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	Comentários sobre: A poesia do circo	</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		Por: Henrique César		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique César]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 18:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belo texto. Obrigado, Acácia. Interessante essa forma com que descreveu sua memória sobre os circos, uma crônica com ar e espírito poético. Também, como então descrever algo como o Circo senão sendo de modo especial. Parabéns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto. Obrigado, Acácia. Interessante essa forma com que descreveu sua memória sobre os circos, uma crônica com ar e espírito poético. Também, como então descrever algo como o Circo senão sendo de modo especial. Parabéns.</p>
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		Por: Carlos Alberto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 17:03:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Minha madrinha arrasa!!!]]></description>
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		Por: Léo Mittaraquis		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 21:05:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A clara água da pura memória — A propósito do artigo de ⁨Acácia Rios⁩ 

Ao ler o muito bem escrito artigo, &quot;A Poesia do Circo&quot;, da jornalista, professora, mestra em Memória Social e Documental pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e doutora em Ciências da Documentação pela Universidade Complutense de Madri, Acácia Rios, folgo em perceber que seus títulos não são meros certificados burocráticos, mas, sim, sua vida mesma, seu perfil, sua percepção de mundo.

Aparentemente simples, sua publicação diz, de imediato a que veio: exercitar a memória mediante a lente bergsoniana — as imagens da memória pessoal que retratam todos os eventos passados ​​com seu contorno, sua cor e seu lugar no tempo.

Acácia reafirma deter, também, o estofo qualificado que a fundamenta em suas análises e comparações.

Para mim, encontrar Jorge de Lima no artigo de Acácia foi refrigério d&#039;alma.

Memorialista, cronista de escol, Rios nos brinda com uma produção textual digna de ser lida enquanto se degusta um bom vinho, um bom Brandy e um bom charuto.

Não cederei à costumeira tentação de alongar-me. Que leiam, com atenção, o artigo de Acácia Rios. Nele há tudo o que merece ser dito. 

Ave Acácia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A clara água da pura memória — A propósito do artigo de ⁨Acácia Rios⁩ </p>
<p>Ao ler o muito bem escrito artigo, &#8220;A Poesia do Circo&#8221;, da jornalista, professora, mestra em Memória Social e Documental pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e doutora em Ciências da Documentação pela Universidade Complutense de Madri, Acácia Rios, folgo em perceber que seus títulos não são meros certificados burocráticos, mas, sim, sua vida mesma, seu perfil, sua percepção de mundo.</p>
<p>Aparentemente simples, sua publicação diz, de imediato a que veio: exercitar a memória mediante a lente bergsoniana — as imagens da memória pessoal que retratam todos os eventos passados ​​com seu contorno, sua cor e seu lugar no tempo.</p>
<p>Acácia reafirma deter, também, o estofo qualificado que a fundamenta em suas análises e comparações.</p>
<p>Para mim, encontrar Jorge de Lima no artigo de Acácia foi refrigério d&#8217;alma.</p>
<p>Memorialista, cronista de escol, Rios nos brinda com uma produção textual digna de ser lida enquanto se degusta um bom vinho, um bom Brandy e um bom charuto.</p>
<p>Não cederei à costumeira tentação de alongar-me. Que leiam, com atenção, o artigo de Acácia Rios. Nele há tudo o que merece ser dito. </p>
<p>Ave Acácia!</p>
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