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A balança comercial sergipana sempre é deficitária

Balança comercial de Sergipe fecha com déficit de US$ 7,3 milhões

Publicado em 14 de dezembro de 2018, 16:25

A balança comercial sergipana fechou o mês de novembro com um déficit de US$ 7,3 milhões.  Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), ao apontar que as exportações, também em novembro, somaram aproximadamente US$ 5,3 milhões, expandindo 6,7%, quando comparado com o mês de novembro do ano passado e aumentando 36% em relação ao mês imediatamente anterior (outubro/2018). Enquanto isso, as importações ficaram em US$ 12,6 milhões, com aumento de 56,4%, no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de outubro de 2018, a expansão foi 34,7%.

No mês em análise, as vendas de sucos de laranja, congelado, não fermentados fecharam em US$ 3 milhões, respondendo por 57,1% das exportações sergipanas. Já as vendas de outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico somaram US$ 564,9 mil, representando 10,7% das exportações. Dessa forma, 67,8% das exportações do estado foram representadas por esses dois produtos.

O principal destino dos itens produzidos em Sergipe, no mês analisado, foi a Bélgica, que demandou 30% das vendas do estado. Em termos nominais, as vendas para os belgas somaram quase US$ 1,6 milhão. O segundo principal destino das exportações sergipanas foram os Países Baixos, que adquiriram US$ 1,5 milhão ou, em termos percentuais, 28,7%.

Já as importações, do mês em análise, concentraram-se nas aquisições de diidrogeno-ortofosfato de amônio, que somou aproximadamente US$ 5,4 milhão, ou 42,6% das compras sergipanas, e do coque de petróleo não calcinado, que totalizou mais de US$ 1,8 milhão ou 14,4% das compras do mês. Quanto à origem dos produtos adquiridos por Sergipe, os fornecedores que se destacaram foram Marrocos e Estados Unidos ao enviarem US$ 5,4 milhões e US$ 3,1 milhões em produtos, nesta ordem.

A análise é do  Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com o apoio do Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES).

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