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	<title>Arquivo para Belas-Artes - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Da sedutora inutilidade diletante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 10:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Tudo o que é útil é horrível e feio. A cozinha é indispensável numa casa; mas ninguém se lembraria de lá ficar, e vamos para um salão a que enfeitamos, como este, de coisas perfeitamente supérfluas. Para que servem essas pinturas encantadoras, essas madeiras trabalhadas? Só é belo o &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/da-sedutora-inutilidade-diletante/">Da sedutora inutilidade diletante</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fda-sedutora-inutilidade-diletante%2F&amp;linkname=Da%20sedutora%20inutilidade%20diletante" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fda-sedutora-inutilidade-diletante%2F&amp;linkname=Da%20sedutora%20inutilidade%20diletante" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fda-sedutora-inutilidade-diletante%2F&amp;linkname=Da%20sedutora%20inutilidade%20diletante" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fda-sedutora-inutilidade-diletante%2F&amp;linkname=Da%20sedutora%20inutilidade%20diletante" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fda-sedutora-inutilidade-diletante%2F&#038;title=Da%20sedutora%20inutilidade%20diletante" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/da-sedutora-inutilidade-diletante/" data-a2a-title="Da sedutora inutilidade diletante"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Tudo o que é útil é horrível e feio. A cozinha é indispensável numa casa; mas ninguém se lembraria de lá ficar, e vamos para um salão a que enfeitamos, como este, de coisas perfeitamente supérfluas. Para que servem essas pinturas encantadoras, essas madeiras trabalhadas? Só é belo o que nos parece inútil!</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Honoré de Balzac, A Comédia Humana</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span>pós duas semanas de ausência, por quase todos despercebida, retorno a este conceituadíssimo hebdomadário, saltitante e serelepe que nem um caxinguelê a entornar taças e taças dum Veuve Clicquot Brut. Ou seria, deslocando-me para a outra extremidade, taças dum Brandy de Jerez Osborne, muito mais em conta?</p>
<p>A bolsa ou a vida? Bem, catemos as moedas do fundo da algibeira, bebamos o que com elas pudermos beber. E vivamos. Recordemos de Beethoven, de seu tardio quarteto: &#8220;Muss es sein? Es muss sein!&#8221;. Tem de ser!</p>
<p>Digressões, digressões e digressões&#8230;</p>
<p>Ressalto o &#8220;quase&#8221; todos por causa de uma mensagem, via WhatsApp, que recebi do médico, escritor, pesquisador, latinista e amigo querido, Marcos Almeida, na qual diz ter sentido falta dos meus artigalhos semanais.</p>
<p>Puxa! Fiquei mais feliz do que galinha a ciscar terreiro ao Sol numa manhã de abril. Este que, a parafrasear Konstantínos Kaváfis, costuma trazer boas notícias, na qual amigos chegam e tudo de bom prospera.</p>
<p>Ora, leitor, sim, eu o sei, estamos ao final de julho. Acaso não me terei o direito à evocação e à saudade?</p>
<p>Saber, direto da fonte, que alguém, de tamanha estatura intelectual como Marcos, gosta de ler o que escrevo é quase como antever, qual Dante, a amada beatitude permanente nos círculos celestiais e paradisíacos.</p>
<p>Sim, porém, e a razão de ser do pouco significante lapso? Ah, outros compromissos e intimações textuais e filosóficos cobraram sua parte na implacável fita métrica da vida.</p>
<p>Ali, encomendam-me um jingle apologético; acolá um panfleto virtual com promessas de vida no coração da comunidade interiorana — mais uma praça está a ser inaugurada&#8230;</p>
<p>E os universitários&#8230; Aos quais, ninguém, em sã consciência — no caso de dispor de uma que preste  — irá recorrer para dirimir qualquer que seja a dúvida em conhecimentos gerais e específicos: eles mesmos, desorientados graduandos, estão acossados por toda a ignorância diante do mundo e, ainda mais, do Mundo. Tomo-lhes uma das mãos, os ponho na senda correta: tese, antítese e síntese&#8230; E se conseguem, assim, dez ou doze folhas escritas, comemoram como se tivessem alcançado o Pico da Bandeira.</p>
<p>Parcos foram, pois, os momentos dos quais pude dispor para pensar no que escrever fora do campo de trabalho forçado.<a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome.jpg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-79602 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome.jpg" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-300x149.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-1024x510.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-768x382.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-660x330.jpg 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ontonce, noite passada, garrafa dum Hermanos Traversa Tannat 2021 sobre a mesa, a harmonizar com um corte de peito amaciado no molho de abacaxi e vinagre de vinho — prato meio que autoral. Algo de descanso mental se deu por uns instantes&#8230;</p>
<p>Eu a ouvir choppinianas composições que evocavam nebulosos pensamentos inspirados por Kant — e sua legítima paixão cosmológica — e pela alta noite a olhar, apequenado, o vasto céu estrelado, indaguei-me: por que cargas pensar, escrever e publicar? O que há de necessário e essencial nisto?</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-2024-08-02T214730.187.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79595 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-2024-08-02T214730.187-250x300.png" alt="" width="306" height="367" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-2024-08-02T214730.187-250x300.png 250w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Design-sem-nome-2024-08-02T214730.187.png 400w" sizes="auto, (max-width: 306px) 100vw, 306px" /></a>Resposta imediata: nada mais para além da vaidade, da arrogância, da realização estética, do ser aprovado por pessoas melhores que eu, do conquistar um mínimo de popularidade, seja esta negativa ou positiva. No meu caso, a primeira condição costuma prevalecer.</p>
<p>Entretanto, talvez, também, escreva na vã e descompromissada esperança de que algumas pouquíssimas pessoas façam eco às inúteis reflexões, as quais pincelo com a rala aquarela do meu godet interior — &#8220;quais são as cores, leitor, de sua predileção?&#8221;</p>
<p><span class="sigijh_hlt">E essa coisa de alta cultura&#8230; Ainda terá lugar num mundo cada vez mais superficial, rebaixado e acéfalo. Será ainda necessária?</span></p>
<p>Digressões, digressões e digressões&#8230;</p>
<p>Tecer despretensiosas considerações críticas voltadas para a Literatura, para as Belas-Artes (a exceção da tal &#8220;arte&#8221; contemporânea, ante a qual não tenho coisa alguma a comentar) para a Música, para a Culinária, para o Vinho é um exercício que me agrada e conforta.</p>
<p>Encontrar quem veja nisto algo de significativo é revigorante e compensador. Quiçá, por isso, prossiga eu com minhas sensabóricas tolices mundano-filosóficas com toques de nostalgia renascentista, barroca, neoclássica, vitoriana e setentista.</p>
<p>Práxis pela qual corre o risco (com o qual não me importo tanto) de soar e aparentar tão somente como bazófia enciclopedista&#8230;</p>
<p>Decerto o seja&#8230;</p>
<p>Santé <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vermeer e o Vinho</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/vermeer-e-o-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2024 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Bem conhecida é a tela &#8220;A Taça de Vinho&#8221; produzida por um dos grandes gênios da pintura holandesa, Johannes Vermeer (1632-1675). Este viveu pouco, o que me faz recordar (e quando o esqueci?) o hipocrático e seneceano adágio &#8220;Ars Longa, Vita Brevis&#8221;. Vermeer foi batizado em 31 de outubro de &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">B</span>em conhecida é a tela &#8220;A Taça de Vinho&#8221; produzida por um dos grandes gênios da pintura holandesa, Johannes Vermeer (1632-1675). Este viveu pouco, o que me faz recordar (e quando o esqueci?) o hipocrático e seneceano adágio &#8220;Ars Longa, Vita Brevis&#8221;.</p>
<p>Vermeer foi batizado em 31 de outubro de 1632, na assim denominada Nova Igreja Reformada. Cresceu como protestante. Seu nome cristão &#8216;Johannes&#8217; era preferido ao ser considerado muito prosaico &#8220;Jan&#8221; pelos protestantes de classe alta.</p>
<p>Agora, o por demais curioso: sabe-se, até hoje, mais sobre uma múmia egípcia do que sobre a vida de Vermeer. E isso sempre me chamou a atenção ao ponto do quase aborrecimento. Por causa dos hiatos na sua linha do tempo, mais de uma vez me vi em busca de informações. E em louvor de quê? Ora, sou apaixonado pela obra deste artista.</p>
<p>Imagine você, leitor, pouco ou nada se sabe sobre a infância de Vermeer. O que se especula é que o artista deve ter começado seu aprendizado em algum momento  da década de 1640. Ou seja, quando era adolescente. Bem, não diz muito. Nonada!</p>
<p>Um fato podemos, graças aos Céus, aceitar: ele existiu, ele viveu.</p>
<p>E prumodequê trago o pintor à baila? &#8220;Negócio seguinte&#8221;, como diria o já ido jornalista e escritor contracultural, abandonado pelo Brasil, Luiz Carlos Maciel: não obstante amar todas as suas telas, ou, pelo menos, as que conheço, uma, em especial, me causou um estranho sentimento de saudade, de identificação difícil de explicar. E qual seria a dita cuja?</p>
<p>Justamente a já citada, en passant, avançando duas casas, logo no início desta quase missiva: &#8220;A Taça de Vinho&#8221;.</p>
<p>Em uníssono, concomitantemente, duas referências de peso e de leveza na minha percepção do mundo: o vinho e a bela arte. Peso e leveza para ambos, bem entendido, e não respectivamente.</p>
<p>Ao que parece, a julgar pela informação que se repete em várias publicações, o artista holandês Johannes Vermeer pintou &#8220;A Taça de Vinho&#8221; em 1659. Estaria o pintor por volta dos vinte e sete anos.</p>
<p>E o que mostra a tela? Em síntese, duas pessoas, uma sentada e uma em pé. A mulher, sentada, a beber. O estilo da pintura segue, como se sabe, a Escola de Delft, esta que foi concebida no final da década de 1650 pelo pintor Pieter de Hooch.</p>
<p>Peço que o generoso leitor observe bem: ao invés de posicionadas, ou limitadas, em primeiro ou segundo plano, as figuras principais estão ao centro da cena.</p>
<p>Sim, os dois ao centro. Porém a figura feminina está ao mais à frente. Mesmo que exale certa aura de submissão. Em se tratando de Vermeer, autor de, pelo menos, quarenta telas em que a mulher é, de alguma forma, o tema, isso significa muito.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-78913 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-04-at-08.53.25.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O espaço, talvez uma sala, está a ser bem revelado pela luminosidade que se derrama pela janela. A mulher trajando cores (vermelho claro, quase um coral, e branco) é eternizada no aparentemente banal ato de beber vinho. Este que foi oferecido pelo cavalheiro que se mantém apoiado na mesa, enquanto segura o recipiente despreocupadamente. O uso de cores quase flutuantes, por causa da suavidade; a luz e a sombra criam uma atmosfera em que a vida se apresenta como que suspensa, parada, no tempo.</p>
<p>Há quem afirme ser esta obra um exercício de transição. Eu digo: &#8220;é daí?&#8221;. Pouco vejo de dramático nisso.</p>
<p>O que me importa é que o vinho também é um personagem. Também se porta como modelo. Está &#8220;vestido&#8221; com cristal, eis a taça.</p>
<p>A taça é levada de forma tranquila, contemplativa, à boca, o que empresta à cena algo de dissimulada sensualidade. Baco está presente, mas, certamente, convidou também a Eros. Há algum mistério delicioso&#8230;</p>
<p>Atentemos para o rosto da mulher: sugere que está um tantinho oculto pela taça quase vazia. E a sua roupa? Ela se encontra elegantemente vestida,  para agradar ao seu convidado.</p>
<p>Voltando à tela e à taça&#8230; como ele criou um senso de intimidade tão inigualável? Cabe esclarecer que esta questão não está a ser posta por mim como autor da mesma. É uma inquietação frequente a acessar os pesquisadores e estudiosos das Belas-Artes.</p>
<p>Retornemos ao conceito de dramatização. O que estão a fazer, de fato, os personagens na tela? Não o sabemos com plena certeza.</p>
<p>Ao lado de outros críticos, se devo especular, diria que há uma possibilidade de que a imagem retrate um namoro, embora os papéis desempenhados pelas duas pessoas envolvidas não sejam imediatamente aparentes. É quase como se ele estivesse tentando deixar a mulher embriagada, sem pressa, já que, pelo que se interpreta, assim que ela terminar sua taça de vinho, ele lhe servirá outra.</p>
<p>Em sentido geral, quanto ao autor e suas produções, eu diria que as obras de Vermeer deram o tom para representações da alta burguesia da época, em um nível social refinado. Este tipo de cenário exigia uma representação pictórica mais fina e suave.</p>
<p>A tela, &#8220;A Taça de Vinho&#8221;, representa muito bem esta perspectiva.</p>
<p>Bem, como diriam no Looney Tunes Cartoon: &#8220;That&#8217;s all folks&#8221;</p>
<p>Santé!</p>
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