, perguntando tudo, mas fazendo jornalismo com qualidade, sem ser chapa branca nem ser chancelado pelos pagadores de jabás públicos e privados. Estreitamos mais os laços num café em que ele batia ponto no Riomar. Outro dia, de passagem, eu comentei com ele: “Puxa, você abandonou o posto no café, rapaz? Vamos atualizar nossas conversas, fofocar um pouco”. Ele me contou de problemas de saúde, de forma apressada e superficial. Não me dei conta da gravidade. Esta semana é que vi que não vamos mais tomar nosso café.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A vivacidade dos mitos, ritos e símbolos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nilton Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2024 11:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nilton Santana (*)   É um erro grosseiro pensar que mitos são mentiras, que por isso, são descartáveis. O mito é uma maneira de explicar o mundo não somente na esfera da religiosidade, mas também na esfera da filosofia. Os mitos são uma constante do ser humano independente do tempo e do espaço. Os &#8230;</p>
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<blockquote><p><em>Nilton Santana (*)</em></p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<span class="dropcap ">É</span> um erro grosseiro pensar que mitos são mentiras, que por isso, são descartáveis. O mito é uma maneira de explicar o mundo não somente na esfera da religiosidade, mas também na esfera da filosofia. Os mitos são uma constante do ser humano independente do tempo e do espaço.</p>
<p>Os padrões, narrativas e detalhes do mito são encontrados em toda parte, inclusive em biografias. Posso afirmar sem sombra de dúvidas que mesmo estando esvaziados de mitos religiosos, procuramos preencher esta lacuna com outros mitos de origem política ou até mesmo ícones propagados pelas mídias, ou cinema (XAVIER, 2015, p. 25-26).</p>
<p>Os mitos são narrativas utilizadas como equipamentos necessários à vida. Ao narrarmos eventos reais ou fictícios, estamos repetindo o uso de um equipamento conhecido desde os tempos das cavernas. Isto é, a troca de experiências que o cérebro entende como essenciais para a sobrevivência. A narrativa faz parte da vida humana, e a que mais se comunica com a nossa mente é a narrativa mitológica, pois todos os símbolos que atingem o íntimo da humanidade estão ali, gravados pela evolução.</p>
<p>Parafraseando Campbell:</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Você tem o mesmo corpo, com os mesmos órgãos e energias que o homem de Cro Magnon tinha, trinta mil anos atrás. Viver uma vida humana na cidade de Nova Iorque ou nas cavernas é passar pelos mesmos estágios da infância à maturidade sexual, pela transformação da dependência da infância em responsabilidade, própria do homem ou da mulher, o casamento, depois a decadência física, a perda gradual das capacidades e a morte. Você tem o mesmo corpo, as mesmas experiências corporais, e com isso reage às mesmas imagens.” (CAMPBELL, 1990, p. 49).</em></p>
<p>Podemos afirmar que o mito pertence a uma dimensão do ser humano (BIERLEIN, 2003). E o mesmo podemos fazer com ideologias políticas que sempre guardam aspectos religiosos. Toda ideologia possui seus mitos e símbolos. Até mesmo podemos citar aqui ritos nacionalistas que nos remetem aos personagens nacionais que foram mitificados (Ibidem). E aqui não vamos salientar o mito como fundamental para os códigos de conduta moral de grupos sociais, nem mesmo como um padrão de crenças que dá significado à vida (Ibidem). Também não pretendo adentrar no mito como uma narrativa simbólica-imagética que preenche a lacuna existente entre o inconsciente e a linguagem lógica do consciente (JUNG, 2013, p. 23). A riqueza dos mitos é vasta e vastos também são os grandes estudiosos que se debruçaram sobre o tema.</p>
<p>Mas qual a ligação que os mitos possuem com os rituais e símbolos? A resposta é que o ritual é o mito em ação. O ritual é a prática do mito porque traz para a vivência toda a força imagética que a mitologia possui (ELIADE, 1992).</p>
<p>Em outras palavras, ao fazermos um ritual estamos recorrendo aos símbolos que estão presentes em mitos. O mito se comunica com um estágio da vida e o ritual serve para que a pessoa viva intensamente este mito e seus ensinamentos. Nesse sentido, longe de ser uma mentira, o mito é a mais nua e pura realidade humana. Isso é tão relevante que irei enfatizar mais uma vez: o mito é a mais pura realidade humana! O ritual e o símbolo tornam o mito mais acessível. Estudar rituais é o mesmo que estudar símbolos e mitos, porque todos eles estão intrinsecamente ligados.</p>
<p>No Islã podemos fazer referência aos rituais que acontecem durante a peregrinação à Meca. Esses ritos possuem símbolos que remetem ao mito do profeta Abraão e ao profeta Ismael.</p>
<p>Da mesma forma, no Judaísmo temos o rito de sábado, que se estabelecem vários símbolos lembrando o momento da criação. O sábado deste modo torna-se um mito no qual as reverências ritualísticas ao sagrado são símbolos do momento mítico da criação.</p>
<p>O rito da Páscoa é um outro exemplo disto: na Vigília Pascal cristã uma vela branca que representa a luz de Cristo é acesa. Essa vela é do Círio Pascal. Perceba que o Círio Pascal é o símbolo que representa a luz de Cristo. Símbolo presente em um ritual que nos remete ao mito cristão da ressurreição. Onde há humanos há mitos, rituais e símbolos. O ser humano é um ser mítico, ritualístico e simbólico.</p>
<p>Convém explanar sobre os rituais de passagem. Os rituais que marcam a vida humana como os rituais de nascimento, de amadurecimento e de perpetuação da vida. E esses rituais encontram-se em diferentes culturas. O ritual de passagem delimita a fronteira a ser atravessada, é o acesso que o menino possui para o adulto, a transformação do imaturo para o maduro.</p>
<p>No norte do Brasil há a etnia Sateré-Mawé, durante o ritual de passagem o menino coloca as mãos em luvas de palha trançada; a luva está infestada com formigas Tucandeiras. Ao receber as picadas o processo ritual se inicia. Pode parecer estranho e impactante observar tal ritual de passagem, sobretudo com os olhos da nossa sociedade, mas para os indígenas que o praticam valores como força e compromisso são evocados (CARVALHO, 2019, p. 56). Toda a ritualística é preparada antes com demasiada atenção, inclusive durante o período o jovem a ser iniciado deve se alimentar de chibé de farinha, formigas torradas, castanhas, frutas, verduras e iguarias provenientes da caça (Ibidem, p. 110). Havendo aí uma preparação antes do próprio ritual.</p>
<p>Outro exemplo seria no Judaísmo, o menino judeu ao completar treze anos realiza o <em>Bar Mitzvá, </em>ritual de passagem onde lê publicamente a Torá, se tornando responsável pela observância dos mandamentos que regem a vida judaica (GALINKIN, 2001, p.62). Deixa de ser menino e passa a ser um homem. Há também toda uma preparação durante a passagem, inclusive alimentar (Ibidem, p.92). O compromisso para com o povo é sempre ressaltado.</p>
<p>Já na antiga Grécia, os jovens passavam por um longo período de Iniciação, no qual se incluía casar, participar ativamente da defesa da pólis, sendo no exército ou na marinha, e a celebração de rituais sagrados (FLORENZANO, 1996, p.19-32). Somente a partir daí passaria a participar da vida social adulta da cidade. O compromisso para com a cidade era sempre ressaltado.</p>
<p>Gregos, romanos, judeus, árabes, e tantos outros povos originários da África, Ásia, Europa e América possuíam, e alguns deles ainda possuem, rituais de passagem que servem para dermarcar a mudança de mentalidade da vida infantil para a vida adulta. Ou até mesmo iniciações para estágios mentais mais amadurecidos (MOORE; GILLETE, 1993). Os rituais, símbolos e mitos são extremamente necessários para a vida humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>BIERLEIN, J. F. <strong>Mitos Paralelos</strong>. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.</p>
<p>CAMPBELL, Joseph. <strong>O Poder do Mito</strong>. &#8211; Entrevistas com Bill Moyers. São Paulo:Editora Palas Athena, 1990.</p>
<p>CARVALHO, Joelma Monteiro de.<strong> Ritual de passagem: das terras indígenas às áreas urbanas dos Sateré-Mawé. </strong>Manaus: Editora UEA, 2019.</p>
<p>FLORENZANO, Maria Beatriz Borda. <strong>Nascer, viver e morrer na Grécia Antiga</strong><em>.</em> São Paulo: Atual, 1996.</p>
<p>GALINKIN, Ana Lúcia. <strong>Os filhos dos mandamentos</strong>: uma discussão sobre a identidade judaica no contexto dos rituais de maioridade Bar Mitzvá e Bat Mitzvá. 2001. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.</p>
<p>JUNG, Carl.<strong> Civilização em transição</strong>. Petropólis: Vozes, 2013.</p>
<p>XAVIER, Adilson. <strong>Storytelling: Histórias que deixam marcas.</strong> Rio de Janeiro: BestSeller, 2015.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marcelo Ribeiro lança seu  17º  livro no Villa Veron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 13:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O médico e escritor Marcelo Ribeiro lança hoje, 12, às 19 horas, no centro gastronômico e cultural Villa Veron,  o livro “Imagens&#38;Letras”, onde reúne 52 poemas inéditos e 74 letras de canções que compôs junto com o amigo e músico, Sérgio Botto, falecido em 2013, com quem já gravou o CD Fina Flor. O Villa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20lan%C3%A7a%20seu%20%2017%C2%BA%20%20livro%20no%20Villa%20Veron" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20lan%C3%A7a%20seu%20%2017%C2%BA%20%20livro%20no%20Villa%20Veron" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20lan%C3%A7a%20seu%20%2017%C2%BA%20%20livro%20no%20Villa%20Veron" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20lan%C3%A7a%20seu%20%2017%C2%BA%20%20livro%20no%20Villa%20Veron" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron%2F&#038;title=Marcelo%20Ribeiro%20lan%C3%A7a%20seu%20%2017%C2%BA%20%20livro%20no%20Villa%20Veron" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/marcelo-ribeiro-lanca-seu-17o-livro-no-villa-veron/" data-a2a-title="Marcelo Ribeiro lança seu  17º  livro no Villa Veron"></a></p><p style="text-align: justify;">O médico e escritor Marcelo Ribeiro lança hoje, 12, às 19 horas, no <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.villaveron.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">centro gastronômico e cultural Villa Veron</a></span>,  o livro “Imagens&amp;Letras”, onde reúne 52 poemas inéditos e 74 letras de canções que compôs junto com o amigo e músico, Sérgio Botto, falecido em 2013, com quem já gravou o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://infonet.com.br/noticias/cultura/cd-traz-composicoes-de-marcelo-ribeiro-e-sergio-botto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CD Fina Flor.</a></span> O Villa Veron fica rua Zaqueu Brandão, 598.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box shadow  aligncenter"><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">“Imagens@Letras é o 17º livro na carreira de Marcelo, que já pensa em escrever seu primeiro romance.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-16746 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/livro-de-marcelo-ribeiro-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/livro-de-marcelo-ribeiro-208x300.jpg 208w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/livro-de-marcelo-ribeiro-768x1107.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/livro-de-marcelo-ribeiro-710x1024.jpg 710w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/livro-de-marcelo-ribeiro.jpg 888w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" />“Escrever é uma cachaça.  Ao invés de  ficar nas redes sociais  comentando este ou aquele assunto, prefiro me concentrar  em meus livros”, disse Marcelo Ribeiro, que já escreveu biografias, como a de Mário Cabral e de vultos da história de Sergipe, como o General Calazans, dentre outros.  Este novo livro conta prefácio de Clínio Guimarães,  orelha assinada pelo jornalista e poeta Jozailto Lima, e 126 ilustrações de Ana Denise.</p>
<p style="text-align: justify;">Clínio, diz, inclusive, no prefácio  que “Marcelo Ribeiro é um cuidadoso arquiteto da palavra e sua poética se apresenta coloquial, irreverente, concisa e formal, revestida de múltiplos sentimentos, que ora se desilude ora delira com a acidez do cotidiano, da fragilidade do ser, da instabilidade da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de médico e escritor, Marcelo Ribeiro elegeu-se deputado estadual em 1987, é funcionário público estadual e foi o pioneiro em Sergipe na técnica operatória ‘laringoscopia em fibra ótica&#8217;. Formou-se em Medicina em 1974 e, a partir do final da década de 90, começou a publicar livros de poesia e prosa: ‘Confissões&#8217;, ‘Um torrado de mim&#8217;, ‘Saudades cinzas, manhãs azuis&#8217;, ‘Motivos Diversos&#8217;, ‘PT Saudações&#8217;, ‘Algum Poema Conciso&#8217; e ‘Poemas Irregulares&#8217;.</p>

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