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	<title>Arquivo para balcão - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Aliança ao Vinho</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/alianca-ao-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 15:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História de Bodega]]></category>
		<category><![CDATA[Adeodato]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#8220;O fraco de todo metido a esperto, é confiar que os demais são estúpidos&#8221; Adágio popular &#160; Nesta semana, em meio à correria, por causa de alguns compromissos que reclamavam urgência, encontrei um tempinho para passar pela joalheria e pedir para ajustar minha aliança. Enquanto aguardava o ourives devolver a &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O fraco de todo metido a esperto, é confiar que os demais são estúpidos&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Adágio popular</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>esta semana, em meio à correria, por causa de alguns compromissos que reclamavam urgência, encontrei um tempinho para passar pela joalheria e pedir para ajustar minha aliança.</p>
<p>Enquanto aguardava o ourives devolver a aliança ao formato original [estava um pouco amassada], senti um chamado suave, quase imperceptível, vindo do fundo da memória.</p>
<p>Fui empurrado pelo túnel do tempo, de volta à bodega do Adeodato, que já não existe senão nas esquinas do pensamento.</p>
<p>Lembrei-me do dia em que Lucino, frequentador errático, tendo por costume arrastar uma asa pela Lilian dos Correios, deslizou sua aliança para dentro de uma garrafa de vinho quase vazia, como se o resto de bebida pudesse apagar testemunho de sua vida doméstica.</p>
<p>Dois pares de olhos perceberam a marota operação: os meus e os de Adeodato. Opto por descrever o comportamento do bodegueiro, bem mais estiloso e elegante do que o meu, diante da cena: atrás do balcão, observava em silêncio — não por concordar, mas porque sabia que certo tipo de conduta revela por si, a quebra do decoro, como garrafas esvaziadas com pressa demais.</p>
<p>Adeodato permaneceu imóvel, o pano de linho pousado sobre o ombro esquerdo, a expressão calma como a de quem já vira de tudo dentro de um copo de vinho. Os gestos alheios, a risada fora de hora, o excesso de confiança de quem pensa que o ambiente é cenário e não templo — tudo isso lhe passava diante dos olhos como uma sequência já conhecida. Apenas a sobrancelha, levemente arqueada, denunciava o juízo silencioso.</p>
<p>O bodegueiro entendia o poder do tempo: o instante revela o homem, como o decantar revela o vinho. Havia, em seu silêncio, uma lição antiga, aprendida com os que sabiam que certas correções não precisam de palavras, apenas de compostura. E talvez por isso sua presença, discreta e firme, bastasse para restabelecer a medida justa das coisas.</p>
<p>Enquanto eu, do outro lado do balcão, tentava disfarçar o embaraço com um sorriso mal ensaiado, percebi a estranha autoridade daquele silêncio. Ele não julgava — apenas colocava cada um no lugar que merecia.</p>
<p>O som do relógio na parede parecia sublinhar a passagem lenta do instante, e o ar carregava o perfume de carvalho e uva, como se o ambiente respirasse junto conosco.</p>
<p>Adeodato, num repente sem alarde, foi ajeitar uma garrafa na prateleira. Havia algo de ritual: devolvia à bodega, por sua parte, sua ordem costumeira. E, nesse gesto, compreendi o sentido do ofício: cuidar do vinho, sim, mas também do decoro, da sobriedade, do respeito&#8230; Deu-se uma pausa no tempo. Um aviso surdo sobre tudo aquilo que o excesso, a imprudência, em qualquer forma, tentam sempre dissipar.</p>
<p>Lucino percebeu nossos olhares — os meus e os de Adeodato — no exato instante em que a aliança tocou o fundo da garrafa. Por um breve momento, hesitou, como se o gesto lhe tivesse perdido o sentido diante daquela mudez observadora.</p>
<p>Não havia censura em nossos olhos, apenas uma desaprovação tranquila, quase compassiva, como quem enxerga o desatino alheio sem precisar erguer palavra. Ele sustentou o olhar por um segundo a mais, entre o desafio e a confissão, depois desviou, fingindo interessar-se pela conversa ao lado.</p>
<p>O silêncio, contudo, se adensou no ar como um vinho encorpado: não o acusava, mas o envolvia, fazendo-o sentir o peso leve — e, portanto, mais eficaz — daquilo que não se diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma Linda em jogo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/uma-linda-em-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:16:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História de Bodega]]></category>
		<category><![CDATA[Adeodato]]></category>
		<category><![CDATA[balcão]]></category>
		<category><![CDATA[bodega]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “Ele oferecera um gole de aguardente ao visitante — presente mais caro do que um diamante, pois saíra de sua própria reserva”                                                       &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Ele oferecera um gole de aguardente ao visitante — presente mais caro do que um diamante, pois saíra de sua própria reserva”</em></p>
<p>                                                                                                                                                          Honoré de Balzac</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>estes últimos três dias, o clima fresco tem marcado presença ao final das tardes. E, após o anoitecer, até um friozinho mais acentuado tem chamado à atenção.</p>
<p>O que me levou a recordar, aos poucos, dum entardecer meio abafado, próprio do verão que se aproximava, na época, ainda meio indeciso, e daquele subúrbio, hoje um tanto esquecido, mas que já fora ponto de referência boêmia da cidade.</p>
<p>E não se pensava em boemia sem levar em consideração a bodega de Adeodato: as duas janelas, das quais o bodegueiro sempre espanava a poeira; o balcão lustroso, as cadeiras de madeira rangentes&#8230; Sim, recordo&#8230; Tudo ali tivera o &#8220;cheiro de sempre”, no dizer do Djalma, mestre torneiro, especialista em fresa industrial. Ele sabia, por ali, mais que qualquer um, calibrar cabeçote, fuso e motor.</p>
<p>Vou contar o que se passou sem muito estilo. Estou devagar, hoje, então, escreverei como vir à mente, sem preocupação em burilar.</p>
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<p>E naquele fim de tarde&#8230; Baixou o lusco-fusco, e com ele vieram duas figuras bem conhecidas: Gastão e Rivaldo. Se não incorro em engano, devido a brumosa memória, foi Gastão que, de maneira direta, questionou Adeodato sobre garrafa única e lacrada de Linda, cachaça produzida pela Casa Di Conti. Considerada troféu entre os habitués da bodega. Todos sabiam que tava lá, bem guardada.</p>
<p>Rivaldo, de barba por fazer, diante do silêncio de Adeodato, se manifestou como a dar uma satisfação: “A gente vai disputar essa garrafa. Joguinho de dama. Quem ganhar leva. Depois você bota preço”.</p>
<p>Disputa assim, era mais que aguardada por ali. Adeodato sorriu e, ainda calado, se abaixou por trás do balcão. Emergiu, logo depois, com velho tabuleiro. Só então falou em tom grave: “Então, que seja na dama”.</p>
<p>A bodega foi tomada pelo quase-silêncio, exceto pelo tilintar casual de copos e garrafas. O tabuleiro foi colocado sobre uma das mesas, com as peças arrumadas. Adeodato serviu um copo d’água para cada um. Gesto simbólico, um aviso: nada de álcool até o fim do jogo.</p>
<p>Olhos e mais olhos voltados para o campo de sessenta e quatro casas. Cada um dos contendores a controlar doze pedras. A ansiedade de promover peças a damas.</p>
<p>O jogo prosseguiu com movimentos de avanço clássico, pedras se movendo uma casa para frente nas diagonais, e capturas obrigatórias.</p>
<p>Finalmente, após uma disputa longa, Rivaldo realizou uma manobra esperta: saltara com uma peça, fez a sequência, ficou com vantagem. Quatro pedras capturadas. Mais uns lances, venceu o jogo.</p>
<p>Gastão deitou, sobre o tabuleiro, resignado, batera a mão na mesa: “Tá bom, você ganhou”. Adeodato se aproximara e dissera: “Parabéns ao vencedor. Rivaldo, a garrafa é sua.”</p>
<p>Rivaldo levantou-se com um sorriso contido, pegou a garrafa da mão de Adeodato: objeto sobre o qual, neste futuro em que escrevo, se tornara símbolo de uma época. A marca Linda, anos 50&#8230; Ele ergueu a garrafa para que todos vissem. “Essa aqui vai pra casa comigo. Adeodato, a gente acerta preço na semana que vem”. E saiu da bodega, como um campeão, com a garrafa debaixo do braço.</p>
<p>Então, sem aviso, coisa de uns quarenta minutos depois, Rivaldo voltara. Entrou devagar, agora de chapéu, com a Linda nas mãos. Aproximou-se de Gastão, que, desde o fim do jogo, saiu da cadeira e s’encostou balcão. Mas, ainda a olhar para as pedras de damas em desordem, ainda no tabuleiro.</p>
<p>Rivaldo sorriu e disse: “Olha, Gastão… sabe o q’eu tava pensando? Essa garrafa não é de se beber sozinho. E você jogou bem, também. Ganhei por sorte. Vamos dividir&#8221;.</p>
<p>Gastão ergueu as sobrancelhas, surpreso. “Vai puxar metade da garrafa?” perguntou. “Isso mesmo”, respondeu Rivaldo, “vamos abrir agora. Você e eu, meio a meio.” E assim fizeram.</p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Garrafeiro</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-garrafeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 12:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[História de Bodega]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Recordo, num repente, meio à sesta, após a dobradinha com pimenta no Gama, de Trajuá. Era garrafeiro. A memória se remexe, dá voltas e, por um sopro de passado, fica suspensa no ar como poeira fina na manhã, partículas a cintilar. Às cinco da tarde, quase que pontualmente, Trajuá &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">R</span>ecordo, num repente, meio à sesta, após a dobradinha com pimenta no Gama, de Trajuá. Era garrafeiro. A memória se remexe, dá voltas e, por um sopro de passado, fica suspensa no ar como poeira fina na manhã, partículas a cintilar.</p>
<p>Às cinco da tarde, quase que pontualmente, Trajuá atracava a carrocinha de duas rodas [“e de dois andares”, como também costumava ele se referir ao veículo], embicada para baixo, rente ao meio-fio, defronte à bodega.</p>
<p>Ao todo — puxando pela lembrança já meio puída, como tecido gasto de tanto manuseio — a carrocinha devia levar uns sessenta cascos, mais ou menos&#8230; Tudo variava, claro, conforme o corpo de cada um deles.</p>
<p>Mais um dia correra, este que começara às seis e meia da manhã. Rua a rua, casa a casa, pelo bairro&#8230;</p>
<p>O sol preparava para mais uma viagem pelo Duat, pelo mundo subterrâneo. Assim sendo, tingia a tudo de rubro dourado, como se fosse um longo manto que arrastava enquanto se ia.</p>
<p>Trajuá, naquele fim de tarde, estacara na calçada, tomado por agudo sentimento de melancolia, a observar o efeito luminoso. As garrafas, cuidadosamente arrumadas em pé,na carrocinha, refratavam os raios do astro, em tons faiscantes de verdes, azuis, castanhos…</p>
<p>Trajuá suspirou fundo, apoiando as mãos calejadas num tonel que fora posto na calçada, porém rente à parede, como quem procura firmar-se não só no metal, mas também no próprio mundo que por vezes, tinha eu a impressão, lhe parecia escapar.</p>
<p>Era comum ouví-lo comentar que sua lida era simples, repetitiva, Talvez, sabe-se lá, naquela hora tardia ele sentisse que cada garrafa, cada reflexo de cor, continha uma pequena história. Havia nelas o vinho que embriagara alegrias e afogara tristezas, o óleo barato que nutrira mesas humildes, o cheiro do álcool que acompanhara tanto o riso quanto a solidão. Suas garrafas traziam coisas que não pertenciam a ele.</p>
<p>Mas parte desta percepção, na verdade, desta especulação, é de minha desautorizada autoria, levada pelo excessivo romantismo literário. O que quer que se passasse na cabeça dele, o sabíamos, eu e os demais frequentadores da bodega, pelo que dizia, coisa que fazia de maneira filtrada, peneirada, sem entregar tudo.</p>
<p>Mas, se assim o é, como, cargas d&#8217;água, pude eu, nas linhas mais acima, descrever o estado de espírito de Trajuá? Intuição, empatia… Ver nos olhos dele?</p>
<p>Como pude então perceber o que se passava na mente daquele homem apenas observando o seu olhar? Talvez fosse a penumbra da tarde, que emprestava às coisas um silêncio grave, ou quem sabe a fadiga dos anos…</p>
<p>Hum… Sim, chegara eu bem antes dele. Minha primeira parte do dia, como de costume e por necessidade, se dera em sala de aula. Professor de História, do primeiro ao terceiro ano científicos no colégio Roselita Souza Marinelli. Das sete a uma.</p>
<p>Salvo engano, me fiz presente na bodega perto das quatro. Quase que pareado, Alvair apareceu também, ansioso por exibir sua nova aquisição: um Opala 1972. Portanto, com apenas quatro anos de uso. Coisa de troca: pelo carro, dera seu terreninho à beira da Br, o motor de tirar água de poço e a Yamaha CS5 195cc, importada.</p>
<figure id="attachment_93590" aria-describedby="caption-attachment-93590" style="width: 1273px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-93590 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733.png" alt="" width="1273" height="679" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733.png 1273w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733-300x160.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733-1024x546.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733-768x410.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-23-091733-310x165.png 310w" sizes="(max-width: 1273px) 100vw, 1273px" /></a><figcaption id="caption-attachment-93590" class="wp-caption-text">A bodega e as delícias etílicas Imagem feita a partir da IA</figcaption></figure>
<p>Estávamos a debater se fora um bom negócio ou não. Freitas, escrivão, adepto fiel do conhaque de alcatrão com mel e limão, com uma quedinha não de todo admitida pela genebra, num tom filosófico dizia que não fora ruim e nem bom. Alvair tentava encerrar o simpósio aumentando o tom de sua voz metálica: “Tá feito e pronto!”.</p>
<p>Não hesitei em admitir, na ocasião, que Alvair tinha nas mãos um bem pouco usado, e que era considerado, desde seu lançamento, um clássico. Contudo, minha atenção, agora mais acurada, gravitou em torno do Trajuá — esguio, alto, girando em torno de si mesmo, fazendo dos objetos e pessoas por ali, próximos, seus satélites.</p>
<p>Por fim, dando as costas ao astro morrente, entrou, buscou seu lugar de sempre: banco alto, no canto, rente ao balcão. Também pediu o de sempre, pinga de alambique com um toque pessoal do bodegueiro: ervas maceradas e melaço. Para acompanhar, uma porção de passarinha.</p>
<p>O silêncio dominou quase que absoluto, entre mesas, barricas, vassouras de vasculhar, sacos de cebola e batatas. Neste ínterim, Túlio da Sapataria, meio que de maneira abrupta, apareceu, tropeçou no batente, catou a primeira cadeira, apoiou-se no espaldar e, num giro preciso, sentou-se. Assoviou, correu os olhos por tudo e por todos, riu meio amarelo, e com o inconfundível gesto pediu uma dose de Velho Barreiro. Virou de uma só.</p>
<p>Foi quando, com o rosto afogueado, contrastando com o branco do pescoço, pareceu perceber, de fato, a presença de Trajuá. Mais que perceber, na verdade, fora tomado, inconfundívelmente, por grande surpresa. Estava, diria eu, mais que surpreso, estava assustado, algo de quase terror, se desenhava em seus olhos.</p>
<p>Túlio permaneceu imóvel por alguns instantes, os dedos ainda aferrados ao copo vazio, como se o vidro pudesse segurá-lo do mesmo modo que o chão. O garrafeiro rompeu o silêncio dizendo que, pela manhã, ele mesmo houvera batido palmas na frente da casa de Túlio, aguardando a entrega de dois engradados de cascos vazios do guaraná Mirinda, prometidos e já vendidos a comprador certo. Fiado na palavra de Túlio, recebera pagamento adiantado pelos cascos.</p>
<p>Mas Túlio não atendera, e a promessa de devolução no início do dia ficara esquecida, como se a manhã tivesse dissolvido sua palavra. Mais grave ainda, Túlio pedira à esposa que dissesse que estava com intestino solto e que passaria dia e noite da cama pro banheiro e do banheiro pra cama.</p>
<p>Soube eu, depois de todo o ocorrido que estou a relatar agora, que a esposa de Túlio, Dona Romana, alertara ao marido sobre a possibilidade dele vendê-los, ao invés de apenas dá-los a Trajuá. E se eu estava ciente de tal, a turma toda também já o sabia.</p>
<p>Embora falasse com tom de censura, de decepção, Trajuá, por sua vez, mantivera-se tranquilo, quase sereno, deixando que o silêncio subsequente congelasse o movimento normal do lugar.</p>
<p>O olhar fixo percorreu cada traço do visitante abrupto, lembrando-lhe das promessas não cumpridas, do descaso que a manhã registrara. No meio desse confronto mudo, algo se formou, uma tensão quase elétrica, carregada de expectativa e reprovação, como se o encontro não fosse apenas acidental, mas a justa e implacável consequência de um compromisso quebrado.</p>
<p>Trajuá não estava na Bodega por causa dos engradados. De início, acreditara em Túlio. Fora à Bodega somente para beber, mesmo. Mas, agora, com Túlio muito bem de saúde, bebendo Velho Barreiro, a farsa veio ao chão. O rosto de Trajuá endureceu, e a surpresa deu lugar a algo mais cortante: uma mistura de desapontamento e reprovação silenciosa. Cada gesto de Túlio, cada risada meio amarelo, parecia gritar contra a manhã esquecida e a mentira ensaiada.</p>
<p>Túlio, percebendo a mudança súbita no olhar do amigo, engoliu em seco. O copo quase escorregou-lhe das mãos, e o olhar dos demais sobre ele pareceu pesar mais do que antes. O silêncio ia e voltava entre murmúrios, carregado de culpa, da promessa não cumprida e do ardor do álcool recém-ingerido, criando uma tensão que ninguém, à exceção de Trajuá, ousava quebrar com palavras inúteis.</p>
<p>Trajuá bebeu mais uma dose, sem pressa, deixando que o líquido queimasse a garganta como se fosse preciso dissolver algo mais do que o álcool. Ergueu-se com um gesto contido, murmurou um &#8220;até a próxima&#8221; que mal se ouviu entre o ranger das cadeiras e o eco das barricas. Passou por Túlio sem sequer olhá-lo, como se os olhos do amigo fossem invisíveis ou simplesmente não merecessem atenção.</p>
<p>A carrocinha, plena de garrafas, rangia sob o peso, refletindo a luz trêmula da rua mal iluminada, enquanto Trajuá desaparecia entre sombras e muros silenciosos. O vento carregava um cheiro de terra úmida e de dia perdido.</p>
<p>Por um instante, a bodega pareceu respirar fundo, como se o próprio lugar soubesse que algo havia terminado ali, sem palavras, sem confronto, apenas com a elegância melancólica e cortante de uma partida silenciosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pelos bares da vida e esta gente gentil</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pelos-bares-da-vida-e-esta-gente-gentil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
		<category><![CDATA[atendente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Quem nos conhece sabe do nosso amor por São Paulo. No meu caso, não obstante ser carioca, a &#8220;Cidade Maravilhosa Cheia de Encantos Mil&#8221;, se mantém em terceiro lugar no coração, pois, antes dela ainda se impõe Curitiba. Mas é sobre São Paulo o nosso papo neste sábado. A &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">Q</span>uem nos conhece sabe do nosso amor por São Paulo. No meu caso, não obstante ser carioca, a &#8220;Cidade Maravilhosa Cheia de Encantos Mil&#8221;, se mantém em terceiro lugar no coração, pois, antes dela ainda se impõe Curitiba.</p>
<figure id="attachment_79136" aria-describedby="caption-attachment-79136" style="width: 186px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-scaled.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-79136 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-169x300.jpeg" alt="" width="186" height="330" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-169x300.jpeg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-576x1024.jpeg 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-768x1365.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-864x1536.jpeg 864w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-1152x2048.jpeg 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.52.51-scaled.jpeg 1440w" sizes="(max-width: 186px) 100vw, 186px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79136" class="wp-caption-text">Sanduíche de picanha</figcaption></figure>
<p>Mas é sobre São Paulo o nosso papo neste sábado. A São Paulo para o intelectual, para o gosto clássico. E a cidade das ruas, dos bares de vinho, dos cafés, dos bares pés-duros nos quais nos sentimos tão bem.</p>
<p>Acampamos na Cásper Líbero, edifício Germaine Burchard, construído nos anos trinta, centro histórico de São Paulo.</p>
<p>Vantagem? Andar a pé pelos arredores, inclusive pela madrugada. Beber vinho, cerveja, média com leite&#8230;</p>
<p>E aí entabular, sem aviso prévio, conversa com o vizinho de balcão e com o atendente. É noite alta, segue as impressões sobre o dia anterior e as confidências.</p>
<p>E novamente bater perna sem pressa. Todo tipo de gente, inclusive nós, a fazer alguma coisa ou, simplesmente, a nada fazer.</p>
<p>Alguém nos aborda, de forma tranquila, cuidadosa, pergunta se podemos bancar um pão e um café em copo de plástico. Claro que sim.</p>
<p>Sempre que sento à mesa que fica na calçada ou ao balcão, deixo ao lado, meio que casualmente, a carteira de cigarros — Dunhill Carlton Blend é o meu favorito.</p>
<p>Então alguém se chega, avalia se deve ou não e, se conclui que sim, pede, com muito jeito, muita educação, um cigarro. A depender de quem, libero até mais de um. E se o (a) desconhecido (a) solicita, acendo, valendo-me do meu Zippo, com satisfação.</p>
<p>Acreditam, entre os simples que vagam pelas ruas ou atuam no mercado informal com sua banquinha, há quem reconheça o isqueiro. E tece elogiosos comentários fundamentados.</p>
<p>Há quem siga em frente, há quem fique de papo sereno. O frio Paulista, nesta época, é o assunto de capa.</p>
<p>Mas aparece gente com um &#8220;plus a mais&#8221;: ela, que vende meias (Iara comprou dois pares), agradece pelo cigarro e, ao ouvir nosso sobrenome, Mittaraquis, diz que seu marido é iugoslavo.</p>
<p>Ganhou quatro cigarros.</p>
<p>Ele pede um cigarro. Damos dois. Ele comenta sobre o vinho. Oferecemos uma taça. Ele aceita e senta para conversar. Vive nas ruas, é professor de História. Fica muito agradecido. Despede-se e segue.</p>
<p>O importante: ninguém quer se aproveitar. Alguns chegam a recusar algo a mais do que aquilo que pediram.</p>
<p>Estávamos no Paloma — Bar de Vinhos na base do COPAN. Uma senhora, habitante do planeta rua, entra repentinamente. Quer dinheiro para comprar remédio. Digo que grana, em espécie, não tenho. Mas que posso pedir algo do cardápio. Meio relutante, concorda. Faço o pedido. Neste ínterim, o segurança aparece. Quer retirá-la. Não é bruto, nem descortês. Procura demonstrar que está a cumprir ordens. Eu digo que ela está apenas aguardando a comida. Ele me cumprimenta e sai.</p>
<p>Ela é servida, agradece e some nas sombras dos meandros do antigo e icônico edifício.</p>
<p>Estivemos em locais sofisticados? Sim. O curso &#8220;Sensorial na Prática&#8221;, do qual participamos, ministrado pelo crítico gastronômico Ian Oliver, que aconteceu no restaurante IMMA, foi uma experiência muito significativa.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-scaled.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79134 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-263x300.jpeg" alt="" width="248" height="283" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-263x300.jpeg 263w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-897x1024.jpeg 897w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-768x877.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-1345x1536.jpeg 1345w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-12-at-15.55.15-1794x2048.jpeg 1794w" sizes="auto, (max-width: 248px) 100vw, 248px" /></a>Por sinal, o nome IMMA, é uma homenagem ao filósofo Immanuel Kant. A rua em que o restaurante está localizado, no bairro Itaim Bibi, também leva o nome de Kant, embora o &#8220;Immanuel&#8221; tenha sido escrito um pouco diferente.</p>
<p>Quedei-me a dar tratos à bola: o que terá sido o motivo que levou os responsáveis pela nomeação da rua a escolherem o mais difícil dos filósofos?</p>
<p>Mais adiante, ói nóis em um bar despretensioso mas com boa comida e gente boa em volta.</p>
<p>Os vinhos se fizeram presentes em locais nos quais já esperávamos pela bebida e em bibocas das quais não esperávamos mais do que um simpático tira-gosto.</p>
<p>Assim é São Paulo. Assim foi nossa estadia. Parte dela, na verdade. Muito mais aconteceu.</p>
<p>Ei-nos a caminho de Aracaju.</p>
<p>Santé <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Portaria sobre o pão francês pode prejudicar as pequenas padarias</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/portaria-sobre-o-pao-frances-pode-prejudicar-as-pequenas-padarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 13:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) editou, na semana passada, a Portaria nº 181/2021 na qual proíbe a comercialização do famoso pão francês por unidade. Com a medida, que passa a valer em 1º de junho deste ano, o produto só poderá ser vendido por peso. Para José Rodrigues dos Santos, presidente &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Para José Rodrigues dos Santos, presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado de Sergipe (SINDIPAN/SE), “as medidas podem impactar as pequenas panificações familiares, onde o dono é o padeiro e a família é a própria balconista, pois demandará um investimento em uma balança digital que siga as determinações da portaria, não podendo ser mais uma balança simples”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a portaria, a balança a ser utilizada deve ter, como característica, um medidor com divisão igual ou menor a cinco gramas, além da indicação de peso e preço a pagar. Além disso, os estabelecimentos devem indicar em local fixado próximo ao balcão de venda o preço a ser pago pelo quilo de pão.</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigues destacou ainda como o setor panaderil tem sido afetado pela crise decorrente da pandemia do novo coronavírus, “com as medidas de distanciamento social, as panificações que serviam almoço, café da manhã e janta tiveram uma redução entre 40% e 70% no número de clientes. Já as panificações que não oferecem esse serviço sofreram uma redução entre 10% e 30%”, finaliza.</p>
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