segunda-feira, 20/08/2018
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A CTB fará o ato na Farolândia

Centrais sindicais fazem protestos no 1º de maio

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As comemorações pelo Dia do Trabalhador em Aracaju acontecerão em dois pontos distintos, já que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) não chegaram a um consenso. A CTB fará um ato, a partir das 8 horas da manhã, na praça da Juventude, no Conjunto Augusto Franco, na Farolândia. A CUT terá uma atividade, às 9 horas, na avenida Visconde de Maracaju, na praça 1º de maio, no 18 do Forte. O intuito é “fazer um diálogo com a população sem show, nem nenhuma atividade festiva”, destaca o vice-presidente da CUT, Plínio Publiesi.

O CTB diz que o 1º de maio é um dia de luta e resistência. No ato, a classe trabalhadora fará a defesa da democracia, do direito, da aposentadoria, do emprego e da liberdade do ex-presidente Lula. “Vamos fazer um ato para demonstrar nossa indignação. Estamos há dois anos vivendo um retrocesso desde que a grande imprensa, o Judiciário e parte da classe política deram um golpe na democracia e isso nós não podemos aceitar”, diz Adêniton Santana, presidente da CTB-SE.

Para o dirigente sindical, o golpe, iniciado com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff – afastada do cargo sem ter cometido nenhum crime – continua com a entrega do patrimônio do povo brasileiro ao capital internacional, com a aprovação de projetos lesivos à classe trabalhadora e com a prisão do ex-presidente Lula.

“É dever de o movimento sindical sair na defesa de Lula, que tanto fez para os trabalhadores e para o país, e que foi condenado sem provas. Portanto, esse Dia do Trabalhador será um dia de resistência na luta do povo pelo restabelecimento da nossa democracia”, enfatiza.

Adêniton Santana e a diretoria da CTB-SE convocam todos os trabalhadores e a sociedade a participar do ato da Central nesta terça-feira, 1º de Maio, no Augusto Franco. “Vamos fazer um movimento muito forte para nos contrapor a tudo isso. É importante mostrar para a sociedade que após o golpe a economia no Brasil entrou em declínio, os trabalhadores perderam direitos e o desemprego aumentou”, afirma.

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