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	<title>Arquivo para agricultura sustentável - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 20 Sep 2026 12:01:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bactérias reduzem pela metade água da irrigação da melancia em Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 10:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa no Alto Sertão mantém produção de melancia com até sete dias sem irrigação e testa microrganismos locais para reduzir uso de água &#160; Antônio Carlos Garcia (*) Produtores de melancia de Sergipe, principalmente do Alto Sertão, poderão começar a receber, possivelmente no início de 2027, orientações para cultivar a fruta usando menos água na irrigação. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe%2F&amp;linkname=Bact%C3%A9rias%20reduzem%20pela%20metade%20%C3%A1gua%20da%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20da%20melancia%20em%20Sergipe" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe%2F&amp;linkname=Bact%C3%A9rias%20reduzem%20pela%20metade%20%C3%A1gua%20da%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20da%20melancia%20em%20Sergipe" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe%2F&amp;linkname=Bact%C3%A9rias%20reduzem%20pela%20metade%20%C3%A1gua%20da%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20da%20melancia%20em%20Sergipe" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe%2F&amp;linkname=Bact%C3%A9rias%20reduzem%20pela%20metade%20%C3%A1gua%20da%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20da%20melancia%20em%20Sergipe" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fbacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe%2F&#038;title=Bact%C3%A9rias%20reduzem%20pela%20metade%20%C3%A1gua%20da%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20da%20melancia%20em%20Sergipe" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/bacterias-reduzem-pela-metade-agua-da-irrigacao-da-melancia-em-sergipe/" data-a2a-title="Bactérias reduzem pela metade água da irrigação da melancia em Sergipe"></a></p><h4 data-section-id="pccjge" data-start="575" data-end="651"></h4>
<h4 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="pccjge" data-start="575" data-end="651"><em><span style="color: #008000;">Pesquisa no Alto Sertão mantém produção de melancia com até sete dias sem irrigação e testa</span></em><em><span style="color: #008000;"> microrganismos locais</span> </em><em><span style="color: #008000;">para reduzir uso de água</span></em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p data-start="653" data-end="1309">Antônio Carlos Garcia (*)</p>
<p data-start="653" data-end="1309">
</blockquote>
<p data-start="653" data-end="1309"><span class="dropcap ">P</span>rodutores de melancia de Sergipe, principalmente do Alto Sertão, poderão começar a receber, possivelmente no início de 2027, orientações para cultivar a fruta usando menos água na irrigação. A tecnologia é estudada pela engenheira agrônoma e <strong data-start="896" data-end="973">mestra em Engenharia Agrícola, Rafaela Aparecida Frazão Torres, de 28 anos</strong>, em sua tese de doutorado <strong data-start="1000" data-end="1109">“Uso de Bioestimulantes na Otimização do Uso da Água, Produção e Qualidade da Melancieira cv. Manchester”</strong>, desenvolvida no Campus do Sertão da Universidade Federal de Sergipe (UFS), em Nossa Senhora da Glória. Rafaela é doutoranda em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).</p>
<p data-start="1311" data-end="1690">O experimento utiliza bactérias encontradas na natureza e selecionadas por apresentarem potencial para aumentar a tolerância das plantas à falta de água. Os pesquisadores testam irrigações diárias e em intervalos de três, cinco e sete dias. Nos primeiros resultados, alguns tratamentos permitiram reduzir em cerca de <strong data-start="1628" data-end="1656">50% a quantidade de água</strong>, sem queda observada na produção.</p>
<p data-start="1692" data-end="2061">As bactérias foram isoladas <strong data-start="1720" data-end="1749">no Alto Sertão de Sergipe</strong> em trabalho conduzido pelo engenheiro agrônomo <strong data-start="1797" data-end="1816">Walisson Vieira</strong>,  CEO da empresa BiotechSe Biotecnologia Agroindustrial, instalada no SergipeTec, em Aracaju. Antes de chegar ao campo, os microrganismos passam por identificação e testes para avaliar sua eficiência e excluir aqueles que possam ser patogênicos.</p>
<p data-start="2063" data-end="2358">“Fizemos um trabalho de isolamento de bactérias que induzem tolerância à seca na região do Alto Sertão de Sergipe. Fizemos avaliações, identificação desse microrganismo, para saber quem ele é, se é patogênico ou não, porque, se for patogênico, ele não pode seguir no processo”, explica Walisson.</p>
<figure id="attachment_101134" aria-describedby="caption-attachment-101134" style="width: 792px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-101134 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.jpg" alt="Bactérias isoladas" width="792" height="528" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome.jpg 600w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101134" class="wp-caption-text">Bactérias isoladas pelo engenheiro agrônomo Wallison Vieira Foto: Wallison  Vieira</figcaption></figure>
<p data-start="2360" data-end="2603">Os microrganismos testados pertencem ao gênero <strong data-start="2407" data-end="2419">Bacillus</strong>. Segundo Walisson, podem ser inoculados nas sementes ou aplicados no sulco de plantio, dependendo da interação com a planta. Na pesquisa de Rafaela, são aplicados diretamente no solo.</p>
<p data-start="2605" data-end="2870">“É fazer com que a gente consiga reduzir a quantidade de água ofertada à planta, no caso, a melancia, permitir que a gente aumente o intervalo dessa irrigação, consumindo menos água, garantindo que a planta tenha maior tolerância e uma ótima produtividade”, afirma.</p>
<h3 data-section-id="1d2nl2o" data-start="2872" data-end="2908">Sergipe produz 3,3 mil toneladas</h3>
<p data-start="2910" data-end="3293">A pesquisa ocorre em um Estado que ainda tem pequena participação na produção regional de melancia. Sergipe produziu <strong data-start="3027" data-end="3054">3.326 toneladas em 2024</strong>, numa área de 155 hectares, segundo a Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. O volume equivale a cerca de <strong data-start="3165" data-end="3221">0,45% das 731.087 toneladas produzidas pelo Nordeste</strong>, região responsável por aproximadamente <strong data-start="3262" data-end="3292">37% da produção brasileira</strong>.</p>
<figure id="attachment_101146" aria-describedby="caption-attachment-101146" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-101146 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2.jpg" alt="" width="1209" height="800" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2-300x199.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2-1024x678.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2-768x508.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-2-310x205.jpg 310w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101146" class="wp-caption-text">Plantação de melancias em Poço Redondo</figcaption></figure>
<p data-start="3295" data-end="3509">Desde dezembro, Rafaela mora em <strong data-start="3327" data-end="3354">Nossa Senhora da Glória</strong>, onde acompanha os experimentos no Campus do Sertão. A escolha do tema surgiu justamente devido às limitações de água enfrentadas pela agricultura no semiárido.</p>
<p data-start="3511" data-end="3700">“A ideia surgiu do princípio de que, de maneira geral, o semiárido sofre muito em relação ao déficit hídrico. Não só no cultivo da melancia, mas em vários outros tipos de cultura”, explica.</p>
<p data-start="3702" data-end="3803">Para ela, a pequena participação sergipana na produção também revela espaço para expansão da cultura.</p>
<p data-start="3805" data-end="4022">“Por que não cultivar melancia, trazer essa estratégia para Sergipe também, trazer esses bioestimulantes para tentar mitigar o efeito do déficit nessa região e aumentar, consequentemente, a produtividade?”, questiona.</p>
<h3 data-section-id="1aq2vvf" data-start="4024" data-end="4070">Testes atravessam períodos de chuva e seca</h3>
<p data-start="4072" data-end="4403">A tese está dividida em <strong data-start="4096" data-end="4117">três experimentos</strong> para observar o comportamento das plantas em diferentes condições climáticas. O primeiro já foi concluído e atravessou parte do período chuvoso. O segundo será realizado entre setembro e dezembro, no período seco, e o terceiro está previsto para começar por volta de fevereiro de 2027.</p>
<p data-start="4405" data-end="4488">No primeiro experimento, as plantas responderam bem até ao maior intervalo testado.</p>
<p data-start="4490" data-end="4712">“A gente tem plantas que passam sete dias sem irrigação. As plantas se comportaram muito bem, pelo menos nesse primeiro experimento. Elas suportaram esse déficit de sete dias e produziram muito bem também”, afirma Rafaela.</p>
<figure id="attachment_101150" aria-describedby="caption-attachment-101150" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-101150 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6.jpg" alt="" width="1209" height="600" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6-300x149.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6-1024x508.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-6-768x381.jpg 768w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101150" class="wp-caption-text">Da esquerda para direita, planta não tratada e planta tratada com Bacillus Foto: Walisson Vieira</figcaption></figure>
<h3 data-section-id="evtbhe" data-start="4714" data-end="4742">De 25 para até 12 litros</h3>
<p data-start="4744" data-end="5288">Orientador da tese, o professor <strong data-start="4776" data-end="4805">Marcos Eric Barbosa Brito</strong>, da UFS, pesquisador do CNPq e integrante do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Agricultura Sustentável (INCTAgriS), dimensiona o resultado: em períodos de maior demanda, uma planta nas condições estudadas pode necessitar de aproximadamente <strong data-start="5058" data-end="5087">25 litros de água por dia</strong>. Com alguns dos microrganismos, o volume aplicado caiu para <strong data-start="5148" data-end="5166">12 a 13 litros</strong>, mantendo a produção. Foram obtidos frutos de aproximadamente <strong data-start="5229" data-end="5247">11 a 12 quilos</strong>. Os resultados ainda estão em avaliação.</p>
<figure id="attachment_101140" aria-describedby="caption-attachment-101140" style="width: 1301px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-101140 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof.webp" alt="Professor Marcos Erick, da Universidade Federal de Sergipe Foto: Acervo Pessoal" width="1301" height="867" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof.webp 1301w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof-300x200.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof-1024x682.webp 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Prof-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1301px) 100vw, 1301px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101140" class="wp-caption-text">Professor Marcos Erick, da UFS, disse que a melancia foi escolhida para o estudo por causa do potencial produtivo</figcaption></figure>
<p data-start="5290" data-end="5566">A redução pode significar também economia de energia, pelo menor funcionamento dos equipamentos de irrigação, e melhor aproveitamento da água disponível. Para agricultores que possuem uma quantidade limitada desse recurso, há ainda a possibilidade de ampliar a área cultivada.</p>
<p data-start="5568" data-end="5772">“Imagine um produtor que tem uma outorga, que tem uma disponibilidade de água. Nessa situação, ele pode dobrar a área dele ou diminuir o custo com energia e com água pela metade”, exemplifica Marcos Eric.</p>
<p data-start="5774" data-end="6082">A busca por eficiência hídrica ganha importância diante das condições do semiárido. Segundo o pesquisador, a demanda potencial por evapotranspiração na região supera <strong data-start="5940" data-end="5960">2.000 milímetros</strong>, enquanto as chuvas ficam em torno de <strong data-start="5999" data-end="6023">700 a 750 milímetros</strong>. Poços também podem apresentar baixa vazão e água salobra.</p>
<p data-start="6084" data-end="6322">“A ideia é justamente achar estratégia para que a planta consiga crescer, desenvolver mesmo com uma baixa disponibilidade hídrica. Mesmo se a gente estiver usando irrigação, que possa usar essa irrigação de forma mais eficiente”, explica.</p>
<h3 data-section-id="uni2w9" data-start="6324" data-end="6348">Ciclo de até 70 dias</h3>
<p data-start="6350" data-end="6605">A melancia foi escolhida também pelo potencial produtivo. Marcos Eric explica que a cultura possui ciclo relativamente curto, de <strong data-start="6479" data-end="6495">60 a 70 dias</strong>, boa aceitação comercial e, havendo disponibilidade de irrigação, permite mais de um cultivo ao longo do ano.</p>
<p data-start="6607" data-end="6774">“A cultura tem potencial, tem esse valor agregado do fruto e também o ciclo, por ser curto, dá para adaptar e fazer vários sistemas de produção durante o ano”, afirma.</p>
<figure id="attachment_101141" aria-describedby="caption-attachment-101141" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-101141 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta.webp" alt="Melancia produzida no sertão sergipana Foto: Acervo Pessoal" width="1200" height="800" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta.webp 1200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta-300x200.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta-1024x683.webp 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/09/melanc-aberta-768x512.webp 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption id="caption-attachment-101141" class="wp-caption-text">Melancia produzida no sertão sergipano, alvo de estudos</figcaption></figure>
<p data-start="6776" data-end="7018">Os próximos experimentos deverão indicar quais microrganismos e estratégias de irrigação apresentam os melhores resultados. As conclusões poderão ser repassadas aos agricultores por meio de dias de campo, cartilhas e outras ações de extensão.</p>
<p data-start="7020" data-end="7140">Para Rafaela, acompanhar a pesquisa no sertão aproxima o conhecimento científico da realidade de quem trabalha no campo.</p>
<p data-start="7142" data-end="7293">“É muito bom você viver de perto, ver a realidade do produtor e trazer, através do seu conhecimento, alternativas para que ele consiga prosperar”, diz.</p>
<p data-start="7142" data-end="7293">
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