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	Comentários sobre: Houve um tempo&#8230;	</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		Por: Léo Mittaraquis		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 12:21:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre a crônica do grande mestre @⁨~Luiz Tadeu Nunes e Silva⁩ 

O cronista à larga, Luiz Thadeu Nunes, mais uma vez [e que venham tantas e tantas outras], elabora diamantino texto em poucas palavras e linhas.
Sob a pena de um escritor medíocre, o tema resultaria em mera afetação, mero sentimentalismo exagerado — coisa que por aqui, infelizmente, campeia.
Sob os cuidados de Thadeu, o texto traz, qual aromas e sabores equilibrados dum excelente vinho, os cheiros e matizes dantanho. O odor verde do limo nos muros; o trescalo ao pinho das gavetas pertencentes às belas e pesadas cômodas. 
E o amor? Bem, quem não viveu a triste experiência de perder um entre muitos? Nem que tenha sido os longamente curtos amores da adolescência?
Hum... Talvez nem todo mundo tenha vivido isto...
Quanto aos acertos entre desafetos num balcão de bodega, vejam bem, fui espectador ou protagonista de vários. Nem sempre apenas a bebida e o respeito bastaram: o indefectível canivete de mola também era convocado para cumprir seu papel.
Mas, é verdade, mais de uma vez, finda a contenda, os antes inimigos figadais agora chocavam os copos com doses de falso conhaque ou milone.
Thadeu cuida de esclarecer que não é nostálgico.
Pelo meu lado, assumo que o sou até em demasia.
Busco viver. Mas sinto falta daqueles tempos todos os dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a crônica do grande mestre @⁨~Luiz Tadeu Nunes e Silva⁩ </p>
<p>O cronista à larga, Luiz Thadeu Nunes, mais uma vez [e que venham tantas e tantas outras], elabora diamantino texto em poucas palavras e linhas.<br />
Sob a pena de um escritor medíocre, o tema resultaria em mera afetação, mero sentimentalismo exagerado — coisa que por aqui, infelizmente, campeia.<br />
Sob os cuidados de Thadeu, o texto traz, qual aromas e sabores equilibrados dum excelente vinho, os cheiros e matizes dantanho. O odor verde do limo nos muros; o trescalo ao pinho das gavetas pertencentes às belas e pesadas cômodas.<br />
E o amor? Bem, quem não viveu a triste experiência de perder um entre muitos? Nem que tenha sido os longamente curtos amores da adolescência?<br />
Hum&#8230; Talvez nem todo mundo tenha vivido isto&#8230;<br />
Quanto aos acertos entre desafetos num balcão de bodega, vejam bem, fui espectador ou protagonista de vários. Nem sempre apenas a bebida e o respeito bastaram: o indefectível canivete de mola também era convocado para cumprir seu papel.<br />
Mas, é verdade, mais de uma vez, finda a contenda, os antes inimigos figadais agora chocavam os copos com doses de falso conhaque ou milone.<br />
Thadeu cuida de esclarecer que não é nostálgico.<br />
Pelo meu lado, assumo que o sou até em demasia.<br />
Busco viver. Mas sinto falta daqueles tempos todos os dias.</p>
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