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	<title>Arquivo para acarajé - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Pimentas produzidas pela baiana Vulcano ganham o mercado de Aracaju</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pimentas-produzidas-pela-baiana-vulcano-ganham-o-mercado-de-aracaju/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 14:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal experimentar uma Bhut Jolokia, uma Carolina Reaper, Trinidad Scorpion ou  uma Habanero no almoço, no sorvete ou no chocolate? Esses nomes podem ser desconhecidos para quem não  se interessa pelo tema,  mas vai a explicação: esses são os quatro tipos de pimenta que mais ardem e que  podem ser encontrados em  algumas franquias &#8230;</p>
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<figure id="attachment_35406" aria-describedby="caption-attachment-35406" style="width: 272px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123928.938.png"><img decoding="async" class="wp-image-35406 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123928.938-225x300.png" alt="" width="272" height="363" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123928.938-225x300.png 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123928.938.png 413w" sizes="(max-width: 272px) 100vw, 272px" /></a><figcaption id="caption-attachment-35406" class="wp-caption-text">Pimentas da Vulcano na Grão em Grão</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Quem está no comando da Vulcano  há cinco anos é o chef de cozinha Fábio Prado, que vive entre  Aracaju e Massarandupió. Ele conta que mesmo antes de nascer,  já experimentava pimenta, quando sua mãe ainda  o carregava na barriga. Mas comer, de fato, uma pimenta, só aconteceu a partir dos cinco anos de idade e até então,  já com 46, ele continua  degustando e fazendo negócios, que começaram quando ele comprou 10 quilos  de uma senhora e iniciou suas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, trabalho com quatro espécies de pimenta, que estão entre as 10 mais ardidas do mundo”, disse Fábio Prado, responsável pelo plantio de algumas sementes para<span style="color: #000000;"> acompanhamento</span> do desenvolvimento, tempo de vida, sem falar na extração do sumo supra, com base de óleo  vegetal o mais neutro possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O sumo da pimenta é vendido em pequenos frascos de 30 ml, que podem ser encontrados, por exemplo na franquia Grão a Grão, na Alameda das Árvores, no bairro Luzia, e outras empresas ligadas à comida em Aracaju. “Nós trabalhamos com embalagem âmbar. Depois de aberto não precisa colocar em geladeira. E é interessante destacar que com o conta pingos posicionado, não precisa tocar na comida e posiciona no ponto que se quer comer com a pimenta”, explica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Produção</h2>
<figure id="attachment_35405" aria-describedby="caption-attachment-35405" style="width: 265px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123444.549.png"><img decoding="async" class="wp-image-35405" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123444.549-225x300.png" alt="" width="265" height="353" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123444.549-225x300.png 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Design-sem-nome-2020-12-17T123444.549.png 413w" sizes="(max-width: 265px) 100vw, 265px" /></a><figcaption id="caption-attachment-35405" class="wp-caption-text">As pimentas da Vulcano em exposição no Grão a Grão</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Todo o processo de produção da Vulcano é artesanal, que chega entre 500 a duas mil unidades por mês.  O plano para 2021 é expandir o negócio para todas as lojas da franquia Grão em Grão e outros mercados. “A ideia é estarmos presentes em todos os mercados que trabalham com degustação. Em algumas degustações que fiz, em duas horas vendi 20 unidades. Alguns restaurantes passaram a utilizar nossas pimentas, os clientes gostaram tanto que esses locais passaram a ser, também, pontos de venda”, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não só de pimenta vive o Fábio. Ele é também <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/cheffabioprado/">chef de cozinha</a> </span>e começou a cozinhar aos 16 anos. “Passei 15 anos como autodidata, pesquisando a comida baiana, conhecendo todos os elementos e fui estudar. Como master chef, tenho um espaço gourmet, onde recebo de oito a 12 pessoas para ministrar aulas, faço consultoria, festivais”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">E, claro, as pimentas estão no cardápio e, literalmente, na vida de Fábio Prado. Isso porque, às vezes, ele diz que &#8220;não come acarajé com pimenta, mas pimenta com acarajé&#8221;. No café da manhã, com cuscuz, por exemplo, ele coloca 16 a 17 pimentas. Num sorvete, diz ele, uma pimenta cai bem, assim como no chocolate.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez, de brincadeira, Fábio comeu um quarto da pimenta Carolina Reaper. “Em dois minutos, eu só transpirava. O leite inocula a pimenta e tomei um copo, mas não deu certo. Tomei o segundo  copo de leite e estabilizou”, lembrou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3></h3>
<h2 style="text-align: center;">Conheça os tipos de pimenta  fortes que Fábio trabalha</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35387 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods-300x190.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods-1024x647.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods-768x486.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods-1536x971.jpg 1536w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Carolina_Reaper_pepper_pods.jpg 1615w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Carolina Reaper</strong> &#8211; A pimenta mais ardida do mundo, a Carolina Reaper, pode fazer um verdadeiro estrago na sua boca, se não usada com cuidado! Ela é tão violenta que apenas um frutinho desse aí tem uma ardência equivalente a de 22 pimentas malaguetas! Quem garante o título de pimenta mais picante do mundo é o Guinness World Record, que se baseia em testes realizados pela Universidade Winthrop, da Carolina do Sul, ao longo do ano de 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa pimenta tem esse nome por um motivo especial. Sabe a personagem da morte, que assombra todas as pessoas com sua capa preta e sua enorme foice? Pois essa pimenta faz alusão a ele mesmo, o Reaper (&#8220;Ceifador&#8221;, em inglês). Portanto, Carolina Reaper significa &#8220;Ceifador da Carolina&#8221;, em referência ao estado da Carolina do Sul, onde a pimenta foi criada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trinidad-Scorpions.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35388 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trinidad-Scorpions.jpg" alt="" width="219" height="231" /></a>Trinidad Scorpion &#8211; </strong>A pimenta Trinidad Moruga Scorpion, popularmente conhecida apenas como Trinidad Scorpion, tem origem na ilha tropical de Trinidad e Tobago, ao nordeste do Caribe.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu nome é uma mistura entre a ilha, seu distrito de origem (Moruga) e sua semelhança física com a cauda em formato de ferrão de escorpião. Ela é a pimenta que apresenta o maior número de sementes, podendo chegar a 80 por fruto.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda pimenta mais ardida do mundo é o principal ingrediente utilizado por indústrias que produzem spray de pimenta nos Estados Unidos. A Trinidad Scorpion ajuda a proporcionar uma experiência gastronômica ímpar quando combinada com cervejas, drinks, massas e caldos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Buth-Jolokia.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35389 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Buth-Jolokia.jpg" alt="" width="264" height="191" /></a>Buth Jolokia &#8211; </strong>Também conhecida como Naga Jolokia, Ghost Chili, Ghost Pepper e Naga Morich, é uma pimenta de origem indiana considerada pelo Guinness World Records a terceira pimenta mais forte do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O efeito bombástico da pimenta começa na língua. Quando alguém morde a pimenta, ela se rompe e libera a capsaicina, seu composto químico ativo mais importante.  A capsaicina também altera o equilíbrio térmico do corpo, provocando ondas de calor e suor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Habanero.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35390 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Habanero.jpg" alt="" width="225" height="225" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Habanero.jpg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Habanero-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Habanero &#8211; </strong>Originária no Caribe e da costa norte do México, ela é uma das pimentas mais fortes que se tem conhecimento, possuindo uma picância de grau 10. Sendo assim, isso leva a um cuidado maior na hora do manuseio, para evitar irritações nos olhos e nos dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seus frutos têm a forma de um lampião e também podem possuir cores variadas. Quando não estão maduros, eles podem atingir uma cor do verde-escuro ao alaranjado. Quando maduros, podem variar do laranja-avermelhado até o vermelho mais intenso. E, além disso, a pimenta habanero depois de madura pode ter um sabor levemente adocicado, porém, permanece ardida.</p>
<p>&nbsp;</p>

			</div></div>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-35421 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2.png" alt="" width="1209" height="90" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2-300x22.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2-1024x76.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Voce-e-sergipano-ou-mora-em-Sergipe-e-tem-uma-historia-interessante-de-empreendedorismo_-Conta-pra-gente-e-a-gente-conta-a-sua-historia-Entre-em-contato-pelo-e-mail-news@sosergipe.com_.br-2-768x57.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
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		<title>Quando o delivery é uma das poucas alternativas de venda para o empresário</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/quando-o-delivery-e-uma-das-poucas-alternativas-de-venda-para-o-empresario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 09:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O serviço de delivery (entrega) cresceu em Aracaju, depois da decretação do isolamento social em virtude da pandemia do coronavírus. As empresas que atuam com alimentos só funcionam com esse tipo de serviço, pois está proibida a aglomeração de pessoas. A avaliação de como está o trabalho com uma única modalidade divide opiniões: para uns, &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Os empresários Flaviano Rocha Araújo e Taíza Marinho Rocha, proprietários do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ubereats.com/br/aracaju/food-delivery/acaraje-da-tinha/vMfiCurIRF6ZI-M-BCr1DQ"><span style="color: #0000ff;">Acarajé da Tinha</span>,</a></span> no bairro Luzia, disseram as que as vendas de acarajé e abará aumentaram, em média 75%. “Em um domingo, quando abrimos, vendemos toda nossa produção até às 19 horas”, contaram.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vendíamos, por dia, 26 acarajés, sendo que 75% das vendas eram presenciais e 25% no delivery. Hoje, praticamente se inverteu. Nestes primeiros 15 dias, estamos vendendo 20 por dia, sendo 70% no delivery e 30% presenciais. Agora, houve uma queda geral, mas o delivery compensou”, explicaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Flaviano e Taíza ficou uma lição: “aprendemos que não podemos desistir. Temos que buscar alternativas para inovarmos. Fizemos promoções e estamos tendo um bom resultado. Nossa avaliação no aplicativo I Food tem sido boa e isso tem nos ajudado bastante”.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Sair do aluguel</h3>
<figure id="attachment_27258" aria-describedby="caption-attachment-27258" style="width: 283px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/jonisson-e-esposa-Mozicos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-27258" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/jonisson-e-esposa-Mozicos-300x294.jpg" alt="" width="283" height="277" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/jonisson-e-esposa-Mozicos-300x294.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/jonisson-e-esposa-Mozicos.jpg 603w" sizes="auto, (max-width: 283px) 100vw, 283px" /></a><figcaption id="caption-attachment-27258" class="wp-caption-text">Jonisson, do Mozicos, e a esposa</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Tivemos uma queda muito grande no faturamento”, diz o empresário Jonisson Vieira Barreto, dono do <a href="http://whats.link/mozicoslanches"><span style="color: #0000ff;">Mozicos</span>,</a> que vende cachorro quente no bairro Luzia. A maioria das vendas da empresa era presencial, mas agora com a determinação de somente fazer entregas de alimentos, Jonisson teve que buscar mais plataformas para deslanchar o seu produto.</p>
<p style="text-align: justify;">“O nosso serviço de delivery era somente com o I Food. Depois entramos no Rap, mas como achamos mais complicado, tiramos. Há 15 dias entramos no Uber Eats e ainda não deu para fazer uma análise”, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada, Mozicos teve congestionamento no delivery, diante dos pedidos dos clientes. “Superou minha expectativa e fui fazer entregas no meu carro. Mesmo assim o cliente reclamou da demora. Ele não entende”, comentou. Quanto às entregas no local, “tem horas que não há ninguém, mas outras, congestiona. Eu aviso que as pessoas podem fazer o pedido por telefone e ir lá buscar, para evitar filas”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas esse fluxo nas vendas é pontual. A queda acontece e pode ser comprovada em números. Antes da pandemia, Jonisson comprava 240 pães por dia, mas hoje pensa se é necessário comprar 30 ou 40, por conta da demanda. “Eu deixava, por dia, R$ 1 mil reais no comércio para comprar meus produtos. Hoje não compro isso por semana. Tenho 15 dias que não vou ao centro. Usei o meu estoque e quando está faltando algo, compro aos poucos”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A queda nas vendas gerou um efeito dominó. Jonisson tinha quatro empregados, demitiu todos eles e o trabalho é feito por ele e pela esposa. “Eu tinha um trailer, no bairro Jabotiana, com dois empregados. Tive que fechar e demiti-los. O mesmo aconteceu no nosso ponto aqui no Luzia: despedi os dois colaboradores”, lamentou.</p>
<p style="text-align: justify;">O próximo passo é sair do imóvel alugado e fazer os cachorros-quentes em casa. “Além do aluguel, pago água, taxa de esgoto, que é um absurdo, e energia elétrica.  Vou conversar com o dono do imóvel e se não houver um consenso, saio e vou trabalhar em casa”, comenta.</p>
<h3>Hamburgueria</h3>
<figure id="attachment_27257" aria-describedby="caption-attachment-27257" style="width: 296px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/andre-e-clientes-antes-da-pandemia.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-27257" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/andre-e-clientes-antes-da-pandemia-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/andre-e-clientes-antes-da-pandemia-296x300.jpg 296w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/04/andre-e-clientes-antes-da-pandemia.jpg 591w" sizes="auto, (max-width: 296px) 100vw, 296px" /></a><figcaption id="caption-attachment-27257" class="wp-caption-text">André e os clientes da hamburgueria, antes da pandemia</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O mesmo pensamento – deixar o imóvel onde trabalha – é do empresário André Vasconcelos, dono da hamburgueria <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://api.whatsapp.com/send?1=pt_BR&amp;phone=5579998804449">A Firma,</a> </span>também no Luzia. Esse é o primeiro empreendimento de André, formado em gastronomia há três anos. “Já trabalhei em outros bairros de Aracaju e este é nosso terceiro ponto”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a pandemia sentiu a queda nas vendas, “mas não tão grande. No entanto, acho que as coisas vão piorar, porque vai chegar o momento que as pessoas não terão dinheiro. O Brasil é um país quebrado e vai ser muito ruim”, imagina.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio, André vai entregar o imóvel onde trabalha e ir para um apartamento que a mãe dele tem e está vazio. “Com é só para entrega, produzo os hambúrgueres de qualquer lugar”, disse. O próprio André está fazendo as entregas e trabalhando com a esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe tem 245 mil pessoas na informalidade; 22 mil são MEIs</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sergipe-tem-245-mil-pessoas-na-informalidade-22-mil-sao-meis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2019 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[Diesse]]></category>
		<category><![CDATA[formalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fundat]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[informalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Sergipe, pelo menos 245 mil pessoas, número que corresponde à população de seis municípios sergipanos, trabalham na informalidade. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de  Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números foram anunciados pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">De acordo com Luís Moura, pelo menos 267 mil pessoas trabalham por conta própria em Sergipe, mas somente  22 mil delas tem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) por serem Micro Empreendedores Individuais (MEI).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da facilidade de ser MEI, as pessoas têm uma ocupação sem legalizá-la. Não procuram órgãos como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/se?codUf=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sebrae </a></span>ou a Prefeitura Municipal de Aracaju, através da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://fundat.aracaju.se.gov.br/dash/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundação Municipal do Trabalho (Fundat)</a></span>. Outra  alternativa é acessar na internet o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.portaldoempreendedor.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empresário no  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://panificacaouniao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ramo da panificação,</a></span>  Carlos Alberto Santos da Paixão, é um defensor da formalização. E sugere que todos os entes públicos &#8211; municipais, estaduais e federal &#8211;  orientem as pessoas a regularizarem seus trabalho.  Carlos Alberto diz, ainda, que  antes de qualquer reforma &#8211; tributária, trabalhista, previdenciária &#8211; o governo deveria agir para cuidar deste aspecto, tirando milhares de pessoas da informalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o que diz Carlos Alberto</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Cobrança ao Estado" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/nhq6Y00amvY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Carlos Alberto é importante que toda a sociedade colabore. Segundo ele, isso é uma questão de educação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Carlos Alberto  - macro economia" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/nqVx-gYMngg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidentemente, quando Carlos Alberto sugere que os impostos sejam pagos por todos, mas, de acordo com as possibilidades de cada um, o presidente Jair Bolsonaro diz num twitter, que o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/bolsonaro-diz-que-governo-estuda-reduzir-impostos-de-empresas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Economia estuda reduzir impostos de empresas</a></span> para gerar empregos, competitividade interna e no exterior e a redução no preço de produtos.</p>
<h2>Sem carteira</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luís Moura, estas pessoas não têm direitos previdenciários, não pode contratar um empregado e participar de licitações. “O que acontece numa empresa não legalizada é que  o empregado, também, não será legalizado”, ressaltou o economista.</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem Marcos (nome fictício, a pedido do entrevistado)  se encaixa no que diz o economista Luís Moura. Marcos, 22 anos, trabalha desde os 16 e nunca teve a carteira de trabalho assinada. Há dois meses ele  vende milho assado e cozido nas ruas de Aracaju, das 15 às 19h30,  e ganha R$ 600 por mês, menos que o salário mínimo (R$ 954).</p>
<p style="text-align: justify;">O patrão dele tem outros três carrinhos para vender milho assado e cozido, cada um deles com um funcionário, que fica em pontos estratégicos da cidade.  Ele não sabe se seu chefe trabalha de maneira informal ou não.  O  Marcos tem um foco: concluir o  segundo grau no próximo ano e ir para uma  universidade. Quer ser professor de Educação Física.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Acarajé formalizado</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as 22 mil pessoas em Sergipe que é MEI,  um deles é o vendedor de acarajé Edivaldo Jesus Oliveira, que abriu a pequena empresa há três anos, exatamente no dia 11 de outubro de 2015. Ele era apontador numa fábrica e ficou desempregado. Então, juntou-se com o pai e a madrasta para abrir o “Acarajé do Baiano”, numa praça do bairro do Luzia.  “Mas hoje, somos divididos. Meu pai continua, como eu, vendendo acarajé. E ele também é MEI e divulga seu trabalho nas redes sociais. Você pode encontrá-lo no Instagram, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.instagram.com/acarajedobaianoaju/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@acarajedobaianoaju </a></span></p>
<figure id="attachment_17223" aria-describedby="caption-attachment-17223" style="width: 169px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17223 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-169x300.jpg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano-575x1024.jpg 575w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/acarajé-baiano.jpg 719w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-17223" class="wp-caption-text">A Fundat fez o marketing da marca de Edilson</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Mas para vender acarajé, Edivaldo fez um planejamento. O  primeiro passo foi participar de um curso sobre manipulação de alimentação na Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), órgão da Prefeitura Municipal de Aracaju. Durante as aulas, um dos instrutores lhe mostrou o que é MEI e a importância de ser formalizado. Edivaldo não pensou duas vezes e já saiu da Fundat com a empresa aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Edivaldo tem uma mini indústria que fabrica a massa do acarajé e, em breve,  terá outra para  fabricar vatapá e caruru. “Estamos nos atualizando. O nosso acarajé  é de qualidade, totalmente higienizado e vamos crescer sempre.  Breve estaremos no aplicativo I food. Hoje aconselho todos a se formalizarem. O MEI me ajuda a ter acesso a linhas de crédito, dou nota fiscal e posso ter um funcionário de carteira assinada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 12 de abril, por exemplo, quem quiser buscar orientações sobre como se transformar em MEI, poderá participar do Encontro de Empreendedores de Aracaju, promovido pela Fundat, na Unidade de Qualificação Profissional (UQP) Cleia Maria Brandão, situada no bairro Coroa do Meio. Saiba como participar  clicando <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.aracaju.se.gov.br/noticias/80683" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que já viu vendedores de acarajé, como ele, com mais tempo de serviço. Um dia, a pessoa teve um infarto “e hoje vive com uma mão na frente outra atrás. Então oriento a qualquer um, seja vendedor ambulante, qualquer um, a  ser MEI. Se a gente contribui, quer receber, ter uma aposentadoria”, frisou.</p>
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