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	Comentários sobre: O inusitado convite para um chá e a nossa madeleine – memórias de leituras	</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Aug 2024 21:46:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Joara Carvalho		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joara Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 21:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Genial, Acácia! Irretocável<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />]]></description>
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		<title>
		Por: Léo Mittaraquis		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 18:20:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto dos mais tocantes, este de  Acácia Rios (@⁨~Acácia⁩).

Não exagerarei pondo-o como uma hermenêutica do sujeito.

Penso as palavras da elegante articulista como a manifestação, em parte, do retorno a um sentimento esquecido. Bem proustiano, isto.

Talvez um leve conectar entre partes perdidas da alma.

Texto tão bom quanto um bom charuto, um bom vinho...
Proporcionou-me larga satisfação em degustá-lo.
 
Em tempo: Walter Benjamin, hum, como todo espírito genial, consegue ser genialmente abestado. Seus comentários sobre Proust e respectiva obra, não passam uma sucessão frouxa de observações ralas.

Mais lembra um anedotário (tentando fazer-nos de otários), eivado de chistes vazios. Benjamin, tão competente ao adentrar no drama barroco alemão, tão sedutor em suas &quot;passagens&quot;, tão certeiro ao representar Baudelaire ao mundo, tão fundamentado em &quot;A Obra de Arte na Era da Reprodutibilidade Técnica&quot;, não obteve êxito algum ao tentar auscultar o coração do mundo proustiano.
Uma boa bosta, enfim.

Sou, intelectualmente, um ogro insociável, ranzinza e... Como costuma observar Iara, minha esposa, intenso ao extremo.

Falta a mim a elegância, o refinamento, os quais (nota-se de imediato) são legítimos atributos da sua nobre pessoa.

Quando li os &quot;apontamentos&quot; (gosto dessa sua classificação), ja havia lido grande parte da produção filosófico-literária daquele que, por pura displicência (alertas não faltaram), morreu na fronteira. 

Então, sendo eu um leitor psicoticamente assíduo de Proust, quedei-me decepcionado.
Mas o problema é comigo, mesmo. 
Alta expectativa frustrada.

Espero ler outros textos seus nesta linha de hoje. Ficarei feliz <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto dos mais tocantes, este de  Acácia Rios (@⁨~Acácia⁩).</p>
<p>Não exagerarei pondo-o como uma hermenêutica do sujeito.</p>
<p>Penso as palavras da elegante articulista como a manifestação, em parte, do retorno a um sentimento esquecido. Bem proustiano, isto.</p>
<p>Talvez um leve conectar entre partes perdidas da alma.</p>
<p>Texto tão bom quanto um bom charuto, um bom vinho&#8230;<br />
Proporcionou-me larga satisfação em degustá-lo.</p>
<p>Em tempo: Walter Benjamin, hum, como todo espírito genial, consegue ser genialmente abestado. Seus comentários sobre Proust e respectiva obra, não passam uma sucessão frouxa de observações ralas.</p>
<p>Mais lembra um anedotário (tentando fazer-nos de otários), eivado de chistes vazios. Benjamin, tão competente ao adentrar no drama barroco alemão, tão sedutor em suas &#8220;passagens&#8221;, tão certeiro ao representar Baudelaire ao mundo, tão fundamentado em &#8220;A Obra de Arte na Era da Reprodutibilidade Técnica&#8221;, não obteve êxito algum ao tentar auscultar o coração do mundo proustiano.<br />
Uma boa bosta, enfim.</p>
<p>Sou, intelectualmente, um ogro insociável, ranzinza e&#8230; Como costuma observar Iara, minha esposa, intenso ao extremo.</p>
<p>Falta a mim a elegância, o refinamento, os quais (nota-se de imediato) são legítimos atributos da sua nobre pessoa.</p>
<p>Quando li os &#8220;apontamentos&#8221; (gosto dessa sua classificação), ja havia lido grande parte da produção filosófico-literária daquele que, por pura displicência (alertas não faltaram), morreu na fronteira. </p>
<p>Então, sendo eu um leitor psicoticamente assíduo de Proust, quedei-me decepcionado.<br />
Mas o problema é comigo, mesmo.<br />
Alta expectativa frustrada.</p>
<p>Espero ler outros textos seus nesta linha de hoje. Ficarei feliz 🍷🍷🍷🍷</p>
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