segunda-feira, 23/07/2018
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O valor da construção, por metro quadrado, aumentou em Sergipe. Foto: CREA

Construção civil em Sergipe teve aumento de 3,38%

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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), por metro quadrado, em Sergipe no mês de dezembro, teve uma alta de 3,38% na comparação com novembro, passando para R$ 934,70, considerado a desoneração da folha de pagamento. Esse mesmo dado, com a não desoneração da folha, passou para R$ 1.000,43, que representa um aumento de 3,49. Estes dados foram divulgados, hoje, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A região Nordeste apresentou maior variação em dezembro, 0,32%, com alta parcela dos materiais em seis Estados e com variação captada na mão de obra do Rio Grande do Norte. O Nordeste registrou também a maior alta do ano, de 4,56%. Já a menor taxa ficou com a região Norte (-0,05%), que apresentou índices negativos em Amazonas, Roraima, Pará e Tocantins.

Nas demais regiões os resultados foram: 0,16% (Sudeste), 0,13% (Sul) e 0,11% (Centro-Oeste). Quanto aos custos da construção, os valores, em dezembro, por metro quadrado foram: R$ 1.065,63 (Norte); R$ 991,97 (Nordeste); R$ 1.111,87 (Sudeste); R$ 1.105,39 (Sul) e R$ 1.083,05 (Centro-Oeste).

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em novembro ficou em R$ 1.064,76, passou para R$ 1.066,68, sendo R$ 544,97 relativos aos materiais e R$ 521,71 à mão de obra.  A parcela dos materiais apresentou variação de 0,14%, caindo 0,53 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (0,67%). Já em relação a 2016, a taxa subiu 0,13 p.p.

Por outro lado, a parcela da mão de obra apresentou variação de 0,22%, ficando próximo do índice de novembro (0,28%). A taxa dessa parcela (0,22%) ficou abaixo da registrada em dezembro de 2016 (1,02%), quando foram firmados quatro acordos coletivos. Nos resultados acumulados de 2017, os materiais tiveram variação de 2,61%, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 5,17%. Em 2016, a parcela dos materiais fechou em 2,92% e a mão de obra, em 10,89%.

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